Dom Carlos Lema Garcia celebra missa pela formatura do curso de Pedagogia da USP

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16 de fevereiro de 2019

Na manhã do domingo, 10, Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar da Arquidiocese no Vicariato Episcopal para a Educação e a Universidade, presidiu, na Capela do Mosteiro de Santa Teresa de Jesus, a Santa Missa em ação de graças pela formatura dos alunos do curso de Pedagogia da Universidade de São Paulo - USP.

A missa contou com a participação e oração das monjas carmelitas, que gentilmente acolheram o pedido dos formandos para agradecer pela formatura aos pés da padroeira dos professores, Santa Teresa de Jesus. Membros da Comunidade Católica Famílias Novas do Imaculado Coração de Maria, do Movimento Comunhão e Libertação e do Opus Dei também estavam presentes.

Na homilia, o Celebrante refletiu sobre o Evangelho do dia (Lc 5, 1-11), mostrando a diferença entre ser pescador e ser peixeiro: enquanto um sai com o barco, vai ao encontro dos peixes, trabalha a noite inteira e faz a pesca, o outro espera o peixe chegar até seu balde. Alertou sobre a responsabilidade dos pedagogos conduzirem os alunos com o bom exemplo e testemunho cristão, destacando que algumas profissões lidam com pedras, madeiras, metais, mas o professor lida com o bem mais precioso: a alma. É preciso ser fermento na massa, “avançai para águas mais profundas”.

Após a celebração, os formandos puderam pedir orações e conversar com as monjas.

 

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Cardeal Scherer visita o Líbano e recebe título de doutor honoris causa

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14 de fevereiro de 2019

O Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Católica Saint-Esprit de Kaslik (Usek), no Líbano. A cerimônia de concessão do título acadêmico aconteceu no campus da instituição, na sexta-feira, 8.

A Usek é uma universidade católica fundada pela Ordem Maronita Libanesa e atende cerca de 8 mil alunos em quatro diferentes campi.

 

FRATERNIDADE

“Alguém poderia perguntar, e eu também me pergunto: que méritos possui o Cardeal de São Paulo, no Brasil, para receber um prestigioso título acadêmico em uma universidade do Líbano? A resposta não poderia ser outra, a não ser a imensa simpatia e generosidade das autoridades acadêmicas que assim decidiram”, afirmou Dom Odilo, em seu discurso de agradecimento.

O Cardeal recordou que, na cidade de São Paulo, existe uma grande comunidade de imigrantes libaneses e seus descendentes, sendo considerada a maior fora do Líbano. “A concessão, pela vossa Universidade, do título ao Arcebispo de São Paulo expressa mais ainda a relação fraterna entre São Paulo e Beirute, entre a Igreja do Líbano e a Igreja de São Paulo. Esta concessão também nos proporciona a ocasião para compartilharmos ainda mais as nossas riquezas humanas e religiosas, para o recíproco enriquecimento e ajuda”, destacou o Arcebispo.

 

SÍNODO DA AMAZÔNIA

Na sessão acadêmica, Dom Odilo apresentou uma reflexão sobre a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Amazônia, que será realizada em outubro, no Vaticano, com o tema “Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral”.

Ao elencar os desafios da missão da Igreja na Pan-Amazônia, o Cardeal Scherer ressaltou que não se trata apenas de questões ambientais e antropológicas, que também interessam à missão da Igreja. “Trata-se de questões que interpelam diretamente a missão religiosa da Igreja”, disse.

“O Papa Francisco definiu bem e precisou com clareza o ‘objetivo principal’ desta inédita iniciativa sinodal: identificar novos caminhos de evangelização dessa porção do povo de Deus”, acrescentou o Arcebispo. “O que mais importa é que Jesus Cristo seja testemunhado,anunciado, celebrado e comunicado na Amazônia e que a força do Evangelho converta as pessoas e promova a dignidade de seus habitantes, seja força de fraternidade e solidariedade na construção de novos modelos de desenvolvimento e condições de vida”, completou.

 

A HOMENAGEM

O título de doutor honoris causa é concedido por universidades a pessoas que se destacam em suas áreas de atuação e que são respeitadas por seu trabalho. Em latim, o termo honoris causa significa “por causa da honra”.

Dom Odilo é mestre em Filosofia e doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. É também grão-chanceler da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), do Centro Universitário Assunção (Unifai) e da Faculdade de Direito Canônico São Paulo Apóstolo

Em seu discurso, o Reitor da Usek se referiu ao homenageado como “Cardeal militante e testemunha da unidade querida pelo Cristo”

“Scherer conduz uma luta sem descanso contra o fluxo incontrolável de mudanças bruscas e desconcertantes que sobrevêm sobre o domínio social, econômico, científico e igualmente religioso que impacta tragicamente a sociedade, particularmente a brasileira, e notadamente o clima de indiferença religiosa que emerge e exprime um certo relativismo moral, não sem impactos sérios sobre a prática cristã e suficientemente perigoso para um eventual condicionamento das estruturas da mesma sociedade”, ressaltou o Padre Hobeika.

VISITA AO LÍBANO

Dom Odilo esteve no Líbano entre os dias 5 e 9 para uma programação que incluiu encontros com lideranças religiosas do País e celebrações, como a participação na festa de São Marun, patrono dos maronitas, celebrado no sábado, 9.

Na quinta-feira, 7, o Cardeal Scherer visitou a sede da Caritas Nacional do Líbano, que possui um centro de acolhida que abriga temporariamente pessoas em situação de refúgio e perseguição.

O Arcebispo de São Paulo encontrou acolhidos que fugiram de seus países por causa da guerra, além de mulheres que fugiram com seus filhos da violência doméstica. Há, ainda, mulheres vítimas de tráfico para exploração sexual.

“Percebemos que esse drama das migrações forçadas, do tráfico humano, sobretudo para a exploração sexual, é um drama mundial. Existem redes muito fortes que atuam nesse setor... O Papa está sempre denunciando esses fatos, inclusive a exploração do transporte das pessoas que fogem das situações de violência e que são exploradas economicamente na travessia do Mar Mediterrâneo para chegar a algum país da Europa e, muitas vezes, são abandonadas no mar ou na fronteira, sem que nenhum país queira recebê-las...”, relatou Dom Odilo à rádio 9 de Julho.

 

HARISSA

Dom Odilo também visitou o Santuário Maronita de Nossa Senhora do Líbano, no monte Harissa.

O templo, que no alto tem uma imagem da Virgem Maria de 20 metros, de altura, foi inaugurado em 1908. A construção do santuário foi inspirada pela proclamação do dogma da Imaculada Conceição, pelo Papa Pio IX, em 8 de dezembro de 1854.

Desde 2018, existe no santuário uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, presenteada pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo Emérito de Aparecida (SP).

No Carmelo de Harissa, o Cardeal encontrou as monjas carmelitas com quem teve um colóquio e rezou. Fundado há 60 anos por religiosas espanholas, hoje, a maioria das monjas é de origem libanesa e, segundo Dom Odilo, há muitas vocações.

O Arcebispo também visitou a Basílica Greco-Melquita São Pedro e São Paulo, templo famoso por seu interior adornados por ícones bizantinos.

(Colaborou Frederico Oliveira) (Com informações da Canção Nova e AMBA)
 

SÃO CHARBEL 

Youssef Antoun Makhlouf nasceu no dia 8 de maio de 1828, em Bekaa Kafra, no norte do Líbano. Foi um dos cinco filhos do casal Antoun Zaarour Makhlouf e Brigitta Chidiac, que eram profundamente religiosos.

Aos 20 anos, decidiu-se pela vida religiosa e ingressou no Mosteiro de Nossa Senhora em Mayfouq, seguindo depois para o Mosteiro de São Marun de Annaya, perto de Beirute.

No noviciado recebeu o nome de Charbel (Sarbélio), santo martirizado em Odessa. Foi ordenado sacerdote em 23 de julho de 1859, em Bkerke.

Sua vida religiosa resumia-se à prática da profissão evangélica e da austeridade, assiduidade na oração e obediência aos superiores. Jamais se queixou da vida comunitária ou das incompreensões que sofria. Era profundamente humilde.

 

EREMITA

Em 1875, Charbel obteve permissão para viver como eremita no eremitério dos santos apóstolos Pedro e Paulo, a 1200 metros de altitude, consagrando-se ao trabalho no campo, à oração e à penitência. Viveu 23 anos como eremita e era muito procurado para conselhos e orientação espiritual.

No dia 16 de dezembro de 1898, durante a celebração da missa, ao recitar a prece “Pai da verdade, eis o Vosso Filho, vítima do vosso agrado! Aceitai-o” (do rito maronita), teve um acidente vascular cerebral e começou a agonizar, sem deixar de rezar. Oito dias depois, na noite de Natal daquele mesmo ano, partiu para a Casa do Pai.

Ao ser exumado, seu corpo foi encontrado incorrupto. Exames mais detalhados mostraram que seu corpo transpirava água e sangue como qualquer organismo vivo. Tal notícia espalhou-se e grande número de fiéis acorreu ao mosteiro, buscando a intercessão do santo. Os relatos de curas físicas e espirituais começaram a ser examinados pelas autoridades eclesiásticas.

No dia 5 de janeiro de 1965, na conclusão do Concílio Vaticano II, foi beatificado por São Paulo VI. Durante a celebração, o Pontífice afirmou: “Grande é a alegria do Oriente e do Ocidente por este filho do Líbano, flor admirável de santidade, desabrochada na linguagem das antigas tradições monásticas orientais e venerada hoje pela Igreja de Roma”.

O Monge Charbel foi canonizado também por São Paulo VI, em 9 de outubro de 1977.

(Com informações de Aleteia)
 

Ritos que constituem a Igreja Católica

RITO OCIDENTAL

TRADIÇÃO LITÚRGICA LATINA OU ROMANA:

Rito latino da Igreja Católica Apostólica Romana (sede em Roma)

RITOS ORIENTAIS

TRADIÇÃO LITÚRGICA ALEXANDRINA:

Igreja Católica Copta (patriarcado; sede no Cairo, Egito)

Igreja Católica Etíope (metropolitanato; sede em Adis Abeba, Etiópia)

Igreja Católica Eritreia (metropolitanato; sede em Asmara, Eritreia)

TRADIÇÃO LITÚRGICA BIZANTINA:

Igreja Greco-Católica Melquita (patriarcado; sede em Damasco, Síria)

Igreja Católica Bizantina Grega (eparquia; sede em Atenas, Grécia)

Igreja Católica Bizantina Ítalo-Albanesa (eparquia; sede na Sicília, Itália)

Igreja Greco-Católica Ucraniana (arcebispado maior; sede em Kiev, Ucrânia)

Igreja Greco-Católica Bielorrussa (também chamada Católica Bizantina Bielorrussa, sede em Minsk, Belarus)

Igreja Greco-Católica Russa (sede em Novosibirsk, Rússia)

Igreja Greco-Católica Búlgara (eparquia; sede em Sófia, Bulgária)

Igreja Católica Bizantina Eslovaca (metropolitanato; sede em Prešov, Eslováquia)

Igreja Greco-Católica Húngara (metropolitanato; sede em Nyíregyháza, Hungria)

Igreja Católica Bizantina da Croácia e Sérvia (eparquia; sedes em Križevci, Croácia, e Ruski Krstur, Sérvia)

Igreja Greco-Católica Romena (arcebispado maior; sede em Blaj, Romênia)

Igreja Católica Bizantina Rutena (metropolitanato; sede em Pittsburgh, Estados Unidos)

Igreja Católica Bizantina Albanesa (eparquia; sede em Fier, Albânia)

Igreja Greco-Católica Macedônica (exarcado ou exarquia; sede em Escópia, Macedônia)

TRADIÇÃO LITÚRGICA ARMÊNIA:

Igreja Católica Armênia (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)

TRADIÇÃO LITÚRGICA MARONITA:

Igreja Maronita (patriarcado; sede em Bkerke, Líbano)

TRADIÇÃO LITÚRGICA ANTIOQUENA OU SIRÍACA OCIDENTAL:

Igreja Católica Siríaca (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)

Igreja Católica Siro-Malancar (arcebispado maior; sede em Trivandrum, Índia)

TRADIÇÃO LITÚRGICA CALDEIA OU SIRÍACA ORIENTAL: 

Igreja Católica Caldeia (patriarcado; sede em Bagdá, Iraque)

Igreja Católica Siro-Malabar (arcebispado maior; sede em Cochim, Índia)

 

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Cardeal Scherer recebe título de doutor honoris causa no Líbano

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11 de fevereiro de 2019

O Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, recebeu nesta sexta-feira, 8, o título de doutor honoris causa da Universidade Católica Saint-Esprit de Kaslik (Usek), no Líbano. A cerimônia de concessão do título acadêmico aconteceu no Auditório da Faculdade de Música da Usek, no campus de Jounieh.

O título foi entregue pelo reitor a instituição, o Padre e doutor Georges Hobeika. Também participaram do evento o Patriarca da Igreja Católica Maronita, Cardeal Béchara Pierre Raï, o Núncio Apóstólico no Líbano, Dom Joseph Spiteri, e o Eparca Maronita no Brasil, Dom Edgar Madi. 

FRATERNIDADE ENTRE BRASIL E LÍBANO

“Alguém poderia perguntar, e eu também me pergunto: que méritos possui o Cardeal de São Paulo, no Brasil, para receber um prestigioso título acadêmico em uma Universidade do Líbano? A resposta não poderia ser outra, a não ser a imensa simpatia e generosidade das autoridades acadêmicas que assim decidiram”, afirmou Dom Odilo, em seu pronunciamento de agradecimento.

O Cardeal recordou que, na cidade de São Paulo existe uma grande comunidade de imigrantes libaneses e seus descendentes, sendo considerada a maior fora do Líbano. “A concessão, pela vossa Universidade, do título ao Arcebispo de São Paulo expressa mais ainda a relação fraterna entre São Paulo e Beirute, entre a Igreja do Líbano e a Igreja de São Paulo. Esta concessão também nos proporciona a ocasião para compartilharmos ainda mais as nossas riquezas humanas e religiosas, para o recíproco enriquecimento e ajuda”, destacou o Arcebispo. 

A UNIVERDIDADE 

A Usek é uma universidade católica fundada pela Ordem Maronita Libanesa e atende cerca de 8 mil alunos em quatro diferentes campi. O título de doutor honoris causa é concedido por universidades a pessoas que se destacam em suas áreas de atuação e que são respeitadas por seu trabalho, independentemente de seus diplomas acadêmicos. Em latim, o termo “honoris causa” significa “por causa da honra”.

VIAGEM AO LÍBANO 

Dom Odilo está no Líbano desde a terça-feira, 5, para uma viagem que segue até o sábado, 9. A programação da visita inclui encontros com lideranças religiosas do País e celebrações, como a participação na festa de São Marun, patrono dos maronitas. 

Nesta quinta-feira, 7, o Cardeal visitou a sede da Caritas Nacional do Líbano, que possui um centro de acolhida que abriga temporariamente pessoas em situação de refúgio e perseguição.

O Arcebispo de São Paulo encontrou acolhidos que fugiram de seus países por causa da guerra, além de mulheres que fugiram com seus filhos da violência doméstica. Há, ainda, mulheres vítimas de tráfico para exploração sexual.

“Percebemos que esse drama das migrações forçadas, do tráfico humano, sobretudo para a exploração sexual, é um drama mundial. Existem redes muito fortes que atuam nesse setor... O Papa está sempre denunciando esses fatos, inclusive a exploração do transporte das pessoas que fogem das situações de violência e que são exploradas economicamente para a travessia do Mar Mediterrâneo para chegar a algum país da Europa e, muitas vezes, são abandonadas no mar ou na fronteira sem que nenhum país queira recebê-las...”, relatou Dom Odilo à rádio 9 de Julho.

(Com informações de Canção Nova e AMBA)
 

LEIA A REPORTAGME COMPLETA NA PRÓXIMA EDIÇÃO DE O SÃO PAULO, EM 13/02/19.

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O desafio da educação segundo Papa Francisco

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31 de agosto de 2018

“O desafio da educação sempre ocupou um lugar central no pensamento do atual Pontífice”. Assim inicia uma longa matéria do padre Antonio Spadaro na última edição da revista dos jesuítas Civiltà Cattolica intitulada: “Sete pilares da educação segundo Jorge Mario Bergoglio”. Padre Spadaro escreve sobre o pensamento e a ação educadora do Pontífice na época que morava na Argentina como pastor e bispo em Buenos Aires. Os sete elementos fundamentais identificados pelo jesuíta são: 1) educar é integrar 2) acolher e respeitar as diversidades 3) enfrentar a mudança antropológica 4) a importância da inquietação como motor educativo 5) a pedagogia da pergunta 6) conhecer os próprios limites 7) viver uma fecundidade generativa e familiar.

A ação educacional amplia os horizontes

Ao lado destes sete pontos, o diretor da Civiltà Cattolica encontra também “palavras chave” que caracterizam a educação: “escolha, exigência e paixão”. Porém para o jesuíta há “uma expressão extremamente sintética que Bergoglio escreveu aos educadores para relançar a ação educacional: “Educar é uma das artes mais apaixonantes da existência e requer incessantemente que se ampliem os horizontes”. Na matéria, também é recordado que “a educação não é um fato exclusivamente individual, mas popular” e que “Bergoglio sempre considerou a escola como um importante meio de integração social”.

Educadores audaciosos e criativos

Para o Papa Francisco é também importante “o acolhimento da diversidade” e que as diferenças devem ser consideradas como “desafios, mas desafios positivos, não problemas”. O desafio educativo, segundo Bergoglio, está ligado “ao desafio antroplógico”. Por isso, escreve Spadaro, “não se pode fingir que não se vê”. Outro tema presente nos pilares educativos de Bergoglio é “a inquietação entendida como motor de educação”. Por isso “o apelo aos educadores para que sejam audaciosos e criativos” e para que nunca se tornem “funcionários fundamentalistas ligados à rigidez de planificações”. Enfim, anota Antonio Spadaro, para Francisco “a educação não é uma técnica, mas uma fecundidade generativa”, “a educação é um fato familiar que implica a relação entre as gerações e a narração de uma experiência”.

 

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