Entenda a origem da Igreja Ortodoxa

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18 de setembro de 2019

O catolicismo e a ortodoxia possuem a mesma origem em uma única Igreja nascida em Jerusalém, fundada pelo próprio Cristo. Após a ressureição de Jesus, os apóstolos saíram em missão em direção ao ocidente fundando várias comunidades.

Entre os séculos IV e V, as cinco primeiras Igrejas apostólicas receberam o título de patriarcados, dando origem à chamada pentarquia (do grego: penta – cinco, e arquia – governo ou governante), isto é, seus bispos eram patriarcas e tinham primazia sobre as outras comunidades cristãs. Os cinco patriarcados eram Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém. Na pentarquia, o Bispo de Roma, sucessor de Pedro, tinha o primado de honra entre os demais patriarcas, sendo o primus inter pares (o primeiro entre os iguais) na ordem de precedência das Igrejas.

O GRANDE CISMA

A separação entre os cristãos do Oriente e do Ocidente, chamada de “Grande Cisma” se concretizou no ano de 1054. Os fatores que, em um lento processo, levaram à separação são vários: políticos, culturais, eclesiásticos e doutrinários. “O ano que marcou essa separação foi 1054, mas também não podemos achar que, do dia para a noite, as Igrejas se separaram. Foi um processo desgastante para ambas, uma série de mal-entendidos e conflitos que levaram a uma ruptura formal”, explicou, ao O SÃO PAULO o Padre Gregório Teodoro, responsável pelo diálogo ecumênico na Igreja Ortodoxa Antioquina de São Paulo. Com a autonomia dos patriarcados, os cristãos passaram a diferenciar-se em questões de fé e liturgia bastante significativas, como a questão trinitária do filioque, na qual os orientais professam a fé de que o Espírito Santo procede somente do Pai, enquanto os ocidentais professam que este procede do Pai e do Filho.

No âmbito político, as tensões entre as duas Igrejas começaram com a divisão do Império Romano em oriental e ocidental, e a transferência da capital da cidade de Roma para Constantinopla, no século IV. Já do ponto de vista eclesiástico, a discordância entre orientais e ocidentais diz respeito à aceitação da autoridade do bispo de Roma, o papa, em relação aos demais patriarcas. 

O fato que marcou o Cisma foi o envio do Cardeal Humberto à Constantinopla como legado do Papa Leão IX na tentativa de solucionar a crise. O resultado, porém, foi uma carta de excomunhão deixada sobre o altar da Basílica de Santa Sofia para o Patriarca de Constantinopla, Miguel Cerulário, que, por sua vez, retribuiu com a excomunhão do pontífice romano. Após o Cisma, os cristãos do Oriente passaram a ser chamados “ortodoxos” (que vem do grego orthos – reto, correto, e doxa – louvor, doutrina ou opinião), enquanto os do Ocidente passaram a ser chamados “católicos romanos”, por sua ligação à Sé Apostólica de Roma. Assim como os católicos, os ortodoxos possuem os sete sacramentos com variações em relação aos ritos elaborados por São João Crisóstomo, São Basílio e São Gregório Magno. Também possuem organização hierárquica semelhante, com bispos (sucessores dos apóstolos), padres e diáconos, sendo que os padres e diáconos podem ser celibatários, geralmente monges, ou homens casados antes da ordenação. Já os bispos devem ser sempre escolhidos dentre os celibatários.

CAMINHO DE UNIDADE

Ao longo desses quase mil anos, foram muitas as tentativas de reunificação entre Oriente e Ocidente, principalmente nos concílios ecumênicos de Lyon (1274) e Florença (1439), mas sem sucesso. Porém, as mútuas excomunhões só foram levantadas em 7 de dezembro de 1965, pelo Papa Paulo VI e o patriarca ecumênico de Constantinopla, Atenágoras I, em um histórico encontro em Jerusalém e, posteriormente, de uma Comissão de Diálogo Teológico.

O jubileu de ouro deste histórico encontro foi celebrado no ano passado entre o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu, também em Jerusalém.

Ainda em 2015, os primazes de Roma e Constantinopla se encontraram outras vezes, uma delas durante a visita do Pontífice à Turquia. Em 2013, Bartolomeu também foi à missa inaugural do início do pontificado de Francisco. Em 2006, Bento XVI também esteve na Turquia e se encontrou com o Patriarca Ecumênico. Atualmente, católicos e ortodoxos se consideram “Igrejas irmãs”, embora ainda não haja comunhão plena canônica e sacramental.

Nesses vários séculos, algumas comunidades orientais independentes voltaram para a plena comunhão com Roma, sendo assim instituídas as Igrejas Católicas de Rito Oriental Sui Iuris, sob a jurisdição do Papa, como as Igrejas Greco-Católica Melquita, Greco-Católica Ucraniana e Católica Siríaca. Ao todo são 23 dessas Igrejas. Já a Igreja Maronita, também de rito oriental, sempre permaneceu unida à Igreja de Roma, não aderindo ao Cisma de 1054.

ORGANIZAÇÃO ATUAL

Desde a separação da Igreja Católica, o Patriarcado de Constantinopla, também chamado de Patriarcado Ecumênico, ocupa o lugar de primus inter pares entre os ortodoxos. Hoje no mundo existem cerca de 300 milhões de ortodoxos, distribuídos em 14 Igrejas “autocéfalas”, isto é, que possuem um patriarca ou primaz com jurisdição própria em plena comunhão umas com as outras. Dessas, nove são patriarcados – os históricos de Constantinopla, Alexandria, Antioquia, Jerusalém, mais os da Rússia, Sérvia, Romênia, Bulgária e Geórgia, instituídos posteriormente – e cinco arcebispados com honras de patriarcados – Chipre, Grécia, Polônia, Albânia, República Tcheca/Eslováquia.

Também existem as Igrejas autônomas, independentes em questões internas, mas dependentes de algum patriarcado, como, por exemplo, para a confirmação da eleição de seu líder máximo. Entre elas estão as Igrejas ortodoxas da Finlândia (Constantinopla); Igreja do Monte Sinai (Jerusalém); Japão e China (Moscou), entre outras.

A Igreja Ortodoxa na América é um caso especial, pois é reconhecida como autocéfala pelo Patriarcado de Moscou e algumas Igrejas eslavas, mas não pelo Patriarcado Ecumênico de Constantinopla.  Cada uma dessas Igrejas é governada pelo seu próprio Santo Sínodo, constituído de todos os bispos e arcebispos e presididos por seu líder máximo, que delibera sobre questões internas e a escolha ou remoção dos bispos, inclusive, patriarcas ou primazes. A reunião dos patriarcas e primazes da comunhão ortodoxa é chamada de Sinaxe, sempre convocada pelo Patriarca de Constantinopla.

‘CISMA’ DE MOSCOU

Em outubro de 2018, o Patriarcado de Moscou rompeu todos os vínculos de comunhão com o Patriarcado Ecumênico de Constantinopla. A decisão foi tomada pelo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa, após a o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, reconheceu a autocefalia da Igreja Ortodoxa da Ucrânia. Em 1991, o grupo ucraniano havia se declarado independente da Igreja Russa, após a dissolução da União Soviética.

IGREJAS PRÉ-CALCEDONIANAS

Antes ainda de 1054, durante os séculos IV e V, algumas Igrejas orientais passaram a se organizar independentemente por não aceitarem totalmente as formulações do 4º Concílio Ecumênico de Calcedônia (451) como, por exemplo, a duas naturezas, humana e divina, de Jesus Cristo. Por isso, são chamadas “Pré-Calcedonianas”.

Elas não possuem comunhão plena com ortodoxos nem com os católicos. São as Igrejas Apostólica Armênia, Syrian-Ortodoxa, Copta e Ortodoxa da Etiópia.

NO BRASIL 

A primeira Igreja ortodoxa e da América Latina foi construída pelos imigrantes sírio-libaneses em 1904 em São Paulo, na região da rua 25 de Março. Em 1922, foi elevada à Arquidiocese pelo Patriarcado de Antioquia. Posteriormente, os imigrantes gregos, russos, poloneses e ucranianos organizaram suas comunidades ortodoxas segundo suas etnias e patriarcados.

(Reportagem originalmente publicada no jornal O SÃO PAULO, edição de 24 de fevereiro de 2016)

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Papa pela unidade da família cristã: mais solidariedade, menos divisão

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18 de janeiro de 2019

"Começou hoje a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, na qual somos todos convidados a implorar de Deus este grande dom. A unidade dos cristãos é fruto da graça de Deus, pelo que nos devemos predispor a recebê-la com coração pronto e generoso. Nesta tarde, sinto-me particularmente feliz por rezar juntamente com os representantes das outras Igrejas presentes em Roma, aos quais dirijo uma cordial e fraterna saudação. Saúdo também a delegação ecuménica da Finlândia, os alunos do Instituto Ecuménico de Bossey que visitam Roma para aprofundar o seu conhecimento da Igreja Católica e os jovens ortodoxos e ortodoxos orientais que aqui estudam com o apoio do Comité de Cooperação Cultural com as Igrejas Ortodoxas, ativo junto do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

O livro do Deuteronómio oferece-nos a imagem do povo de Israel acampado nas planícies de Moab, prestes a entrar na Terra que Deus lhe prometeu. Lá Moisés, como pai solícito e chefe designado pelo Senhor, repete a Lei ao povo, instrói-o e lembra-lhe que deverá viver com fidelidade e justiça, quando se estabelecer na terra prometida.

A passagem que acabamos de ouvir indica como celebrar as três festas principais do ano: Pesach (Páscoa), Shavuot (Pentecostes), Sukkot (Tabernáculos). Cada uma destas festas convida Israel à gratidão pelos bens recebidos de Deus A celebração duma festa requer a participação de todos; ninguém pode ficar excluído: «Alegrar-te-ás na presença do Senhor, teu Deus, com os teus filhos, as tuas filhas, os teus servos e as tuas servas, o levita que viver dentro das portas da tua cidade, o estrangeiro, o órfão e a viúva, que estiverem junto de ti» (Dt 16, 11).

Por ocasião de cada festa, é preciso realizar uma peregrinação «ao santuário que o Senhor tiver escolhido para ali estabelecer o seu nome» (16, 2). O fiel israelita deve ir lá colocar-se diante de Deus; e, embora todo o israelita tivesse sido escravo no Egito, sem qualquer propriedade pessoal, «ninguém aparecerá com as mãos vazias diante do Senhor» (16, 16) e o dom de cada um será segundo a medida da bênção que o Senhor lhe tiver concedido. Assim, todos receberão a sua parte de riqueza do país e beneficiarão da bondade de Deus.

Não nos deve surpreender o facto do texto bíblico passar da celebração das três festas principais para a nomeação dos juízes. As próprias festas exortam o povo à justiça, lembrando a igualdade fundamental entre todos os membros, todos igualmente dependentes da misericórdia divina, e convidando cada um a partilhar com os outros os bens recebidos. O dar honra e glória ao Senhor nas festas do ano caminha de mãos dadas com o prestar honra e justiça ao seu vizinho, sobretudo se é vulnerável e necessitado.

Ao debruçar-se sobre a escolha do tema para esta Semana de Oração, os cristãos da Indonésia decidiram inspirar-se nestas palavras do Deuteronómio: «Deves procurar a justiça e só a justiça» (16, 20). Neles, está viva a preocupação pelo facto de o crescimento económico do seu país, animado pela lógica da concorrência, deixar muitos na pobreza, permitindo que se enriqueçam enormemente apenas alguns. Isto põe em perigo a harmonia duma sociedade onde vivem lado a lado pessoas de diferentes etnias, línguas e religiões que compartilham um sentido de mútua responsabilidade.

Mas isto não se aplica só à Indonésia; deparamo-nos com a mesma situação no resto do mundo. Quando a sociedade deixa de ter como fundamento o princípio da solidariedade e do bem comum, assistimos ao escândalo de pessoas que vivem em extrema pobreza ao lado de arranha-céus, hotéis imponentes e centros comerciais luxuosos, símbolos de incrível riqueza. Esquecemo-nos da sabedoria da lei mosaica, segundo a qual, se a riqueza não for partilhada, a sociedade divide-se.

São Paulo, quando escreve aos Romanos, aplica a mesma lógica à comunidade cristã: aqueles que são fortes devem ocupar-se dos fracos. Não é cristão «procurar aquilo que nos agrada» (Rom 15, 1). De facto, seguindo o exemplo de Cristo, devemos esforçar-nos por edificar os que são fracos. A solidariedade e a responsabilidade comum devem ser as leis que regem a família cristã.

Também nós, como povo santo de Deus, sempre nos encontramos prestes a entrar no Reino que o Senhor nos prometeu. Mas, estando divididos, precisamos de recordar o apelo à justiça que Deus nos dirigiu. Também entre nós, cristãos, há o risco de prevalecer a lógica conhecida pelos israelitas dos tempos antigos e pelo povo indonésio nos dias de hoje, ou seja, tentando acumular riqueza, esquecermo-nos dos vulneráveis e dos necessitados. É fácil esquecer a igualdade fundamental que existe entre nós: originariamente todos nós éramos escravos do pecado, mas o Senhor salvou-nos no Batismo, chamando-nos seus filhos. É fácil pensar na graça espiritual que nos foi dada como sendo nossa propriedade, algo que nos é devido e pertence. Além disso, é possível que os dons recebidos de Deus nos tornem cegos aos dons dispensados a outros cristãos. É um grave pecado desdenhar ou desprezar os dons que o Senhor concedeu a outros irmãos, pensando que estes sejam de algum modo menos privilegiados aos olhos de Deus. Se alimentarmos tais pensamentos, consentimos que a própria graça recebida se torne fonte de orgulho, injustiça e divisão. E então como poderemos entrar no Reino prometido?

O culto condizente a este Reino, o culto que a justiça exige, é uma festa que engloba a todos, uma festa na qual se disponibilizam e partilham os dons recebidos. Para realizar os primeiros passos rumo à terra prometida que é a nossa unidade, devemos, em primeiro lugar, reconhecer humildemente que as bênçãos recebidas não são nossas por direito, mas por dádiva, tendo-nos sido concedidas para as partilharmos com os outros. Em segundo lugar, devemos reconhecer o valor da graça concedida às outras comunidades cristãs. Consequentemente será nosso desejo participar nos dons dos outros. Um povo cristão, renovado e enriquecido por esta troca de dons, será um povo capaz de caminhar, com passo firme e confiante, pelo caminho que leva à unidade."

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Semana de Oração pela Unidade Cristã busca reconciliação e comunhão

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15 de mai de 2018

Com o intuito de estimular todos os cristãos, das mais diversas confissões, a expressar o grau de comunhão que já atingiram e a orar juntos por uma unidade cada vez mais plena, igrejas de todo o Brasil (católicas, anglicanas, batistas, luteranas, metodistas, ortodoxas, presbiterianas, entre outras) celebram, até o próximo dia 20 de maio, a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC).

 

HISTÓRIA

Idealizada há 110 anos e promovida no mundo inteiro pelo Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, a ação é uma resposta direta à oração de Jesus em João 17,21, que diz: “Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste”, e acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios.

No hemisfério norte, por uma iniciativa ecumênica instituída pelo reverendo anglicano Paul Watson, esse evento ocorreu pela primeira vez entre os dias 18 e 25 de janeiro de 1908, em Graymoor (Nova York), entre a festividade da cátedra de São Pedro (em Roma) e a da conversão de São Paulo.

No hemisfério sul, por sua vez, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes, considerado um momento simbólico para a unidade da Igreja, como foi sugerido pela Comissão “Fé e Ordem”, do Conselho Ecumênico das Igrejas, em 1926. No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana de Oração em diversos estados.

 

TEMÁTICA

Como acontece desde 1966, o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e o Conselho Ecumênico das Igrejas estabeleceram não somente a adoção de um lema bíblico para nortear os trabalhos a cada ano, como também a preparação conjunta dos textos oficiais para a Semana de Oração, trabalho confiado cada vez a um grupo ecumênico local diferente. Para este ano, tal atividade foi entregue às Igrejas do Caribe, que se reuniram em Nassau, nas Bahamas, tendo por base o lema “A mão de Deus nos une e liberta” (Ex 15,1-21).

 

DIVULGAÇÃO

Baseado no tema bíblico escolhido a cada ano, é desenvolvido um cartaz alusivo à situação que será o centro das reflexões da respectiva Semana de Oração, utilizado para promover a divulgação desta. Este ano, o cartaz traz pessoas em barcos que simbolizam, sobretudo nesses tempos de crise migratória, pessoas refugiadas que vivem cada vez mais à deriva dos poderes constituídos. Em muitos casos, sem políticas sociais que possam devolver-lhes a dignidade roubada, essas pessoas são submetidas a situações de trabalho análogas à escravidão ou, então, comercializadas como escravos.

A arte remete, por um lado, ao fato de que muitas dessas pessoas refugiadas contam com a "mão" de Deus que, de uma forma ou de outra, as ampara. Por outro lado, é também a mão de Deus, presente em águas revoltas, que movimenta os cristãos a agir em favor de uma humanidade que não se conforma com a violação dos direitos humanos e com o desrespeito à dignidade de irmãos de diferentes culturas e etnias. 

O barco, símbolo do movimento ecumênico, também faz alusão à comunidade cristã, que tem como desafio navegar, ecumenicamente, rumo à unidade. Entretanto, essa unidade almejada apenas será concreta se todas as pessoas tiverem acesso à justiça, além do direito de viver em seus territórios de origem, bem como o direito de viver sua cultura e espiritualidade.

 

INICIATIVAS

Em São Paulo, algumas celebrações ecumênicas promovem a unidade e a reconciliação entre os cristãos, tendo começado no dia 14 de maio, às 20h, na Igreja Presbiteriana Jardim das Oliveiras (Alameda Jaú, 752 – Jardim Paulista). Haverá ainda as celebrações no dia 16, às 20h, na Capela Anglicana da Anunciação (Rua Imoroti, 142 – travessa da Rua Alencar de Araripe – Sacomã) e no dia 17, tanto às 19h30min, na Paróquia Sant’Anna (Rua Voluntários da Pátria, 2060 – Santana) como às 20h, no Santuário Santa Cruz da Reconciliação (Rua Valdomiro Fleuri, 180 – Butantã). 

 

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