'A participação na Missa é a melhor forma de iniciação à fé católica e à participação na vida da Igreja'

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20 de junho de 2019

A missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo começou às 10h em frente à Catedral da Sé, na quinta-feira, 20. Presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, e concelebrada pelo Cardeal Claudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo, os bispos auxiliares da Arquidiocese e Dom Mathias Tolentino, Abade do Mosteiro de São Bento.

Na homilia, o Cardeal recordou que a Arquidioce está em sínodo e que a participação na Eucaristia é essencial para o fortalecimento na fé. Confira a íntegra da homilia.

Sínodo e valorização da Eucaristia

Há dois anos, convocamos o primeiro sínodo arquidiocesano de São Paulo e, agora, já estamos no meio do caminho sinodal. A realização de um sínodo é uma experiência eclesial de grande importância e significado, cujos frutos confiamos à ação do Espírito Santo. Nosso sínodo é um 'caminho de comunhão, conversão e renovação missionária' para toda a nossa Arquidiocese.

Não existe conversão e renovação missionária, sem uma renovada valorização da Eucaristia na nossa Igreja. A celebração de hoje mostra-nos a estreita relação existente entre Eucaristia, Igreja e missão. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, memorial de sua Paixão, Morte e Ressurreição redentora. E a celebração da Eucaristia é o 'Sacramento da Igreja', que a torna visível, real e compreensível. A Igreja faz a Eucaristia mas, ainda mais, é a Eucaristia que faz a Igreja, comunidade dos discípulos reunidos com Jesus Cristo, alimentada, confortada e conduzida por Ele e sempre de novo enviada em missão.

Por isso tudo, hoje desejo recordar a importância da celebração e da participação do sacramento da Eucaristia e da Missa em nossas paróquias e comunidades. A participação na Missa dominical é um preceito da Igreja, que não foi abolido e deve ser levado bem a sério pelo povo católico. A pesquisa de 2018, sobre a situação religiosa e pastoral da nossa Igreja em São Paulo, mostrou que apenas cerca de 5% (cinco por cento) dos católicos frequentam regularmente a Missa dominical; outros cerca de 25% (vinte e cinco por cento) frequentam a Missa de vez em quando. E são cerca de 70% (setenta por cento) dos católicos paulistanos que não frequentam a Missa nunca, ou quase nunca.

Isso é muito preocupante, pois a não participação regular na Santa Missa tem como consequências quase inevitáveis o distanciamento da Igreja, a não identificação com ela e com sua mensagem e missão, o desconhecimento de seu significado e de sua doutrina, a perda da fé católica e o indiferentismo religioso. A participação regular na Missa dominical é a melhor forma de “iniciação” à fé católica e à participação na vida da Igreja; ela oferece o alimento da fé, aprofunda a comunhão com Deus e com os irmãos, ajuda a sentir-se parte deste “povo de Deus” que crê, celebra, professa, espera e testemunha.

Quem não participa regularmente da Missa dominical por onde alimenta sua fé católica? Caminha sozinho e se priva da força do testemunho da comunidade e não se alegra com essa comunidade. Com facilidade, perde o contato com a Igreja, vai se sentindo estranho a ela e tende a perder a fé católica. Portanto, nesta festa do Corpo e Sangue de Cristo, renovemos nossa fé neste sublime Mistério da fé. Peçamos o perdão, por não valorizarmos bastante esse presente de amor que Cristo nos deixou, para nos lembrarmos sempre dele, como ele nos recomendou: – “fazei isto em memória de mim”. E lhe agradeçamos por ter dado à sua Igreja este precioso dom.

Cardeal Odilo Pedro Scherer, 

Arcebispo de São Paulo, 20 06 2019.

 

'Vemos a grandeza da Igreja'

Centenas de fiéis de diferentes regiões de São Paulo lotaram a Praça da Sé para participar da celebração. Muitos voluntários participaram, tanto da confecção do tapete de Corpus Christi quanto da missa. Diogo Fernandes Nunes, 18, e Julia Dias de Oliveira Neta, 28, chegaram por volta das 22h da quarta-feira, 19, para trabalhar na confecção do tapete. "Foi uma experiência muito bonita de fé e unidade", disse Julia, que pela segunda vez dorme na Praça antes do Corpus Christi. Diogo, por sua vez, disse que muitas pessoas em situação de rua e outras que passavam pela Sé perguntavam sobre o tapete. "Muitas criticavam também", afirmou o jovem que é membro da Comunidade Missão Mensagem de Paz.

Gabriel Augusto, 20; Fátima Gisele, 26; e Rafaela Moura, 21, são da Paróquia Santa Inês, na Região Episcopal Santana. Eles participam da Comunidade Católica Missão Eleitos e estavam na Equipe da Apoio da Celebração, sobretudo para ajudar durante a procissão que seguiu, após a missa, da Praça da Sé até a Igreja de Santa Ifigênia. 

"É sempre uma experiência muito bonita participar destes grandes eventos da Arquidiocese, pois vemos a grandeza da Igreja", disse Rafaela.

Hugo Munhoz, Carmem Lúcia de Carvalho e Merquinha Conegundos integram um grupo que organiza a Romaria das Vans e Transportes Escolares a Basílica de Aparecida (SP). Pela primeira vez, eles foram à celebração para ajudar na equipe de apoio. "Somos hoje, aqui, um grupo de 35 pessoas, mas ao todo são mais de 200 vans e na quarta romaria, que será dia 20 de novembro. Pretendemos reunir cerca de 18 mil vans para irmos juntos à Aparecida", explicou Merquinha, coordenadora do grupo.

 

Após a missa, os fiéis seguiram em procissão com o Santíssimo Sacramento até a Igreja de Santa Ifigênia, e cantando e rezando pediram pela cidade de São Paulo e pela Igreja Católica, sinal da presença de Deus na Metrópole.

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Segunda sessão das assembleias ampliará diagnóstico da realidade regional

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05 de junho de 2019

As regiões episcopais da Arquidiocese de São Paulo começam a se preparar para a segunda sessão das Assembleias Regionais do sínodo arquidiocesano, que acontecerá nos meses de junho e julho.

Conforme explica o Regulamento das assembleias regionais do sínodo, essa sessão tem a finalidade de “analisar e refletir sobre a vida e missão da Igreja nas regiões, para elaborar um diagnóstico da realidade eclesial regional nos seus aspectos de comunhão e participação, indicando avanços e desafios pastorais e missionários”. 

Para isso, essa sessão contará com um momento preparatório, que permitirá uma participação ampliada das diversas organizações eclesiais presentes nas regiões. “Esse momento preparatório será a oportunidade de cada organização pastoral avaliar a sua caminhada à luz das questões levantadas pelo sínodo e, ao mesmo tempo, perceber o quanto cada uma delas está, de fato, inserida na vida da paróquia, do setor e da região”, explicou, ao O SÃO PAULO, o Padre José Arnaldo Juliano dos Santos, Teólogo-Perito do sínodo arquidiocesano.

GRUPOS

Durante o mês de junho, haverá encontros de grupos de pastorais, movimentos, novas comunidades, congregações religiosas e demais organizações eclesiais agrupadas a partir das coordenações pastorais segundo âmbitos específicos de atuação, previstos pelo 12º Plano de Pastoral da Arquidiocese (veja o box).

SETORES

Outra modalidade de grupo é a dos setores pastorais, constituída pelos representantes das paróquias eleitos nas assembleias paroquiais do sínodo, pelos párocos e diáconos de cada setor. “ certamente, nesse grupo haverá membros de pastorais e outras organizações. No entanto, essa será a ocasião de refletir a partir da realidade dosetor no seu conjunto”, reiterou o Perito.

CLERO

Também os padres e diáconos que atuam na região episcopal realizarão sua reunião específica para se debruçar sobre as reflexões do sínodo na perspectiva própria de sua vida e missão.

METODOLOGIA

  • As reuniões de cada grupo serão guiadas por um roteiro proposto pelo Regulamento das Assembleias Regionais do sínodo, que apresenta algumas questões:
  • Elaborar um diagnóstico sobre a atuação do grupo na região episcopal (iniciativas, resultados, lacunas, dificuldades...).
  • De que modo cada grupo avalia os resultados da pesquisa de campo e dos levantamentos paroquiais de 2018? Como se sente interpelado por eles?
  • Quais são, segundo o grupo, os maiores desafios, dificuldades e urgências para a missão da Igreja, no seu todo, na região episcopal?
  • Que cada grupo apresente três questões importantes, no âmbito de atuação do seu grupo, onde “a conversão missionária” se faz mais urgente.

RELATÓRIOS

Por fim, deve-se elaborar um relatório sobre as questões tratadas pelo grupo para ser apresentado em julho,na reunião plenária da segunda sessão da Assembleia.

Esses relatórios, devem ser reunidos a partir de cada coordenação pastoral e encaminhados para a Comissão Regional do sínodo. Contudo, Padre José Arnaldo esclareceu que é possível e, em alguns casos, recomendável, que os grupos realizem reuniões separadamente. Por exemplo: as organizações que pertencem à Coordenação Pastoral da Vida e Família, como a Pastoral Familiar e o Encontro de Casais com Cristo, Curso de Noivos, poderão constituir um único grupo ou se reunir separadamente. Igualmente, associações como o Apostolado da Oração, Legião de Maria etc. poderão fazer suas reuniões específicas. Já as organizações que são menos numerosas poderão se agrupar. “O importante é que as realidades específicas de cada organização estejam contempladas nas reflexões”, reiterou o Perito.

No caso dos movimentos e novas comunidades, recomenda-se que cada um faça a sua reunião específica e depois reúna suas contribuições com as demais organizações da mesma coordenação pastoral. A mesma recomendação é dada aos institutos de vida consagrada.

OLHAR AMPLO

Padre José Arnaldo enfatizou que não se trata de reunir para essa etapa preliminar o Conselho Regional de Pastoral (CRP), constituído apenas de representantes das organizações pastorais. “O CRP já faz parte da assembleia regional. Essa etapa é destinada a ouvir o maior número possível de integrantesdas organizações eclesiais presentes na região. É mais amplo.”

PLENÁRIA

A segunda sessão da assembleia em si será a reunião plenária, que acontecerá em julho, com os membros convocados inicialmente, assim como na primeira sessão, conforme o Regulamento. Nessa reunião, serão apresentados os relatórios de cada coordenação pastoral, dos setores e do clero, em vista do diagnóstico abrangente e profundo dos caminhos pastorais percorridos e das urgências a enfrentar. Padre José Arnaldo enfatizou a necessidade da etapa preparatória nos grupos. “É importante que cada organização tome consciência de sua atuação e presença na vida eclesial concreta em vista do caminho de comunhão, conversão e renovação missionária proposto pelo sínodo”, completou.

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Padre Rocha: ‘Quero ser sempre um operário, um servidor do episcopado’

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25 de abril de 2019

Em 24 de maio, o Padre Jorge Pierozan completará 22 anos de sacerdócio. Padre Rocha, como é mais conhecido, atualmente é Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Parque Continental.

Desde que Dom Julio Endi Akamine tomou posse como bispo da Arquidiocese de Soracaba (SP), em fevereiro de 2017, Padre Rocha também passou a exercer a função de Vigário Episcopal da Região Lapa, desempenhada até 31 de março, quando Dom José Benedito Cardoso, novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese, assumiu a função, após ser designado pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano.

Padre Rocha relatou ao jornalista Benigno Naveira, da Pastoral da Comunicação da Região Lapa, sobre como foi este período como Vigário Episcopal, e falou ainda sobre sua caminhada sacerdotal. Reproduzimos, a seguir, os principais trechos da entrevista.

SURPRESA

Quando Dom Julio assumiu a Arquidiocese de Sorocaba, Padre Rocha já era Vigário Geral da Região Lapa e foi comunicado que se tornaria Vigário Episcopal. “Foi uma grande surpresa. É claro que havia - e que há - muitos padres melhor preparados e mais indicados para essa função. Em profunda obediência, acatei”.

Ele acreditava que exerceria a função por pouco tempo. “Quando aceitei, pensei que fosse apenas para duas ou três semanas”, mas ficou na função por mais de dois anos.

CONVIVÊNCIA FRATERNA

Padre Rocha comentou que neste período, pôde estar mais perto de Dom Odilo e dos bispos auxiliares. “Andei com eles em reuniões, missas, encontros, nas ações relacionadas ao sínodo arquidiocesano, nas assembleias, comissões, viagens, nas preocupações e alegrias, nos percalços e vitórias. A fraternidade e o carinho de todos eles me deram segurança, foram sustentáculo para levar a missão até o último dia. Estamos diante de grandes homens, que não perdem de vista a seriedade que o governo da Arquidiocese de São Paulo requer. A cada um deles, guardo no coração uma gratidão que não se consegue medir. Eles sabem disso”.

COMPREENSÃO E AUXÍLIOS

O Sacerdote também se disse muito grato à compreensão dos paroquianos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus. “Foi um grande diferencial a paciência que os paroquianos tiveram comigo, especialmente nessas ausências para celebrar a festa do padroeiro numa paróquia, instituir Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão em outra, dar posse canônica a um padre aqui, celebrar no aniversário de outro acolá, visitar a um que estava enfermo ou desanimado, celebrar as muitas missas com Crisma”.

Padre Rocha estendeu sua gratidão a outras pessoas com quem conviveu mais de perto nos últimos dois anos. “Tive, na Cúria da Lapa, a boa vontade colaborativa dos funcionários e a dedicada ajuda do Padre Antonio Francisco Ribeiro e do Padre Geraldo Evaristo da Silva, o Coordenador de Pastoral e o Ecônomo, respectivamente”.

UM 'PADRE CIGANO' 

Antes de ingressar no caminho vocacional para o sacerdócio, Padre Rocha conta que trabalhou em circo e conviveu muito de perto com artistas e funcionários que eram de origem cigana. Ele afirmou que nem todos assumiam publicamente essa condição, por temer ser vítimas de preconceito.

“Para entender melhor essa questão, necessitamos ir à origem da palavra xenofobia, termo de origem grega. A palavra é uma junção de ‘xénos’, que quer dizer estrangeiro, e ‘phóbos’, que significa medo. Em relação aos ciganos, presenciei situações xenófobas, discriminatórias, praticadas contra indivíduos e também uma intolerância e uma certa aversão à etnia cigana como um todo. É o ódio pelo ódio! A xenofobia nesse grau deve ser entendida até mesmo como um transtorno de origem psíquica, uma enfermidade”, explicou.

Padre Rocha testemunha que “foi entre os ciganos que eu encontrei alguns dos melhores seres humanos. Aprendi a amá-los, defendê-los. Aprendi a rezar com eles. Os governantes, de norte a sul, pouco ou nada fazem para dar dignidade aos ciganos. A Igreja Católica os ama”.

No seminário, Padre Rocha acompanhou o Padre Renato Rosso, nascido na Itália e que no Brasil realizou trabalhos pastorais junto aos ciganos. “Nasceu assim a Pastoral dos Nômades do Brasil, ligada ao Setor de Mobilidade Humana da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e que busca dar um atendimento pastoral, além dos ciganos, também aos circenses e aos trabalhadores dos parques de diversões”, detalhou.

“A Pastoral dos Nômades tem uma diretoria nacional e, atualmente, exerço a função de Vice-Presidente. O Bispo de Eunápolis (BA), Dom José Edson Santana Oliveira é o atual Presidente. Estamos em preparação da próxima assembleia nacional, que será em julho, nos arredores de Campos dos Goytacazes (RJ)”, comentou.

PRESENTE E FUTURO

A pedido do Cardeal Scherer, Padre Rocha continua na Comissão de Coordenação do sínodo arquidiocesano e voltou a exercer outra atividade da qual gosta muito. “Recebi, em fevereiro passado, para um período de cinco anos, a nomeação de Assistente Eclesiástico da Comunidade Voz dos Pobres. Ela vem a ser uma recondução à função, pois a exerço com alegria desde o início de 2010”.

O Sacerdote segue em oração pelo bom êxito do sínodo arquidiocesano. “Rogo ao bom Deus para que continue abençoando nosso ‘caminho de comunhão, conversão e renovação missionária’; que abençoe ao povo de São Paulo. Abençoe a todos nós. ‘Deus habita esta cidade imensa. Sejamos suas testemunhas!’”.

Às vésperas de completar 22 anos de sacerdócio, o Padre diz o que espera do futuro.  “Quero ser sempre um operário, um servidor do episcopado. Para isto devo, dia após dia, ser um padre esforçado, que tenha o desejo verdadeiro de ganhar as almas para Deus”.

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A necessidade de acolher os que procuram pela Igreja

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17 de dezembro de 2018

As paróquias da Arquidiocese de São Paulo seguem concluindo suas assembleias, última etapa da contribuição paroquial, neste primeiro ano do sínodo arquidiocesano. Nos encontros ocorridos entre outubro e novembro foram analisados os resultados das pesquisas de campo.

Na Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, no Setor Aclimação, na Região Episcopal Sé, a primeira sessão da assembleia paroquial aconteceu no sábado no dia 30 de outubro, os dois encontros seguintes ocorreram em 13 e 27 de novembro.

Natanael Maia, que é membro da comissão paroquial, salientou das repostas obtidas por meio das três reuniões. Segundo ele, o maior desafio constato foi diminuição na vivência da comunidade local na vida cristã católica.

O principal aspecto abordado é também a necessidade de acolher aqueles que já participam da Paróquia: “Não é possível ser Igreja em saída, sem antes acolher os que vem até nós”, concluiu.

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Novas diretrizes decididas a partir do encontro da comunidade

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04 de dezembro de 2018

A Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, no Setor Pirituba, Região Episcopal Brasilândia, após a realização da assembleia paroquial do sínodo arquidiocesano de São Paulo, percebeu a necessidade de intensificar os trabalhos em três linhas de ação: Integração entre todas as pastorais, fortalecimento do Grupo de Jovens e busca de pessoas que estão, por algum motivo, afastadas das atividades paroquiais.

Padre José Pedro Batista, Pároco, explicou que a partir do que foi discutido, ações já serão implantadas na paróquia. Para a integração entre as pastorais, serão oferecidos retiros e momentos de espiritualidade para os agentes da comunidade paroquial.

Em relação ao estímulo ao Grupo de Jovens, passeios e formações de arte e música estarão à disposição da juventude. Por fim, a Pastoral da Saúde estará engajada em buscar por aquelas pessoas que participavam dos grupos e estão afastadas.

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Assembleias paroquiais: Partilha da Esperança e da Fraternidade

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13 de novembro de 2018

As paróquias da Arquidiocese de São Paulo seguem realizando suas assembleias, última etapa da contribuição paroquial, neste primeiro ano do sínodo arquidiocesano. Preocupados em analisar tudo o percurso feito ao longo de 2018 e, principalmente apontar os caminhos de renovação pastoral, Padres, lideranças religiosas e agentes de pastoral vão aos poucos concluindo essa fase tão importante para a Arquidiocese.

Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Setor Anchieta, na Região Episcopal Ipiranga, a primeira sessão da assembleia paroquial aconteceu no sábado, 10, com a presença de 35 pessoas, dentre eles, membros do concelho pastoral paroquial, de assuntos econômicos e demais paroquianos escolhidos pelo Padre William Day Tombini, Pároco, além da participação do Diácono Permanente Raimundo Alves Ferreira.

Clarice Aparecida, que é membro da comissão sinodal, enfatizou a importância da análise e de estudo dos resultados obtidos por meio da pesquisa de campo e dos encontros dos grupos: “Foi um alegre momento de partilha, esperança e da fraternidade da Paróquia”.

A segunda sessão na Paróquia Nossa Senhora de Fátima está programada para o dia 17, às 10h30, no salão paroquial.

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Sínodo arquidiocesano terá evento para surdos

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04 de dezembro de 2018

A Arquidiocese de São Paulo realizará no sábado, 10, o 1° encontro sobre o sínodo arquidiocesano de São Paulo direcionado aos surdos.

O evento ocorrerá às 14h, na paróquia São Francisco de Assis, localizada no Largo São Francisco, 133, Centro; próximo à estação Sé do Metrô.  

Está prevista para a programação uma palestra com o Padre José Arnaldo Juliano dos Santos, Teólogo-Perito do sínodo arquidiocesano. A exposição contará com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para que surdos usuários da Libras tenham acesso aos conteúdos.

Membros da Pastoral do Surdo estarão no evento e toda a comunidade religiosa que reúne pessoas surdas está convidada a participar.

 

LEIA TAMBÉM: Encontro no Santuário motiva o protagonismo do surdo nas igrejas

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Paróquia Santa Inês e a preocupação com a verdadeira conversão

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09 de novembro de 2018

O primeiro ano do sínodo arquidiocesano de São Paulo chegou a sua última etapa com a realização das assembleias paroquiais, realizadas em toda a cidade, em três etapas, entre os meses outubro a dezembro.

Nos encontros, destaca-se os resultados obtidos por meio das avaliações dos grupos paróquias e da pesquisa de campo.  Na Paróquia Santa Inês, no Setor Mandaqui, na Região Episcopal Santana, foi revelado a importância de se planejar ações que levem a verdadeira conversão.

A paróquia se prepara para a terceira e, ultima, sessão da assembleia paroquial. “Espero que possamos conversar e chegar a um consenso de ações que levem a verdadeira conversão pessoal e pastoral”, salientou o Padre Cândido da Costa, Pároco, que destacou também a expressiva participação dos paroquianos que, segundo ele, apresentaram ao longo do ano, o desejo de aprofundar seus conhecimentos.

 

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Pesquisadores do sínodo participam de celebração com Dom Sergio Borges

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07 de novembro de 2018

Em 30 de outubro, na Cúria da Região Santana, foi preparada uma celebração em ação de graças com os pesquisadores do sínodo arquidiocesano, para agradecer e compartilhar as experiências e aprendizados ao longo da pesquisa de campo.
Os pesquisadores conseguiram realizar 3.689 entrevistas em residências católicas, no território de abrangência das 65 Paróquias que compõem a Região Episcopal Santana, sem contar as visitas a lares não católicos.
A celebração foi presidida por Dom Sergio de Deus Borges, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Santana. Ele agradeceu a dedicação de todos nesta missão. Também os pesquisadores agradeceram pela oportunidade.
Após o encontro, a Região Santana ofereceu um jantar aos pesquisadores e colaboradores dessa etapa do sínodo arquidiocesano nas paróquias.

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Paróquia Imaculado Coração de Maria realiza assembleia paroquial

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06 de novembro de 2018

A paróquia Imaculado Coração de Maria, no Setor São José Operário, Região Episcopal Brasilândia, realizou no domingo, 21 de outubro, a primeira sessão da assembleia paroquial do sínodo arquidiocesano de São Paulo.

Além dos convocados e, dos membros da comissão paroquial, houve uma expressiva participação dos paroquianos que ouviram os dados da pesquisa de campo, realizada na região da Paróquia, que hoje contempla 10 comunidades, distribuídas nos bairros do Jardim Elisa Maria, Jardim Vista Alegre, Jardim dos Francos, Jardim Teresa e Jardim Princesa, onde está situada a matriz paroquial e local de realização da primeira sessão.

Padre Cícero Campos, Pároco, enfatizou sobre os apontamentos feitos por aqueles que desejaram expressar sua opinião ao término da amostra das pesquisas e da síntese dos grupos, que no primeiro semestre, dedicaram-se na avaliação da Paróquia: “Algumas observações foram feitas, ampliando assim, os horizontes dessas reflexões”.

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