Sábado será "Dia D" de vacinação contra o sarampo

Por
18 de outubro de 2019

Neste sábado (19), será realizado em todo o país o “Dia D de Vacinação contra o Sarampo”. A data é uma mobilização para estimular pessoas a se imunizarem contra a doença, cujos casos vêm crescendo no país nos últimos meses. Postos de saúde estarão abertos para receber os interessados em se proteger contra o sarampo ou que não tenham tomado todas as doses.

O “Dia D” faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, lançada no dia 7 de outubro pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias estaduais e municipais.

A mobilização nacional de amanhã integra a primeira fase da campanha, até 25 de outubro, voltada a crianças com idade entre seis meses e 4 anos. Os bebês de até um ano apresentam coeficiente de incidência da doença de 92,3 a cada 100 mil habitantes, 12 vezes maior do que as demais faixas.

Na segunda etapa, programada para o período entre 18 e 30 de novembro, o foco será em pessoas de 20 a 29 anos. Essa faixa inclui a maioria do número de casos confirmados da doença, com 1.694, embora com coeficiente menor (13,2 casos a cada 100 mil habitantes) devido ao número de brasileiros nessa faixa de idade.

Devem ser vacinados os bebês de seis meses a 1 ano, que tomarão a chamada “dose 0”. As crianças de 1 a 5 anos devem receber duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses. Em caso de aplicação de apenas uma das doses, é preciso se dirigir aos postos para realizar o complemento da segunda.

O objetivo é vacinar 39 milhões de pessoas ao longo da campanha, cerca de 20% dos brasileiros. Foram disponibilizadas neste ano 60,2 milhões de doses da tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o próximo ano, o ministério anunciou a aquisição de mais 65,2 milhões de doses. O público-alvo será ampliado, abrangendo também as faixas de 50 a 59 anos.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre Sarampo, de janeiro até outubro deste ano já haviam sido confirmados 6.640 casos e seis mortes. No período de 7 de julho a 29 de setembro, foram registrados 5.404 casos confirmados, enquanto 22.564 ainda estão em investigação. Outras 7.554 suspeitas foram descartadas. O período concentrou 81% dos casos confirmados neste ano.

Esses episódios ocorreram em 19 unidades da Federação, sendo a quase totalidade em São Paulo, com 5.228 casos (96,74%), em 173 cidades, principalmente na região metropolitana da capital paulista. Em seguida vêm o Paraná (39 casos, em 10 cidades), o Rio de Janeiro (28, em 9 municípios), Minas Gerais (25, em 8 localidades) e Pernambuco (24, em 8 cidades).

Como os registros estão em municípios específicos, quem quiser mais informações deve buscar a Secretaria de Saúde do estado para saber se a sua cidade está entre os locais de ocorrência da doença. Entre as mortes, cinco foram em São Paulo e uma em Pernambuco.

Sarampo

Causado por vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não morre, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas.

A prevenção ao sarampo, feita por meio da vacinação, é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo de vacina varia conforme a idade da pessoa e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Existem ainda as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente em mais de 36 mil salas de vacinação, localizadas em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa de 12 meses a 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: o Reino Unido, a Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o ministério, no primeiro semestre deste ano, o Cazaquistão, a Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa.

Com informações de Letycia Bond

Comente

Ministério da Saúde registra 570 novos casos de sarampo no Brasil

Por
20 de setembro de 2019

Nos últimos 90 dias, o Brasil registrou 3.909 casos confirmados de sarampo em todo o território nacional, de acordo com o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, houve aumento de 570 casos (85%) em relação ao último boletim epidemiológico divulgado em 12 de setembro

Conforme os registros, há 17 estados na lista de transmissão ativa da doença. Tiveram casos confirmados os estados de São Paulo, do Maranhão, do Piauí, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Pernambuco, do Pará, do Rio Grande do Norte, do Espírito Santo, de Goiás, da Bahia, de Sergipe e no Distrito Federal. A maioria dos casos (97,5%) foi registrada em 153 municípios localizados na região metropolitana de São Paulo. 

Segundo o Ministério da Saúde, R$ 10,5 milhões foram liberados para os estados nesta semana para reforçar ações de imunização da população. 

O ministério também alerta que a vacina é a principal forma de proteção contra o sarampo e informa que a tríplice viral está disponível em mais de 36 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. 

Para interromper o ciclo de transmissão do sarampo, o ministério realizará a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, que será feita em duas etapas. A primeira fase será de 7 a 25 de outubro e terá crianças de 6 meses a menores de 5 anos como alvo. A segunda, de 18 a 30 de novembro, será destinada à população de 20 a 29 anos.

Comente

Bebês devem ser imunizados contra o sarampo em 39 cidades de SP

Por
12 de agosto de 2019

A partir desta segunda-feira (12), São Paulo vai vacinar contra o sarampo bebês com idade entre 6 meses a menores de 12 meses de 39 cidades paulistas que registraram casos da doença. A lista de municípios pode ser conferida abaixo.

Vale lembrar que a medida também inclui a aplicação de doses em crianças nessa faixa etária que vão se deslocar para essas cidades. Nesses casos, a vacinação deve ser feita pelo menos 15 dias antes das viagens.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. A aplicação da chamada “dose D” tem o objetivo de proteger as crianças e não será contabilizada no calendário nacional de vacinação. Ou seja, os pais ou responsáveis deverão levar as crianças aos postos para receber a tríplice viral aos 12 meses e também aos 15 meses para aplicação do reforço com a tetraviral, que protege também contra varicela.

Após a aplicação da “dose D”, é preciso aguardar pelo menos 30 dias para aplicação da tríplice aos 12 meses, como prevê o calendário. A relação dos municípios com indicação será atualizada semanalmente, com base na situação epidemiológica. Se necessário, novas cidades serão incluídas na estratégia.

Casos

As notificações entre crianças menores de 12 meses de idade representam 13,6% dos 967 casos existentes no Estado hoje. É importante frisar que 80% do total de casos se concentram na capital, com 778.

Paralela a essa nova medida, segue a campanha de vacinação contra sarampo focada em jovens de 15 a 29 anos em 15 municípios da Grande São Paulo. Desde 10 de junho, 1,2 milhão de pessoas nessa faixa etária foram imunizadas. A meta é vacinar 4,4 milhões até o dia 16 de agosto, data de encerramento da campanha.

Relação das cidades que requerem imunização de bebês de 6 meses a menores de 12 meses:

Atibaia
Barueri
Caçapava
Caieiras
Campinas
Capital – São Paulo
Carapicuíba
Diadema
Embu
Estrela D’Oeste
Fernandópolis
Francisco Morato
Guarulhos
Hortolândia
Indaiatuba
Itapetininga
Itaquaquecetuba
Jales
Jundiaí
Mairiporã
Mauá
Mogi das Cruzes
Osasco
Peruíbe
Pindamonhangaba
Praia Grande
Ribeirão Pires
Ribeirão Preto
Rio Grande da Serra
Santo André
Santos
São Bernardo do Campo
São Caetano do Sul
São José do Rio Preto
São José dos Campos
Sorocaba
Sumaré
Taboão da Serra
Taubaté

Comente

Sábado (dia 29) é o “DIA D” contra o sarampo em São Paulo

Por
27 de junho de 2019

Neste sábado (29) a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) promove o Dia D contra o sarampo, com uma grande mobilização dos profissionais da área para vacinar os jovens entre 15 e 29 anos, o público alvo da campanha. Todas as pessoas dessa faixa etária devem comparecer aos postos de vacinação levando a caderneta de imunizações, se possível.  As 464 Unidades Básicas de Saúde (UBS) estarão funcionando das 8h às 17h, além de postos espalhados por todas as regiões da cidade.

O sarampo é  altamente contagioso e pode levar à morte. A vacina tríplice viral, que protege contra essa doença, além da caxumba e da rubéola, é a única forma de prevenir a ocorrência desta enfermidade na população e comprovadamente eficaz em cerca de 97% dos casos.

A SMS intensificou as ações de vacinação contra o sarampo em razão da baixa adesão à campanha municipal iniciada em 10 de junho. Até o dia 19, apenas 12.265 mil jovens procuraram os postos de vacinação. A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (COVISA) estima que a população de 15 a 29 anos é composta de 2,9 milhões de pessoas, sendo necessário que, no mínimo, que 95% do público alvo esteja vacinado para interromper a transmissão da doença em São Paulo.  

O ressurgimento do sarampo nos últimos anos é um fenômeno global. A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até o final de março de 2019, 170 países haviam notificado 112.163 casos à Organização. No mesmo período do ano passado, foram 28.124 ocorrências da doença em 163 nações. Mundialmente, isso significa um aumento de quase 300%. Na Europa, mais de 41 mil pessoas foram infectadas nos primeiros seis meses de 2019, ultrapassando o total registrado ao longo dos últimos anos desta década. Em abril de 2019, Nova Iorque chegou a entrar em alerta contra o sarampo, após ter registrado 285 casos no período de seis meses .

Embora ainda não exista um estudo que determine o impacto individual dos fatores que contribuíram para o surgimento do vírus em países onde a doença já havia sido eliminada, a circulação de informações falsas ou infundadas nas redes sociais é apontada como uma das causas para a baixa adesão à vacinação.

O vírus do sarampo está circulando no Brasil. Em 2018, os estados do Amazonas e Roraima confirmaram, respectivamente, 9.778 e 355 casos . Além destes,  nove Unidades Federadas (UF) confirmaram pessoas acometidas pela enfermidade: 61 no Pará, 45 no Rio Grande do Sul, 19 no Rio de Janeiro, quatro em Pernambuco, quatro em Sergipe, três  em São Paulo, três na Bahia, dois em Rondônia e um no Distrito Federal, totalizando 10.274 casos confirmados de sarampo neste ano.

 Em 2019, foram 123 casos confirmados no Brasil, até 15 de junho. Na capital paulista, há 32 casos confirmados de sarampo, sendo oito importados e 24 em fase de investigação quanto ao provável local de infecção. Não há registros de morte causada pela doença na cidade.

O município tem mantido a cobertura vacinal alta na primeira dose da vacina tríplice viral, na população de um ano de idade, registrando 95,66% em 2018 e  mais de 100% no primeiro quadrimestre de 2019 (o que ocorre quando a vacinação supera a estimativa inicial da população a ser imunizada). Já a cobertura da segunda dose foi de 44,10% em 2018, e ficou em 79,67% no 1° quadrimestre deste ano. Em 2018, o município de São Paulo realizou a campanha de vacinação contra o sarampo voltada para a população entre um  e quatro anos de idade e atingiu 95,6% de cobertura vacinal, acima da meta estabelecido pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Imunizações (PMI), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, Maria Lígia Nerger, a definição do público-alvo da campanha foi em conjunto com o órgão estadual e contempla a faixa-etária com menor chance de ter recebido as duas doses da vacina tríplice viral. A coordenadora relata, ainda, que o calendário atual recomenda que pessoas de um a 29 anos de idade tenham recebido duas doses da vacina para efetiva imunização. “O objetivo da Campanha de Vacinação Contra o Sarampo é aumentar a cobertura vacinal nesta faixa etária  e interromper a circulação da doençano município”, disse a coordenadora.

O sarampo é uma enfermidade de notificação obrigatória e imediata, em todos os casos suspeitos identificados, a vigilância epidemiológica desencadeia ações de bloqueio vacinal para interromper a transmissão. As ações são realizadas em todos os locais frequentados pela pessoa com suspeita de ter contraído a doença como a vizinhança da residência, locais de trabalho, e estudo, a unidade de saúde e os meios de transporte utilizado em viagens no período de transmissão . Desta forma um único caso suspeito pode desencadear múltiplos bloqueios em diferentes regiões da cidade, eventualmente até em outros municípios ou estados.

A COVISA realizou 259 ações de bloqueio de sarampo na cidade de São Paulo, até 8 de junho e conta com ações, como o Dia D, em 29 de junho, para sensibilizar a população de 15 a 29 anos sobre a necessidade da vacina. “É importante que todo o paulistano saiba da campanha. Mesmo que esteja fora da faixa etária da campanha, as pessoas podem contribuir, incentivando seus familiares e amigos a tomar a vacina”, explica a Coordenadora de Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, Solange Saboia.

Comente

Vacinação contra pólio e sarampo atinge 51% da meta

Por
21 de agosto de 2018

O Ministério da Saúde informou que 51% das crianças de 1 ano a menores de 5 anos foram vacinadas contra poliomielite e sarampo após o Dia D de Imunização, realizado neste sábado, 18.

No total, mais de 11,4 milhões de doses das vacinas contra a pólio e sarampo (cerca de 5,7 milhões de cada) foram aplicadas até esta segunda-feira, 20. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças independentemente da situação vacinal delas.

A vaicnação vai até o dia 31 de agosto. 

Segundo o ministério, para a poliomielite, as crianças que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina vão ser imunizadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). As crianças que já tiverem tomado uma ou mais doses receberão a gotinha (Vacina Oral Poliomielite - VOP). Em relação ao sarampo, todas as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral, independente se estão com as vacinas em dia. A exceção é para as que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias, que não necessitam de uma nova dose.

Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo, em Roraima e Amazonas. Até o dia 14 de agosto, foram confirmados 910 casos de sarampo no Amazonas e 5.630 continuam em investigação. Já em Roraima, foram 296 casos confirmados e 101 em investigação. 

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017.  Até o momento, foram identificadas seis mortes por sarampo: sendo quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e duas no Amazonas (brasileiros). 

Comente

Município de São Paulo inicia campanha de vacinação contra sarampo e pólio Sábado, 4

Por
10 de agosto de 2018

Sábado, 4, é “Dia D” de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, antecipando a Campanha Nacional de Vacinação em todas as unidades de saúde do município de São Paulo, das 8 às 17 horas. A ação preventiva desenvolvida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) segue as orientações do Ministério da Saúde (MS) e se estende até  dia 31 de agosto.

A campanha tem como público-alvo crianças entre um e quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade, que receberão as vacinas contra a poliomielite (também conhecida como paralisia infantil) e a tríplice viral, que, além do sarampo, também imuniza contra a caxumba e a rubéola. A meta é atingir 95% da população desta faixa etária, conforme determinação do Ministério da Saúde, o que equivale a 562.392 crianças.

"Antecipamos a campanha para aproveitarmos mais um fim de semana até o dia 31. É uma força-tarefa para a gente poder vacinar pelo menos 95% das crianças com a idade indicada para receber as doses. Por isso é importante que os pais procurem um dos nossos postos de vacinação", disse o prefeito Bruno Covas ao participar da abertura do "Dia D" na UBS Geraldo da Silva Ferreira, no Jabaquara, Zona Sul da capital.

O esquema da vacina contra a poliomielite consiste em três doses aplicadas na criança menor de  um ano (aos dois, três e seis meses de idade) e duas doses de reforço administradas aos 15 meses e aos quatros anos.

No caso do sarampo, a primeira dose da vacina tríplice viral é administrada aos 12 meses e a segunda, aos 15 meses. Neste caso, é aplicada a vacina tetra viral, que também protege contra varicela.

As crianças de um ano a quatro anos, 11 meses e 29 dias devem participar da campanha, mesmo que todas as doses tenham sido recebidas no período correto. “A campanha é focada no público infantil e é imprescindível que os pais ou responsáveis levem as crianças dentro da faixa etária da campanha para se vacinar. O objetivo da campanha é melhorar a cobertura vacinal, contribuindo para a redução do risco de reintrodução da poliomielite no país e da circulação do sarampo e rubéola no município”, orienta Maria Ligia Nerger, coordenadora do Programa Municipal de Imunizações.

Crianças menores de dois anos de idade NÃO devem tomar simultaneamente as vacinas contra o sarampo e a febre amarela. É recomendável um intervalo de 30 dias entre as doses, sendo que a dose da campanha deve ser priorizada. As vacinas contra  o sarampo e a pólio são contraindicadas para: pessoas que apresentam imunodeficiência congênita ou adquirida, como portadores de neoplasias malignas, submetidos a transplantes de medula ou outros órgãos, infectados pelo HIV; que estão em tratamento com corticosteroides em dose alta; ou que tenham alergia grave a algum componente da vacina ou dose anterior. Crianças com febre muito alta também devem evitar a aplicação. 

A meta de imunização tanto para vacina contra o sarampo quanto para  a poliomielite é de 95%, conforme determinação do Ministério da Saúde. O Brasil está livre da poliomielite desde 1989. Já os últimos dois casos confirmados de sarampo no município de São Paulo foram registrados em 2015; ambos importados.

A ampla adesão à vacina é fundamental para que essas doenças continuem fora de circulação. No ano passado, o município teve cobertura de 84,8% de pólio, e 86,1% para a vacina tríplice viral SRC (sarampo, rubéola e caxumba).

Acesse a lista com todas as unidades que participarão da campanha

 

Fonte: Prefeitura de São Paulo

Comente

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.