Em ação de graças pelos trabalhos do Encontro de Casais com Cristo

Por
29 de novembro de 2019

Na Paróquia São José, no bairro do Jaguaré, Setor Pastoral Butantã, aconteceu na quinta feira, 21, uma missa em ação de graças pelos trabalhos do Encontro de Casais com Cristo (ECC), presidida por Dom José Benedito Cardoso, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Lapa. Concelebraram os Padres Laudeni Ramos Barbosa, CSC, Pároco, e Geraldo Pedro dos Santos, Pároco na Paróquia Santa Luzia e Coordenador do ECC.
Dom José Benedito, na homilia, disse que naquela missa todos agradeciam a Deus o trabalho do ECC, em todas as três etapas. “Agradecemos, também, a recuperação de casais e o fortalecimento do vínculo de aprofundamento da espiritualidade do casal cristão”, afirmou.
Da inquietude do Padre Afonso Pastore, que dedicou a sua vida à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária, teve início o ECC em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompeia, em São Paulo, idealizado para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade. 
A primeira etapa é o momento evangelizador e missionário, é o despertar, o chamado aos casais afastados da Igreja. Na segunda etapa, pretende-se levar o casal à reflexão sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo. E, na terceira etapa, propõe-se aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive em uma sociedade cheia de injustiça, opressão, miséria, egoísmo, dominação e marginalização.

Comente

‘Alpha’: um contexto católico para evangelizar

Por
20 de setembro de 2019

A Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Parque Continental, Setor Pastoral Butantã, sediou, no dia 11, o encontro sobre o “Alpha Contexto Católico”, coordenado por Ismael Gonsales, Ana Maria Gonsales e Jessica Marques Laurentino, agentes de pastoral da Paróquia, com a participação do presidente do Alpha Brasil Contexto Católico, Vitor de Castro Pinheiro, e do Vigário da Paróquia Santo Antônio, da diocese paulista de Campo Limpo, Padre Paulo José Ferreira.

Conforme explicou Pinheiro em entrevista à Pastoral da Comunicação da Região Lapa, o Alpha é uma ferramenta usada para evangelizar em paróquias, já adotada em 65 países. Ele ressaltou que a ferramenta faz a apresentação inicial e eficaz do núcleo do Evangelho, isto é, o Querigma, ensinando o que as principais denominações cristãs concordam. 

Jessica Marques informou que o Alpha começou em Londres, na Inglaterra, em uma Igreja Anglicana, sendo seu fundador Nicholas Glyn Gumbel. Ela explicou que o curso Alpha Contexto Católico compreende 12 sessões didáticas sobre a fé cristã, projetadas para pessoas que são novas na fé ou que estão longe da Igreja, mas que também pode ser usado como um curso de “revisão” para católicos ativos em sua fé e aqueles que dela se afastaram. 

Cada sessão inclui um momento de fraternidade com comida, apresentação de um tema sobre a fé cristã, e a participação em pequenos grupos, com opiniões ou ideias geradas pela temática exposta, em que nenhuma opinião é considerada intempestiva. 

Jessica destacou que a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na Região Lapa, é a única comunidade que possui o Alpha na Região.

Comente

Dom José Benedito celebra Dia dos Pais na Paróquia São José Operário

Por
14 de agosto de 2019

Os fiéis da Paróquia São José Operário, no Jardim Sarah, Setor Pastoral Rio Pequeno, participaram da missa no Dia dos Pais, no domingo, 11, às 10h, presidida pelo Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Lapa, Dom José Benedito Cardoso.


No início da missa, o Bispo cumprimentou a todos pelo Dia dos Pais e recordou que São José é modelo a ser imitado por todo homem, pois se guiou pela fé, cultivou tradições da religião e as transmitiu ao Filho, dedicando atenção e carinho à família.


Dom José Benedito, na homilia, refletiu sobre o Evangelho do dia (Lc 12,32-48), alertando que todos devem estar preparados para a vinda do Senhor, com muita fé, “na certeza daquilo que ainda se espera e na demonstração de realidades que não se veem”.

Comente

Dom José Benedito: ‘Trazemos em nossas mãos o perfume do Ressuscitado’

Por
26 de abril de 2019

As celebrações do Tríduo Pascal na Comunidade São João Batista, da Paróquia Santo Alberto Magno, no Setor Pastoral Butantã, foram presididas por Dom José Benedito Cardoso, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Lapa.

Na homilia da Vigília Pascal, no Sábado Santo, 20, Dom José Benedito, fazendo uma analogia com a dinâmica da natureza, recordou todo o itinerário percorrido por Jesus desde a Quinta-feira Santa:

“No campo, percebemos que a melhor espiga, a flor mais bela e o maior e mais saboroso fruto são produzidos em terrenos com maior quantidade de matéria orgânica que vai se decompondo. Jesus lavou nossos pés, retirando toda a sujeira da humanidade. Depois, Ele foi colocado no sepulcro como escória da humanidade, e foi neste terreno fértil da nossa sujeira que Ele fez brotar a vida, e hoje podemos colher o melhor fruto, o mais saboroso e que tem o melhor perfume. Jesus nos resgatou da podridão e nos deu uma vida nova”, enfatizou.

Dom José Benedito recordou os últimos momentos de Jesus Cristo com os discípulos, enfatizando, que, por sua morte, Cristo assumiu as dores dos doentes, dos famintos, injustiçados, estrangeiros, pecadores e de tantas outras pessoas: “Na quinta-feira, se rebaixou para lavar os nossos pés e ele queria tirar toda a sujeira, toda a imundice, e nos ensinou a amar-nos uns aos outros, especialmente por meio do serviço. Na sexta-feira, foi julgado, condenado à morte violenta, morte de Cruz, do seu corpo ferido jorrou sangue e água”.

O Bispo destacou o papel das mulheres mencionadas no Evangelho e disse que “como aquelas mulheres corajosas na madrugada, que levantaram cedo para perfumar a vida, também nós, gente batizada, trazemos em nossas próprias mãos o perfume da vida nova do Ressuscitado”.

Dom José Benedito disse, ainda, que o Círio Pascal, que se consome ao longo do tempo, é como Cristo que dá a vida por todos. “Que cada um de nós, cristãos batizados, à semelhança desse Círio Pascal, possamos consumir nossas vidas para que, na comunidade e no mundo, brilhe a luz do Ressuscitado”, finalizou.

(Colaborou: Benigno Naveira)

 

 

Comente

Padre Rocha: ‘Quero ser sempre um operário, um servidor do episcopado’

Por
25 de abril de 2019

Em 24 de maio, o Padre Jorge Pierozan completará 22 anos de sacerdócio. Padre Rocha, como é mais conhecido, atualmente é Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Parque Continental.

Desde que Dom Julio Endi Akamine tomou posse como bispo da Arquidiocese de Soracaba (SP), em fevereiro de 2017, Padre Rocha também passou a exercer a função de Vigário Episcopal da Região Lapa, desempenhada até 31 de março, quando Dom José Benedito Cardoso, novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese, assumiu a função, após ser designado pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano.

Padre Rocha relatou ao jornalista Benigno Naveira, da Pastoral da Comunicação da Região Lapa, sobre como foi este período como Vigário Episcopal, e falou ainda sobre sua caminhada sacerdotal. Reproduzimos, a seguir, os principais trechos da entrevista.

SURPRESA

Quando Dom Julio assumiu a Arquidiocese de Sorocaba, Padre Rocha já era Vigário Geral da Região Lapa e foi comunicado que se tornaria Vigário Episcopal. “Foi uma grande surpresa. É claro que havia - e que há - muitos padres melhor preparados e mais indicados para essa função. Em profunda obediência, acatei”.

Ele acreditava que exerceria a função por pouco tempo. “Quando aceitei, pensei que fosse apenas para duas ou três semanas”, mas ficou na função por mais de dois anos.

CONVIVÊNCIA FRATERNA

Padre Rocha comentou que neste período, pôde estar mais perto de Dom Odilo e dos bispos auxiliares. “Andei com eles em reuniões, missas, encontros, nas ações relacionadas ao sínodo arquidiocesano, nas assembleias, comissões, viagens, nas preocupações e alegrias, nos percalços e vitórias. A fraternidade e o carinho de todos eles me deram segurança, foram sustentáculo para levar a missão até o último dia. Estamos diante de grandes homens, que não perdem de vista a seriedade que o governo da Arquidiocese de São Paulo requer. A cada um deles, guardo no coração uma gratidão que não se consegue medir. Eles sabem disso”.

COMPREENSÃO E AUXÍLIOS

O Sacerdote também se disse muito grato à compreensão dos paroquianos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus. “Foi um grande diferencial a paciência que os paroquianos tiveram comigo, especialmente nessas ausências para celebrar a festa do padroeiro numa paróquia, instituir Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão em outra, dar posse canônica a um padre aqui, celebrar no aniversário de outro acolá, visitar a um que estava enfermo ou desanimado, celebrar as muitas missas com Crisma”.

Padre Rocha estendeu sua gratidão a outras pessoas com quem conviveu mais de perto nos últimos dois anos. “Tive, na Cúria da Lapa, a boa vontade colaborativa dos funcionários e a dedicada ajuda do Padre Antonio Francisco Ribeiro e do Padre Geraldo Evaristo da Silva, o Coordenador de Pastoral e o Ecônomo, respectivamente”.

UM 'PADRE CIGANO' 

Antes de ingressar no caminho vocacional para o sacerdócio, Padre Rocha conta que trabalhou em circo e conviveu muito de perto com artistas e funcionários que eram de origem cigana. Ele afirmou que nem todos assumiam publicamente essa condição, por temer ser vítimas de preconceito.

“Para entender melhor essa questão, necessitamos ir à origem da palavra xenofobia, termo de origem grega. A palavra é uma junção de ‘xénos’, que quer dizer estrangeiro, e ‘phóbos’, que significa medo. Em relação aos ciganos, presenciei situações xenófobas, discriminatórias, praticadas contra indivíduos e também uma intolerância e uma certa aversão à etnia cigana como um todo. É o ódio pelo ódio! A xenofobia nesse grau deve ser entendida até mesmo como um transtorno de origem psíquica, uma enfermidade”, explicou.

Padre Rocha testemunha que “foi entre os ciganos que eu encontrei alguns dos melhores seres humanos. Aprendi a amá-los, defendê-los. Aprendi a rezar com eles. Os governantes, de norte a sul, pouco ou nada fazem para dar dignidade aos ciganos. A Igreja Católica os ama”.

No seminário, Padre Rocha acompanhou o Padre Renato Rosso, nascido na Itália e que no Brasil realizou trabalhos pastorais junto aos ciganos. “Nasceu assim a Pastoral dos Nômades do Brasil, ligada ao Setor de Mobilidade Humana da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e que busca dar um atendimento pastoral, além dos ciganos, também aos circenses e aos trabalhadores dos parques de diversões”, detalhou.

“A Pastoral dos Nômades tem uma diretoria nacional e, atualmente, exerço a função de Vice-Presidente. O Bispo de Eunápolis (BA), Dom José Edson Santana Oliveira é o atual Presidente. Estamos em preparação da próxima assembleia nacional, que será em julho, nos arredores de Campos dos Goytacazes (RJ)”, comentou.

PRESENTE E FUTURO

A pedido do Cardeal Scherer, Padre Rocha continua na Comissão de Coordenação do sínodo arquidiocesano e voltou a exercer outra atividade da qual gosta muito. “Recebi, em fevereiro passado, para um período de cinco anos, a nomeação de Assistente Eclesiástico da Comunidade Voz dos Pobres. Ela vem a ser uma recondução à função, pois a exerço com alegria desde o início de 2010”.

O Sacerdote segue em oração pelo bom êxito do sínodo arquidiocesano. “Rogo ao bom Deus para que continue abençoando nosso ‘caminho de comunhão, conversão e renovação missionária’; que abençoe ao povo de São Paulo. Abençoe a todos nós. ‘Deus habita esta cidade imensa. Sejamos suas testemunhas!’”.

Às vésperas de completar 22 anos de sacerdócio, o Padre diz o que espera do futuro.  “Quero ser sempre um operário, um servidor do episcopado. Para isto devo, dia após dia, ser um padre esforçado, que tenha o desejo verdadeiro de ganhar as almas para Deus”.

Comente

Paróquia São Patrício realiza estudo sobre a Campanha da Fraternidade de 2019

Por
08 de março de 2019

Neste sábado, 09, a partir das 14h, a Paróquia São Patrício, no Setor Pastoral Rio Pequeno, na Região Episcopal Lapa, oferece um estudo sobre o tema da campanha da Fraternidade que neste ano é: Fraternidade e Políticas Públicas.

A tarde de formação terá a assessoria de João Gonçalo Eugênio e Maria do Céu Magalhães, da Escola de Cidadania de Pedreira e Cidade Ademar, de Valmir Silva, coordenador do Centro Social Santo Dias e Luiz Eduardo Alves de Siqueira, responsável pelo informativo da paróquia.

O evento é gratuito e aberto a todos os interessados. A Paróquia São Patrício fica na Avenida Otacílio Tomanik, 1555, Rio Pequeno.

Comente

Pastoral Familiar regional realiza reunião com os setores

Por
21 de fevereiro de 2018

A Pastoral Familiar da Região Episcopal Lapa realizou no sábado, 17, na Paróquia São João Bosco, no Setor Leopoldina, a reunião com os agentes dos setores da Região.
A atividade foi conduzida pelo Padre Raimundo Rosimar Vieira da Silva, Assistente Eclesiástico da Pastoral Familiar na Região, e pelos coordenadores regionais Francisco das Chagas e Suely Souza.
Padre Raimundo enfatizou a importância de que a unidade da Pastoral seja mantida e que se motive o ingresso de mais pessoas na Pastoral Familiar.
Além disso, foi informado que o casal coordenador da Pastoral na Região terá o auxílio de outros três casais que ficarão responsáveis pelos setores pré-matrimonial, pós-matrimonial e situações especiais. Também haverá um casal para acompanhar o sínodo arquidiocesano.
Na reunião, também se sugeriu a ideia de se realizar em outubro, em data a ser definida, o “Encontro de Casais de 2ª União” no Setor Rio Pequeno.

Comente

Padre Raimundo se despede da Paróquia São José Operário

Por
21 de fevereiro de 2018

Após quase 15 anos à frente da Paróquia São José Operário, no Setor Pastoral Rio Pequeno, o Padre Raimundo Ribeiro Martins, SJC, despediu-se dos paroquianos na noite do sábado, 17, durante missa na igreja-matriz.
Padre Raimundo foi transferido por sua congregação para a Belém (PA), onde assumirá a Paróquia São Jorge, no dia 3 de março, como Pároco.
Aproximadamente 600 pessoas participaram da missa de despedida, presidida pelo Padre Raimundo e concelebrada pelos padres Joaquim Crispim de Oliveira e Jorge Pierozan, mais conhecido como Padre Rocha, Vigário Episcopal da Região Lapa.
Padre Raimundo não conteve as lágrimas que caíram sobre o altar no começo da missa. A voz embargou, mas depois ele sorriu e deu continuidade à missa, quando recordou que no dia de sua posse também lá estavam os padres Rocha e Crispim, Pároco anterior.
Em conversa com a Pastoral da Comunicação (Pascom) regional, Padre Raimundo disse de sua alegria e agradecimento a todos os fiéis pelos anos de convivência e ajuda nos trabalhos de evangelização. Ressaltou, ainda, que vai com o coração partido para sua nova missão, deixando grandes amigos, mas com a consciência tranquila de ter realizado um trabalho gratificante junto à comunidade e que deixa a mensagem “que todos sejam um” (cf. Jo 17,21).
Padre Rocha, também em conversa com a Pascom, enalteceu o trabalho do Padre Raimundo e ressaltou que todos na Região Lapa sentirão saudades “desse amigo e companheiro de evangelização”.
Antes da bênção final, Padre Raimundo agradeceu a presença dos concelebrantes e de toda a comunidade, e convidou a todos para uma confraternização após a missa.

Comente

Catequistas, ‘fazei tudo o que Ele vos disser’

Por
28 de setembro de 2017

A Região Lapa promoveu, no dia 16, o 17º Retiro de Catequistas, na Casa Santa Terezinha, no Alto de Pinheiros, com a participação de aproximadamente 90 pessoas, que refletiram sobre o tema “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5).
O retiro foi coordenado pelo Padre Geraldo Raimundo Pereira, que participa da atividade desde a primeira edição junto com a equipe de Animação Bíblico-Catequética.
Padre Geraldo lembrou que neste ano se celebra o tricentenário do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, “aquela que nos orientou a fazer tudo o que Ele nos disser. Assim, podemos afirmar que Nossa Senhora da Conceição
Aparecida é a grande catequista do povo brasileiro”, destacou.

Comente

Nova Turma se forma no Curso de Teologia para Agentes de Pastoral

Por
01 de setembro de 2017

Na tarde do sábado, 26, aconteceu, na Paróquia Nossa Senhora da Lapa, a missa em ação de graças pela formatura dos alunos do Curso de Teologia para Agentes de Pastoral (Ctap) da Região Episcopal Lapa, presidida pelo Padre Adalton Pereira dos Santos, Pároco.

O lema escolhido pelos 11 alunos foi “Fazei tudo que Ele (Jesus) vos disser” (Jo 2,5). Após quatro anos e meio de estudos e reflexões teológicas, os alunos que terminam essa etapa de sua formação relataram que o empenho nos estudos não foi em vão e garantiram que irão 
continuar partilhando e multiplicando os ensinamentos recebidos.

Em conversa com a Pastoral da Comunicação da Região Lapa, a aluna Carmelúcia Alves Cavalcanti, em nome dos demais estudantes, agradeceu os coordenadores e professores: “Obrigado por nos provocar a reproduzir os valores do Reino de Deus e a continuar a promover o Evangelho. Não encontramos um nome para dar a esse bálsamo. Então, pensamos em nomeá-lo: gratidão. Obrigado e que Deus nos ilumine sempre”.

Comente

Páginas

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.