Monsenhor Jorge Pierozan será ordenado Bispo no sábado

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28 de setembro de 2019

O Monsenhor Jorge Pieronzan, nomeado pelo Papa Francisco com Bispo Auxiliar de São Paulo, receberá a ordenação episcopal neste sábado, 28, às 16h, na Catedral da Sé.

Serão ordenantes o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo; Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo de Sorocaba (SP); e Dom Fernando José Penteado, Bispo Emérito de Jacarezinho (PR).

A celebração será transmitida, ao vivo, pela rádio 9 de Julho, TV Canção Nova, Rede Vida e pelas mídias sociais da Arquidiocese.

No domingo, 29, às 15h na Paróquia Sant’Ana, o novo Bispo Auxiliar será acolhido na Região Episcopal Santana, onde exercerá o ofício de Vigário Episcopal.

Na ocasião de sua nomeação, em 24 de julho, Monsenhor Jorge enviou uma mensagem ao povo de Deus na qual manifestou o seu desejo de, sob a orientação do Cardeal Scherer e com os demais bispos auxiliares, o clero, homens e mulheres de boa vontade, empenhar-se “na tarefa de levar as almas a Deus, atento à caminhada que se está percorrendo através do Plano de Pastoral e do sínodo arquidiocesano”.

QUEM É MONSENHOR PIEROZAN

 Filho de Aristides Pierozan e Zenaide Lusa Pierozan, Padre Jorge nasceu em 10 de agosto de 1964, em Vanini (RS). Já foi circense e é sargento da reserva do Exército Brasileiro.

É bacharel em Filosofia pela Universidade de Caxias do Sul (RS) e licenciado em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Foi ordenado Diácono em 23 de setembro de 1996, na Paróquia Nossa Senhora da Lapa, na zona Oeste. Como Diácono, colaborou na Capela Nossa Senhora Aparecida do Portal dos Bandeirantes e na Paróquia Santo Estevão Rei, da Vila Anastácio. Coordenou a Pastoral Vocacional da Região Episcopal Lapa durante os anos de 1995 e 1996. Ao mesmo tempo foi secretário regional do Curso de Teologia para Agentes de Pastoral.

Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 24 de maio de 1997, na Paróquia São Brás, em Vanini, sua terra natal.

Monsenhor Jorge foi Pároco da Paróquia Santíssima Trindade, no Setor Rio Pequeno, de 1997 a 2010.Então, foi transferido para a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Setor Butantã, onde é pároco atualmente.

É Vice-Presidente da Pastoral dos Nômades do Brasil, Assistente Eclesiástico para a Comunidade “Voz dos Pobres” e membro do Conselho de Presbíteros da Arquidiocese.

Desde janeiro de 2015, era Vigário Geral Adjunto na Região Episcopal Lapa. De fevereiro de 2017 a março de 2019, também exerceu a função de Vigário Episcopal na mesma Região.

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‘Vou confiante, com alegria, para servir na Arquidiocese de São Paulo’

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20 de março de 2019

A Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, na Diocese de Itapetininga (SP), ficou lotada na sexta-feira, 15, para a celebração de ordenação episcopal do Monsenhor José Benedito Cardoso, nomeado Bispo Auxiliar de São Paulo pelo Papa Francisco.

A missa foi presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, que foi o ordenante principal. Foram coordenantes Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, Bispo de Itapetininga, e Dom Edmar Peron, Bispo de Paranaguá (PR). Também concelebraram vários bispos e inúmeros padres.

 

SERVIÇO

Na homilia, Dom Odilo destacou o significado da missão do bispo, sucessor dos apóstolos e pastor do rebanho de Cristo a ele confiado. “Aqueles para quem somos enviados não são nossos, são dele, o povo de Deus. As ovelhas são do rebanho do Senhor, nós somos seus servidores, pastores em nome do Bom Pastor”, disse.

O Arcebispo lembrou que o episcopado é um serviço, não uma honra. “O bispo deve se distinguir mais pelo serviço prestado do que pelas honrarias recebidas. Conforme o preceito do Senhor, aquele que é o maior seja como o menor, e aquele que preside como o que serve”, ressaltou.

 

CONFIANÇA

Ao fazer o seu primeiro discurso como Bispo, Dom José Benedito explicou que seu lema episcopal, “O Senhor é meu Pastor, nada me faltará” (Sl 23), é um versículo bíblico que chamava a sua atenção desde a infância, em Angatuba (SP). “Escolhi esse lema para lembrar sempre das minhas raízes rurais e pelo significado que agora traz para o novo ofício que a Igreja me confia”, disse.

“Vou confiante, com alegria, para servir na Arquidiocese de São Paulo”, manifestou Dom José Benedito, reforçando que com Dom Odilo, os demais bispos auxiliares e presbíteros deseja compor uma fraterna comunhão. “Estarei com vocês como bispo, pastor e servidor. Que São Paulo Apóstolo seja minha fonte de inspiração para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo na grande cidade”, concluiu, pedindo orações para que possa ser um bom bispo.

 

ACOLHIDA

Dom José Benedito tomará posse no ofício de Bispo Auxiliar no dia 31, às 11h, durante missa na Catedral da Sé. Dentre as diversas atribuições que terá na Arquidiocese, ele será designado pelo Cardeal Scherer como Vigário Episcopal para a Região Lapa.
 

O QUE É UM BISPO?

O episcopado é o grau mais elevado do sacramento da Ordem, seguido do presbiterado (padres) e diaconado (diáconos). Em comunhão com o Papa, os bispos são sucessores dos apóstolos, recebendo a missão de pastorear, santificar e ensinar a porção do povo de Deus (Igreja particular) a eles confiada por Jesus Cristo. É a sucessão apostólica que legitima a autoridade dos bispos.

COMO É NOMEADO?

Os bispos são nomeados diretamente pelo Papa dentre os sacerdotes de uma diocese ou de um instituto de vida consagrada, após um processo de consultas feitas entre bispos, padres e fiéis leigos, por meio da Congregação para os Bispos, que os apresenta ao Santo Padre. Nas Igrejas católicas de rito oriental, o bispo é escolhido por um sínodo local. O nome do eleito é enviado ao Papa, que confirma a eleição e legitima a nomeação.

OFÍCIOS

Diocesanos – Pastoreiam uma diocese ou arquidiocese.

Titulares – Possuem o título de uma diocese que existiu no passado e que agora existe apenas em título. Geralmente, são os Bispos Auxiliares ou os que possuem outra função eclesiástica.

Auxiliares – Assumem a função de auxiliar do Bispo Diocesano.

Coadjutores – São Bispos Auxiliares com direito à sucessão.

Eméritos – São aqueles que tiveram o seu pedido de renúncia do ofício aceito pelo Papa, seja por idade (ao completar 75 anos, como prescreve o Direito Canônico), seja por doença, seja outra causa grave. 

 

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Dom José Benedito é um legítimo sucessor dos apóstolos

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16 de março de 2019

Nesta sexta-feira, 15, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga (SP), Dom José Benedito Cardoso recebeu a ordenação episcopal. Ele foi nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo pelo Papa Francisco em 11 de fevereiro. 

Dom Cardoso tem 57 anos e é natural de Angatuba (SP). Foi ordenado em 23 de novembro de 1986, em Sorocaba. Diocese Itapetininga, ele exercia a função de Vigário Geral e Judicial, além e Pároco da Paróquia São Roque desde 1988. Ao receber a ordenação episcopal, ele passou integrar o colégio episcopal e tornou-se um legítimo sucessor dos apóstolos de Cristo.

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O QUE É UM BISPO?

O episcopado é o grau mais elevado do sacramento da Ordem, seguido do presbiterado (padres) e diaconado (diáconos). Em comunhão com o Papa, Bispo de Roma e sucessor do Apóstolo São Pedro, os bispos são sucessores dos apóstolos, recebendo a missão de pastorear, santificar e ensinar a porção do povo de Deus (Igreja particular) a eles confiada por Jesus Cristo.

“Na pessoa do Bispo, rodeado pelos seus presbíteros, está presente no meio de vós nosso Senhor Jesus Cristo, o Pontífice eterno. É Ele, Cristo Jesus, que, no ministério do Bispo, não cessa de anunciar o Evangelho e de oferecer aos crentes os mistérios da fé. É Ele que, pelo múnus paterno do Bispo, acrescenta novos membros ao seu Corpo, que é a Igreja. É Ele que, pela sabedoria e prudência do Bispo, vos conduz, ao longo da peregrinação terrena, para a felicidade eterna!”, ressalta o texto do ritual de ordenação episcopal.

SUCESSÃO APOSTÓLICA

É a sucessão apostólica que legitima a autoridade dos bispos. Na Bíblia, um exemplo dessa sucessão pode ser visto quando Judas Iscariotes, o traidor de Jesus, deixou o grupo dos 12 apóstolos. Então, São Pedro apontou a necessidade de que alguém o ocupe seu lugar (cf. Atos 1,16-17.21-26), sendo eleito São Matias.  

À medida em que as comunidades cristãs eram constituídas pelos apóstolos, esses constituíram bispos, isto é, pastores, que os sucederam na missão de apascentar o rebanho, transmitindo o dom recebido do Espírito Santo de geração em geração até os dias atuais.

 COMO É NOMEADO?

Os bispos são nomeados livremente pelo Papa dentre os sacerdotes do clero de uma diocese ou de um instituto de vida consagrada, após um processo de consultas secretas feitas entre bispos, padres e fiéis leigos por meio da Nunciatura Apostólica, representação diplomática do Sumo Pontífice em um país, que as envia à Congregação para os Bispos, Organismo da Cúria Romana que apresenta os nomes dos indicados com o parecer das consultas ao Santo Padre para que ele possa decidir sobre sua nomeação. 

Nas Igrejas católicas de rito oriental, o bispo é escolhido por meio de um Sínodo presidido pelo Patriarca ou Arcebispo Mor em união com a Santa Sé. O nome do eleito é enviado ao Papa, que confirma a eleição e legitima a nomeação episcopal.

O Núncio Apostólico comunica a nomeação ao eleito por meio de carta, com cópia ao Metropolita da região onde ele mora. Após o aceite do eleito, é marcada a ordenação e posse da respectiva função. Em seguida, a nomeação é publicada pela Santa Sé pelos meios de comunicação oficiais. Até a publicação da nomeação, a eleição do novo bispo deve ser mantida em sigilo pontifício.

QUEM PODE SER BISPO?

Segundo o Código de Direito Canônico, para ser Bispo, o Sacerdote deve estar de acordo com os seguintes requisitos:

- Ter fé firme, bons costumes, piedade, zelo das almas, sabedoria, prudência e seja eminente em virtudes humanas e dotado das demais qualidades, que o tornem apto a desempenhar o ofício;

- Ter boa reputação;

- Ter, ao menos, 35 anos de idade;

- Ter sido ordenado presbítero pelo menos há cinco anos;

- Ter adquirido o grau de doutor ou ao menos a licenciatura em sagrada Escritura, Teologia ou Direito Canônico, em um instituto de estudos superiores aprovado pela Sé Apostólica, ou, pelo menos, seja verdadeiramente perito nestas disciplinas.

DIOCESANOS E TITULARES

Como pastor de um rebanho, todo bispo precisa ser responsável por uma Igreja particular. Por isso, a maioria dos bispos são diocesanos, pois pastoreiam uma diocese ou arquidiocese.

No entanto, também existem os bispos titulares, que possuem o título de uma diocese que existiu no passado e agora existe apenas em título. Geralmente, são titulares, os bispos auxiliares de um bispo diocesano ou os que que possuem outra função eclesiástica, como os núncios apostólicos ou oficiais da Cúria Romana.

Ainda sobre os bispos titulares, não se trata apenas uma formalidade canônica, mas possui um significado teológico e espiritual. Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar de São Paulo, explicou que embora o território da diocese titular não exista mais, no passado existiu uma porção do povo de Deus que hoje já é falecida e continua necessitada das orações e do seu pastor por meio da comunhão dos santos. “Todos os dias, eu rezo e estou em comunhão com os fiéis da diocese da qual sou Bispo titular”, afirmou.

AUXILIARES

O Bispo Auxiliar é um bispo titular que tem a função de auxiliar o bispo diocesano, enquanto o coadjutor é um Bispo Auxiliar com direito à sucessão.

 Na Arquidiocese de São Paulo, os bispos auxiliares costumam desempenhar a função de vigários episcopais de vicariatos regionais ou ambientais. Os vigários episcopais podem ou não ser bispos e são designados pelo bispo diocesano por um bispo residencial como seu delegado em uma parte fundamental da diocese, para um determinado trabalho apostólico.

Por essa razão, o Bispo Auxiliar não é o bispo de uma determinada região episcopal ou vicariato, mas, com no caso de São Paulo, auxilia o Arcebispo no pastoreio da Arquidiocese da qual ele é o legítimo pastor constituído pela Igreja. 

EMÉRITOS

O Bispo diocesano é obrigado pelo Código de Direito Canônico a pedir ao Papa renúncia do ofício ao completar 75 anos. A partir do momento que o Pontífice aceita sua renúncia, este se torna Bispo emérito, permanecendo com a dignidade episcopal, mas sem a responsabilidade do pastoreio de uma Igreja particular.  

Ainda de acordo com o Direito Canônico, também por motivo de doença ou por outra causa grave que o torne “menos capacitado para cumprir seu ofício”, o bispo deve apresentar o Santo Padre sua renúncia e tornar-se emérito.

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Monsenhor Amilton Manoel da Silva é ordenado bispo

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22 de agosto de 2017

Na noite do sábado, 19, na Igreja Matriz de São José em Osvaldo Cruz, foi ordenado bispo auxiliar na Arquidiocese de Curitiba-PR, o Pe. Monsenhor Amilton Manoel da Silva.

Milhares de fiéis, bispos, padres, seminaristas, religiosos (as) e um número expressivo de autoridades civis, militares e membros de outras denominações religiosas compareceram a cerimônia.

A missa que teve início às 17h foi celebrada por Dom José Antônio Peruzzo, Arcebispo da Diocese de Curitiba. No rito, além da unção com óleo na cabeça de Mons. Amilton Manoel da Silva, (como sinal de fecundidade espiritual), foram entregues o anel, simbolizando a união com a igreja local, a mitra, que indica o poder episcopal e o zelo pela religião, e o báculo (espécie de cajado), representando o pastoreio do rebanho a ele confiado.

Após a ordenação Dom Amilton Manoel da Silva, percorreu por toda a igreja, onde abençoou e recebeu a saudação de todos fiéis presentes.

Ao final, membros da comunidade local apresentaram uma homenagem a Nossa Senhora Aparecida, simbolizando os 300 anos da imagem encontrada por três pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul

No domingo, 20, Dom Amilton celebrou a primeira missa como bispo auxiliar, na Capela São Gabriel.

Ele será acolhido na Arquidiocese de Curitiba no dia 8 de setembro, data em que se comemora o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em missa a ser celebrada na Catedral Metropolitana de Curitiba.

FONTE: ocnews.com.br

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