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05 de julho de 2019

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Cardeal pede orações para estabelecimento da paz no País

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26 de junho de 2019

Em vídeo, na segunda-feira, 24, o Arcebispo de Manágua, Cardeal Leopoldo Brenes, pediu mais orações para que a paz na Nicarágua seja fruto da justiça e plenamente estabelecida depois da lei de anistia aprovada no País em 8 de junho.


“Juntos rezemos para que na Nicarágua a paz seja fruto da justiça, que a reconstrução da confiança esteja cimentada em acordos duradouros e respeitados, com base na verdade dos fatos, na reparação e na reinserção das vítimas e de suas famílias”, disse o Cardeal.


A Assembleia Nacional do País, dominada pela Frente Sandinista de Libertação Nacional, aprovou a lei de anistia que permitiu a libertação de um grupo de presos políticos. Entretanto, a lei vem sendo criticada, pois deixará impunes os paramilitares responsáveis por crimes e prisões arbitrárias que vêm ocorrendo desde abril de 2018, quando começaram os protestos contra o regime. Computam-se cerca de 300 mortes e 2 mil pessoas feridas nas manifestações.


Além disso, cerca de 85 pessoas ainda estão presas. Os 600 prisioneiros que foram libertos após a edição da lei de anistia ainda não obtiveram a certeza de liberdade definitiva, pois seus julgamentos não foram anulados e arquivados, o que os impede de voltar ao trabalho e aos estudos.  


Diante da situação do País, em 21 de junho, os Estados Unidos e o Canadá impuseram mais sanções contra membros do governo do presidente Daniel Ortega. A vice-presidente e esposa do presidente, Rosario Murillo, e o assessor presidencial, Nestor Moncada Lau, tiveram seus bens congelados. 


“É evidente que há um grande mal-estar dos Estados Unidos e do Canadá por causa do rumo das coisas no País e o pouco cumprimento de Ortega ao acordado no diálogo, especialmente a libertação dos presos de consciência”, declarou o ex-chanceler e ex-embaixador nicaraguense em Washington, Francisco Aguirre Sacasa.
 

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Em vigília, Igrejas cristãs oram pela unidade

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26 de junho de 2019

Representantes de diferentes confissões cristãs reuniram-se na Paróquia São Luís Gonzaga, em Cerqueira César, no sábado, 8, para a Vigília da Unidade. O encontro de oração, promovido pelo Centro Magis Anchietanum, em parceria com a Casa da Reconciliação e o Movimento de Fraternidade de Igrejas Cristãs (Mofic), marcou a conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, celebrada no hemisfério Sul entre as solenidades da Ascensão do Senhor e de Pentecostes. 


Representantes das Igrejas Católica Apostólica Romana, Apostólica Armênia, Anglicana e Presbiteriana rezaram a partir de refrões da Comunidade Ecumênica Taizé, com velas acesas no Círio pascal e diante de um ícone bizantino de Jesus Cristo. 


“É um momento importante e bonito que podemos pedir por meio do dom do Espírito Santo: a unidade, caridade e comunhão da Igreja, tema desta Semana de Unidade, por meio da força da justiça”, afirmou o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, ao saudar os convidados. 


Dom Odilo sublinhou, ainda, que a Vigília aconteceu na véspera da Solenidade de Pentecostes. “É o Espírito Santo que move os corações para realizar o que é bom, o que é justo, o que é verdadeiro, o que é nobre. O Espírito Santo renova também a face da terra e a Igreja, que pode nos ajudar na comunhão, na unidade”, completou. 

 

FÉ E UNIDADE 
O Bispo da Igreja Apostólica Armênia no Brasil, Dom Nareg Berberian, fez uma reflexão na qual salientou que a fé é a chave da unidade dos cristãos. “A fé não é alguma coisa que criamos para nós próprios ou para os outros por meio dos nossos esforços. Ao contrário, a fé é uma dádiva de Deus enraizada no Batismo. Somos chamados a crescer na fé e manifestar essa fé ao servirmos a Cristo, nosso Senhor e a sua santa Igreja”.


Dom Nareg ressaltou, ainda, que a maior necessidade da Igreja não é a manifestação de grande força e poder. “O que é necessário é um desenvolvimento para nossa fé, que é um valor fundamental no nosso amor recíproco. Este é o único caminho para energizar o corpo de Cristo, este é o único método para que a Igreja se transforme em uma família, esta é a única maneira de alcançarmos a unidade entre as Igrejas cristãs”, concluiu. 

 

EXPERIÊNCIA DE COMUNHÃO
“Nós organizamos essa Vigília para pedir a Deus o dom da unidade diante de tantas dificuldades, intolerância e incompreensão de pessoas religiosas ou não, que disseminam a divisão, muitas vezes, em nome de Jesus e do Evangelho. Jesus nos pede que todos sejamos um para que o mundo creia”, explicou o Cônego José Bizon, Coordenador da Casa da Reconciliação. 


O Coordenador da Vigília, Osvaldo Meca, acrescentou que o evento foi “uma experiência de comunhão por meio da oração e da Palavra de Deus entre os irmãos” em busca da unidade e da fraternidade.

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Dia de oração pela Igreja na China

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24 de mai de 2018

O Dia Mundial de Oração pela Igreja na China foi instituído pelo Papa Bento XVI em 27 de maio de 2007, por meio da carta dirigida aos fiéis católicos da China. Naquela ocasião, Bento XVI assim motivou a decisão:

“Desejo que tal data seja uma jornada de oração pela Igreja na China. Exorto-os a celebrá-la renovando a comunhão de fé em Jesus Nosso Senhor e de fidelidade ao Papa, rezando a fim de que a unidade entre vocês seja cada vez mais profunda e visível”, escreveu o Papa Emérito ao propor o dia 24 de maio por ser memória litúrgica da Bem-aventurada Virgem Maria, Auxílio dos Cristãos — que é venerada com devoção no santuário mariano de Shesham em Xangai.

Papa Francisco

Em suas saudações após a Catequese feita durante Audiência Geral, nesta manhã de quinta-feira, 24, Francisco pediu oração dos fiéis pelos católicos na China:

“Esta festa nos convida a estar unidos espiritualmente a todos os fiéis católicos que vivem na China”, disse o Papa. Por eles, acrescentou, “rezemos a Nossa Senhora, para que possam viver a fé com generosidade e serenidade, e para que saibam realizar gestos concretos de fraternidade, concórdia e reconciliação, em plena comunhão com o Sucessor de Pedro”.

“Queridos discípulos do Senhor na China, finalizou Francisco, a Igreja reza com vocês e por vocês, para que entre as dificuldades vocês possam continuar a entregar-se à vontade de Deus. Nossa Senhora jamais deixará de oferecer a sua ajuda e os protegerá com o seu amor de mãe.” concluiu o Papa.

Não foi a única referência que o Pontífice fez nesta quinta-feira à comunidade chinesa. Em sua conta na rede social Twitter, Francisco publicou uma mensagem: “Hoje nos unimos em oração aos irmãos católicos na China, por ocasião da Beata Virgem Maria “Ajuda dos Cristãos” de Sheshan.”

Santuário de Sheshan

O Santuário de Nossa Senhora de Sheshan foi construído em 1871, em Shangai, como agradecimento por salvar os cristãos chineses de um massacre. A atual basílica data do ano 1935 e em seu interior é venerada a imagem de Santa Maria Auxílio dos Cristãos.

O regime comunista chinês se apropriou do Santuário durante a Revolução Cultural Chinesa da década de 1960. Atualmente, é administrado pela Associação Patriótica Católica Chinesa, leal ao regime comunista.

(Com informações de Vatican News, ACI digital e Canção Nova )

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O Rosário liberta das drogas e do crime

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03 de novembro de 2017

Khristian Briones foi criado por seus avós na pobreza. Alcoolismo, violência doméstica e o vício das drogas fizeram parte de sua vida familiar. Ainda jovem, ele começou a admirar criminosos, que via como heróis. Khristian passou sua infância e adolescência indo e vindo de centros de detenção para menores, onde adquiriu a cultura do crime: “eu me tornei cada vez mais violento e viciado”, disse em uma entrevista à ACI.

Khristian acabou sendo enviado à prisão por dez anos. Muitos prisioneiros têm uma devoção mal ordenada à Nossa Senhora de Montserrat, acreditando que ela possa ajudá-los a cometer crimes em segurança ou a sair da prisão. Khristian também começou a rezar a Deus e a Nossa Senhora para que não o deixassem morrer. Graças aos inimigos que fez na prisão, ele terminou de cumprir sua pena com 20 ferimentos a faca, dois a bala e um terço de seu corpo queimado.

Durante seu tempo de prisão, Khristian também pôde conhecer a Fundação Paternitas, que procura reabilitar presos para que possam se inserir na sociedade e não mais retornar ao crime. Durante cinco anos, ele participou de uma oficina de Terços, onde os prisioneiros faziam Terços de madeira para serem vendidos e podiam, assim, enviar dinheiro às suas famílias. Segundo Khristian, “o Terço é uma luz na escuridão da prisão”, permitindo que “os rapazes [prisioneiros] se aproximem de Deus. A grande maioria acredita em Deus, na Virgem de Montserrat, mas tem a fé mal direcionada. Isso acontecia comigo, eu era católico à minha maneira”.

No entanto, Khristian só aprendeu realmente o valor do Rosário depois que saiu da prisão e, após uma recaída nas drogas, começou a rezá-lo e a mudar profundamente sua vida. Hoje, ele ajuda a divulgar a campanha de oração pelo Papa Francisco, que visitará o País em janeiro de 2018: “Estou conhecendo mais a minha Igreja. Conheci paróquias e sacerdotes. Estou me preparando para a minha crisma e quero me casar, ter filhos. Antes eu não pensava nisso”, disse.

Fonte: ACI

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