Apostolado da Oração realiza encontro anual

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24 de outubro de 2018

A espiritualidade do Apostolado da Oração, que tem como patrona Santa Terezinha, que com apenas 12 anos tornou-se associada do Apostolado, motiva grupos de pessoas que se reúnem para rezar pela Igreja e por aqueles que evangelizam. O movimento é constituído por núcleos, que representam cada paróquia onde está presente.

O encontro anual do Apostolado da Oração da Região Episcopal Lapa, que teve início em 1985, completou 33 anos. Em 2018, foi realizado na Paróquia Santa Mônica, no Setor Pirituba, no dia 16, com a presença de mais de 300 pessoas, que participaram da missa do Sagrado Coração de Jesus, presidida pelo Vigário Episcopal da Região Lapa, Padre Jorge Pierozan (Padre Rocha), e concelebrada pelos Padres Flavio Heliton, Pároco, Euclides Eustáquio de Castro, Coordenador Apostólico da Oração da Região Episcopal Lapa, Geraldo Pereira e Amado Lopes, com a participação do Diácono Geraldo Inácio. 

Padre Jorge, na homilia, refletiu sobre o Evangelho (Mateus 11,25-30), apontando que o cristão deve viver a devoção ao coração de Jesus e imitar os ensinamentos de Cristo no cotidiano, combatendo o mal com o bem, amando o próximo, com a caridade que faz a justiça na plenitude. O Sacerdote ressaltou, ainda, que todos devem pedir ao Sagrado Coração de Jesus “que faça nosso coração semelhante ao vosso, para alcançarmos a graça e misericórdia divina”. 

 Antes da bênção final, Padre Euclides conduziu a Adoração ao Santíssimo. Após o término da celebração, todos foram convidados para um coquetel no salão paroquial.

 

LEIA TAMBÉM: Paróquia promove ação solidária em favor de crianças com deficiência

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Papa Francisco: aprender a rezar com coragem e insistência

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11 de outubro de 2018
O Evangelho de hoje esteve no centro da homilia do Papa Francisco na missa celebrada esta manhã (11/10) na Casa Santa Marta.

O tema é a oração, de como nós devemos rezar. De fato, Jesus conta aos seus discípulos de um homem que, à meia-noite, bate à porta da casa de seu amigo para pedir-lhe algo para comer. O Papa destacou três elementos: um homem necessitado, um amigo e um pouco de pão.

Rezar com insistência

A visita do amigo é inesperada, ele reza com insistência e deste modo, disse o Papa, o Senhor quer nos ensinar como rezar:

Mas se reza com coragem, porque quando rezamos normalmente precisamos de algo. Um amigo é Deus: é um amigo rico que tem pão, tem aquilo de que necessitamos. É como se Jesus dizesse: “Na oração sejam invasivos. Não se cansem”. Mas não se cansem do quê? De pedir. “Peçam e lhes será dado”.

A oração é um trabalho

O Papa continuou afirmando que “a oração não é como uma varinha mágica”, não obtemos assim que pedimos. Não se trata de rezar duas vezes o “Pai-Nosso” e depois ir embora, assim não se tem a vontade de obter o que foi pedido:

A oração é um trabalho: um trabalho que requer de nós vontade, exige constância, pede que sejamos determinados, sem vergonha. Por quê? Porque estou batendo à porta do meu amigo. Deus é amigo, e com um amigo eu posso fazer isto. Uma oração constante, invasiva. Pensemos em Santa Mônica, por exemplo, quantos anos rezou assim, com lágrimas, pela conversão do seu filho. O Senhor, no final, lhe abriu a porta.

Francisco deu outro exemplo, contando um fato que ele mesmo testemunhou em Buenos Aires: um homem, um operário, tinha uma filha em fim de vida, os médicos não tinham dado qualquer esperança.

Ele então percorreu 70 quilômetros até o Santuário de Nossa Senhora de Luján. Chegou que já era noite e o Santuário estava fechado, mas ele rezou do lado de fora toda a noite, “implorando a Nossa Senhora: eu quero a minha filha. Eu quero minha filha. O Senhor pode me dar”. E quando na manhã sucessiva voltou ao hospital, encontrou a mulher que lhe disse: “Então, os médicos a levaram para fazer outro exame, não sabem explicar porque acordou e pediu para comer, e não tem nada, está bem, não corre mais perigo”. Aquele homem, disse o Papa, sabia como rezar.

Deus é um amigo

O Pontífice nos convidou a pensar também nas crianças manhosas quando querem algo, e gritam e choram dizendo: “Eu quero! Eu quero!” E no final os pais cedem. Alguém, porém, pode se questionar: mas Deus não fica bravo se fizermos assim? O próprio Jesus, prevendo isso, nos disse: “E vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!”.

É um amigo: dá sempre o bem. Dá mais: eu peço para resolver este problema e ele o resolve e dá também o Espírito Santo. Dá mais. Pensemos um pouco: como rezo? Como um papagaio? Rezo propriamente com a necessidade no coração? Luto com Deus na oração para que me dê aquilo de que necessito se é justo? Aprendamos deste trecho do Evangelho como rezar.

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Vídeo do Papa: em outubro rezar o Terço

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10 de outubro de 2018

 

Foi publicado, nesta terça-feira, no Vaticano, um Vídeo do Papa com a intenção de oração para o mês de outubro, para rezar o Terço pela Igreja.

Trata-se de uma “Corrente de Oração” a Maria e a São Miguel Arcanjo para proteger a Igreja contra o demônio, que tenta dividir a comunidade cristã. Eis o que diz o Papa:

“ O diabo apresenta-se com grande poder, oferecendo-nos presentes, mas não sabemos o que tem dentro. Renovo o convite a todos para rezar o Terço, todos os dias, no mês de outubro, concluindo com a antífona ‘sob a sua proteção’, e a oração a São Miguel Arcanjo, contra os ataques do maligno, que quer dividir a Igreja. ”

Eis o forte convite que Francisco faz em seu Vídeo, difundido pela Rede Mundial de Oração do Papa. Estas palavras foram pronunciadas após a oração dominical do Angelus, no ultimo dia 7, ao recordar a festa de Nossa Senhora do Rosário e a tradicional Súplica no Santuário de Pompeia, presidida, naquele dia, pelo Cardeal Mário Zenari, Núncio apostólico na Síria.

Esta intenção do Papa é dirigida aos fiéis de todos os continentes, para que, mediante uma “Corrente de oração”, peçam a proteção de Maria sobre a Igreja, nestes tempos difíceis. Este pedido do Papa havia sido publicado, pela Sala de Imprensa da Santa Sé, no dia 29 de setembro, quando Francisco confiou esta sua intenção ao Padre jesuíta, Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, para que fosse difundida neste mês de outubro.

 

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A oração do Papa Francisco diante da Virgem Negra, na Lituânia

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22 de setembro de 2018

Na parte da tarde, Francisco visitou o Santuário da Mãe da Misericórdia, situado ao lado da “Porta Aurora”, onde os fiéis veneram a imagem da Virgem Negra, chamada “Mãe da Misericórdia”, por cuja intercessão, ao longo dos séculos, ocorreram numerosos prodígios.

Diante da Capelinha da Virgem Negra, o Santo Padre rezou com presentes o terceiro Mistério Gozoso do terço, sobre o nascimento de Jesus na gruta em Belém, fazendo a seguir, um breve pronunciamento:

“ Encontramo-nos diante da Porta da Aurora, que resta das muralhas desta cidade, que serviam para defender o povo dos perigos e provocações. Nesta Porta, que permaneceu em pé depois da invasão do exército, em 1799, já se encontrava a imagem da Virgem da Misericórdia, a Santíssima Mãe de Deus, que sempre nos socorre e vem em nosso auxílio. ”

 

Caminhar fraternalmente

Desde então - recordou o Papa –, ela nos ensina que se pode proteger sem atacar, que é possível ser prudentes sem a necessidade doentia de desconfiar. Esta Mãe, sem o Menino nos braços, toda dourada, é a Mãe de todos. No passado, foram construídas diversas fortalezas, mas, hoje, sentimos a necessidade de nos olharmos de frente, como irmãos, e caminhar juntos fraternalmente.

E Francisco afirmou:

“Todos os dias, uma multidão de pessoas vesantuariom rezar diante da imagem da Mãe da Misericórdia: lituanos, poloneses, bielorrussos e russos, católicos e ortodoxos. Tudo isso, graças à liberdade de circulação entre os países. Que bom se conseguíssemos também construir pontes de encontro e solidariedade entre todos. Como uma boa mãe, a Mãe da Misericórdia busca reunir famílias e crianças, que, com seus sofrimentos e obscuridades, anseiam pela nossa caridade, a chave que abre as portas do Céu”.

 

Construir pontes, não muros!

O Santo Padre concluiu seu pronunciamento, pedindo a proteção da Virgem Negra sobre comunidade lituana, para que possa anunciar Jesus Cristo, nossa Esperança, manter uma pátria acolhedora, paciente e solidária, e construir pontes, não muros!

Após a oração mariana, o Papa ofereceu um Terço de ouro em homenagem à Santíssima Virgem Maria. Depois, dirigiu-se à janela do Santuário da Mãe da Misericórdia, para abençoar a multidão presente.

Por fim, Francisco deslocou-se de papamóvel para a Catedral de Vilnius, dedicada aos Santos Estanislau e Ladislau, diante da qual manteve um encontro com a Juventude da Lituânia.

 

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Papa: um sacerdote sem vida de oração não vai muito longe

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21 de setembro de 2018

O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta sexta-feira (21/09), na Sala do Consistório, no Vaticano, os sacerdotes e membros da Cúria da Arquidiocese de Valência, na Espanha.

“Valência, terra de santos, este ano celebra o jubileu de um deles, São Vicente Ferrer, que trabalhou e lutou com todas as suas forças pela unidade na comunidade eclesial”, frisou o Pontífice.

Segundo o Papa, este santo propõe aos sacerdotes três meios fundamentais para conservar a amizade e a união com Jesus Cristo: o primeiro é a oração como alimento de todo sacerdote.

 

Rezar é a primeira tarefa do bispo e do sacerdote

“O sacerdote é homem de oração. Um sacerdote sem vida de oração não vai muito longe. O povo fiel tem bom olfato e percebe se seu pastor reza e se relaciona com Deus. Rezar é a primeira tarefa do bispo e do sacerdote. Dessa relação de amizade com Deus se recebe a força e a luz necessária para enfrentar todo apostolado e missão, pois aquele que foi chamado vai se identificando cada vez mais com os sentimentos do Senhor e suas palavras e ações adquirem o sabor puro do amor de Deus”, sublinhou Francisco.

Para o Santo Padre, “a vida interior do sacerdote repercute em toda a Igreja, começando por seus fiéis. Precisamos da graça para seguir no caminho e percorrê-lo com aqueles que nos foram confiados. O sacerdote, assim como o bispo, vai adiante de seu povo, mas também no meio e atrás, onde for necessário, sempre com a oração.”

 

Testemunhas no mundo

O segundo aspecto fundamental para conservar a amizade e a união com Jesus Cristo é a obediência à vocação da pregação do Evangelho a toda criatura.

“O Senhor nos chama ao sacerdócio para ser suas testemunhas no mundo, para transmitir a alegria do Evangelho a todas as pessoas. Esta é a razão do nosso existir. Não somos proprietários da Boa Nova, nem empresários do divino, somos custódios e dispensadores do que Deus nos confia através de sua Igreja. Isto supõe uma grande responsabilidade, pois comporta preparação e atualização do que foi aprendido e assumido. São necessários o estudo e o confronto com outros sacerdotes para enfrentar os momentos que estamos vivendo e as realidades que nos questionam.”

Para Francisco, “a formação permanente é uma realidade que deve ser aprofundada e tomar corpo no presbitério. Sempre digo aos bispos para ouvir e serem acessíveis aos seus sacerdotes, pois eles são seus colaboradores imediatos, e junto com eles os demais membros da Igreja, pois a barca da Igreja não é de um, nem de uns poucos, mas de todos os batizados e precisa também do entusiasmo dos jovens e da sabedoria dos idosos para ir mar afora”.

 

O sacerdote é livre enquanto está unido a Cristo

O terceiro aspecto é a liberdade em Cristo a fim de beber o cálice do Senhor em qualquer circunstância.

“O sacerdote é livre enquanto está unido a Cristo, e dele obtém a força para ir ao encontro dos demais. “Somos chamados a sair e testemunhar a todos a ternura de Deus, também nas atividades e tarefas da cúria, com atitude de saída, ir ao encontro do irmão.”

 

Acolhimento dos migrantes

O Papa agradeceu aos sacerdotes pelo que fazem na Arquidiocese de Valência em favor dos necessitados, e “pela generosidade e grandeza de coração no acolhimento dos migrantes. Eles encontram em vocês uma mão amiga e também proximidade e amor.”

O Papa agradeceu aos sacerdotes pelo exemplo e testemunho que dão, “muitas vezes com escassez de meios e ajuda, mas sempre com o preço mais alto, que não é o reconhecimento dos poderosos nem da opinião pública, mas o sorriso de gratidão no rosto de tantas pessoas às quais” eles “devolveram a esperança”.

“Continuem levando a presença de Deus às pessoas que dela precisam. Este é um dos desafios do sacerdote hoje”, concluiu.

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Papa reza por vítimas de enchentes em Kerala, na Índia

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25 de agosto de 2018

Durante a oração do Ângelus no domingo, 19, o Papa Francisco rezou de forma especial pelos milhares de vítimas atingidas por fortes chuvas e enchentes em Kerala, na Índia. Cerca de 22 mil pessoas tiveram que ser resgatadas e mais de 370 morreram ao longo da semana passada. “Não faltem a esses irmãos a nossa solidariedade e o concreto apoio da comunidade internacional”, pediu o Pontífice.

“Me sinto próximo à Igreja em Kerala, que está na primeira fila para levar socorro à população. Também nós nos aproximamos de Kerala, rezamos juntos por aqueles que perderam a vida e por todas as pessoas atingidas por essa grande calamidade”, acrescentou, antes de fazer um minuto de silêncio e rezar uma Ave-Maria pelas vítimas.  

 

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Papa: rezar por uma economia de inclusão

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06 de abril de 2018

Por aqueles que têm responsabilidade em asuntos econômicos: esta é a intenção que Francisco propõe neste mês de abril à Rede Mundial de Oração.

Na videomensagem que acompanha a intenção, Francisco reitera o que escreveu na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, isto é, que a economia não pode pretender apenas aumentar a rentabilidade, reduzindo o mercado de trabalho e criando assim novos excluídos.

Pelo contrario, deve seguir o caminho dos empresários, políticos, pensadores e agentes sociais que colocam em primeiro lugar a pessoa humana e fazem todo o possível para assegurar que haja oportunidades de trabalho digno.

O Papa então exorta: “Vamos juntos levantar a voz para que os responsáveis pelo planejamento e pela gestão da economia tenham a coragem de rejeitar uma economia de exclusão e saibam abrir novos caminhos.

 

ASSISTA AO VÍDEO

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Jornada ‘24 horas para o Senhor’ acontece intensamente na Arquidiocese de São Paulo

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17 de março de 2018

Pelo quinto ano consecutivo, o Papa Francisco convocou a Igreja de todo o mundo para a jornada “24 horas para o Senhor”, realizada entre a sexta-feira, 9, e o sábado, 10. Na Basílica de São Pedro, em Roma, o Pontífice iniciou a jornada com uma liturgia penitencial, na qual atendeu a confissão de vários fiéis depois de ele mesmo ter se confessado. 

A iniciativa “24 horas para o Senhor” sugere que, em cada diocese, pelo menos uma igreja permaneça aberta a fim de permitir que os fiéis possam ter um momento de adoração e a confissão sacramental.

Na homilia, o Papa falou sobre o amor misericordioso de Deus. “O amor de Deus é sempre maior de quanto possamos imaginar, estendendo-se para além de qualquer pecado que a nossa consciência nos acuse. Não conhece limites, é um amor desprovido de confins; não apresenta aqueles obstáculos que nós, ao contrário, costumamos interpor a uma pessoa, pelo receio que venha privar-nos da liberdade.”

“Como é difícil deixar-se amar verdadeiramente! Sempre quereríamos que algo de nós não estivesse obrigado à gratidão, quando, na realidade, somos devedores de tudo, porque Deus é o primeiro a amar e, por amor, nos salva totalmente”, continuou o Pontífice.

 

CATEDRAL DA SÉ

O silêncio e o clima eram de recolhimento na sexta-feira, 9, na Catedral da Sé. Um fila de fiéis se formou em frente ao confessionário e, às 12h, o sino tocou quando se deu início a mais uma celebração eucarística. 

Na homilia, o Padre Luiz Eduardo Baronto, Cura da Catedral, recordou que os cristãos precisam estar sempre atentos à Palavra de Deus. “Se fecharmos os ouvidos, nosso destino será a infelicidade. O que Deus nos pede é que escutemos a sua voz e o obedeçamos”, disse.

“Hoje as pessoas agem como se Deus não existisse. Que, nesta sexta-feira da Quaresma, possamos ser, a partir da escuta atenta da Palavra de Deus, empurrados por Ele para mudar”, continuou ele. 

Além do atendimento de confissões durante todo o dia e das três celebrações eucarísticas, os fiéis puderam participar da oração da Via-Sacra e da Leitura Orante da Palavra. 

A iniciativa foi celebrada em toda a Arquidiocese de São Paulo de diferentes maneiras. Nas regiões episcopais, paróquias, pastorais e comunidades aconteceram momentos de vigília, celebração, confissão e partilha (leia mais das páginas 18 a 21).

 

EXAME DE CONSCIÊNCIA

“24 horas para o Senhor” é uma iniciativa organizada pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. Entre os objetivos principais está o do encontro com a misericórdia de Deus por meio da confissão sacramental. No material disponibilizado pelo Vaticano para a liturgia penitencial presidida pelo Papa Francisco está um esquema de exame de consciência, que ajuda os fiéis a buscarem compreender melhor a profundidade do perdão de Deus. 

Segundo este esquema, há algumas perguntas principais que devem orientar o momento. Em primeiro lugar, se ao aproximar-se da confissão, o fiel tem um desejo sincero de purificação, de conversão e de renovação da vida. Depois, se há pecados graves que ainda não foram confessados e, em terceiro lugar, se há liberdade no ato de confessar-se e um compromisso concreto de colocar em prática os propósitos sugeridos.

À luz da Palavra de Deus, os fiéis são convidados a realizar o exame de consciência e a perguntar-se sobre o amor ao próximo e sobre qual a orientação fundamental de cada um para a própria vida diante da promessa e do desejo da vida eterna.
 

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Papa reza junto com a Praça pelas vítimas no Egito

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27 de novembro de 2017

Após a oração do Angelus, domingo, 26, o Papa recordou o ataque ocorrido sexta-feira, 24, em uma mesquita no norte do Sinai, assegurando suas constantes orações “pelas numerosas vítimas, pelos feridos e por toda aquela comunidade duramente atingida”. “Deus nos liberte – acrescentou – destas tragédias e ampare os esforços de todos os que trabalham pela paz”. O Pontífice pediu aos 30 mil que estiveram presentes que rezassem juntos, em silêncio, pelas vítimas.

O Papa mencionou também a tragédia do Holodomor, “a morte por fome provocada pelo regime estalinista que deixou milhões de vítimas” e a Ucrânia, “que possa curar as feridas do passado e promover caminhos de paz, com a ajuda da fé”.

Seu pensamento se dirigiu em seguida à madre Catalina de María Rodríguez, beatificada sábado, 25, na Argentina, fundadora da Congregação das Hermanas Esclavas del Corazón de Jesús, primeiro instituto religioso feminino de vida apostólica no país.

Antes de se despedir, o Papa pediu orações por sua viagem apostólica a Mianmar e Bangladesh, dizendo esperar que sua presença “seja para aqueles povos um sinal de proximidade e esperança”.

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Arquidiocese celebra missa pela pátria

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07 de setembro de 2017

Na manhã desta quinta-feira, 7, Dia da Independência do Brasil, Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar de São Paulo, presidiu a Missa pela Pátria na Catedral da Sé. Participaram da celebração membros das pastorais sociais da Arquidiocese, que nesta data também realizam o Grito dos Excluídos. Neste ano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, propôs aos católicos de todo o Brasil uma jornada de oração pelo Brasil na Semana da Pátria, convidando os católicos a um dia de jejum e oração pelo país neste feriado.

Na homilia, Dom Devair destacou que a escuta da Palavra de Deus deve ser ocasião para louvor e para iluminar a realidade e a vida do povo de Deus. “Nosso povo está sofrendo com o desemprego e com as incertezas que diariamente são noticia. É verdade que também existem notícias de reação positiva da economia, e da diminuição do desemprego. Mas ainda estamos muito longe de ver restaurada a vida e a dignidade dos milhões de desempregados, pessoas que permanecem excluídas, e isso é um fato”, afirmou.

O Bispo lembrou, ainda, que a corrupção ocupa, cada vez mais, as manchetes e os debates públicos. “O mal da corrupção, que está alastrado e que impregnou as diferentes esferas da sociedade, não encontra espaço para conviver com a vida cristã”, salientou.

Diante desse cenário, Dom Devair enfatizou que tem crescido o desencanto das pessoas com as instituições e também com a política. “Infelizmente ganham espaço os projetos pessoais e as iniciativas ideológicas, que em nada ajudam os mais pobres e excluídos, mas favorecem interesses de alguns”.

“A fé exige discernimento, e a Igreja, atenta aos sinais dos tempos e cumprindo sua função de mãe e mestra, ensina que ‘A política é uma forma sublime de exercer a caridade’, como disse o Beato Paulo VI. Por isso é preciso separar aqueles que se acostumaram a fazer a política do interesse, daqueles que realmente se interessam pelos problemas sociais e por isso fazem política”, completou o Bispo.

Grito dos Excluídos

Após a celebração, os membros das pastorais sociais realizaram a manifestação do 23º Grito dos Excluídos iniciativa apoiada pela Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), que, este ano, tem como lema “Por direitos e Democracia, a luta é todo dia” e tema “Vida em primeiro lugar”.

Em São Paulo, será dado destaque para as questões da violência contra a população em situação de rua e a realidade dos dependentes químicos na região conhecida como Cracolândia. Os participantes do ato realizaram uma caminhada da praça da Sé até a praça Princesa Isabel, onde atualmente se encontra a maior concentração de usuários de crack.  

Jornada de oração pelo Brasil

Para a realização da jornada de oração pelo país, a CNBB disponibilizou  um roteiro de preces para serem feitos pelas comunidades e famílias católicas nada data. Confira: 

“A paz é o nome de Deus” (Papa Francisco)

Diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, pedindo a bênção da paz para o Brasil.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Neste ano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo.

Amém!

(Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!)

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