Temer é preso em desdobramento da Lava Jato

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21 de março de 2019

O ex-presidente Michel Temer foi preso preventivamente, na manhã desta quinta-feira, 21, em São Paulo. A informação foi confirmada por fontes da Polícia Federal. Temer está sendo levado para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, de onde segue para o Rio de Janeiro.

No Rio, fará exame de corpo delito e será encaminhado para a sede da instituição.

A prisão foi determinada pelo juiz federal Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pelas ações de desdobramento da Operação Lava Jato.

O ex-ministro de Minas e Energia da administração emedebista Moreira Franco também foi preso nesta quinta-feira.

A Operação Descontaminação investiga desvios na Eletronuclear. Ao todo, foram expedidos oito mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 24 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e Distrito Federal.

De acordo com nota da PF, "a investigação decorre de elementos colhidos nas Operações Radioatividade, Pripyat e Irmandade, deflagradas anteriormente e, notadamente, em razão de colaboração premiada firmada pela Polícia Federal.

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Temer assumiu a Presidência da República em maio de 2016, depois do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Ao longo de sua trajetória política, Temer foi presidente da Câmara dos Deputados, secretário da Segurança Pública e procurador-geral do estado de São Paulo.

Partido

O MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte de Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa.

Detalhes da operação serão esclarecidos em entrevista coletiva hoje, às 16h, na sede da PF, no Rio de Janeiro.

(Com informações de Agência Brasil)

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Ação da PF combate crimes de racismo e ameaça praticados pela internet

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11 de mai de 2018

Sessenta policiais da Polícia Federal foram às ruas na quinta-feira, 10, em uma operação de combate a crimes de racismo, ameaça, incitação ao crime e terrorismo praticados na internet.

Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão em Curitiba (PR), Santa Maria (RS), Vila Velha (ES), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

A ação é um desdobramento da Operação Intolerância, deflagrada em 2012. A Polícia Federal identificou que pessoas ligadas aos presos naquele ano continuaram a praticar crimes na internet nos mesmos sites e fóruns. Eles, inclusive, teriam criado novos ambientes virtuais para os delitos.

Os investigados vão responder pelos crimes de associação criminosa, ameaça, racismo e incitação ao crime. As investigações apontam que nesses sites e fóruns os envolvidos incentivavam a prática de diversos crimes, como o estupro e o assassinato de mulheres e negros, além de terrorismo.

A Polícia diz que existem evidências de que os investigados foram responsáveis por ameaças de bomba encaminhadas a diversas universidades do País.

A soma das penas dos crimes investigados pode chegar a 39 anos de prisão. O preso será conduzido à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde ficará à disposição da Justiça.

(Com informações de Rádio Agência nacional)

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Dom Leonardo: “A verdade dos fatos deve ser apurada com justiça e transparência”

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20 de março de 2018

O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner divulgou nota sobre a operação Caifás, deflagrada na segunda-feira, 19, pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) na diocese de Formosa (GO). No texto, o bispo manifesta solidariedade com o presbitério e os fiéis da diocese.

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

Diante da prisão do bispo da Diocese de Formosa no estado de Goiás, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB manifesta a solidariedade com o presbitério e os fiéis da Diocese, recordando ao irmão bispo que a justiça é um abandonar-se confiante à vontade misericordiosa de Deus. A verdade dos fatos deve ser apurada com justiça e transparência, visando o bem da igreja particular e do bispo. Convido a todos os fiéis da Igreja a permanecermos unidos em oração, para sermos verdadeiras testemunhas do Evangelho.

 

Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário geral da CNBB

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