‘Qual será o olhar do sínodo para os excluídos da cidade?’

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31 de outubro de 2017

O roteiro para os encontros celebrativos nas paróquias com os animadores e grupos de fiéis neste mês missionário destaca que o sínodo arquidiocesano é a convocação para que todos se coloquem a caminho nos diversos âmbitos da vida da Igreja na cidade. 

“Coloquemo-nos a caminho com todas as pessoas excluídas da nossa sociedade. Caminhemos indo ao encontro das periferias humanas, ouvindo os mais pobres, dialogando com as múltiplas realidades que compõem o rosto da nossa Arquidiocese. Que a indiferença não crie força em nosso caminho. Uma globalização sem solidariedade afeta negativamente os setores mais pobres. Já não se trata simplesmente do fenômeno da exploração e opressão, mas de algo novo: a exclusão social. Com ela, a pertença à sociedade na qual se vive fica afetada na raiz, pois já não está abaixo, na periferia ou sem poder, mas está fora. Os excluídos não são somente ‘explorados’, mas ‘supérfluos’ e ‘descartáveis’” (DAp, 65).

Acesse a íntegra do roteiro.

Você tem dúvidas sobre o sínodo arquidiocesano? Envie sua pergunta para osaopaulo@uol.com.br
Acompanhe também os  boletins semanais sobre o sínodo na rádio 9 de Julho: às quintas-feiras,
nos programas “Igreja em Notícias”,das 7h30 às 8h, e “Ciranda da Comunidade”, das 18h30 às 19h
 

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‘Qual será o papel dos religiosos no sínodo?’

Por
24 de outubro de 2017

Os religiosos são aqueles homens e mulheres que fizeram uma escolha pela consagração de suas vidas a Deus, por meio da profissão dos conselhos evangélicos da pobreza, obediência e castidade. Essa escolha leva a uma vida de testemunho e de busca de santidade. Na Igreja existem muitos institutos e congregações que expressam a variedade dos carismas, fruto do Espírito do Santo. No tempo do sínodo, os religiosos são chamados a participar de todo o processo, cada um contribuindo com aquilo que é peculiar ao seu carisma, para que todo o corpo se renove. Também será um tempo importante para que os institutos e congregações sejam mais conhecidos e se integrem ainda mais no trabalho de evangelização na grande cidade. 

“Daqui nasce o dever de trabalhar na implantação e consolidação do Reino de Cristo nas almas e de o levar a todas as regiões com a oração ou também com a ação, segundo as próprias forças e a índole da própria vocação. Por isso, a Igreja defende e favorece a índole própria dos vários institutos religiosos. A profissão dos conselhos evangélicos aparece, assim, como um sinal, que pode e deve atrair eficazmente todos os membros da Igreja a corresponderem animosamente às exigências da vocação cristã.... Portanto, o estado constituído pela profissão dos conselhos evangélicos, embora não pertença à estrutura hierárquica da Igreja, está contudo inabalavelmente ligado à sua vida e santidade.” (Lumem Gentium, 44)

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