‘Cristofobia’ e igrejas profanadas

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22 de fevereiro de 2019

Todos os meses, diversas igrejas e cemitérios cristãos são profanados e vandalizados. Em 2018, o Ministério do Interior da França publicou as estatísticas oficiais sobre esses ataques: 1.038 ao longo do ano. O “Observatório da Cristofobia”, organização que coleta esse tipo de informação ao longo do ano, indicou que, apenas no início deste mês, entre os dias 1º e 9, sete igrejas foram vandalizadas ou profanadas no País. Em alguns casos, o ódio anticristão é tão grande que leva ao mais terrível sacrilégio, com atos abjetos envolvendo o Santíssimo Sacramento.

Fonte: Famille Chrétienne
 

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Igrejas próximas ao local onde Jesus foi batizado poderão ser reabertas depois de 50 anos

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17 de dezembro de 2018

Uma série de igrejas próximas ao local onde Cristo recebeu o Batismo poderão reabrir as portas pela primeira vez em 50 anos. A região foi minada com a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Diversas igrejas e monastérios estão localizados entre o Mar Morto e o local em que Jesus Cristo foi batizado – que se chama “Qaser al-Yahud” (Castelo dos Judeus) e faz parte da Cisjordânia, à margem ocidental do rio Jordão. A região foi um dos locais de peregrinação mais importantes para os cristãos até a época da guerra, quando todas as igrejas e monastérios tiveram que fechar as portas. 

Ao todo, 6,5 mil minas terrestres serão desativadas; as equipes de desminagem já conseguiram remover 1,5 mil. A operação envolve uma organização de caridade inglesa, Halo Trust, e uma empresa israelense, 4CI, e os trabalhos são supervisionados pelo Ministério da Defesa de Israel. Os esforços de desminagem começaram em março deste ano e só terminarão quando todos os explosivos tiverem sido desarmados e removidos, o que deve acontecer até o fim de 2019. 

O custo total do trabalho está estimado em R$ 20 milhões e beneficiará centenas de milhares de peregrinos, que deverão visitar a região todos os anos, estimulando a economia local e ajudando os moradores daquela localidade. 

Fonte: Daily Mail
 
 

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Governo destrói dois santuários marianos como forma de repressão

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04 de dezembro de 2018

Como parte de sua política de repressão religiosa, o governo chinês destruiu dois santuários marianos no País, apenas um mês após a assinatura de um acordo com a Igreja, por meio do qual os bispos aprovados pelo Partido Comunista foram oficialmente reconhecidos pelo Vaticano.

As autoridades chinesas destruíram o Santuário de Nossa Senhora das Sete Dores, em Dongergou, e de Nossa Senhora da Montanha, em Anlong. Ambos eram locais históricos de peregrinação para os católicos, tanto da Igreja “oficial”, reconhecida pelo governo, quanto da Igreja “subterrânea”, fiel a Roma. 

O governo alegou que o santuário de Anlong foi destruído porque não tinha as permissões de construção necessárias. Católicos locais dizem, no entanto, que a destruição faz parte da política oficial de “achinesar” a religião católica.

Fontes: Catholic Herald/ ACi
 

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Igreja ajuda 5 mil venezuelanos por dia

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15 de outubro de 2018

“Em média, 5 mil pessoas recebem comida e água todos os dias e, em alguns casos, roupas, remédios e itens de higiene pessoal. A Igreja tem feito isso com a ajuda de empresários e organizações locais, nacionais e internacionais”, explicou o Arcebispo de Villavicencio, Dom Oscar Urbina Ortega, Presidente da Conferência Episcopal da Colômbia. O Arcebispo ressaltou que a Colômbia está comprometida a ajudar os venezuelanos em sua luta diária para tentar reconstruir este País. 

A Venezuela vive a pior crise política, social e econômica de sua história. Itens de necessidade básica como papel higiênico e remédios estão em falta, enquanto a inflação pode chegar a 1 milhão por cento no final deste ano. A violência se espalha pelo País e o governo de Nicolás Maduro reprime violentamente os opositores, que pedem a mudança de regime e o retorno à democracia. 

Fonte: CNA
 

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Papa visita igrejas perseguidas e promove ecumenismo nos países bálticos

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29 de setembro de 2018

Em viagem apostólica de quatro dias nos países bálticos, entre 22 e 25 de setembro, o Papa Francisco levou mensagens de unidade entre os cristãos e de memória aos que são perseguidos por causa da fé. Lituânia, Letônia e Estônia têm em comum o fato de que ficaram independentes da União Europeia só desde os anos 1990, mas são pequenas nações bem diferentes entre si. 

Embora a Lituânia tenha maioria católica, 80% da população, a Letônia está quase igualmente dividida entre católicos, ortodoxos e protestantes luteranos. Já a Estônia é considerada um dos países menos religiosos do mundo: a maioria da população não se importa com a religião. Entre os 16% que têm religião, só cerca de 5 a 6 mil estonianos são católicos.

 

PRESERVAR A IDENTIDADE CRISTÃ

O Papa foi recebido com grande devoção na Lituânia e, em discurso aos jovens na Praça da Catedral, em Vilnius, no sábado, 22, ele destacou justamente o valor de se manter uma identidade cristã, herdada pelas gerações anteriores. “Somos cristãos e queremos apontar para a santidade, a partir do encontro e da comunhão com os outros, atentos às suas necessidades. A sua identidade pressupõe o pertencimento a um povo”, disse.

Em referência ao passado marcado por ideologias autoritárias e antirreligiosas na região, o Papa acrescentou que “não existem identidades de laboratório”. O que existe, continuou, é um “caminhar juntos”, que deve ser radicado em uma identidade. “Não somos pessoas sem raízes”, exclamou. 

Francisco falou mais explicitamente sobre a perseguição aos cristãos, na homilia da missa campal em um parque na cidade de Kaunas, também na Lituânia, no domingo, 23. “A vida cristã atravessa sempre momentos de cruz, e, às vezes, parecem intermináveis”, afirmou, recordando as vítimas do autoritarismo. Ali, muitos prisioneiros foram enviados para o cárcere ou a morte na Sibéria.

Também na Estônia, ele recordou o horror das guerras vividas no País, seguidas da repressão política, da perseguição e do exílio. “Mas nem o regime nazista nem o soviético apagou a fé nos corações de vocês e, para alguns de vocês, não lhes fizeram desistir nem da vida sacerdotal, religiosa, a ser catequistas, e nem de diversos serviços na Igreja que colocavam as suas vidas em risco”, disse. 

Na Letônia, em visita à Catedral Luterana de Riga, o Papa pediu novamente que seja valorizada e preservada a fé cristã, que muitas vezes se manifesta por meio da colaboração entre as diferentes igrejas. Tomando o órgão dessa mesma Catedral como exemplo, um dos mais antigos da Europa, Francisco notou que o Cristianismo é muitas vezes tratado como algo a ser admirado, “como um turista”, mas sem a força da fé ou qualquer traço de uma “identidade”. Para ele, o risco é “fazer com que o que nos identifica se torne um objeto do passado, uma atração turística e de museu, com valor histórico, mas que parou de fazer vibrar os corações de quem escuta”.
 

ESCUTAR E BUSCAR

Em missa na Praça da Liberdade, em Tallinn, na Estônia, o Papa foi ao encontro de uma pequena comunidade de católicos, colocando em prática seu desejo de chegar às “periferias existenciais”. Na terça-feira, 25, Francisco disse a eles que o que marca um povo escolhido por Deus é sua capacidade de “escutar e buscar” os outros. 

“Às vezes, alguns pensam que a força de um povo seja medida por outros parâmetros. Há quem diga que com um tom mais alto, quem fala parecerá mais seguro, sem concessões ou hesitações. Há quem grite, ameace com armas e estratégias”, analisou. “Isso não é buscar a vontade de Deus. Esse comportamento esconde uma rejeição da ética e, com ela, de Deus.”

Nesse sentido, o Papa alertou os cristãos da Estônia a não se deixarem instrumentalizar, evitando tornar-se escravos do consumo, do individualismo ou “da sede de poder ou de domínio”. 

Em um encontro ecumênico com jovens na Catedral Luterana de Tallinn, o Papa trouxe para o centro do discurso a figura daquele que une as diferentes tradições cristãs: Jesus Cristo. “Ele continua a ser o motivo pelo qual estamos aqui. Sabemos que não há conforto maior do que entregar a Jesus as nossas opressões. Sabemos, também, que há muitos que ainda não o conhecem e vivem tristes e perdidos”, disse o Papa, acrescentando que é preciso demonstrar que o amor não está morto. 

“Jesus passou fazendo o bem, e, quando morreu, preferiu o gesto forte da cruz em vez de palavras. Nós estamos unidos na fé, em Jesus, e Ele espera que levemos a Ele todos os jovens que perderam o sentido da vida”, disse o Papa Francisco.

 

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Igreja em crescimento

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25 de setembro de 2018

Enquanto as dioceses da Europa fundem paróquias pela falta de fiéis e de sacerdotes, a Diocese de Mansa, na região de Luapula, no norte da Zâmbia, está aumentando o número total de paróquias de 16 para 26.

“Quando falamos em 16 paróquias em área rural, é preciso imaginar que na realidade existem 40 centros de oração a 50 ou 60 quilômetros da igreja principal. Esse foi o motivo pelo qual quisemos aproximar os sacerdotes e os sacramentos da população”, explicou Dom Patrick Chilekwa Chisanga OFM, Bispo local. Dom Patrick disse também que o número de batizados e de crismados mostra o crescimento considerável da Igreja na região durante os últimos anos, o que permitiu a criação das novas paróquias.

Fonte: Fides
 

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A curiosa história da Capela Santa Cruz das Almas dos Enforcados

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20 de setembro de 2018

No dia 10, Dom Eduardo Vieira dos Santos, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, na Região Episcopal Sé, presidiu missa na Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados, localizada na Praça da Liberdade. O Capelão, Padre Enivaldo Santos do Vale, foi um dos concelebrantes.

Quem anda pela parte oriental da cidade talvez não note a capela no número 238, da famosa praça que deu nome a região, ou saiba o motivo do nome da Igreja “Capela de Santa Cruz das Almas dos Enforcados”.

Em parte isto se dá a uma prática comum que havia no Brasil de aplicar a pena capital para certos crimes. Mas o que liga esta capela aos enforcados é a história de Francisco José das Chagas.

Tudo aconteceu cerca de um ano antes da declaração da independência. No ano 1821, o quartel da rua Santa Catarina, protagonizou a “Revolta Nativista”, que eventualmente levou a separação de Portugal.

A revolta reivindicava o pagamento de salários já atrasados a cinco anos e a igualdade de tratamento entre soldados brasileiros e portugueses. “Chaguinhas” foi preso e, apesar dos pedidos por clemência, foi condenado a morte, o que chocou toda a cidade.

Onde hoje é a Praça da Liberdade, foi erguida uma forca e Chaguinhas foi condenado a morte. Duas vezes a corda arrebentou. Na primeira o povo clamou “Liberdade!”, na segunda “Milagre!”

A terceira corda não falhou, mas o réu ainda mostrava sinais vitais e por isso foi morto a pauladas. Francisco José das Chagas veio a falecer no dia 20 de setembro de 1821. Uma cruz foi erguida no lugar de sua morte e velas foram acesas em volta. Em 1887 a capela foi fundada em sua memória.

HORÁRIOS DE MISSAS

Segunda-feira: 7h, 8h, 9h, 10h, 12h, 15h, 17h, 18h e 19h

Terça-feira a Sexta-feira: 08h, 12h e 18h

Sábado: 8h, 10h e 12h

Domingo e Feriado: 8h, 10h e 11h30

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Encontro no Santuário motiva o protagonismo do surdo nas Igrejas

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13 de setembro de 2018

Neste sábado, 8, o Santuário de Aparecida recebeu a Romaria Nacional da Pastoral dos Surdos. Mais de mil pessoas participaram desse encontro no Santuário, entre intérpretes, surdos, familiares e diversos sacerdotes que compõem a pastoral do surdo nas diversas regiões do Brasil.

A programação da Romaria teve início no auditório Noé Sotillo, no subsolo da Basílica, com um momento de formação, trazendo a temática do surdo como protagonista e atuante dentro da igreja católica.

“Esse encontro tem o objetivo de sensibilizar e motivar o protagonismo do surdo. É um momento para trabalhar a animação pastoral e fazer uma catequese”, explicou Carlene da Penha Santos, da Pastoral do Surdo de João Pessoa (PB) e vice coordenadora nacional dos intérpretes católicos.

Entre os diversos trabalhos da Pastoral do Surdo os coordenadores destacaram o incentivo da criação dessas Pastorais nas comunidades, a sensibilização do clero para a importância de ter um intérprete nas celebrações eucarísticas e o estímulo de ações junto aos Seminários de Formação Sacerdotal, para que ofereçam uma disciplina de libras.

O seminarista Rafael Ferreira da Rocha, da Diocese de Porto Nacional (TO) e coordenador nacional dos intérpretes, lembrou das comemorações pelo Dia do Surdo no próximo dia 26 de setembro enfatizando a visibilidade que essas pessoas precisam ter dentro das Igrejas, sobretudo nesse ano que reforça o trabalho do leigo, com o Ano do Laicato.

“É um momento de visibilidade para a Igreja, porque o surdo, diferente das outras deficiências, a comunidade não o percebe porque é uma condição invisível. Então o encontro aqui em Aparecida, a Missa são de grande importância para dar essa visibilidade e promover o protagonismo do surdo na Igreja, sobretudo nesse Ano do Laicato’, afirmou o coordenador.

 

Missa no Santuário

Ao 12h todos os participantes da Romaria Nacional do Surdo estiveram na Santa Missa, ao redor do Altar Central, presidida por Dom Celso Antônio Marchiori, referêncial nacional para a Pastoral do Surdo. Cerca de oito intérpretes participaram na celebração para promover a acessibilidade.

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Abortistas vandalizam três igrejas

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03 de setembro de 2018

Duas semanas após a derrota do projeto do aborto no senado, três igrejas católicas foram vandalizadas com tinta vermelha e frases abortistas. Os fiéis perceberam o vandalismo na segundafeira, 20, nas paróquias Santa Maria de Betânia e Nossa Senhora das Dores e no Santuário Jesus Sacramentado, todos no bairro de Almagro, em Buenos Aires.

“Encontrei alguns cartazes e depois uma mancha de tinta, que achava que era sangue. Depois vi todo o caminho e a mancha no chão”, contou o Padre Salvador Gómez, Vigário da Paróquia Santa Maria de Betânia. Em um comunicado, os sacerdotes do Santuário Jesus Sacramentado afirmaram: “Queremos dizer às pessoas que nos agridem que não poderão mudar o rumo do nosso trabalho, que é o anúncio do Evangelho, a boa notícia de Jesus”.

Fonte: ACI 

 

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Igreja enfatiza combate ao tráfico humano

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01 de outubro de 2017

Dom Paul Gallagher, Arcebispo e Secretário para as relações com os Estados, falou em um evento a líderes de alto nível na Organização das Nações Unidas. O objeto de seu discurso foi o tráfico humano e, mais especificamente, como combatê-lo e o qual é o papel da Igreja nesse processo.
O Arcebispo começou lembrando que a Igreja ensina há muito tempo que a escravidão, a prostituição, o tráfico de mulheres e de crianças e as condições degradantes de trabalho são um veneno para a sociedade humana e uma ofensa ao Criador. Para combater o tráfico humano, é preciso ter “instrumentos júridicos e colaboração concreta em múltiplos níveis de todos os responsáveis, usando estratégias precisas para impedir esses crimes terríveis, punir os criminosos e ajudar as vítimas”, disse Dom Gallagher.
O Arcebispo afirmou que o combate ao tráfico humano é uma prioridade do atual pontificado e explicou como a Igreja tem colaborado para pôr fim a essa prática, principalmente por meio de religiosas que, corajosamente, formam redes de proteção às mulheres exploradas, ajudando-as a fugir, obter a proteção das autoridades e se reinserir na sociedade.

Fonte: Radio Vaticano

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