Dom Jorge Pierozan é homenageado em sua terra natal

Por
22 de novembro de 2019

Centenas de moradores de Vanini (RS) acolheram na sexta-feira, 15, Dom Jorge Pierozan, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Santana, que retornou à sua cidade natal. 
Dom Jorge chegou em carreata à igreja matriz de Vanini, onde recebeu as chaves das mãos do prefeito, Flávio Gabriel da Silva. Em seguida, presidiu missa, durante a qual houve recordações de sua infância.
O Bispo foi homenageado pela Escola Estadual Cônego Josué Bardin, onde estudou, bem como seus familiares, integrantes das famílias Pierozan e Lusa. Posteriormente, participou de um almoço no salão paroquial.
Dom Jorge nasceu em Vanini em 10 de agosto de 1964. Já foi circense e é sargento da reserva do Exército Brasileiro. Também é bacharel em Filosofia, pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e licenciado em Teologia, pela PUC-SP. Foi ornado sacerdote em 24 de maio de 1997 e, por duas décadas, atuou em paróquias da Região Episcopal Lapa. Em 24 de julho deste ano, foi nomeado Bispo Auxiliar de São Paulo, recebendo a ordenação episcopal  pela imposição das mãos do Cardeal Odilo Pedro Scherer, em 28 de setembro passado, na Catedral da Sé. 

Comente

Cardeal Scherer recebe Colar Guilherme de Almeida

Por
05 de julho de 2019

A Câmara Municipal de São Paulo realizou, na sexta-feira, 28 de junho, a quarta edição do Colar Guilherme de Almeida. Entre os homenageados estava o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.

Instituída em 2016, a premiação destina-se a pessoas físicas e jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que tenham prestado colaboração à literatura, cinema, teatro, música, artes plásticas e outras formas artístico-culturais de manifestação, bem como à preservação e à divulgação da história da cidade de São Paulo.

Anualmente, os indicados para receber o Colar Guilherme de Almeida são escolhidos por uma comissão composta por representantes do Museu Casa Guilherme de Almeida, da Sociedade Veteranos de 32, da Academia Paulista de História, da Academia Paulista de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e do Centro de Memória Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.

PREMIADOS
Além de Dom Odilo, também foram homenageados nesta edição do prêmio: o poeta e escritor Álvaro Alves de Faria; o historiador Armando Alexandre dos Santos; a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rede Cultura de Rádio e Televisão; German Lorca, fotógrafo oficial das comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo; Desembargador José Renato Nalini, ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo; Pedro Paulo Penna Trindade, diretor da Associação Comercial de São Paulo; o radialista Salomão Ésper; e o jornalista e musicólogo Zuza Homem de Melo.

PRESENÇA DA IGREJA NA CULTURA
Em entrevista ao O SÃO PAULO, o Cardeal Scherer afirmou que ficou muito honrado por receber essa homenagem em meio a pessoas de expressão na cultura da Capital Paulista. Para ele, mais do que um reconhecimento pessoal, o prêmio reconhece a ação da Igreja Católica, que marca sua presença no mundo cultural da cidade.

“Minha contribuição é pequena diante da contribuição de tantas personalidades que aqui estão. Mas acredito que o trabalho da Igreja que a gente faz e representa seja uma contribuição importante para a cultura”, destacou.

O Arcebispo acrescentou que o catolicismo e o próprio Evangelho são marcas importantes da cultura, “mediante o trabalho de evangelização, da formação da consciência do povo, o incentivo a tantas formas de religiosidade e arte populares que surgem a partir das expressões da fé”.

PRÍNCIPE DOS POETAS
O Vereador José Reis, primeiro secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal e um dos autores da homenagem, classifica o Colar Guilherme de Almeida como um dos maiores prêmios oferecidos pela Câmara Municipal aos que já foram agraciados por ele, e pelo que o poeta brasileiro representa para a cultura do Estado e do País.

Integrante do grupo da Semana de Arte Moderna de 1922, precursor da crítica cinematográfica no jornalismo brasileiro e compositor parceiro de Villa-Lobos, o paulista Guilherme de Almeida foi um artista completo. Deixou mais de 70 publicações entre poesia, prosa, ensaios e material jornalístico. Ele se alistou, lutou e foi preso após a Revolução Constitucionalista de 1932.

Em um concurso patrocinado pelo jornal carioca Correio da Manhã; em 1959, Guilherme de Almeida foi eleito príncipe dos poetas brasileiros após concorrer com Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes e Mauro Mota. Foi membro das Academias Paulista e Brasileira de Letras e comandou a comissão responsável pelas comemorações do IV Centenário de São Paulo, em 1954.

CULTURA CRISTÃ
“A cultura é a nossa pele, o nosso jeito de viver, de relacionarmo-nos, de construirmos o mundo, expressar as nossas ideias em múltiplas formas de construção das artes. Seria muito importante se a nossa cultura urbana, do Estado e da cidade, pudesse zelar por não perder a marca da cultura cristã”, completou Dom Odilo.

Comente

Cardeal Scherer recebe título de doutor honoris causa no Líbano

Por
11 de fevereiro de 2019

O Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, recebeu nesta sexta-feira, 8, o título de doutor honoris causa da Universidade Católica Saint-Esprit de Kaslik (Usek), no Líbano. A cerimônia de concessão do título acadêmico aconteceu no Auditório da Faculdade de Música da Usek, no campus de Jounieh.

O título foi entregue pelo reitor a instituição, o Padre e doutor Georges Hobeika. Também participaram do evento o Patriarca da Igreja Católica Maronita, Cardeal Béchara Pierre Raï, o Núncio Apóstólico no Líbano, Dom Joseph Spiteri, e o Eparca Maronita no Brasil, Dom Edgar Madi. 

FRATERNIDADE ENTRE BRASIL E LÍBANO

“Alguém poderia perguntar, e eu também me pergunto: que méritos possui o Cardeal de São Paulo, no Brasil, para receber um prestigioso título acadêmico em uma Universidade do Líbano? A resposta não poderia ser outra, a não ser a imensa simpatia e generosidade das autoridades acadêmicas que assim decidiram”, afirmou Dom Odilo, em seu pronunciamento de agradecimento.

O Cardeal recordou que, na cidade de São Paulo existe uma grande comunidade de imigrantes libaneses e seus descendentes, sendo considerada a maior fora do Líbano. “A concessão, pela vossa Universidade, do título ao Arcebispo de São Paulo expressa mais ainda a relação fraterna entre São Paulo e Beirute, entre a Igreja do Líbano e a Igreja de São Paulo. Esta concessão também nos proporciona a ocasião para compartilharmos ainda mais as nossas riquezas humanas e religiosas, para o recíproco enriquecimento e ajuda”, destacou o Arcebispo. 

A UNIVERDIDADE 

A Usek é uma universidade católica fundada pela Ordem Maronita Libanesa e atende cerca de 8 mil alunos em quatro diferentes campi. O título de doutor honoris causa é concedido por universidades a pessoas que se destacam em suas áreas de atuação e que são respeitadas por seu trabalho, independentemente de seus diplomas acadêmicos. Em latim, o termo “honoris causa” significa “por causa da honra”.

VIAGEM AO LÍBANO 

Dom Odilo está no Líbano desde a terça-feira, 5, para uma viagem que segue até o sábado, 9. A programação da visita inclui encontros com lideranças religiosas do País e celebrações, como a participação na festa de São Marun, patrono dos maronitas. 

Nesta quinta-feira, 7, o Cardeal visitou a sede da Caritas Nacional do Líbano, que possui um centro de acolhida que abriga temporariamente pessoas em situação de refúgio e perseguição.

O Arcebispo de São Paulo encontrou acolhidos que fugiram de seus países por causa da guerra, além de mulheres que fugiram com seus filhos da violência doméstica. Há, ainda, mulheres vítimas de tráfico para exploração sexual.

“Percebemos que esse drama das migrações forçadas, do tráfico humano, sobretudo para a exploração sexual, é um drama mundial. Existem redes muito fortes que atuam nesse setor... O Papa está sempre denunciando esses fatos, inclusive a exploração do transporte das pessoas que fogem das situações de violência e que são exploradas economicamente para a travessia do Mar Mediterrâneo para chegar a algum país da Europa e, muitas vezes, são abandonadas no mar ou na fronteira sem que nenhum país queira recebê-las...”, relatou Dom Odilo à rádio 9 de Julho.

(Com informações de Canção Nova e AMBA)
 

LEIA A REPORTAGME COMPLETA NA PRÓXIMA EDIÇÃO DE O SÃO PAULO, EM 13/02/19.

Comente

Paróquia Nossa Senhora das Dores celebra o primeiro dia do Tríduo em homenagem a Nossa Senhora das Dores

Por
19 de setembro de 2018

No dia 13, a Paróquia Nossa Senhora das Dores, cujo Pároco é o Cônego Antônio Aparecido Pereira, celebrou o primeiro dia do Tríduo em homenagem a Nossa Senhora das Dores, em cuja ocasião presidiu Dom Sérgio de Deus Borges, Bispo Auxiliar de São Paulo na Região Santana.

 

ORIGEM DAS HOMENAGENS

O culto à Nossa Senhora das Dores iniciou-se no ano 1221 no Mosteiro de Schönau, na então Germânia, hoje, Alemanha. A festa de Nossa Senhora das Dores como hoje a conhecemos, celebrada em 15 de setembro, teve início em Florença, na Itália, no ano de 1239 através da Ordem dos Servos de Maria, uma ordem profundamente mariana.

 

IMAGEM DE NOSSA SENHORA DAS DORES

Nossa Senhora das Dores é representada com um semblante de dor e sofrimento, tendo sete espadas ferindo seu imaculado coração. Às vezes, uma só espada transpassa seu coração, simbolizando todas as dores que ela sofreu. Ela é também representada com uma expressão sofrida diante da Cruz, contemplando o filho morto. Foi daí que se originou o hino medieval chamado Stabat Mater Dolorosa (Estava a Mãe Dolorosa). Ela ainda é representada segurando Jesus morto nos braços, depois de seu corpo ser descido da Cruz, dando assim origem à famosa escultura chamada Pietà.

 

AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA

1.       A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)

2.       A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);

3.       O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);

4.       O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);

5.       O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);

6.       Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);

7.       O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).


(Com informações de Cruz Terra Santa e  Paróquia Nossa Senhora das Dores)
 

LEIA TAMBÉM: Nossa Senhora ‘é o sinal do poder de salvação de Deus’

 

 

 
 

Comente

Arquidiocese realiza entrega da Medalha São Paulo Apóstolo 2018

Por
31 de agosto de 2018

Na noite desta quarta-feira, 29, aconteceu a cerimônia de entrega da Medalha São Paulo Apóstolo 2018, instituída pela Arquidiocese de São Paulo para homenagear pessoas e instituições que se destacaram em diversos âmbitos da vida social e eclesial e contribuíram de maneira especial com a missão evangelizadora da Igreja na cidade.

Durante a cerimônia, realizada no Auditório São Paulo Apóstolo, na Vila Mariana, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, parabenizou os homenageados e destacou que a iniciativa é uma oportunidade de apresentar ao público diversos exemplos de coisas boas que existem e são parte do testemunho da Igreja na cidade de São Paulo.

“Nós sempre ficamos impressionados com os maus exemplos. Temos que destacar os bons testemunhos, os bons exemplos, as boas ações, porque isso edifica ao próximo. É como diz Jesus no Evangelho: ‘Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vendo as vossas boas obras, glorifiquem o Pai que está no céu’”, afirmou Dom Odilo.

A Medalha São Paulo Apóstolo foi instituída em 2015, dentro das comemorações dos 270 anos de criação da Diocese de São Paulo. A Medalha traz, numa face, a efígie de São Paulo Apóstolo, Patrono da Arquidiocese; na outra face, a vista frontal da Catedral Metropolitana de São Paulo. Contemplados

Contemplados

TESTEMUNHO LAICAL: ROSA DOS SANTOS RAMICELLI

Viúva e mãe de quatro filhos, Rosa dos Santos Ramicelli é agente de pastoral na Paróquia Nossa Senhora da Lapa. Foi cofundadora, com apoio do então bispo auxiliar, Dom Fernando Penteado, do Curso de Teologia para Agentes de Pastoral (CTAP) da Região Episcopal Lapa. Atualmente, integra a coordenação do curso. Trabalha intensamente no projeto “Visitas Missionárias” – responsável pela formação de  centenas de grupos de reflexão em toda a região episcopal. Consequência desta ação pastoral, todas as terças-feiras, reúne-se um grupo na casa de Rosa Ramicelli para leitura e reflexão do evangelho e realização das novenas da Campanha da Fraternidade e do Natal. Além disso, coordena a equipe regional da Campanha da Fraternidade e é a principal articuladora do projeto “Mostra Cultural”, realizada em colégio católico da região, desde 2007, a pedido do então bispo auxiliar Dom João Mamede, com objetivo de envolver paróquias, escolas e entidades no tema da CF. A cada ano, o evento reúne aproximadamente 500 pessoas, entre adultos, adolescentes e crianças que apresentam, com o uso de diferentes linguagens artísticas, o resultado da reflexão sobre o tema da CF do ano.

SERVIÇO SACERDOTAL: PADRE LADISLAU KLINICKI, SDB

Nascido na Polônia, em 1º de junho de 1914, em 1939 já era seminarista e partiu para Roma para estudar teologia. Devido à 2ª Guerra Mundial, foi preso em Roma pelo exército alemão em 4 de março de 1942, com toda a comunidade salesiana, e, depois de um duro interrogatório, as acusações demonstraram-se falsas. Ordenado sacerdote em Varsóvia em 1943, escapou várias vezes da morte nos campos de concentração nazistas. Transferindo-se ao Brasil em 1985, depois de alguns anos no Equador, reside atualmente na comunidade “Santa Teresinha”, de São Paulo.

AÇÃO CARITATIVA E PROMOÇÃO HUMANA: DOUTOR PAULO FRUCCI

Fundador do ambulatório na Paróquia Divino Salvador, atende pessoas carentes, de forma gratuita e com horário marcado. Nos últimos 20 anos, atendeu perto de 27 mil consultas. Articulou uma rede de médicos voluntários, possibilitando o atendimento em várias especialidades como Cardiologia, Clínica geral, Dermatologia, Endocrinologia, Ginecologia, Nutrição,  Ortopedia , Otorrinolaringologia , Pediatria  e Psicologia. O projeto ultrapassou os limites da região, cresceu, e hoje atende pacientes de vários pontos da cidade.

AÇÃO MISSIONÁRIA: LAURENTINA DA SILVA

Mais conhecida como Iracema, Laurentina foi religiosa da Congregação do Sagrado Coração de Jesus por mais de 30 anos. Tem a vida marcada pelo atendimento e serviço aos pobres, especialmente junto ao Movimento de Defesa do Favelado. Colaborou na construção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Fundou a Pastoral da Ecologia na Região Episcopal Belém, atuando de maneira incisiva na luta contra a instalação de um aterro sanitário no território de uma área ambiental no Morro do Cruzeiro, no Jardim Santo André, extremo leste da cidade.

INOVAÇÃO NA METODOLOGIA PASTORAL: DIÁCONO LUIZ CARLOS DE LAET

Foi com o então bispo auxiliar de São Paulo, Dom Benedito Beni dos Santos, que a Arquidiocese de São Paulo iniciou, em 2005, um trabalho pastoral no ambiente do CEAGESP. Desde então, a presença ministerial do Diácono Luiz Carlos de Laet, com o apoio das associações de trabalhadores do local, tem garantido a realização de atendimentos religiosos e celebrações em datas festivas.

EDUCAÇÃO CRISTÃ: MARCELO CYPRIANO FERNANDES MOTTA

Membro da Comissão Arquidiocesana do Ano Nacional do Laicato e agente atuante na Paróquia São Gabriel Arcanjo, está à frente do projeto dos centros da cultura da Misericórdia, que desenvolve uma pedagogia da misericórdia mediante a criação de um método que coloca a vivência da fé no centro da educação. Foi presidente, entre 1998 e 2002, do Centro de Estudos Agostinianos, da Ordem de Santo Agostinho (OSA).  Participou como delegado brasileiro pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Congresso Americano Missionário, realizado na Guatemala em 2003.

DEFESA E PROMOÇÃO DA VIDA E DA DIGNIDADE HUMANA: JOSÉ ROBERVAL F DA SILVA

Formado em Teologia pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, trabalha na Secretaria Nacional do Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM). Na Grande São Paulo, atua junto aos migrantes nordestinos, fazendo parte do Grupo de Migrantes Urbanos, que se reúne na Missão Paz.

CULTURA: OFICINA VIVA

Ela começou pequena, como um curso de apoio para cantores, na sobreloja de uma livraria em São Paulo. Aos poucos, a Oficina Viva foi tomando corpo, e hoje é uma produtora com projetos em ampla ascensão. Produtora nova e singular liderada por Ziza Fernandes, tem como objetivo aliar-se à beleza em todos os seus projetos, além disso dar formação humana e musical a cantores (mas não apenas) em todo o país. A atividades, que compreendem produção de shows, de produtos audiovisuais, musicais como o Show Viva, pocket shows, workshops e cursos de desenvolvimento humano para artistas, são centradas no Curso de Expressão Viva (CEV) que a cantora conduz em São Paulo e Rio de Janeiro, com duração de 11 meses consecutivos, e que reúne mais de 200 alunos.

COMUNICAÇÃO SOCIAL: ULTRAFARMA

A rede de farmácias ULTRAFARMA tem contribuído para a divulgação do Evangelho, por meio do financiamento da transmissão de celebrações direto da Catedral da Sé, do Mosteiro da Luz, do Santuário São Judas Tadeu e de outras igrejas de São Paulo e do Brasil. Além disso, apoia financeiramente outros projetos de evangelização como os meios de comunicação da Arquidiocese de São Paulo e a própria manutenção da Catedral.

SERVIÇO SOCIAL: FRATERNIDADE MISSIONÁRIA VICENTINA

Ligado Congregação das Filhas da Caridade, o grupo realiza diversos trabalhos em favor dos mais pobres, acolhendo e promovendo a fraternidade, com base na espiritualidade profunda da palavra de Deus. A atuação na Paróquia Imaculado Coração de Maria se destaca no atendimento à população de rua.

MENÇÃO HONROSA: EDITORA AVE-MARIA

Há 120 anos anunciando o Evangelho por todos os meios possíveis, a Editora Ave-Maria, obra dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria (claretianos), destaca-se pelo seu pioneirismo em publicações religiosas no Brasil, as quais podemos destacar: a revista Ave Maria, periódico católico mariano mais antigo do país (28/05/1898); e a Bíblia Sagrada Ave-Maria, a primeira Bíblia católica no Brasil em língua portuguesa (1959). A Editora Ave-Maria possui um vasto catálogo com mais de mil títulos publicados: livros de liturgia, mariologia e teologia que iniciam e aprofundam o conhecimento de estudantes, professores, leigos, religiosos, sacerdotes e demais estudiosos e pesquisadores; livros com temas destinados à pastoral e à evangelização; além de temas destinados à espiritualidade, autoajuda, novenas, devoções e obras gerais e de uma série de livros com o pensamento do Papa Francisco.

MENÇÃO HONROSA: LUIZ GONZAGA BERTELLI

Historiador, ex-presidente do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), Luiz Gonzaga Bertelli é membro de cinco academias: Academia Paulista de História, Academia de Medicina de São Paulo, Academia Cristã de Letras, Academia Paulista de Educação, e Academia Paulista de Letras Jurídicas é o atual presidente da UJUCASP

Comente

Dia do Padre

Por
04 de agosto de 2018
ORAÇÃO VOCACIONAL DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO
Jesus, mestre divino, que chamastes os apóstolos a vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas, e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis, como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade. Amém.

Agosto chegou, e, uma vez mais, a Igreja inicia as celebrações deste mês dedicado às vocações, sejam elas laicais, ao ministério ordenado ou à vida religiosa. 

No sábado, 4, é comemorado o Dia do Padre, justamente pelo exemplo de São João Maria Vianney, o padroeiro dos sacerdotes, que viveu em Ars, um pequeno vilarejo do interior da França, onde faleceu em 4 de agosto de 1859. Mesmo diante de todos os obstáculos, como a oposição de seu pai e a alegada falta de instrução, foi perseverante e teve muita fé em Deus até conseguir ser ordenado. Por meio de uma vida simples, de muita oração e dedicação aos pobres e necessitados, a presença do Cura D’Ars, como era conhecido, nos vilarejos em que vivera transformaria para sempre a vida dos habitantes daquela região, e o inscreveria definitivamente como um dos grandes exemplos da Igreja. 

Com espírito de comemoração pelo Dia do Padre, O SÃO PAULO traz a história da vocação de dois sacerdotes da Arquidiocese de São Paulo: Padre Helmo César Faccioli, que tem 42 anos de sacerdócio, Cerimoniário Litúrgico da Catedral da Sé, e Padre João Henrique Novo do Prado, ordenado há dois anos e meio e Pároco da Paróquia Espírito Santo, na Região Episcopal Brasilândia. 

 

PADRE HELMO

Nascido e criado na cidade de Franca, no interior do Estado de São Paulo, desde os 5 ou 6 anos de idade já queria ser padre, e assim o dizia à sua mãe. Quando ia à missa com ela, queria saber onde o padre morava, quem cuidava dele, e outras curiosidades de criança. Muitas vezes, mesmo aos 6 anos de idade, ao retornar das celebrações na igreja, tinha o hábito de brincar de “celebrar” a missa – brincadeira que manteve até os 10 anos, e que foi se tornando cada vez mais séria. Sua casa dispunha de um quartinho do lado de fora, onde ele montou uma “capelinha”, em que “rezava” as missas.   

Aos 15 anos, solicitou aos claretianos o ingresso no seminário, em Rio Claro (SP), e foi aceito. Nos anos seguintes, toda a sua formação, que culminou com sua ordenação em 1976, bem como seu trabalho como ministro ordenado, aconteceram em Rio Claro (SP), Campinas (SP) e Curitiba (PR), até ser transferido para São Paulo, em 1984, ocasião em que tinha 42 anos de idade. 

Padre Helmo recorda dois fatos marcantes em sua vida sacerdotal: certa vez, uma senhora visitava por acaso a Catedral da Sé e ele estava no confessionário. Ela o procurou para se confessar, admitiu que se sentia movida por simples curiosidade –fazia 40 anos que não recebia tal Sacramento. Ele lhe disse: “Vamos então satisfazer a sua curiosidade!”. Ela chorou muito, fez uma confissão sincera, com o desejo de uma retomada de vida. Isso a marcou tanto que ela o procurou por dois dias seguidos para continuar com as confissões e aprofundar seu sentido. 

Outro fato marcante aconteceu nos primeiros meses de seu ministério sacerdotal: fora chamado para atender uma pessoa doente, um senhor que estava desenganado. A família acompanhou com muita fé todas as orações do sacramento da Unção dos Enfermos, e o doente, em coma profundo, não ti
nha condições de receber a Eucaristia; os familiares ali presentes, no entanto, comungaram. Era por volta das 10h. À tarde, outro padre de sua comunidade foi ao hospital atender a outro doente, e aquela família o procurou para relatar o fato de que, pouco antes do meio-dia, este senhor havia recuperado os sentidos, pediu para sentá-lo na cama e estava à espera do lanche das 15h. “É a ação de Deus, pois quem age pelo sacerdote é Deus”, reconhece Padre Helmo.  

 

PADRE JOÃO HENRIQUE

Padre João Henrique é um dos mais jovens sacerdotes em atuação na Arquidiocese de São Paulo: com apenas 29 anos de idade, já possui dois anos e meio de ministério sacerdotal. Sentiu o despertar vocacional ainda criança, aos 9 anos, quando seus pais o inscreveram na Catequese em preparação para a Primeira Eucaristia, na Paróquia São Camilo de Lellis, na Vila Nivi, na Região Episcopal Santana. Foi nessa fase que começou a conhecer Jesus Cristo e sua Igreja, de um jeito inocente e simples, próprio de uma criança dessa idade. Com isso, sua família começou a ter uma vida mais bonita de fé e caminhada eclesial. 

Depois da Primeira Eucaristia, ingressou no grupo de coroinhas da Paróquia, o que o deixou mais próximo do altar do Senhor, como também daquele que traz Jesus sobre o altar em cada Missa, o padre. Era, no caso, o Padre José Benedito Brebal Hespaña (Padre Zezé), atualmente Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Dionísia na Região Episcopal Santana; que o inspirou a ter um grande amor pela figura do sacerdote, que o fazia pensar e dizer, mesmo ainda muito pequeno: “Quero ser como este homem!”. Assim foi crescendo e, igualmente, seu desejo de ser padre. Passou a frequentar outra Paróquia, a Nossa Senhora das Neves, no Tucuruvi, na Região Episcopal Santana, e lá conheceu o então Pároco, o Padre Luís Cesar, que se tornou um grande amigo e incentivador de sua caminhada vocacional. Muito lhe ensinou e inspirou, e foi ele quem o conduziu ao Seminário da Arquidiocese. A decisão de ingressar no seminário se deu após receber o sacramento da Crisma: parece que ali tudo ficou mais claro e certo. Era isso mesmo que queria: ser padre! 

Em dezembro de 2014, foi ordenado diácono e enviado para a Paróquia Santa Paulina, no bairro de Heliópolis, na Região Episcopal Ipiranga. Nesse tempo de diaconato, fez uma experiência missionária no Pará, na cidade de Igarapé-Açu, na Paróquia São Sebastião, por um mês, o que muito o motivou na caminhada sacerdotal. 

E em dezembro de 2015 foi ordenado sacerdote e designado para trabalhar na Região Episcopal Brasilândia. Foi Vigário da Paróquia Santa Cruz e depois foi nomeado Pároco na Paróquia Espírito Santo, onde ficará até o próximo domingo, 5. A pedido do Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, ele seguirá para Roma para fazer o mestrado na área de Teologia Pastoral, em Metodologia e Pedagogia Catequética, na Universidade Salesiana. 

Padre João Henrique se sente feliz e realizado como padre, primeiramente porque percebe que está fazendo a vontade de Deus para sua vida, podendo, assim, ajudar no cuidado das pessoas. Pensa que um dos serviços fundamentais que o padre tem que realizar em seu ministério é o de cuidar, cuidar do povo. Oferecendo-lhe, o pão da Eucaristia, a reconciliação e a misericórdia de Deus por meio da Confissão; oferecendo-lhe, também, o conselho na direção espiritual; o alívio nos sofrimentos, por meio da Unção dos Enfermos, visita aos doentes, estando perto das famílias enlutadas; acolhendo novos membros para a Igreja de Cristo por meio do Batismo; assistindo casais no Matrimônio, acompanhando-os depois, principalmente os que passam por crises. Ou seja, o padre, quando em nome de Cristo, e por causa dele, cuida bem e acolhe o povo com alegria, sente-se realizado. 

CENTRO VOCACIONAL ARQUIDIOCESANO (CVA)

Rua Filipe de Oliveira, 36 - 6º andar - Praça da Sé - São Paulo (SP)

Fone: (11) 3104-1795

E-mail: cvasp@uol.com.br

Site 

Facebook

Programa “Vem e segue-me”,  Todo domingo, às 10h30, na Rádio 9 de Julho AM 1.600 kHz

 

Comente

Inscrições para a Medalha São Paulo Apóstolo seguem até o dia 31

Por
19 de julho de 2018

A edição 2018 da Medalha São Paulo Apóstolo está com inscrições abertas até o dia 31 deste mês e premiará indicados em dez categorias, sendo sete individuais - testemunho laical; serviço sacerdotal; ação caritativa e de promoção humana; ação missionária; inovação na metodologia pastoral; educação cristã; e defesa e promoção da vida e da dignidade humanas – e três para entidades e instituições - cultura; comunicação; e serviço social.

Neste Ano Nacional do Laicato, definido pela CNBB, no primeiro ano do sínodo arquidiocesano de São Paulo, a Arquidiocese deseja homenagear pessoas que participam da ação evangelizadora em diferentes ambientes da sociedade paulistana; e entidades e instituições que se destacam pelo testemunho cristão.

 

COMO SE INSCREVER? 

Ao acessar o Portal da Arquidiocese, o internauta encontrará o banner com o edital da Medalha, onde poderá acessar um link para fazer o download do formulário de inscrição. Para preenchê-lo, será necessário informar alguns dados pessoais do candidato e os motivos pelos quais é recomendado que seja premiado. 

Os formulários preenchidos deverão ser enviados para o e-mail medalhasaopaulo@arquisp.org.br ou através dos Correios para a Cúria Metropolitana de São Paulo, com a seguinte identificação: Medalha São Paulo Apóstolo - Cúria Metropolitana de São Paulo - Avenida Higienópolis, 890 - CEP 01238-000, São Paulo (SP). 

O anúncio dos dez contemplados com a Medalha em 2018 será feito no dia 4 de agosto, às 18h, no portal da Arquidiocese de São Paulo, e estes receberão previamente uma comunicação pessoal da Comissão Organizadora.

A cerimônia de entrega da Medalha será realizada no dia 29 de agosto, às 20h, no Auditório São Paulo Apóstolo, das Paulinas, localizado na rua Dona Inácia Uchoa, 62, na Vila Mariana.

 

A MEDALHA

A Medalha São Paulo Apóstolo foi instituída em 2015 dentro das comemorações dos 270 anos de criação da Diocese de São Paulo. A Medalha traz, numa face, a efígie do Apóstolo São Paulo, Patrono da Arquidiocese; na outra face, traz a vista frontal da Catedral Metropolitana de São Paulo. Sua entrega será acompanhada de um diploma correspondente. 

No decreto de instituição da Medalha, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, ressaltou que “todos os batizados foram constituídos como povo de Deus e são participantes do múnus sacerdotal, profético e régio do próprio Cristo” e acrescentou que a homenagem também é um “incentivo para que floresça mais abundantemente a vida eclesial e pastoral nesta Cidade imensa”.
 

Comente

Papa Francisco concede mais uma Rosa de Ouro, a terceira, ao Santuário Nacional

Por
09 de outubro de 2017

Nesta segunda-feira, 9 de outubro, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes receberá uma Rosa de Ouro, presente do Papa Francisco ao Santuário Nacional, pelas comemorações dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A honraria será prestada pelo representante do Papa durante as festividades do Jubileu dos 300 anos, o cardeal italiano Giovanni Battista Re, Prefeito emérito da Congregação para os Bispos e Presidente emérito da Pontifícia Comissão para a América Latina.

O anúncio dessa homenagem foi feito durante a celebração do 7º dia da Novena da Solene em preparação as festividades do Jubileu, por Dom Orlando Brandes.

Na carta de anúncio, emitida pelo Arcebispo, cita o agradecimento que fez ao Papa pelo reconhecimento desse momento especial para o povo brasileiro .

Significado

A Rosa de Ouro oferecida pelo Papa representa a estima do Pontífice, o reconhecimento de fatos históricos e personalidades que prestavam relevantes serviços à Igreja. O costume de se presentar com uma Rosa de Ouro teve início com o Papa Leão IX, no século XI.

A primeira Rosa de Ouro concedida ao Brasil foi em 1888, pelo Papa Leão XIII à Princesa Isabel, por ela ter assinado a lei Áurea, colocando fim a escravatura negra no Brasil.

No Santuário Nacional, essa é a terceira vez que o presente é enviado por um Papa, a primeira Rosa foi concedida Papa Paulo VI em 1967, em virtude do Jubileu de 250 anos do encontro da Imagem. Em 2007 o presente foi trazido pelo Papa Bento XVI, quando visitou a Aparecida.

 

(Texto: Portal a12.com)

 

Leia a Carta de dom Orlando

Aparecida, 4 de outubro de 2017

Papa Francisco envia a “Rosa de Ouro” ao Santuário Nacional. Para louvar e distinguir personalidades, santuários, cidades ou países, o Papa Leão IX iniciou o costume de entregar uma Rosa de Ouro. É uma homenagem, uma honraria, um presente que os Papas costumam enviar para registrar a importância de fatos históricos, de acontecimentos marcantes, de gestos significativos em relação a personalidades.

O Santuário Nacional recebeu duas Rosas de Ouro. A primeira foi concedida pelo Papa Paulo VI, em 1967, por ocasião da celebração dos 250 anos da existência do Santuário. Assim escreveu Paulo VI: “Esta flor é expressão de afeto por este grande povo que nasceu sob o signo da Cruz e para seu progresso espiritual e material e símbolo do grande amor que o Papa consagra ao Brasil e ao Santuário de Aparecida.” Assim, a Rosa de Ouro é uma manifestação
do grande amor que os Papas consagram ao Brasil e ao Santuário Nacional.

Ao receber a Rosa de Ouro das mãos do Legado Pontifício, Cardeal Cicogniani, assim se expressou o Cardeal Motta, Arcebispo de Aparecida: “Tu, Cidade de Belém, de nenhum modo és a mais pequenina das cidades de Judá (Mq 5,2). Tu, Cidade de Aparecida, cidade de Nossa Senhora, de modo algum és a mais pequenina das cidades do Brasil porque possuis a Rainha e Padroeira do Brasil.”

A Rosa de Ouro simboliza também o perfume das virtudes que nos santificam. Esperamos uma chuva de graças, de pétalas de rosas sobre o Brasil e o Santuário Nacional.

A segunda Rosa de Ouro foi-nos concedida pelo Papa Bento XVI em 2007, pedindo que “perseveremos na escola de Maria a fim de que sejamos discípulos missionários a serviço da vida.” Em 1888, o Papa Leão XIII enviou uma Rosa de Ouro à Princesa Isabel como reconhecimento de seu gesto humanitário pela abolição da escravatura, através da Lei Áurea.

Agradecemos ao Papa Francisco o envio da Rosa de Ouro, em comemoração aos 300 anos do encontro da imagem da Mãe Aparecida no rio Paraíba do Sul. Obrigado, Santo Padre, por mais esta demonstração de amor, devoção e carinho para com Nossa Senhora Aparecida. Escreve o Papa Francisco: “Quanta alegria me dá vir à Casa da Mãe de cada brasileiro, o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Venho bater à porta da casa de Maria que nos pede: ‘Fazei tudo o que Ele vos disser.’” (Jo 2,5) (Rio de Janeiro 24/7/2013)

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Aparecida

Comente

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.