Em missa na Sé, Igreja reza pela pátria e pelo povo brasileiro

Por
07 de setembro de 2019

Na celebração da Independência do Brasil, a Arquidiocese de São Paulo realizou na manhã deste sábado, 7, na Catedral da Sé a missa pela pátria e pelo povo brasileiro.

“Lembremos do nosso País com carinho e ofereçamos nossas preces pelo bem e pela jornada deste dia”, afirmou o Padre Tarcísio Mesquita, Secretário Arquidiocesano de Pastoral, no começo da missa por ele presidida e que foi concelebrada pelo Padre Luiz Baronto, Cura da Catedral.

Manter a esperança

Padre Tarcísio, na homilia, destacou que a liturgia deste dia menciona a esperança, algo que não deve faltar aos brasileiros, que “não devem se abater, precisam guardar a fé e seguir em frente”, afirmou, comentando, ainda, que a palavra independência,  especialmente lembrada em 7 de setembro, deve ser entendida como projeto de vida, garantido em uma nação com pessoas livres para se expressar, para formar o próprio destino.

Amor aos compatriotas

O Sacerdote também destacou que todos são corresponsáveis pelas condições dos que sofrem com a falta de alimento, moradia e emprego e que especialmente os cristãos devem dar testemunho de amor ao próximo, de compaixão.

“É o Dia da Pátria. Dia em que nós manifestamos de maneira civil e com expressões culturais, que devemos amar o Brasil, mas não simplesmente um amor a um pedaço de pano colorido; devemos expressar este amor sobretudo para com os nossos compatriotas”, afirmou, exortando todos ao compromisso de solidariedade mútua “para que tenhamos um Brasil melhor, mais justo, mais fraterno e mais humano”.

Atenção aos mais vulneráveis

Padre Tarcísio também disse que os ocupantes de funções no poder público não são proprietários, mas servidores, e que todos os esforços e estruturas do País devem estar a serviço, prioritariamente, dos que menos tem condições.

“Façamos deste momento celebrativo, um ato de repúdio à maldade, a toda espécie de divisão e de ódio, a toda indiferença em relação à dignidade do nosso povo, mas façamos também, como clama a Palavra de Deus neste dia de hoje nesta celebração, um ato de renovação da nossa esperança por um Brasil humano e fraterno”, concluiu.

Grito dos Excluídos

Após a missa, membros das pastorais sociais da Arquidiocese de São Paulo participaram da 25o Grito dos Excluídos, que acontece em diferentes cidades do país neste 7 de setembro, com o lema “Este sistema não vale. Lutemos por justiça, direitos e liberdade”.

Ao término da missa na Catedral da Sé, Paulo Pedrini, da Pastoral Operária, convidou os fiéis a participar do Grito dos Excluídos, que teve início na Praça da Sé e seguirá ao longo do dia passando  em frente ao Pateo do Colégio, Largo São Bento e Largo São Francisco, onde haverá um ato inter-religioso conclusivo.

“O grito é um momento de denúncia, mas também de anúncio da construção de uma sociedade justa e igualitária”, comentou Pedrini.

Comente

25ª edição do Grito dos Excluídos acontecerá no próximo sábado

Por
05 de setembro de 2019

A 25ª edição do Grito dos Excluídos foi lançada nesta terça-feira, dia 3, na sede do Regional Sul 1 da CNBB. Com o lema “Esse sistema não Vale. Lutamos por justiça, direitos e liberdade”, representantes de movimentos populares, entidades não governamentais, das pastorais sociais e do clero apresentaram a pauta de reivindicações que já está nas ruas nesta semana da Pátria, e especialmente no sábado, 7 de setembro. 

“Este ano, o fator de defesa da vida e do planeta está evidente com a realidade da Amazônia. Queremos uma sociedade que seja socialmente justa, politicamente democrática e ecologicamente sustentável", disse Dom Pedro Stringhini, da Comissão 8 e presidente do Regional Sul 1 da CNBB, que compreende as dioceses do Estado de São Paulo. Para ele, o Grito dos Excluídos tem um significado profundo de ”mobilização e participação popular”.

A pescadora, ribeirinha e atingida pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), Regiane Soares Rosa denunciou os ataques contínuos da empresa Vale sobre a vida dos atingidos. “A morte do Rio Doce prejudicou todas as famílias da minha comunidade. Ficamos sem trabalho, sem fonte de renda, sofrendo as consequências de termos perdido o nosso rio”, disse a também militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Regiane, que agora vive em Brumadinho (MG), compartilhou o atual momento após o crime da Vale. “Hoje, a cidade vive um caos, muitos jovens tentam suicídio por não suportarem aquela realidade", desabafa a atingida.

Para Jardel Lopes, um dos organizadores da 32ª Romaria dos Trabalhadores, a perda de direitos trabalhistas e o desmonte da Previdência no último período é preocupante. “Diante de toda a maldade desse sistema, nos resta a esperança da organização do povo, nos resta a teimosia”.

É também o que espera Eduardo Fagnani, professor do Instituto de Economia da Unicamp, que destacou as perdas impostas aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras com a aprovação da PEC 06/2019 na Câmara dos Deputados.

Para Fagnani é imprescindível que a população pressione os senadores contra a aprovação da retirada de direitos. Ressaltou que desde 2014, a desigualdade social e a pobreza vêm aumentando no Brasil. Qual o futuro de um país, onde mais de 50% das crianças vivem em família que estão abaixo da linha da pobreza? O Grito deste ano é correto em afirmar que este sistema não vale”.

Daiane Horn, da coordenação nacional do Grito dos Excluídos, falou sobre os 25 anos da articulação do Grito e pontuou a construção desta edição. “Começamos o ano com um crime, reincidente, em Brumadinho (MG), e agora vemos as queimadas na Amazônia. Convidamos toda a população a dar um grito de independência por democracia, soberania, contra a retirada de direitos e pelo direito à vida”, convoca. 

 

(Com informações da Secretaria do Grito dos Excluídos)

Comente

Missa pela Pátria e pelo povo brasileiro: em vez de desigualdades, a lei do amor

Por
15 de setembro de 2018

Nas comemorações dos 196 anos da Independência do Brasil, na sexta-feira, 7, a Arquidiocese de São Paulo realizou a missa pela Pátria e pelo povo brasileiro, na Catedral da Sé, presidida por Dom Eduardo Vieira dos Santos, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Sé, e concelebrada pelo Padre Helmo Cesar Faccioli, Auxiliar do Cura da Catedral.

Dom Eduardo, na homilia, lembrou ser aquele um dia para rezar pelo bem da Pátria e do povo brasileiro e para pedir que Deus ilumine as autoridades, a fim de que governem não por estruturas de privilégios e injustiças, mas pela lei do amor.

“Para nós cristãos, a lei maior é a lei do amor. No amor, somos chamados a nos querer bem, a ser promotores da paz e da justiça, pois desigualdade gera violência. Olhemos para este país tão belo, tão maravilhoso, mas cheio de desigualdades, de privilégios, que dão margem para a injustiça social, a violência e a falta de amor, de solidariedade, de um bem querer. Hoje, somos chamados a rezar pelo nosso País, a rezar por aqueles que o lideram, que o dirigem, para que o façam não em busca de privilégios, não sob leis e estruturas antigas que matam, que oprimem, mas sob a lei do amor”, afirmou.

 

COMPROMISSO COM O PAÍS

O Bispo exortou que cada pessoa se questione sobre o que tem feito para combater as injustiças e privilégios, e assuma uma postura ativa diante dos problemas do País. 

“Rezemos para que a Palavra de Deus seja a nossa luz, a nossa força, para que nos oriente no caminho da justiça, da paz e da fraternidade. Que, por nossos trabalhos, por nossas ações, por nossa cooperação, o Brasil possa ser um país muito melhor”, disse.

Ao recordar a realização das eleições neste ano, Dom Eduardo mencionou a responsabilidade de todos os eleitores. “Que tenhamos responsabilidade, compromisso com aqueles que estão comprometidos com o bem dessa nação, com a luta do povo, com a vida, com a liberdade”, e lembrou que cada um é chamado a “rezar por este País, mas também a dar seu voto consciente, responsável”.

Ainda durante a missa na Catedral, houve a oração pelos governantes, pedindo a Deus que exerçam suas tarefas com o espírito de serviço, voltando-se ao bem do povo e do País, como promotores da paz e do zelo pelos direitos de todas as pessoas.

 

GRITO DOS EXCLUÍDOS

Dom Eduardo também recordou a realização da 24ª edição do Grito dos Excluídos, que aconteceu em 7 de setembro em muitas partes do Brasil (leia detalhes no box abaixo).

“A Igreja convida a todos para que se manifestem, para que saiam de uma ação passiva para uma postura ativa, manifestando seu desejo por liberdade, por justiça e por vida digna”, afirmou o Bispo, ao mencionar que a iniciativa conta com a participação de pastorais e organismos da Igreja.

Em São Paulo, o Grito dos Excluídos teve início às 10h no Largo do São Francisco e seguiu pelas ruas do centro da cidade. Em âmbito nacional, os principais atos foram em Aparecida (SP), onde também aconteceu a 31ª Romaria dos Trabalhadores (veja fotos abaixo).

No Santuário Nacional de Aparecida, os romeiros reuniram-se em frente à Tribuna Bento XVI, onde foram recebidos por Dom José Reginaldo Andrietta, Bispo de Jales (SP), que refletiu sobre a luta pelos direitos dos trabalhadores e por uma sociedade mais igualitária. Eles também participaram da missa presidida por Dom Francisco Biasin, Bispo de Barra do Piraí/ Volta Redonda (RJ). “Enquanto existir a desigualdade e excluídos, precisamos lutar pela melhoria de todos”, afirmou Dom Francisco.

24° GRITO DOS EXCLUÍDOS

Thiago Leon/A12                                                              Luciney Martins/O SÃO PAULO

APARECIDA (SP)                                                                                          SÃO PAULO (SP)

 

Tema: Vida em primeiro lugar

Lema: Desigualdade gera violência: basta de privilégios!

Objetivo: Valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor.

UM GRITO PARA:

- A defesa dos excluídos;

- A construção de espaços e o estímulo a ações organizadas para lutar por um projeto de sociedade mais igualitária;

- Denunciar as estruturas opressoras e injustas da sociedade;

- Exigir do Estado a garantia do acesso aos direitos básicos, como educação, segurança pública, transporte, alimentação saudável, saneamento básico e moradia; - Lutar contra a privatização de recursos naturais e contra as reformas que retiram direitos dos trabalhadores;

- Uma auditoria integral da dívida pública. E ainda para:

- Democratizar a comunicação;

- Acessar e universalizar direitos básicos previstos na Constituição de 1988;

- Combater as políticas de Estado que geram violência;

- Que o Brasil seja um país comprometido com o povo, livre da corrupção, e que tenha distribuição igualitária de renda;

- A participação política e emancipação popular; Fonte: cebsdobrasil.com.br (Colaborou: José Ferreira Filho)

 

Fonte: cebsdobrasil.com.br

(Colaborou: José Ferreira Filho)
 
 

LEIA TAMBÉM: ‘Como ser patriota no Brasil hoje?’

Comente

Arquidiocese reza pelo povo brasileiro, a paz e a justiça na pátria

Por
10 de setembro de 2018

Na manhã desta sexta-feira, 7, dia em que se comemora a Independência do Brasil, Dom Eduardo Vieira dos Santos, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Sé, presidiu missa na Catedral da Sé pela Pátria e o povo brasileiro, concelebrada pelo Padre Helmo Cesar Faccioli, Auxiliar do Cura da Catedral.

No começo da missa, Dom Eduardo destacou ser este um dia para pedir a Deus pelo Brasil, pelo povo brasileiro e pelos governantes, para que governem a nação com justiça e paz.

Grito dos Excluídos

Na homilia, o Bispo recordou a realização da 24a edição do Grito dos Excluídos, que acontece nesta sexta-feira em todo o Brasil, com o tema “Vida em primeiro lugar” e lema “Desigualdade gera violência: basta de privilégios!”.

Dom Eduardo lembrou que a iniciativa tem o envolvimento de pastorais e organismos da Igreja, e disse que a Igreja no Brasil convida que todos se manifestem pela liberdade, justiça e vida digna.

Em São Paulo, o Grito dos Excluídos teve início às 10h no Largo do São Francisco, com previsão de passagem pela Praça da Sé, Pateo do Collegio, Largo São Bento, Largo do Paissandu e término na Praça do Correio. Dom Eduardo convidou a todos para a participação no ato ao final da missa.

“Rezemos para que a Palavra de Deus nos oriente no caminho da Paz, justiça e fraternidade, e que pelo nosso trabalho e ação o Brasil seja um país melhor”, afirmou na homilia.

Compromisso contra desigualdades e privilégios

Dom Eduardo disse ser este um dia de rezar para que os governantes conduzam o País não por estruturas de privilégios e de injustiça, mas pela lei do amor e do zelo pelo bem comum. Ele exortou a todos que se questionem sobre o que têm feito para combater as injustiças e para deixar de lado privilégios.

O Bispo indicou, ainda, que para o cristão o que vale é a lei do amor, pela qual todos são convocados a promover a paz e a justiça em um país “cheio de desigualdades e privilégios, que dão margem à injustiça social, violência e falta de amor”, situações que, segundo o Bispo, não se manifestam apenas na violência física, mas também no desemprego e falta de moradia, saúde e educação.

Dom Eduardo falou também sobre a realização das eleições deste ano e da responsabilidade de cada brasileiro: “Neste ano eleitoral, que tenhamos o compromisso com aqueles que estão comprometidos com o bem da nossa nação. Cada um é chamado à responsabilidade”.

Após a comunhão, todos rezaram a oração pelos governantes, pedindo a Deus que exerçam suas tarefas com o espírito de serviço, voltando-se ao bem do povo e do país, como promotores da paz e do zelo pelos direitos de todas as pessoas.

 

LEIA TAMBÉM

MENSAGEM DA CNBB PELO DIA DA PÁTRIA

Comente

Grito dos Excluídos chama a atenção da sociedade para os problemas do País

Por
05 de setembro de 2018

Esta semana, em consonância com as atividades em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, acontece em Aparecida(SP) e também em diversas localidades do território nacional a 24ª edição do Grito dos Excluídos. Como diz o próprio nome, trata-se de uma manifestação popular que reúne pessoas, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com a causa dos excluídos do contexto social.

Idealizado em 1994 e presente no calendário nacional desde o ano seguinte, o evento acontece em todo o País durante a Semana da Pátria e tem o ápice de suas ações no dia 7 de setembro. A atual edição tem como tema “Vida em primeiro lugar” e lema “Desigualdade gera violência: basta de privilégios!”, e quer chamar a atenção da sociedade para a urgência da organização e luta popular frente à conjuntura em que vive o País.

A proposta do Grito dos Excluídos este ano é refletir acerca de trabalho, honestidade e condições de vida, bem como a respeito da existência e do cumprimento de lei justas, que eliminem desigualdades, discriminações e, sobretudo, a violência, a fim de despertar a consciência de todos para a vivência de uma cidadania ativa e participativa e, assim, construir uma sociedade mais igualitária.

A programação em São Paulo prevê uma concentração no feriado do dia 7, às 10h, no Largo São Francisco (em frente à igreja homônima), seguida de uma caminhada que passará pela Praça da Sé, Pateo do Collegio, Largo de São Bento, Largo do Paissandu, e terminará na Praça do Correio, com a visitação ao Centro Cultural dos Correios, onde acontece a exposição que retrata a trajetória de Dom Paulo Evaristo Arns, cujas vida e obra sempre foram dedicadas à defesa dos mais necessitados e excluídos.

 

Comente

Arquidiocese celebra missa pela pátria

Por
07 de setembro de 2017

Na manhã desta quinta-feira, 7, Dia da Independência do Brasil, Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar de São Paulo, presidiu a Missa pela Pátria na Catedral da Sé. Participaram da celebração membros das pastorais sociais da Arquidiocese, que nesta data também realizam o Grito dos Excluídos. Neste ano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, propôs aos católicos de todo o Brasil uma jornada de oração pelo Brasil na Semana da Pátria, convidando os católicos a um dia de jejum e oração pelo país neste feriado.

Na homilia, Dom Devair destacou que a escuta da Palavra de Deus deve ser ocasião para louvor e para iluminar a realidade e a vida do povo de Deus. “Nosso povo está sofrendo com o desemprego e com as incertezas que diariamente são noticia. É verdade que também existem notícias de reação positiva da economia, e da diminuição do desemprego. Mas ainda estamos muito longe de ver restaurada a vida e a dignidade dos milhões de desempregados, pessoas que permanecem excluídas, e isso é um fato”, afirmou.

O Bispo lembrou, ainda, que a corrupção ocupa, cada vez mais, as manchetes e os debates públicos. “O mal da corrupção, que está alastrado e que impregnou as diferentes esferas da sociedade, não encontra espaço para conviver com a vida cristã”, salientou.

Diante desse cenário, Dom Devair enfatizou que tem crescido o desencanto das pessoas com as instituições e também com a política. “Infelizmente ganham espaço os projetos pessoais e as iniciativas ideológicas, que em nada ajudam os mais pobres e excluídos, mas favorecem interesses de alguns”.

“A fé exige discernimento, e a Igreja, atenta aos sinais dos tempos e cumprindo sua função de mãe e mestra, ensina que ‘A política é uma forma sublime de exercer a caridade’, como disse o Beato Paulo VI. Por isso é preciso separar aqueles que se acostumaram a fazer a política do interesse, daqueles que realmente se interessam pelos problemas sociais e por isso fazem política”, completou o Bispo.

Grito dos Excluídos

Após a celebração, os membros das pastorais sociais realizaram a manifestação do 23º Grito dos Excluídos iniciativa apoiada pela Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), que, este ano, tem como lema “Por direitos e Democracia, a luta é todo dia” e tema “Vida em primeiro lugar”.

Em São Paulo, será dado destaque para as questões da violência contra a população em situação de rua e a realidade dos dependentes químicos na região conhecida como Cracolândia. Os participantes do ato realizaram uma caminhada da praça da Sé até a praça Princesa Isabel, onde atualmente se encontra a maior concentração de usuários de crack.  

Jornada de oração pelo Brasil

Para a realização da jornada de oração pelo país, a CNBB disponibilizou  um roteiro de preces para serem feitos pelas comunidades e famílias católicas nada data. Confira: 

“A paz é o nome de Deus” (Papa Francisco)

Diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, pedindo a bênção da paz para o Brasil.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Neste ano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo.

Amém!

(Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!)

Comente

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.