Morre o professor Ivanaldo Santos

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14 de outubro de 2019

O filósofo, professor e escritor Ivanaldo Santos faleceu na sexta-feira, 11, após um acidente automobilístico, envolvendo dois carros e um caminhão na BR 304, entre cidades de Assu e Angicos, no estado do Rio Grande do Norte.

Ivanaldo era docente na Universidade do Estado Rio Grande do Norte (UERN) e deixa um legado de mais de 530 artigos publicados. Uma de suas obras mais recentes é o livro “Fraternidade e Misericórdia: Um olhar a partir da justiça e do amor”, escrito em parceria com a professora Lafayete Pozzoli.

O filósofo foi, ainda, colaborador do jornal O SÃO PAULO, com artigos publicados nas sessões de Opinião e Fé e Cidadania. Também era membro e conselheiro do Instituto Jacques Maritain.

A equipe do jornal O SÃO PAULO presta condolências à família do professor Ivanaldo ao mesmo tempo quer agradece a Deus pelo dom de sua vida.

A missa de 7º dia está marcada para a próxima quinta-feira, 17, às 19h, na Igreja de São Domingos, na Rua Caiubi, 164, no bairro do Alto das Perdizes.

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Morre Dom Serafim Fernandes de Araújo

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08 de outubro de 2019

Com profundo pesar, a Arquidiocese de Belo Horizonte informou na manhã desta terça-feira, 8, o falecimento do Cardeal Serafim Fernandes de Araújo, Arcebispo Emérito de Belo Horizonte (MG), aos 95 anos.

“Na palma da mão de Deus”, expressão tão, bonita, tão marcante, muitas vezes dita, de forma serena, por dom Serafim, é o lugar onde hoje o nosso Arcebispo Emérito descansa.”, expressou a Arquidiocese de Belo Horizonte.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), junto com seus bispos auxiliares, estão unidos em oração aos familiares, amigos e fiéis de toda a Arquidiocese de Belo Horizonte para se despedir de Dom Serafim.

 “O cardeal dom Serafim Fernandes de Araújo é presença admirável no coração do amado povo de Deus. Ao longo de mais de cinquenta anos de dedicação à Arquidiocese de Belo Horizonte, o cardeal deixa um legado de especiais feitos. Sua caminhada missionária fez crescer no coração de cada pessoa, principalmente cristãos católicos de nossa amada Arquidiocese, o amor a Jesus Cristo e à Igreja. Por isso também, no coração de todos estará sempre a gratidão, a admiração e o respeito por dom Serafim”, disse em nota Dom Walmor Oliveira de Azevedo.

VIDA DEDICADA À IGREJA

Dom Serafim Fernandes de Araújo nasceu em 13 de agosto de 1924 em Minas Novas (MG). Foi o terceiro Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, sucedendo Dom João Resende Costa, em 5 de fevereiro de 1986. Viveu sua infância em Itamarandiba e aos 12 anos de idade foi estudar no Seminário de Diamantina, onde se formou em Humanidades em 1942 e em Filosofia em 1944.

Foi escolhido para ir estudar em Roma, onde fez mestrado em Teologia e Direito Canônico na Pontifícia Universidade Gregoniana. Ordenado Padre no dia 12 de março de 1949, na Catedral de São João Latrão, em Roma, retornou ao Brasil em 1951. Foi pároco em Gouveia (MG), onde ficou de 1951 a 1957. Nesse mesmo período, exerceu ministério de capelão da Companhia Industrial de São Roberto.

De 1956 a 1957, assumiu o posto de capelão militar do 3º Batalhão Militar da Polícia Militar de Minas Gerais. Também foi diretor de Ensino Religioso da Arquidiocese de Diamantina e professor de Direito Canônico no Seminário Provincial. Em Curvelo, onde foi pároco em 1957 e cônego de 1958 a 1959, também atuou como professor em várias escolas.

Sagrado Bispo em 7 de maio de 1959, com apenas 34 anos (foi o mais novo bispo do Brasil), transferiu-se para Belo Horizonte para ser auxiliar de Dom João Resende Costa. Assumiu também os cargos de vigário geral, administrador e diretor de Ensino Religioso da Arquidiocese, além de tornar-se professor de Cultura Religiosa da PUC Minas. A partir de 1960, dom Serafim toma posse como reitor da PUC Minas.

Dom Serafim participou do Concílio Vaticano II, de 1962 a 1965. O Cardeal também viajou para vários países, em visita a universidades, para participar de seminários e congressos sobre educação. Entre 1978 e 1981, foi membro do Conselho Federal de Educação.

ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE

A posse como arcebispo coadjuntor – com direito à sucessão do arcebispo de Belo Horizonte – ocorreu no dia 31 de março de 1983, no Ginásio do Mineirinho. Em 1986, dom Serafim tomou posse como arcebispo metropolitano, sucedendo dom João Resende Costa.

Nomeado cardeal em 18 de janeiro de 1998. A cerimônia de início do seu percurso como Cardeal foi celebrada nos dias 21 e 22 de fevereiro de 1998 pelo Papa João Paulo II. Tornou-se arcebispo emérito de Belo Horizonte em 2004, quando dom Walmor Oliveira de Azevedo assumiu o governo da Arquidiocese de Belo Horizonte.

PESAR DO CARDEAL SCHERER 

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, manifestou pesar pela morte de Dom Serafim. 

“Dom Serafim dedicou seu longo episcopado à Igreja no Brasil, especialmente em Belo Horizonte. Foi um grande pastor e seu exemplo de vida e de pastoreio trouxe referência e serenidade à Igreja no Brasil. Que Deus o acolha agora entre seus bons e fiéis servidores neste mundo!”, afirmou, em nota. 

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA 

(Com informações de Arquidiocese de Belo Horizonte)

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Padre Gregório Lutz morre aos 88 anos

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06 de setembro de 2019

Padre Gregório Lutz, de 88 anos, faleceu na quinta-feira, dia 5, na Alemanha, onde estava desde julho, em decorrência de um câncer.

Nascido em Siegen, na Alemanha, em 1931, o sacerdote da Congregação Epiritana chegou ao Brasil em 1970. Em São Paulo, atuou como professor de liturgia a convite do então Arcebispo, Dom Paulo Evaristo Arns.

De 1979 a 1985, foi assessor da Comissão para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e entre 2015 e 2016 foi perito na Comissão Episcopal de Textos Litúrgicos (Cetel).

Foi responsável pela tradução do missal romano e membro fundador do Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard, associação vinculada à Igreja Católica, constituída por um grupo de liturgistas que se dedica ao estudo, à formação, à pesquisa e à produção científica na área da liturgia.

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, enviou ao Padre Leonardo da Silva Costa, CSSp, Superior Provincial dos Espiritanos no Brasil, uma mensagem de condolência:

“Tomei conhecimento do falecimento do Padre Gregório Lutz e quero apresentar ao senhor e a toda a comunidade de sua Congregação os meus sentimentos de pesar e solidariedade e minha oração. Padre Gregório marcou uma época na renovação litúrgica e, pela sua competência na matéria, ajudou a Igreja no Brasil a aprofundar o amor à Liturgia e a compreensão do seu valor para a vida e a missão da Igreja. Que Deus acolha o Padre Gregório na vida eterna e lhe conceda, agora, participar da Liturgia celeste, onde os ritos, símbolos e sinais não são mais necessários, pois, o louvor de Deus é celebrado face a face com a Santíssima Trindade”.

 

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Irmã Jacy Felix Palma morre aos 87 anos

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25 de julho de 2019

Faleceu nesta quarta-feira, 24, a Irmã Jacy Felix Palma, da Congregação das Missionárias de Jesus Crucificado. A religiosa estava internada no Hospital Beneficia Portuguesa por problemas de saúde. A causa da morte ainda não foi confirmada.

Irmã Jacy nasceu no dia 12 de abril de 1932, e atuou no Setor Pastoral da Freguesia do Ó, da Região Episcopal Brasilândia, na Pastoral da Catequese.

O corpo de Irã Jacy está sendo velado no Cemitério do  Araçá. Às 10h30, Dom  Angélico Sândalo Bernardino, Bispo Emérito da Diocese de Blumenau (SC), presidirá a missa de corpo presente e às 12h, o copro será o sepultamento no cemitério São Paulo.

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Morre Padre Leocir Pessini

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24 de julho de 2019

A Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos) comunicou o falecimento do seu superior geral, Padre Leocir Pessini, na manhã desta quarta-feira, 24, em São Paulo.  

Padre Leo, como era conhecido, nasceu em 14 de maio de 1955, em Santa Catarina. Fez sua primeira profissão religiosa na Ordem em 1975, e professou os votos perpétuos em 1978, sendo ordenado sacerdote em 1980. Desde 22 de junho de 2014, é o 60º superior geral dos Camilianos.

Formou-se em Filosofia no Centro Universitário Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, no Brasil. Em Teologia na Universidade Pontifícia Salesiana, de Roma. Especializou-se em Clínica Pastoral da Educação. Defendeu seu Mestrado e Doutorado em Teologia Moral e Bioética na Pontifícia Universidade Católica, em São Paulo. Recentemente concluiu seu Pós-Doutorado na Edinboro University, no Centro de Bioética na Pensilvânia (USA).

Foi vice-reitor do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, superior da Província Brasileira dos Camilianos e presidente das Organizações Camilianas no Brasil.

Padre Leo também era um dos colunistas do jornal O SÃO PAULO.

NOTA DE PESAR E SOLIDARIEDADE DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

FUNERAL

O velório do Padre Leo Pessini acontecerá na quinta-feira, 25, a partir das 12h, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompeia (av. Pompeia, 1250, Pompeia).

Na sexta-feira, 26, às 9h, será celebrada missa de corpo presente.

 

 

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Morre economista Walter Barelli

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19 de julho de 2019

A Arquidiocese de São Paulo recebeu, com pesar, a notícia do falecimento do economista e professor. Walter Barelli na noite desta quinta-feira, 18, aos 80 anos.

Barelli era membro do Conselho de Assuntos da Arquidiocese de São Paulo (CAE). foi diretor técnico do DIEESE de 1966 a1990, ministro do Trabalho no governo Itamar Franco, de 1992 a 1994, secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo (SERT) de 1995 a 2002, nos governos de Mário Covas e Geraldo Alckmin e deputado federal pelo PSDB-SP (2003-2007). Foi professor do Departamento de Teoria Econômica e membro Cesit (Centro de Economia Sindical e do Trabalho) da Unicamp.

De acordo com informações da família, Barelli morreu em decorrência das lesões causadas por acidente que ele sofreu no dia 10 de abril, quando caiu de uma escada ao sair do Instituto Tomie Ohtake e bateu fortemente a cabeça.

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, descreveu Barelli como “um grande católico,  leigo atuante na Arquidiocese e ativo em muitas frentes de responsabilidade social”.

“Lamento o seu falecimento e manifesto aos seus familiares as minhas condolências e solidariedade”, manifestou Dom Odilo, no programa “Encontro com o Pastor” desta sexta-feira, na rádio 9 de Julho.

O velório será realizado na cripta da Catedral Metropolitana da São Paulo, na Praça da Sé, nesta sexta-feira, das 15h30 às 21h. No sábado, 20, o velório segue das 7h30 às 10h, quando acontecerá a missa de corpo presente. O sepultamento será às11h em local ainda a ser divulgado.

LEIA TAMBÉM 

Nota de Pesar da Arquidiocese de São Paulo

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Morre o maestro Silvio Baccarelli

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21 de junho de 2019

Morreu na manhã desta sexta-feira, 21,  o maestro Silvio Baccarelli, responsável pela idealização de projetos de formação musical e inclusão social que fazem parte do Instituto Baccarelli. Ele estava com 88 anos.

O velório terá início às 18h desta sexta-feira, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e o corpo será cremado no Crematório da Vila Alpina, na manhã do sábado (22).

Silvio Baccarelli nasceu em 1931 e iniciou sua trajetória na música aos 12 anos, ingressando no Seminário em São Sebastião do Paraíso (MG). Aos 15 anos, assumiu a regência do coro da cidade, enquanto estudava para se tornar padre e especialista em música sacra. Em 1960, abandonou o sacerdócio e fundou o Coral Baccarelli. Em 1994, o grupo recebeu prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte.

O Instituto Baccarelli, uma associação civil sem fins lucrativos (ONG), surgiu após o maestro se sensibilizar com o incêndio ocorrido na favela Heliópolis, na zona sul de São Paulo. Acompanhando as notícias, Baccarelli resolveu criar um projeto que pudesse ajudar as crianças da comunidade.

Em uma pequena sala na Vila Mariana, ele começou a oferecer aulas de instrumentos. Em 2005, o projeto passou a ocupar uma antiga fábrica de sucos em Heliópolis e, em 2009, ganhou sede própria na Estrada da Lágrimas.

O instituto trabalha atualmente com 1.200 crianças e jovens da comunidade e mantém grupos como a Sinfônica Heliópolis e o Coral da Gente, que se apresentam no Brasil e já realizaram turnês internacionais.

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Morre dom Moacyr Grechi, arcebispo emérito de Porto Velho (RO), aos 83 anos

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18 de junho de 2019

O arcebispo emérito de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grechi faleceu na tarde desta segunda-feira (17), na capital do Estado de Rondônia. Dom Moacir foi arcebispo de Rio Branco de 1972 a 1998.

Seu lema episcopal era: “O último de todos e o servo de todos”!

Sempre sensível à causa dos que sofrem, assumiu a defesa dos indígenas, dos seringueiros e dos trabalhadores rurais. Foi um dos criadores do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), entidade que presidiu por oito anos.

Além disso, participou da criação da Faculdade Católica de Rondônia, bem como da Comissão Justiça e Paz.

Atuou ainda como delegado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na Conferência de Aparecida que aconteceu em maio de 2007. Dom Moacir também era membro da Comissão da Amazônia, embora nos últimos tempos estivesse afastado por razões de saúde.

O velório será na Catedral Metropolitana de Porto Velho, a partir das 6 horas do dia 18, terça-feira. Durante o dia celebrar-se-á três Missas nos seguintes horários: 8 horas, meio dia e 18h15. O sepultamento será seguido da Santa Missa Exequial, marcada para às 9h desta quarta-feira (19).

Nota de Condolências da CNBB pelo falecimento de Moacyr Grechi

Brasília-DF, 18 de junho de 2019

Prezado irmão, dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto velho (RO)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o olhar fixo em Cristo Ressuscitado e na certeza de que a vida é mais forte que a morte, se solidariza com o arcebispo de Porto velho (RO) dom Roque Paloschi, com os familiares de dom Moacyr e com a comunidade de Porto Velho, que o teve como zeloso pastor por longos e fecundos anos.

Que o seu testemunho de amor aos mais vulneráveis permaneça gravado, de modo indelével, em cada coração. Que o legado missionário deste nosso irmão no episcopado nos anime na construção do Reino de Deus.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

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Padre José Oliveira dos Santos morre aos 65 anos

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22 de abril de 2019

Faleceu na madrugada desta segunda-feira, 22, aos 65 anos, o Padre José Oliveira dos Santos, vítima de uma parada cardíaca.

Padre José nasceu na cidade de Pão de Açúcar (AL), em 07 de abril de 1954. Filho de Manuel Messias dos Santos e Maria da Glória Oliveira dos Santos, foi ordenado diácono em 15 de dezembro de 1991, na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, no Setor Pastoral Pirituba, na Região Episcopal Lapa, por Dom Fernando Penteado.

Em 26 de abril de 1992, Dom Paulo Evaristo Arns o ordenou sacerdote, na Paróquia São Domingos Sávio, também na Região Episcopal Lapa, território em que trabalhou durante seus 26 anos de Padre. Ao longo de sua missão, foi Pároco entre 2003 e 2009, da Paróquia São Francisco de Assis, no Setor Pastoral Butantã.

De 2011 a 2018, também como Pároco, atuou na Paróquia São Mateus, Setor Pastoral Rio Pequeno. Além disso, foi Assistente Eclesiástico entre 2015 e 2017 da Pastoral do Batismo na própria Região Episcopal e Coordenador de Pastoral de Setor Pastoral Rio Pequeno de 2009 a 2012.

Desde 2018, era Pároco na Paróquia Nossa Senhora Aparecida da Vila Anglo-Brasileira, do Setor Pastoral Lapa. Na manhã desta terça-feira, 23, às 10h, Dom José Benedito Cardoso, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, na Região Episcopal Lapa, presidirá a missa de corpo presente. Padre José será sepultado às 13h, no cemitério Santíssimo Sacramento, no jazigo da Venerável Irmandade São Pedro dos Clérigos, na Avenida Doutor Arnaldo, nº 1.200, no bairro do Sumaré.

 

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Irmã Alberta Girardi morre aos 97 anos em São Paulo

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31 de dezembro de 2018

As religiosas da Congregação das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade (Orionitas) e os membros de movimentos e pastorais sociais despediram-se na tarde deste domingo, 30, da Irmã Alberta Girardi, que faleceu à 1h30, e foi sepultada às 15h. Ela tinha 97 anos de idade.

Em nota, o presidente do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Mogi das Cruzes (SP), manifestou que “o Regional Sul 1 da CNBB rende graças a Deus pelo edificante testemunho de uma vida consagrada a Deus, na opção preferencial e incondicional pelos pobres. Que seu exemplo nos anime a perseverar na construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Irmã Alberta dedicou sua vida junto aos Sem Teto e Sem Terra. Seu exemplo não pode ser nem esquecido nem abandonado. Obrigado Irmã Alberta e que Deus a acolha agora na alegria da vida plena do Seu Reino”.

Em sua página no Facebook, a Arquidiocese de São Paulo também manifestou pesar pelo falecimento de Irmã Alberta.

BIOGRAFIA

Irmã Alberta nasceu em Quarto de Altino, em Veneza, na Itália, em 24 de outubro de 1921. Em 1943, ingressou em um convento, trabalhando inicialmente em um orfanato. Em 1951, foi enviada a Roma, onde criou uma escola profissionalizante de cinema para jovens órfãs e também realizou visitas pastorais a presídios.

Em 1970, a religiosa foi enviada ao Brasil, atuando inicialmente na cidade de Araguaia, até então no Estado de Goiás, onde permaneceu até 1986. De lá, partiu para trabalhos pastorais junto a comunidades ribeirinhas na Ilha de Marajó, no Pará.

Chegou a São Paulo em 1996, onde atuou na Comissão Pastoral da Terra (CPT) e na Pastoral Carcerária, além de estar atenta a realidade das crianças e das pessoas em situação de rua. Por dois anos, viveu pessoalmente em um acampamento de trabalhadores sem terra. Em reconhecimento, um assentamento no km 27 da Rodovia Anhanguera, no território da cidade de São Paulo, tem o nome de Comuna da Terra Irmã Alberta.

Em 2007, a Irmã ganhou o Prêmio Franz de Castro Holzwwarth da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e em 2012, o Prêmio Especial dos Direitos Humanos.

 

(Com informações do Regional Sul 1 da CNBB e Brasil de Fato)

 

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