Bispos das Grandes Metrópoles dialogam sobre a evangelização no mundo urbano

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26 de junho de 2019

Na segunda-feira, 17, a Arquidiocese de Florianópolis (SC) recebeu o Encontro de Bispos das Grandes Metrópoles, com o tema “A evangelização no mundo urbano”. Os palestrantes foram o professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Elson Pereira, e o Reitor do Seminário Convívio Emaús, Padre Vânio da Silva.

Participaram 16 bispos, de oito estados, dentre eles, o Secretário-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Joel Portella Amado; o Arcebispo de Salvador (BA) e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger; e o Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck.

A Arquidiocese de São Paulo foi representada pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, que presidiu a missa de abertura, e por Dom Eduardo Vieira dos Santos, Bispo Auxiliar na Região Episcopal Sé.

O professor Elson afirmou que oespaço urbano é um produto da sociedade. “Ele é um reflexo condicionante social, um conjunto de símbolos e campo de lutas, fruto da expressão espacial dos processos sociais materializados a partir das formas espaciais”.

Padre Vânio falou sobre como atender às necessidades espirituais das pessoas que trabalham e transitam no centro e indicou sete características que devem estar presentes na Pastoral Urbana: “Uma presença mais plural, acolhedora, querigmática, comunitária, personalizada, solidária e cuidadora dos evangelizadores”, continuou.

“É preciso compreender a mentalidade urbana. O que pensa? O que sente? O que sofre? Sobretudo na questão habitacional e na segregação de direitos, onde há muitos para uns e quase nada para outros”, apontou Dom Joel.

O Cardeal Scherer ressaltou que outro desafio concreto no mundo urbano é estar junto aos jovens e às crianças nas escolas e nas universidades: “Há muitas formas que nós precisamos repensar na nossa maneira de estar na cidade e de nos relacionar com o povo”.

Ao fim, foi anunciado que o próximo encontro dos bispos das grandes cidades será em Brasília (DF), em 2020, em data ainda a ser definida.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Florianópolis

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Há 525 anos celebrava-se a primeira missa das Américas

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05 de janeiro de 2019

Em 6 de janeiro de 1494 foi celebrada a primeira Missa foi em solo americano, há 525 anos, em Isabela, diocese de Puerto Plata, hoje República Dominicana. A primeira missa foi presidida pelo Padre Bernardo Boyl e concelebrada por outros doze sacerdotes, que chegaram com Cristóvão Colombo em sua segunda viagem.

O Papa Francisco enviou uma Carta em latim ao cardeal Gregório Rosa Chávez, bispo auxiliar de San Salvador, seu Enviado especial às celebrações de encerramento dos 525 anos da celebração da Primeira Missa no Continente americano, que terão lugar em Isabela, Puerto Plata, República Dominicana, no próximo dia 5 de janeiro de 2019.

A delegação da Santa Sé que estará presente na celebração é composta pelo cardeal Gregório Rosa Chávez e pelos padres Carlos Manuel Abreu Frias – do clero da Arquidiocese de Santo Domingo e Secretário-Geral Adjunto da Conferência Episcopal – e Bernardo Kiwi, pároco da Diocese de Puerto Plata.

Dom maior

Papa Francisco afirmou, em sua carta, que que “o maior dom concedido pelo nosso Salvador aos seus Apóstolos, na Última Ceia, foi o Sacerdócio e a Eucaristia. ‘Eis que estarei sempre convosco até ao fim dos tempos’. Esta sua promessa de estar presente entre ele seria a sua fortaleza. Esta é a certeza da nossa fé, que a santa Igreja de Cristo, a Igreja Católica, espalhada por todos os cantos do mundo, perpetuada nos séculos, em Cristo, por meio do sacrifício Eucarístico”.

 

Isabela

A localidade de Isabela conserva a memória histórica da colonização e da evangelização das Américas, com a construção da primeira fortaleza do continente, recém-descoberto pelo navegador genovês, Cristóvão Colombo, com o apoio da Coroa espanhola.

No ano de 1500, a cidade de Isabela ficou despovoada por causa dos furacões. Sobre as ruínas da primeira igreja foi construído o Templo das Américas, onde se venera uma imagem de Nossa Senhora de Monserrat, trazida pelos conquistadores.

 

(Fonte: Vatican News/ Manoel Tavares)

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No Advento, Igreja convida católicos a apoiar iniciativas de evangelização

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04 de dezembro de 2018

Despertar os discípulos-missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil estão entre os principais enfoques da Campanha para a Evangelização, realizada pela Igreja em todo o País, em sintonia com a Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate, do Papa Francisco, sobre o chamado à santidade no mundo atual, com o lema “Evangelizar partindo de Cristo”

A campanha foi iniciada no domingo, 25, na Solenidade de Cristo, Rei do Universo, e também Dia dos Cristãos Leigos e Leigas. A conclusão será no 3º domingo do Advento, em 16 de dezembro, quando deve ser realizada, em todas as comunidades católicas, a coleta para a Ação Evangelizadora no Brasil, que pretende apoiar as inúmeras iniciativas da Igreja no País no serviço da evangelização, da dinamização das pastorais, na luta pela justiça social, nas experiências missionárias das Igrejas irmãs e na missão ad gentes.

O gesto concreto de colaboração na Coleta da Campanha para a Evangelização será partilhado, solidariamente entre as arquidioceses, dioceses e prelazias, que receberão 45% dos recursos; os 18 regionais da CNBB, que terão 20%, e o Secretariado-Geral da CNBB, que contará com 35% das contribuições.

Fonte: CNBB

 

LEIA TAMBÉM: Juristas católicos lançam livro sobre o Acordo Brasil-Santa Sé

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Papa Francisco: anunciar Cristo não é marketing, mas coerência de vida

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30 de novembro de 2018

Na festa de Santo André (30/11), o Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta, convidando os fiéis a estarem "próximos da Igreja de Constantinopla", a Igreja de André, rezando “pela unidade das Igrejas”.

Coerência em anunciar Cristo

Na homilia, o Pontífice exortou a deixar de lado “aquela atitude, o pecado, o vício” que cada um de nós tem “dentro” de si, para ser “mais coerente” e anunciar Jesus de modo que as pessoas creiam com o nosso testemunho.

Refletindo sobre a Primeira Leitura, em que São Paulo explica como a fé provenha da escuta e a escuta diz respeito à Palavra de Cristo, o Papa recordou como é “importante o anúncio do Evangelho”, o anúncio de que “Cristo nos salvou, de que Cristo morreu e ressuscitou por nós”. De fato, o anúncio de Jesus Cristo não é levar "uma simples notícia”, mas “a única grande Boa Notícia”. Francisco explicou então o que significa o anúncio:

Não é um trabalho de publicidade, fazer propaganda para uma pessoa muito boa, que fez o bem, curou tantas pessoas e nos ensinou coisas belas. Não, não é publicidade. Tampouco é fazer proselitismo. Se alguém vai falar de Jesus Cristo, pregar Jesus Cristo para fazer proselitismo, não, isso não é anúncio de Cristo: isso é um trabalho, de pregador, feito com a lógica do marketing. Que é o anúncio de Cristo? Não é nem proselitismo nem propaganda nem marketing: vai além. Como é possível compreender isso? É antes de tudo ser enviado.

Portanto, ser enviado “à missão”, fazendo entrar “em jogo a própria vida”. O apóstolo, o enviado que “leva o anúncio de Jesus Cristo”, explicou Francisco, “o faz com a condição de que coloque em jogo a própria vida, o próprio tempo, os próprios interesses, a própria carne”. O Papa citou um ditado argentino, que implica “colocar a própria carne sobre o fogo”, isto é, colocar-se em jogo.

Esta viagem, de ir ao anúncio, arriscando a vida, porque jogo a minha vida, a minha carne – esta viagem – tem somente passagem de ida, não de volta. Voltar é apostasia. Anunciar Jesus Cristo com o testemunho. Testemunhar significa colocar em jogo a própria vida. Faço aquilo que digo.

Os mártires experimentam o verdadeiro anúncio

A palavra, “para ser anúncio”, deve ser testemunho, reiterou Francisco, que fala de “escândalo” a propósito dos cristãos que dizem sê-lo e depois vivem “como pagãos, como descrentes”, como se não tivessem “fé”.

O Papa então convida à “coerência entre a palavra e a própria vida: isso – evidenciou – se chama testemunho”. O apóstolo, o anunciador, “aquele que leva a Palavra de Deus, é uma testemunha”, que coloca em jogo a própria vida “até o fim”, e é “também um mártir”. De outro lado, foi Deus Pai que para "fazer-se conhecer" enviou “seu Filho em carne, arriscando a própria vida”. Um fato que “escandalizava assim tanto e continua a escandalizar”, porque Deus se fez “um de nós”, numa viagem “com passagem somente de ida”.

O diabo tentou convencê-lo a tomar outra estrada, e Ele não quis, fez a vontade do Pai até o fim. E anúncio Dele deve ir para a mesma estrada: o testemunho, porque Ele foi a testemunha do Pai feito carne. E nós devemos fazer-nos carne, isto é, fazer-nos testemunhas: fazer, fazer aquilo que dizemos. E isso é o anúncio de Cristo. Os mártires são aqueles que [demonstram] que o anúncio foi verdadeiro. Homens e mulheres que deram a vida – os apóstolos deram a vida – com o sangue; mas também tantos homens e mulheres escondidos na nossa sociedade e nas nossas famílias, que dão testemunho todos os dias, em silêncio, de Jesus Cristo, mas com a própria vida, com aquela coerência de fazer aquilo que dizem.

Um anúncio frutuoso

O Papa recordou que todos nós, com o Batismo, assumimos “a missão” de anunciar Cristo”: vivendo como Jesus “nos ensinou a viver”, “em harmonia com aquilo que pregamos”, o anúncio será “frutuoso”. Se, ao invés, vivemos “sem coerência”, “dizendo uma coisa e fazendo outra contrária”, o resultado será o escândalo. E o escândalo dos cristãos, concluiu, faz muito mal “ao povo de Deus”.

 

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Sínodo dos Bispos: "evangelizar a rede digital tornando-a mais humana"

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17 de outubro de 2018

A Igreja acompanhe os jovens no habitar a rede digital: embora não seja isenta de aspectos críticos, ela não é uma ameaça, mas um novo caminho de evangelização a ser percorrido com liberdade, prudência e responsabilidade, afirmaram os padres sinodais na manhã desta quarta-feira (17/10) em que o verbo “escolher” – terceira parte do Instrumentum Laboris – esteve no centro da décima quarta Congregação Geral do Sínodo dos Bispos dedicado aos jovens. Em andamento no Vaticano desde o dia 3 de outubro, o encontro sinodal prosseguirá até o próximo dia 28 deste mês.

Era digital: ser o Apóstolo Paulo do Terceiro Milênio

Somos chamados a tornar-nos “o Apóstolo Paulo do Terceiro Milênio”, afirmam, lançando a proposta de um “Setor especial para a pastoral e a missão digital”, com a finalidade de evangelizar, mas também de indicar aqueles sitos internet que defendem posições não fiéis ao ensino oficial e ao magistério. Nesse sentido, poderá ser útil a criação de aplicativos, jogos e instrumentos interativos que ajudem a conhecer o Evangelho e a Igreja.

Os bispos expressam também preocupação com aqueles jovens que transcorrem tempo demais no tablet, e smartphone, tornando-se dependentes e condenando-se à solidão de um mundo irreal onde as amizades são apenas virtuais.

A Igreja quer favorecer o encontro concreto entre pessoas mediante peregrinações e grandes eventos como as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) criadas por São João Paulo II. O olhar se volta desde já para a JMJ Panamá 2019.

Mais formação para a cidadania ativa e para a política

Foi dado amplo espaço na Sala do Sínodo ao tema da formação: Igreja e sociedade precisam dos jovens, mas sem improvisações. Segundo os padres sinodais, levar adiante um projeto educacional significa evitar que o laxismo ético, o individualismo e o relativismo enfraqueçam o entusiasmo das novas gerações.

É preciso uma pedagogia para a cidadania ativa e para a política: é necessário propor a Doutrina social da Igreja, um estilo de vida sóbrio, uma ecologia humana integral e contrastar a corrupção galopante. Para esse fim é importante, num mundo sempre mais multicultural, a colaboração entre as religiões.

Família, ambiente educacional mais importante

Não existe um ambiente educacional mais importante do que a família, academia de escuta e diálogo recíproco entre gerações, de aprendizagem das primeiras regras da convivência social.

A Sala do Sínodo faz votos de que a autoridade dos pais seja tutelada e seja promovida uma pedagogia familiar que encoraje mais as virtudes do que as emoções e estimule a disposição à dedicação e ao sacrifício.

A família hoje é ameaçada pelas colonizações ideológicas que condicionam as ajudas econômicas aos países menos desenvolvidos à introdução de políticas contrárias à vida e ao matrimônio entre homem e mulher, denuncia o Sínodo. A Igreja é chamada a fazer-se família de muitos jovens órfãos ou que vivem em contextos familiares desfavoráveis, acrescentam os bispos.

Jovens buscam respostas claras e concretas

Os participantes dos trabalhos da assembleia constatam que muitos jovens se distanciam da Igreja porque inconsistentes nas convicções de fé. Daí, a exigência de uma catequese que considere as interpelações de sentido e a sede de amor como objetivos aos quais responder.

Com efeito, os jovens querem indicações claras, não confusas, sem desvios da linguagem de Cristo ou em conformidade com as tendências modernas das mídias.

A formação para o matrimônio representa muitas vezes uma ocasião de reaproximação à comunidade eclesial, mas é preciso intervir antes. A resposta é uma pastoral vocacional mais eficaz e finalizada a um envolvimento dos jovens nos processos de decisão e na evangelização de seus coetâneos, sugere o Sínodo.

A amizade é lugar privilegiado para a transmissão da fé no cotidiano. Deve-se levar em consideração na catequese que a teoria precisa ser harmonizada com a vida concreta: uma evangelização que não alcança o coração é como uma verniz que fica somente na superfície. Também nos seminários a formação deve ser conjugada numa dimensão mais humana.

Igreja é ponto de referência para os jovens migrantes

Foi dado espaço também para o tema da imigração: “o encontro entre culturas encoraja a buscar o melhor do outro e a corrigir algum defeito nosso, afirmam os participantes na Sala do Sínodo.

Os sacerdotes são pontos de referência essenciais para muitos jovens refugiados. Se a Igreja for atenta às carências dos necessitados e abrir o coração a Deus e a todos os jovens, independentemente de sua história de vida, permanecerá sempre jovem.

A palavra chave permanece sendo “testemunho”, porque uma testemunha de Cristo tem poder atrativo mais do que mil palavras. De fato, os jovens pedem autenticidade e quando a encontram no exemplo de vida de mártires e santos, no sorriso límpido dos consagrados, na dedicação de um sacerdote, na alegria e na fadiga de ser família, então se interrogam, se colocam em caminho e decidem assumir as rédeas da própria vida.

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Governo proíbe evangelização pela internet

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25 de setembro de 2018

Em matéria de religião e liberdade de culto, o governo chinês continua a fechar o cerco. No dia 10, novas regras, publicadas no site oficial do governo, tornaram ilegal a transmissão de serviços religiosos, oração ou pregação pela internet.

Os grupos religiosos que quiserem manter um site precisarão de uma autorização do governo, que deverá verificar se o conteúdo transmitido é politicamente aceitável. A evangelização on-line é terminantemente proibida, assim como a divulgação de material que tenha como objetivo converter os leitores. Recursos de Catequese e de formação religiosa não podem ser publicados abertamente, podendo ser compartilhados somente por redes internas, acessadas com um nome de usuário e senha.

A medida é a mais nova iniciativa da política de “achinesação” do presidente Xi Jinping, para quem a identidade nacional chinesa e o ideal comunista estão acima da liberdade religiosa.

Fonte: CNA

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Paróquias e comunidades tem se preocupado com a evangelização das crianças

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28 de agosto de 2018

Várias paróquias e comunidade em todo o regional Oeste 1 tem se preocupado com a evangelização das crianças e adolescentes. Muitos padres e religiosos têm pedido para conhecer melhor a obra da infância e adolescentes missionários e assim implantar e levar este carisma encontrado na Infância e Adolescência Missionária (IAM), pois os protagonistas são as crianças e adolescentes, a coordenação dos grupos é por conta deles, o adulto que os auxilia é apenas um assessor. A IAM está presente em seis dioceses do regional, e em mais de 30 paróquias, aproximadamente mais de 950 crianças e 180 adolescentes vivem este carisma em sua vida de serviço na Igreja, e da testemunho em sua casa e na escola.

Confira a notícia na íntegra.

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Evangelização pela tevê para mais de 18 milhões de pessoas

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18 de abril de 2018

O sinal da TV Canção Nova chegou a São Paulo no dia 2 deste mês. Ao sintonizar o canal 59.1, mais de 18 milhões de pessoas poderão ter acesso a conteúdos de evangelização, programas jornalísticos, culturais, infantis e de entretenimento. Além de São Paulo, São Bernardo do Campo, São Caetano, Santo André, Diadema, Cotia, Guarulhos, Barueri, Osasco, Embu das Artes, Mauá, Carapicuíba, Jandira e Itapecerica da Serra passam a receber o sinal da TV Canção Nova.

Na grade da emissora, mais de dez programas são produzidos na Capital Paulista, entre eles: “Discípulos e Missionários”, apresentado pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, aos domingos, às 12h50, sobre temas atuais da Igreja Católica na América Latina; “Gente de Fé”, com o Padre Anderson Marçal e convidados que testemunham a esperança e a perseverança diante dos desafios; “Mais Saúde”, com a nutricionista clínica Gisela Savioli sobre qualidade de vida e educação alimentar; “Memórias do Líbano”, que traz a cultura e a religiosidade do Oriente Médio; e “Pra Ser Feliz”, apresentado ao vivo pelo Padre Adriano Zandoná, com a participação do telespectador que precisa de uma orientação espiritual.

A TV Canção Nova integra o Sistema Canção Nova de Comunicação (tevê, rádio, internet e revista) e, de acordo com dados do Portal BSD, site especializado, é a sexta maior rede de tevê em número de retransmissoras digitais instaladas no Brasil. Em 2019, a emissora fundada por Monsenhor Jonas Abib completará 30 anos.

Os telespectadores também têm a opção de sintonizar a TV Canção Nova pela Sky, canal 8; pela Oi TV 30; Claro TV 19; Vivo TV 233; pela NET canal 194, na capital paulista, pelo site: tv.cancaonova.com, redes sociais e aplicativos.

(Colaboraram: Malu Sousa e Rodrigo Luiz do Santos)

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Papa convoca Sínodo para a Pan-Amazônia

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19 de outubro de 2017

Antes de rezar a oração do Ângelus, Francisco fez, no domingo, 15, um anúncio surpreendente. Após saudar todos os peregrinos e delegações oficiais presentes às canonizações dos novos santos, o Pontífice disse: 

“Atendendo o desejo de algumas Conferências Episcopais da América Latina, assim como ouvindo a voz de muitos pastores e fiéis de várias partes do mundo, decidi convocar uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônica. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019. O objetivo principal dessa convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e, por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”.

Há vários meses, tem-se cogitado a realização de um encontro do Papa no Vaticano com os bispos de toda a região - nove países compõem a Pan-Amazônia - para avaliar os desafios e buscar respostas comuns para seus mais de 30 milhões de habitantes.

Já em maio de 2017, o Cardeal Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo e Presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica, em entrevista à rádio Vaticano , indicou dois aspectos fundamentais que deveriam ser tratados neste Sínodo: “O propriamente missionário e evangelizador naquela região, e a questão ecológica: a importância da floresta Amazônica e a ameaça que ela está sofrendo de destruição, degradação e desmatamento.” 

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Conselho Permanente debate ação evangelizadora no Brasil

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21 de junho de 2017

Da manhã desta terça-feira, 20 de junho, até a quinta-feira, 22 de junho, o Conselho Permanente da CNBB está reunido em Brasília com um ampla pauta de assuntos importantes relacionados ao acompanhamento da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

Entre as principais tarefas dos bispos nesta reunião estão os seguintes assuntos: tema central e experiências de evangelização para a Assembleia Geral (AG) de 2018; avaliação da última 55ª AG; Sínodo dos bispos sobre a juventude; relatos sobre a última assembleia do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), estudo de um texto sobre a acolhida da exortação apostólica do papa Francisco “Amoris Leatitia”, apresentação e estudo de um texto de estudo sobre Solo Urbano.

O Conselho Permanente é composto pelos presidentes e membros dos conselhos dos 18 regionais da CNBB e presidentes das comissões episcopais. Nesta reunião também estão presentes os assessores das comissões episcopais pastorais, representantes dos Organismos do Povo de Deus, além de convidados especiais, como os membros da equipe responsável pela reflexão sobre a conjuntura política e social do Brasil. Também estão presentes representantes dos organismos ligados à CNBB como a Caritas Brasileira e o Conselho Indigenista Missionário (CIMI).

Os participantes tiveram oportunidade de ampliar a pauta de estudos nestes três dias. Entre os temas apresentados no início da reunião há uma sugestão de que a CNBB faça uma proposta de um dia de oração e jejum pelo Brasil. Os bispos trabalham em sessões que ocupam os três turnos do dia. Várias sessões são realizadas na manhã, tarde e noite.

Serviço:
O que é o Conselho Permanente?

É o órgão de orientação e acompanhamento da atuação da CNBB e dos organismos a ela vinculados, bem como órgão eletivo e deliberativo, nos limites de seu Estatuto. É constituído pela Presidência da CNBB, pelos membros das Comissões Episcopais Pastorais (Consep) e os membros eleitos dos Conselhos Episcopais Regionais (Conser).

De que trata o Conselho Permanente?
Orientar, apoiar, acompanhar as atividades da CNBB e dos organismos a esta vinculados, cuidando para que se executem devidamente as decisões da Assembleia Geral e do próprio Conselho Permanente;

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