SP recebe 93º edição da Corrida Internacional de São Silvestre

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30 de dezembro de 2017

A 93ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, principal prova de rua da América Latina, acontece no domingo, 31, como de costume. Cerca de 30 mil pessoas se inscreveram na prova.  

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O percurso deste ano teve ajustes para aumentar a área de dispersão, a largada será a partir das 8h20, na avenida Paulista, altura da rua Frei Caneca, a chegada será em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero.

No centro, na região do Largo do Arouche. Saíram do percurso as ruas Sete de Abril e Dr. Bráulio Gomes. O percurso de 15 km foi implantado em 1991.

Em uma edição repleta de atrações do exterior como os sempre favoritos quenianos, o atletismo brasileiro também estará forte, com destaque para o mineiro Giovani dos Santos, que garantiu um lugar no pódio nas últimas seis edições, e Tatiele de Carvalho, sétima em 2016 sendo a melhor brasileira.

(Com informações de Gazeta Esportiva)

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Comitê Olímpico internacional retira parcialmente suspensão ao COB

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09 de novembro de 2017

O Comitê Olímpico Internacional (COI) retirou parcialmente, em 31 de outubro, a suspensão ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), que havia sido imposta no dia 6 do mês passado após a prisão de Carlos Arthur Nuzman, Ex- Presidente do comitê brasileiro, investigado na operação Unfair Play (jogo sujo) - um desdobramento da operação Lava Jato, motivado pelos ministérios públicos da França e do Brasil para investigar a possível compra de votos na escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica.

Nuzman deixou a prisão no dia 20, após obter habeas corpus do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que, em contrapartida, impôs uma série de restrições ao ex-mandatário do COB. No mesmo dia, a Justiça Federal aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), tornando Nuzman réu. Agora, ele responderá por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisa.

O COI, por meio de seu conselho executivo, suspendeu Nuzman provisoriamente de todos os seus direitos e funções decorrentes do seu cargo como membro honorário da entidade, retirando o brasileiro também da comissão de coordenação dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Após ser preso, Nuzman renunciou à presidência do COB, função que passou a ser assumida pelo até então vice, Paulo Wanderley.

Condições Impostas ao COB

O COI elogiou as primeiras medidas adotadas pela nova governança do COB, como as investigações internas e a assembleia extraordinária realizada em 11 de outubro.

Também houve menção positiva ao fato de o comitê brasileiro “conduzir uma análise específica da situação interna e das contas do COB entre 2008 e 2010, com o objetivo de garantir que o COB, na qualidade de pessoa jurídica, não foi envolvido, por qualquer forma, nas alegações/acusações que pesam sobre o senhor Nuzman na presente investigação conduzida Ministério Público Federal do Brasil”, bem como o fato de a entidade ter decidido “realizar uma análise cuidadosa das auditorias realizadas durante este período”.

No comunicado de 31 de outubro, o COI permitiu que o COB retome seu assento nas assembleias da Associação Comitês Olímpicos Nacionais, que assim já pôde participar do encontro entre os 206 comitês olímpicos do mundo, ocorrido na última semana, em Praga na República Tcheca.

Todas as outras medidas tomadas pelo Comitê Executivo do COI, como parte da suspensão provisória, continuam em vigor, entre as quais o congelamento parcial dos pagamentos e subsídios no valor total de R$ 7 milhões.

Sobre a Operação Unfair Play

Nuzman é apontado como elo do COB e do COI no esquema de compra de votos, que teria destinado US$ 2 milhões a empresas de Arthur César de Menezes de Soares, indicado como operador financeiro do esquema. O dinheiro teria como destino o senegalês Lamine Diack, Ex-Presidente da Federação Internacional de Atletismo (Iaaf), que, segundo as investigações, após o pagamento da propina, votou no Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016 e influenciou outros dirigentes a fazerem o mesmo.

O Ex-Presidente do COB é também acusado de comprar votos de representantes de países africanos no COI, em ação conjunta com Ruy Cezar Miranda, Ex-Assessor do então Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB).

As primeiras denúncias contra o Presidente do COB foram feitas em 2012 pelo Ex-Presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (Cbdg), Eric Maleson, que no mesmo ano foi afastado do cargo pela Justiça, sob a acusação de ter falsificado documentos e desviado verbas dessa confederação esportiva. Em 2016, Maleson formalizou uma denúncia ao ministério público francês, que deu base à investigação da Polícia Federal brasileira e culminou na operação Unfair Play.

(Com informações de O Globo, COB, Folha de S.Paulo)

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