O consumo de mídia em tempo de mercado digital

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10 de setembro de 2018

O I Congresso de Comunicação da Signis-Brasil, ocorrido em Porto Alegre (RS) entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro, reuniu 70 profissionais de mídia em torno do tema “Consumo de mídia em tempo de mercado digital”. 

A Signis é um movimento eclesial leigo católico romano composto por profissionais dos meios de comunicação, incluindo imprensa, rádio, televisão, cinema, vídeo, educação de mídia, internet e novas tecnologias.

Citando o Papa Francisco, no painel de abertura, a presidente da Signis Mundial, Helen Osman, se disse encorajada a sair às periferias e lembrar que o coração do trabalho dos comunicadores católicos é a pessoa humana. 

Frei João Romanini, Presidente da Signis-Brasil, salientou a importância de um olhar humano e caridoso para a produção da informação. “É preciso descer ao andar de baixo”, disse o Frei, para enfatizar a necessidade de sentir na pele as necessidades dos mais pobres e marginalizados. 

Foram apresentados também casos analisados coletivamente, e, na última parte da programação, os participantes do congresso se dividiram nos seguintes grupos de interesse: Signis Jovem, Signis Rádio e Signis TV’s. 

 

CULTURA DE PAZ

Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e Vigário Episcopal para Pastoral da Comunicação, participou do momento de abertura, em nome da Comissão de Comunicação da CNBB, e falou sobre a importância dos meios de comunicação para a Igreja. 

“O Concílio Vaticano II dedicou um documento sobre os meios de comunicação e, a partir de então, muitas iniciativas começaram. Uma delas é a mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações, publicada anualmente, que este ano tratou do tema das fake news”, disse Dom Devair. 

O Bispo comentou  o mal que as fake news podem causar, sobretudo no que se refere à construção de uma cultura de paz.  Salientou, ainda, que, somente com a promoção da verdade e da comunhão, a mídia católica pode construir tal cultura. 

Durante sua fala na mesa de abertura sobre “A Comunicação para uma Cultura de Paz”, Dom Devair citou textos e documentos da Igreja que ajudaram na reflexão sobre o tema. “A Igreja tem plena consciência da importância dos meios de comunicação, mas principalmente reconhece o papel dos comunicadores na promoção de uma cultura de paz. A esperança não pode estar distante daquilo que comunicamos. Nosso grande desafio é dizer a verdade e descobrir qual a melhor maneira de fazê-lo. A essência da transmissão da verdade é sempre o diálogo. Não podemos fazer uma comunicação a distância”, disse o Bispo.


 

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Signis Brasil realiza I Congresso de Comunicação em Porto Alegre

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31 de agosto de 2018

A divisão brasileira da Associação Católica Mundial para a Comunicação, Signis Brasil, promove nestes dias, o seu I Congresso de Comunicação, com o tema “Consumo de Mídia em tempo de mercado digital”. Iniciado nesta sexta-feira, 31, o evento segue até dia 2 de setembro, em Porto Alegre (RS).

Participa do congresso o bispo auxiliar de São Paulo (SP) e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Devair Araújo da Fonseca.

O tema “Consumo de Mídia em tempo de mercado digital” norteia a reflexão e o intercâmbio das experiências assertivas, de estratégias e práticas de inovação no âmbito das comunicações.

A Signis Brasil transmite o evento ao vivo pelo Facebook

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A preparação para o Sínodo 2018 sobre os jovens e o discernimento vocacional

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13 de agosto de 2018

De 3 a 28 de outubro, os jovens vão estar no centro das atenções do Vaticano. Neste período, o papa Francisco e os bispos do mundo todo estarão reunidos na 15ª assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos, que terá como tema ‘Os jovens, a fé e o discernimento vocacional’.

O sínodo quer ser uma resposta ou uma motivação para que os jovens continuem em pé. Para que os jovens tenham a coragem do Profeta Jeremias, que escutou a voz de Deus: “Não tenhas medo […] pois estou contigo para defender-te” (Jr 1,8). Além disso, o sínodo quer motivar os bispos a olharem com carinho para a juventude da Igreja.

A preparação para este encontro segue a todo vapor. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Vilsom Basso, esteve reunido, de 6 a 10 de agosto, em Bogotá ao lado de todos os bispos que foram convocados pelo papa Francisco para o Sínodo em Roma.

Em junho, o Vaticano divulgou Instrumentum Laboris documento que vai nortear o trabalho dos bispos reúne é o momento de convergência da escuta de todos os componentes da Igreja e também de vozes que não pertencem a ela. Estruturado em três partes – reconhecer, interpretar e escolher – o Documento busca oferecer as chaves de leitura da realidade juvenil, baseando-se em diferentes fontes, entre as quais um Questionário on line que reuniu as respostas de mais de 100 mil jovens.

O assessor da comissão para Juventude, padre Antônio Ramos do Prado, mais conhecido como Toninho, diz que os jovens e toda Igreja receberão luzes e pistas de ação para evangelizar as juventudes em contexto de mudança de época e de uma sociedade que muda rapidamente. “Os jovens poderão esperar uma aproximação maior da Igreja. Só o fato do papa convocar um Sínodo sobre juventude e escuta-los presencialmente já é uma bela atitude de uma Igreja Jovem”.

“A Igreja, também através deste Sínodo, é chamada a dirigir uma atenção específica aos jovens que são vítimas de injustiça e exploração, através de uma atuação fundamental de reconhecimento: a abertura de espaços em que possam exprimir-se e, sobretudo, encontrar escuta”, pode ler-se no ‘Instrumentum Laboris’.

Segundo o padre Toninho, a comunicação é um dos temas que a Igreja precisa dar voz e vez aos jovens. “ Chamar os jovens para participar de todos os espaços eclesiais nas pequenas e grandes comunidades. Deixar os jovens contribuírem em especial no campo da comunicação aonde os jovens dominam com categoria”.

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60 mil coroinhas com o Papa Francisco em julho

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13 de julho de 2018

A 12ª Peregrinação Internacional dos Ministrantes terá lugar em Roma de 30 de julho a 3 de agosto, organizada pela Coetus Internationalis Ministrantium (CIM)

Serão mais de 60 mil jovens e adolescentes provenientes de países europeus como Itália, França, Bélgica, Croácia, Luxemburgo, Áustria, Portugal, Romênia, Suíça, Sérvia, Eslováquia, República Tcheca, Ucrânia, Hungria, Polônia, mas também dos Estados Unidos, Antigua e Barbuda.

"Busca a paz e vai ao seu encalço"(Salmo 33,15b) é o lema escolhido para o evento que terá seu ponto alto com a audiência com o Papa Francisco na Praça São Pedro, na terça-feira, 31 de julho.

Os jovens peregrinos estarão acompanhados pelo presidente do CIM, Dom Ladislav Nemet, presidente da Conferência Episcopal internacional Santos Cirilo e Metódio.

Somente da Alemanha serão cerca de 50 mil os jovens, guiados pelo bispo de Passau, Dom Stefan Oster, presidente da Comissão episcopal para os jovens ministrantes.

Em vista do encontro, foi criado o canal youtube no qual, nos últimos meses, numerosos jovens postaram o próprio clip, contendo declarações pessoais sobre temas sobre a paz, fé, serviço ao altar, peregrinações.

Também foi criado o aplicativo goRome!, que une comunicação digital com elementos de pastoral juvenil, como por exemplo, o jogo de aventura dedicado ao Santo Padroeiro dos coroinhas, São Tarcísio, ou textos contendo reflexões educativas e espirituais, além, naturalmente, de uma seção com todas as informações concernentes a viagem a Roma.

(Agência Sir)

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Com “dor e vergonha”, bispos chilenos encontram o Papa

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15 de mai de 2018

Tem início esta terça-feira, no Vaticano, o encontro do Papa Francisco com os bispos do Chile sobre a questão dos abusos que se verificaram na Igreja daquele país. Os colóquios se encerram no dia 17 de maio, com a participação de 31 bispos diocesanos e auxiliares e três bispos eméritos.

 

Coletiva de imprensa

Às vésperas deste encontro, dois bispos chilenos realizaram uma coletiva de imprensa na sede do Vatican News: Dom Fernando Ramos, bispo auxiliar de Santiago e secretário-geral da Conferência Episcopal Chilena, e Dom Juan Ignacio González, bispo de San Bernardo.

 

Convocados pelo Papa

Citando a carta de convocação do Papa Francisco de 8 de abril passado, Dom Ramos explicou: “Em primeiro lugar, viemos a Roma para receber as conclusões do relatório de Dom Scicluna sobre sua visita ao Chile e também para fazer um discernimento para encontrar medidas a breve, médio e longo prazo para restabelecer a comunhão e a justiça. Estes são os dois grandes temas para os quais o Santo Padre nos convidou com a sua carta”.

 

Discernimento sobre as responsabilidades

“Esses encontros – prosseguiu Dom Ramos – referem-se às questões de abusos de poder, abusos de consciência e abusos sexuais que se verificaram nas últimas décadas na Igreja chilena, assim como os mecanismos que levaram em alguns casos à ocultação e a graves omissões em relação às vítimas. Um segundo ponto é compartilhar as conclusões que o Santo Padre tirou do relatório de Dom Scicluna. E um terceiro ponto é o convite do Papa a fazer um longo processo sinodal de discernimento para ver as responsabilidades de todos e de cada um nessas feridas terríveis que são os abusos e buscar as mudanças necessárias para que não se repitam mais”.

 

Dor e vergonha

Dom Ramos então afirmou: “A nossa atitude é de dor e vergonha, em primeiro lugar. Dor porque infelizmente existem as vítimas: existem pessoas que são vítimas de abusos e isso causa profunda dor. E vergonha porque esses abusos aconteceram em ambientes eclesiais que são justamente os locais onde estes tipos de abusos jamais deveriam acontecer”.

 

Perdão e reparação

Dom Ramos acrescentou: “Devemos pedir perdão 70 vezes 7. Creio que seja um imperativo moral para nós muito grande. O importante é que o pedido de perdão seja realmente reparador”. O prelado concluiu: “Com toda humildade ouviremos o que o Papa nos dirá”; este é “um momento muito importante” para a renovação da Igreja chilena.

 

Papa Francisco, exemplo para os bispos chilenos

Por sua vez, Dom González disse que os bispos chilenos veem o Papa Francisco como um exemplo por ter admitido os erros, ter pedido perdão e por ter encontrado as vítimas. O ponto central – reiterou – são as vítimas e por isso a Igreja deve fazer obra de reparação, com humildade e esperança, seguindo o ensinamento de Jesus.

 

Sala de Imprensa

Em comunicado de 12 de maio passado, a Sala de Imprensa afirmou que “é fundamental restabelecer a confiança na Igreja através de bons pastores que testemunhem com sua vida ter conhecido a voz do Bom Pastor e que saibam acompanhar o sofrimento das vítimas e trabalhar de modo determinado e incansável na prevenção dos abusos. O Santo Padre agradece a disponibilidade dos seus irmãos Bispos de se colocar à escuta doce e humilde do Espírito Santo e renova seu chamado ao Povo de Deus no Chile para continuar em estado de oração para que haja a conversão de todos”.

E concluiu: “Não está previsto que o Papa Francisco faça qualquer declaração nem durante nem depois dos encontros, que se realizarão em absoluta confidencialidade.”

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Donald Trump e Kim Jong-un se encontrarão em Cingapura em 12 de junho

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10 de mai de 2018

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se reunir com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, no dia 12 de junho, em Cingapura. O anúncio foi feito pelo norte-americano em uma mensagem no Twitter.

“O tão aguardado encontro entre Kim Jong-Un e eu será em Cingapura, no dia 12 de junho. Vamos os dois tentar fazer deste um momento algo muito especial para a Paz Mundial!”, disse Trump.

A imprensa norte-americana afirma que será o primeiro encontro da história entre um presidente norte-americano em exercício e um líder norte-coreano.

Na quarta-feira (9), o presidente antecipou que a reunião foi acertada em uma conversa entre Kim Jong-un e o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, em Pyongyang.

Pompeo regressou aos Estados Unidos na madrugada de hoje, com três cidadãos norte-americanos que eram mantidos prisioneiros da Coreia do Norte, e foram liberados na quarta-feira (9).

Os Estados Unidos e a Coreia do Norte começaram os diálogos em busca de um acordo e um encontro entre os líderes, após um ano marcado por agressões e tensões elevadas.

Em abril, Kim Jong-un teve um encontro histórico com o presidente sul-coreano Moon Jae-in. Eles firmaram um acordo de paz e um compromisso mútuo de colocar fim às inimizades entre os países, que prevalecia desde o cessar-fogo da guerra entre os dois países, em 1953.

A reaproximação entre os dois países e a aproximação com os Estados Unidos ocorrem depois de várias sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, além da pressão da China sobre a Coreia do Norte. O país é um importante aliado dos norte-coreanos e tem grande influência na economia local.

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Em encontro extraoficial, Papa recebe líderes religiosos em Yangun

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28 de novembro de 2017

Depois de presidir a celebração da missa na sede do Arcebispado, a terça-feira,28, do Papa Francisco em Yangun começou com um evento extraoficial: o Pontífice recebeu 17 líderes das diferentes religiões presentes em Mianmar.

Tratou-se de um reunião inserida sucessivamente à programação para ressaltar o valor que o país atribui ao diálogo inter-religioso – uma das finalidades desta 21ª viagem apostólica seja em Mianmar, seja em Bangladesh.

“Como é bonito ver irmãos unidos” foi o versículo de um Salmo citado por Francisco logo ao início, acentuando porém, que isto não quer dizer “iguais”.

“A unidade não é uniformidade, mesmo dentro da mesma Confissão (...). Somos todos diferentes e cada Confissão tem suas riquezas, suas tradições, suas riquezas para dar, para compartilhar. E isto somente pode existir, quando se vive em paz. E a paz se constrói no coro das diferenças. A unidade sempre se dá com as diferenças”, insistiu Francisco, e “a paz é isto, a harmonia”.

O Pontífice alertou sobre a tendência mundial à uniformidade, de fazer tudo igual. “Isto é matar a humanidade. Isto é uma colonização cultural”.

Nós devemos entender a riqueza de nossas diferenças, e é a partir destas diferenças que se dá o diálogo, enfatiza o Papa.

“Não tenhamos medo das diferenças. Um é o nosso Pai. Nós somos irmãos, disse Francisco. Nos queiramos como irmãos. E se discutimos entre nós, que seja como irmãos. Que em seguida se reconciliam. Sempre voltam a ser irmãos. Eu penso que somente assim se constrói a paz”.

“Obrigado, construam a paz, exortou Francisco. Não se deixem uniformizar pela colonização das culturas. A verdadeira harmonia divina se faz por meio das diferenças. As diferenças são uma riqueza para a paz”.

Ao concluir, o Papa “"permitiu-se" uma oração, de irmãos para irmãos”, rezando a Bênção Apostólicas contida no Livro dos Números.

No total, foram 40 minutos de encontro, no qual estavam presentes líderes budistas, hinduístas, muçulmanos, judeus, batistas e anglicanos.

Depois do almoço, o Papa regressou ao aeroporto de Yangun rumo à capital, Nay Pyi Taw, para a cerimônia oficial de boas-vindas e o encontro com as autoridades. Nesta ocasião, Francisco pronuncia seu primeiro discurso em terras birmanesas.

Em Nay Pyi Taw, o Pontífice se reúne também com “A Senhora”, como é conhecida a histórica ativista Aung San Suu Kyi, hoje Conselheira de Estado e a figura mais emblemática deste momento de transição da política birmanesa.

No final da tarde, o Papa volta a Yangun.

 

Imprensa

A imprensa local, seja os jornais em inglês, seja em birmanês, dedicou a primeira página à chegada do Pontífice, ressaltando a multidão em festa pelas ruas de Yangun.

“Milhares de pessoas lotam as avenidas para receber o Papa”, “multidão colorida acolhe o Santo Padre” foram algumas manchetes.

Os jornalistas prontamente noticiaram a visita inesperada ao Pontífice do Chefe das Forças Armadas, Min Aung Hlaing, e as palavras dirigidas a Francisco de que “não existe opressão ou discriminação religiosa em Mianmar”. 

 

A capital

A cidade foi construída e planejada para ser a sede do governo, e é assim oficialmente desde 2006. Nay Pyi Taw também é conhecida pela desproporção entre a densidade populacional e o seu tamanho, suas avenidas largas e longas. Pelas ruas, se alternam momentos de vida ordinária com o absoluto silêncio e a ausência total de movimento. 

Com a capital, cresce também a Igreja Católica. Na cidade, existem somente duas paróquias. A reportagem do Programa Brasileiro visitou uma delas: a de São Miguel Arcanjo. Dois sacerdotes conduzem esta paróquia frequentada apenas por 30 famílias. Enquanto a igreja está em construção, as missas são celebradas só aos domingos num templo improvisado e a única atividade é a catequese para as crianças.

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Papa recebe delegação de Ahiara, Nigéria

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08 de junho de 2017

O Papa Francisco recebeu em audiência na manhã desta quinta-feira, 8, uma delegação da Diocese de Ahiara, na Nigéria, acompanhada pelo Arcebispo de Abuja e Administrador Apostólico de Ahiara, Cardeal John Onaiyekan, pelo Arcebispo Metropolita de Owerri, Dom Anthony Obinna, pelo Arcebispo de Jos e Presidente da Conferência Episcopal da Nigéria, Dom Ignatius Kaigama e pelo Bispo de Ahiara, Dom Peter Okpaleke, informa um comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Nos dias precedentes, no âmbito da visita ad Limina Apostolorum, a delegação manteve encontros com o Cardeal secretário de Estado, Pietro Parolin e o Prefeito e os Superiores da Congregação para a Evangelização dos Povos, com os quais foi examinada largamente a penosa situação da Igreja em Ahiara.

Na audiência desta manhã, o Santo Padre, após atenta avaliação, considerou ser “inaceitável” a situação em Ahiara”, afirmando que tomará “oportunas providências”, lê-se na nota.

Francisco também confiou ao materno cuidado de Maria e Diocese de Ahiara.

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