Dom Devair: ‘Deus continua a insistir no amor e na misericórdia’

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26 de abril de 2019

As celebrações do Tríduo Pascal da Paróquia Bom Jesus dos Passos, na Freguesia do Ó, foram presididas por Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Brasilândia, incluindo a solene Vigília Pascal, no Sábado Santo, 20, durante a qual também houve o Batismo de cinco adultos.

Dom Devair, na homilia, comentou que as sete leituras proclamadas do Antigo Testamento mostram que “Deus continua a insistir no amor e na misericórdia, chamando à conversão, buscando resgatar o homem” para o caminho da salvação, e que, quando parecia não haver mais esperança, “Deus enviou seu filho para nos resgatar”.

Além disso, enfatizou a esperança de Deus com o povo e as muitas vezes em que deu a humanidade novas chances de vivenciar o seu amor.

O Bispo retomou os acontecimentos do Tríduo Pascal. Na Quinta-feira Santa, Deus prepara um banquete em que “dá a si mesmo, o seu corpo e seu sangue” e se “sente sozinho da companhia humana, mas não sozinho da companhia de Deus”, e aceita plenamente a vontade do Pai.

A partir dessa profunda experiência de Deus, Cristo se entrega na cruz de uma forma serena e tranquila, algo não compreendido por seus discípulos, que vivem uma experiência de grande silêncio. Segue-se, porém, a Ressurreição, “um grito diante da morte, diante da dor, um grito da vida que vence a morte.

A Ressurreição é a força do fogo que ilumina a noite, que faz sair das trevas”, afirmou o Bispo, apontando que a luz “continua a brilhar hoje para nós e essa é a nossa esperança, essa é a nossa fé que fomos chamados a testemunhar”, disse ao relembrar que o início da Solenidade do Sábado Santo é feito ainda na escuridão, para assim, apresentar a luz da Ressurreição.

Se estávamos tristes, hoje é dia de retomar a alegria, a alegria da certeza que a palavra do Antigo Testamento se realiza também na história e na vida de cada um de nós”, afirmou.

Novamente ao falar sobre esperança, Dom Devair fez memória do anúncio da Ressurreição de Cristo, quando Pedro chega ao túmulo vazio e vê apenas os lençóis que cobriam o corpo dobrados: “O apóstolo volta para casa animado por essa esperança e fortalecido na sua fé, porque Cristo não está morto, Ressuscitou e é nesta fé que também nós estamos aqui, na fé da liberação plena e verdadeira em Cristo”.

(Colaborou: Flavio Rogério Lopes)

 

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Abertura das turmas de Crisma conta com cerca de 200 jovens

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16 de agosto de 2018

Aproximadamente 200 jovens participaram, no sábado, 4, da abertura das turmas de Crisma no Setor Pereira Barreto. A celebração foi presidida por Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e Vigário Episcopal na Região Brasilândia, e concelebrada pelos padres que atuam nas paróquias do Setor: Roberto Moura, Pedro Ricardo Pieroni, Natanael Pires, Dirceu de Passos, Francisco Antônio Rangel e Bruno Muta Vivas.

A missa contou com a presença de cerca de 200 crismandos das seis paróquias do Setor Pereira Barreto e oficializou o início das atividades da catequese de crisma nas respectivas paróquias envolvidas.

Todos os padres estiveram presentes, com exceção dos sacerdotes da São Judas Tadeu. Dom Devair presidiu a missa e comentou o Evangelho do dia. Ao final da celebração, ele fez um convite vocacional. Aproveitando o dia de João Maria Batista Vianney, orientou para que os jovens entreguem suas vidas a Deus.

 

PARÓQUIAS DO SETOR

O Setor Pereira Barreto faz parte dos seis setores pastorais que compõem a Região Episcopal Brasilândia (, Freguesia do Ó, Jaraguá, Dom Paulo, Pereira Barreto, Perus e São José Operário). A Região, atualmente, é composta por 37 paróquias.

O Setor Pereira Barreto é dividido em 6 paróquias: Paróquia São Judas Tadeu, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Paróquia Nossa Senhora do Retiro, Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e Paróquia São Luís Gonzaga.

 

CONVITE VOCACIONAL

O Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo convidou os jovens ao final da missa a oferecem sua vida a Deus e concentrarem seus esforços na palavra Deste. No dia do Santo Cura d’Ars, a orientação de D. Devair trouxe à memória o caminho de São João Maria Vianney, que já em sua juventude vivenciou o Terror da Revolução Francesa, com os sacerdotes perseguidos e as escolas fechadas, e logo aos 13 anos recebeu a Primeira Comunhão das mãos de um sacerdote “refratário” (que não tinha jurado a ímpia Constituição do Clero), durante o segundo Terror, em 1799.

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