‘Senti um forte chamado para servir’

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09 de janeiro de 2019

“Como diácono permanente, casado, pai de família e no meio em que vivo, devo ser sinal da presença sacramental do Cristo Servo, servindo o irmão na Palavra, na Liturgia e na Caridade”, afirmou Welton Tadeu Marcondes de Oliveira Santos. Aos 42 anos, Welton é casado com Lílian Motta de Oliveira Santos e pai de quatro filhos: Luana, Lucas, Letícia e Larissa.

"Participamos da Paróquia Nossa Senhora das Dores, os filhos como coroinhas, e nós como catequistas de Crisma, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, além de acompanharmos os jovens na JMJ 2013”, explicou Welton, sobre os compromissos assumidos na Paróquia em que atua.

 

 

Chamado

Ele disse à reportagem do jornal O SÃO PAULO que sentiu no coração um forte chamado a servir à Igreja como diácono permanente, após um período de discernimento e incentivado pela esposa.

“Procurei o pároco que me encaminhou para a Escola Diaconal onde me preparei para este ministério por mais de seis anos, incluindo os cinco anos da Graduação em Teologia pela PUC-SP. Na caminhada vocacional, passei a servir na Paróquia Nossa de Fátima, exercendo diversas atividades e realizando meu estágio pastoral”, que tem como lema diaconal: "Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi" (Jo 15,16).

 

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‘O exercício diaconal é estar disponível a serviço da Palavra, da liturgia e da caridade’

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08 de janeiro de 2019

Norberto foi apresentado à Escola Diaconal São José, da Arquidiocese de São Paulo pelos sacerdotes que o acompanhavam e ingressou no curso de Teologia da PUC-SP. Aos 70 anos, Norberto foi ordenado pelas mãos do Cardeal Scherer, no dia 15 de dezembro, na Catedral da Sé.

 

Disponível ao serviço da Palavra

“O Diaconato é o ministério do Cristo Servo e como expressão da Igreja Servidora. O exercício diaconal é estar disponível a serviço da Palavra, da liturgia e da caridade, onde a Igreja priorizar”, afirmou Norberto que escolheu como lema diaconal uma frase do Evangelho de Mateus, capítulo 14, versículo 16: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14, 16).

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O diaconato permanente envolve toda a família

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05 de janeiro de 2019

Edson Chagas Venceslau da Silva tem 59 anos e é paulistano. Profissionalmente, Edson é representante comercial e casado com Viviane Moser Chagas da Silva há 36 anos. O casal teve três filhos: Talita, Diogo e Bárbara e são avós da Catarina e do Pedro.

“Participo desde muito jovem da Comunidade Cristo Ressuscitado, que está localizada no Jardim Ladeira Rosa e pertence à Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Vila Souza, da Região Episcopal Brasilândia”, contou Edson.

Servir

Ele ingressou na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em 2008 e concluiu os estudos em 2012.  “Meu objetivo principal era buscar um aprofundamento nos estudos teológicos, pois julgava ser fundamental em minha caminhada pastoral e acreditava ser esta a melhor maneira de contribuir com a minha comunidade em serviços como o Ministério da Palavra; a Catequese; os Grupos de Rua; a Pastoral do Batismo; a Pastoral Familiar e os Encontros de Casais com Cristo.” 

Edson salientou que, seja nos estudos e depois na caminhada em preparação para o diaconato permanente, ele sempre contou com a força e o incentivo da família e, de modo muito especial, da esposa. “Ela sempre me deu força nos momentos mais difíceis”, disse.

Após alguns anos, ele recebeu, por intermédio da secretaria paroquial, um e-mail com a carta de Dom Odilo Scherer, que convidava homens casados a se interessarem pelo diaconato permanente. “A partir deste dia, conversei muito com minha esposa e comecei a caminhada, respondendo ao chamado do Senhor para este ministério diaconal”, recordou Edson.

 

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Candidatos ao diaconato permanente participam de formação com Dom Sergio

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28 de setembro de 2017

Na manhã do sábado, 23, Dom Sergio de Deus Borges, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Santana, reuniu-se, na cúria regional, com 12 candidatos ao diaconato permanente, com o objetivo de um conhecimento mútuo e formação sobre o sínodo arquidiocesano.
O Bispo iniciou o encontro com a meditação do Evangelho e depois ouviu os depoimentos dos candidatos sobre a Faculdade de Teologia. Em seguida, ele falou sobre o Regulamento do sínodo, destacando a importância da participação de todos.
Na Igreja Católica, o diaconato constitui o primeiro grau do sacramento da Ordem, seguido do presbiterato (padres) e do episcopado (bispos). A instituição diaconal teve grande influência na Igreja até ao século V. Por vários motivos, se transformou numa etapa intermediária para os candidatos ao sacerdócio. O Concílio Vaticano II restabeleceu o diaconato para as dioceses que desejassem implantá-lo. Nos anos 2000, coube ao então Arcebispo de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, implantar na Arquidiocese o diaconato, com a exigência de que os diáconos permanentes tivessem a mesma formação dos sacerdotes. Assim,  determinou que todos os candidatos cursassem a Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção da PUC-SP.
Dom Cláudio criou também em 2000, a Escola Diaconal ArquidiocesanaSão José, que cuida do carisma diaconal e ocupa instalações do Centro de Formação Pastoral Santo Frei Galvão, junto à Cúria de Santana. A primeira turma de diáconos da Arquidiocese foi ordenada em 2005. Os candidatos ao diaconato permanente, inicialmente, passam por seis meses de propedêutico na Escola Diaconal São José, para discernimento vocacional antes de ingressarem na Faculdade de Teologia. Após a graduação, passam por um ano de estágio pastoral.
“Cursar a Teologia me ajudou a ter uma fé adulta”, disse Nelson Amirabile, candidato que cursa o último ano de Teologia. Já para Edson Breda, do 5º ano, “a experiência é impactante, pois exige tanto experiência prática como espiritual, aliada a uma vida profissional e familiar no mundo em que vivemos. Faz parte da vocação exercer essas exigências”.

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