Produção industrial cresce 0,7%, revela pesquisa do IBGE

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02 de abril de 2019

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados hoje (2),  no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De dezembro para janeiro, o setor caiu 0,7%.
 
Na comparação com fevereiro de 2018, houve uma alta de 2%. A indústria acumula queda de 0,2% no ano e alta de 0,5% em 12 meses. Na média móvel trimestral, a variação é de 0,1%.

Três das quatro categorias econômicas tiveram alta de janeiro para fevereiro: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos (4,6%), bens de consumo duráveis (3,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%). Os bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo, caíram 0,8%.
 
Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram alta, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (6,7%), produtos alimentícios (3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%).
 
Dez ramos industriais apresentaram queda. O principal recuo veio das indústrias extrativas (-14,8%), resultado influenciado pelo recuo na produção de minério de ferro relacionada ao rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro deste ano.

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Neopaganismo em alta na sociedade norte-americana

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07 de novembro de 2018

O número de americanos que se declaram “bruxos” tem aumentando drasticamente nas últimas décadas. Em 1990, apenas 8 mil pessoas diziam praticar a “bruxaria” ou alguma forma de paganismo. Em 2008, esse número chegou a 340 mil e, hoje, está estimado entre 1 milhão e 1,5 milhão de pessoas em todo o País, o que representa meio por cento da população norte-americana, mais do que o número de cristãos presbiterianos praticantes, por exemplo. 

“Wicca” é uma forma de neopaganismo que começou na primeira metade do século XX na Inglaterra, procurando resgatar práticas e crenças pagãs que existiam antes da chegada do Cristianismo. 

Um sacerdote, estudante de doutorado em Exorcismo – que pediu para não ser identificado devido à atenção excessiva que os exorcistas recebem – disse à CNA que o crescimento do neopaganismo não o surpreende: o desejo de resultados imediatos e a insatisfação com a religião tradicional levam muitos a buscar um “remédio” mágico.

Segundo o Sacerdote, não é possível praticar magia de forma positiva ou inofensiva, porque toda magia, mesmo a “branca” – que alguns bruxos professam praticar, distinguindo-a de uma magia negra, maliciosa – está associada a Satanás: “Tive pessoalmente a experiência de muitas e muitas pessoas que vieram a mim”, conta o Padre, “com problemas que, no início, pareciam coisas inócuas e inofensivas”.

O crescimento do neopaganismo também se explica pela progressiva descristianização de muitas regiões. Quando o Cristianismo chegou às regiões pagãs da Irlanda ou da França, por exemplo, as pessoas que lá viviam eram muito supersticiosas. Foi a Igreja que conseguiu estabelecer uma certa segurança espiritual. Agora que muitos se afastam do Evangelho e da Igreja, essas práticas supersticiosas começam a retomar com força. 

O Padre Thomas Petri, O.P., Decano da Casa de Estudos Dominicanos, concorda com essa análise: “O homem é um animal religioso que busca sentido para além do ordinário e, portanto, está inclinado a venerar poderes maiores que ele mesmo”, explicou.

Fonte: CNA/ Catholic Herald
 

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Educação a distância tem o maior salto em 9 anos

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28 de setembro de 2018

De acordo com Censo da Educação Superior, feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgado no dia 20, um em cada cinco estudantes do Ensino Superior faz sua graduação a distância (EAD). 

De 2016 para 2017, essas matrículas cresceram 17,6%. Isso significa que em 2017, foram 1,8 milhão de alunos, o que representa 21,2% de todas as matrículas realizadas para o Ensino Superior. As instituições privadas receberam 75, 3% dos estudantes, destes, 90,6% são a distância. 

O ensino a distância tem preocupado principalmente a formação para o curso de licenciatura em Pedagogia. Por isso, está em discussão o aumento no número de aulas práticas presenciais para os futuros professores.
 

 

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Igreja em crescimento

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25 de setembro de 2018

Enquanto as dioceses da Europa fundem paróquias pela falta de fiéis e de sacerdotes, a Diocese de Mansa, na região de Luapula, no norte da Zâmbia, está aumentando o número total de paróquias de 16 para 26.

“Quando falamos em 16 paróquias em área rural, é preciso imaginar que na realidade existem 40 centros de oração a 50 ou 60 quilômetros da igreja principal. Esse foi o motivo pelo qual quisemos aproximar os sacerdotes e os sacramentos da população”, explicou Dom Patrick Chilekwa Chisanga OFM, Bispo local. Dom Patrick disse também que o número de batizados e de crismados mostra o crescimento considerável da Igreja na região durante os últimos anos, o que permitiu a criação das novas paróquias.

Fonte: Fides
 

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PIB cresce 0,2% no segundo trimestre de 2018

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31 de agosto de 2018

O Produto Interno Bruto do país (PIB) – a soma de todas as riquezas produzidas – fechou o segundo trimestre do ano com crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Esse foi o sexto resultado positivo após oito variações negativas consecutivas nessa comparação. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,693 trilhão. A informação foi divulgada hoje, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados indicam que a ligeira alta foi determinada pelo setor de serviços que teve desempenho positivo de 0,3%, enquanto a Indústria registrou queda de 0,6% e a agropecuária, estabilidade.

Em relação ao segundo trimestre de 2017, o crescimento foi de 1% no segundo trimestre deste ano, o quinto resultado positivo consecutivo nessa comparação. A indústria e os serviços cresceram 1,2%, enquanto a Agropecuária variou -0,4%.

Em relação à demanda, o consumo das famílias cresceu 1,7% – o quinto trimestre seguido de avanço na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB cresceu 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

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