Brasil derrota o México e vai às quartas da Copa do Mundo

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02 de julho de 2018

A seleção brasileira está na quartas de final da Copa do Mundo FIFA 2018! A equipe canarinho mediu forças com o México na manhã desta segunda-feira, dia 2, na Samara Arena, em Samara, na Rússia, e venceu a partida pelo placar de 2 a 0. Neymar e Roberto Firmino marcaram os gols do triunfo verde e amarelo.

Com a classificação garantida, o Brasil aguarda o vencedor do duelo entre Bélgica e Japão, marcado para às 15h (de Brasília) desta segunda, para conhecer o adversário na próxima fase do Mundial. O duelo das quartas será disputado na Arena Kazan.

O duelo começou bastante truncado e os mexicanos partiram para cima da Seleção Brasileira. Com uma defesa sólida, a equipe comandada por Tite não tinha problemas para neutralizar as jogadas e o goleiro Alisson quase não viu perigo ao gol que defende. Aos quatro minutos, Neymar arriscou de longe e deu o cartão de visitas ao goleiro Ochoa, que pulou no canto para fazer boa defesa. Vinte minutos depois, novamente o camisa 10 do Brasil fez grande jogada e obrigou o arqueiro mexicano, desta vez com a mão esquerda, a voar para evitar o gol. Aos 32, Jesus fez boa jogada e finalizou para outra grande defesa de Ochoa.

Na etapa final, a Seleção Brasileira voltou ainda melhor. Logo aos dois minutos, Coutinho fez ótima jogada individual e mandou uma bomba. Ochoa, novamente, fez boa defesa. Três minutos mais tarde, o goleiro mexicano não conseguiu evitar o gol do Brasil. Neymar pegou a bola fora da área, fez bela jogada e deu lindo toque de calcanhar para Willian. O meia foi ao fundo e cruzou para o próprio Neymar entrar de carrinho e abrir o marcador. Aos 13, Paulinho recebeu de Fagner e bateu de primeira, obrigando Ochoa a voar para fazer a defesa. Quatro minutos depois, Willian fez jogada individual e botou arqueiro adversário para trabalhar novamente. Em vantagem, o Brasil passou a trocar passes de forma mais tranquila e seguiu bem no ataque. Já na marca dos 42, Fernandinho arrancou pelo meio e passou para Neymar. O camisa 10 invadiu a área e finalizou. Ochoa desviou e Roberto Firmino apareceu para marcar e liquidar a fatura.

Brasil: Alisson; Fágner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro, Paulinho (Fernandinho) e Philippe Coutinho (Roberto Firmino); Willian (Marquinhos), Neymar Jr e Gabriel Jesus.

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A Igreja já está em campo

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14 de junho de 2018

O lançamento do documento “Dar o melhor de si”, no dia 1º, reforça a atenção que a Igreja tem dado ao esporte nas últimas décadas, incluindo a promoção de diferentes ações no âmbito esportivo.

NA SANTA SÉ

Arquivo Pessoal

No Vaticano, uma das iniciativas que acontece desde 2004 é a Oficina Igreja e Esporte, que tem estudado e promovido uma visão cristã do esporte, enxergando-o como caminho para a evangelização e a construção de uma sociedade mais justa, humana e pacífica. 

Também na década passada, foi criada a CLERICUS CUP, em 2007, a Copa dos Clérigos, organizada pelo Centro Desportivo Italiano; Departamento de Lazer, Turismo e Desporto da Conferência Episcopal Italiana; Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida; e o Conselho Pontifício para a Cultura. 

O Padre Ricardo Cardoso Anacleto, Pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, na Arquidiocese de São Paulo, participou do torneio durante o período em que estudou em Roma, jogando como zagueiro no time do Colégio Pio Brasileiro. 

“A Clericus Cup foi pensada para que os sacerdotes e seminaristas tivessem a oportunidade de vivenciar o esporte com uma ação concreta, para que depois, em suas próprias paróquias e comunidades, pudessem incentivar tal prática. O intuito é criar a cultura da promoção social da juventude por meio do esporte”, afirmou ao O SÃO PAULO. Ele enalteceu o lançamento de um documento que fale da perspectiva cristã no esporte: “A formação esportiva ajuda a educar o caráter e a disciplina. Evidenciar isso é fantástico, pois para a juventude o esporte promove a cultura do encontro”. 

100 DIAS DE PAZ E CRUZ OLÍMPICA

Desde os Jogos de Londres 2012, a Igreja Católica, com a autorização do Comitê Olímpico Internacional (COI), promove o Projeto 100 Dias de Paz, levando até a cidade sede de cada Olimpíada a CRUZ OLÍMPICA e o ÍCONE DA PAZ. A ação ocorre no contexto a Trégua Olímpica, que propõe que entre sete dias antes do começo de cada edição dos Jogos Olímpicos e sete dias após o fim dos Jogos Paralímpicos se suspenda qualquer tipo de conflito no planeta. É uma tradição que a Trégua Olímpica seja assinada pela maioria dos países que fazem parte da Organização das Nações Unidas (ONU). 

NAS PARÓQUIAS E DIOCESES

O documento “Dar o melhor de si” estimula que haja iniciativas esportivas nas paróquias e dioceses. Na Arquidiocese de São Paulo, por exemplo, aconteceu em 2013 a corrida de rua Bote Fé na Vida, no contexto da Jornada Mundial da Juventude. 

Muitas também são as ações esportivas em paróquias da Arquidiocese. Na Nossa Senhora Aparecida, na Vila Carrão, na Região Belém, foi realizado em maio deste ano o Festival da Caridade, com jogos de futsal e arrecadação de alimentos. 

Na Paróquia São Vito Mártir, no Brás, na Região Sé, há um projeto permanente de karatê, coordenado pelo professor José Alberto de Siqueira Campos, mais conhecido por Corisco. Nessa iniciativa, crianças e jovens desenvolvem a concentração, disciplina e persistência por meio dessa arte marcial.Luciney Martins/O SÃO PAULO

Já na Comunidade São Benedito, da Paróquia Bom Pastor, na Região Brasilândia, existe a FAMÍLIA UNES, um grupo de jovens que faz reuniões semanais aos sábados à noite, e aos domingos pela manhã, após a missa na matriz paroquial, promove ações esportivas e recreativas, tendo, inclusive, um time de futsal. 

Também vale menção ao projeto de judô com crianças e jovens promovido pelo Arsenal da Esperança e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários, na Região Sé; o PEDALAVOC, realizado anualmente pela Pastoral Vocacional da Região Ipiranga; e a participação da Caritas Arquidiocesana nas edições da Copa dos Refugiados.

ATENÇÃO DOS PAPAS

Os papas São João Paulo II, Bento XVI e Francisco, em muitas oportunidades, já se pronunciaram, especialmente em audiências com atletas e delegações esportivas, sobre o papel do esporte para o desenvolvimento humano integral. 

No Jubileu dos Esportistas, em outubro de 2000, em Roma, por exemplo, São João Paulo II disse que os esportistas “são chamados a fazer do esporte uma ocasião de encontro e de diálogo, para além de toda a barreira de língua, raça e cultura”. Em 2009, Bento XVI, durante um seminário de estudos sobre esporte, educação e fé, afirmou que “o esporte deve garantir uma formação humana e cristã para as novas gerações”. Francisco, durante a JMJ Rio 2013, ao recordar o amor dos jovens brasileiros pelo futebol, exortou: “Jesus nos pede que o sigamos por toda a vida, pede que sejamos seus discípulos, que joguemos no seu time”. 

Vale a lembrança ainda da estreita relação de dois destes papas com o futebol: JORGE MARIO BERGOGLIO (FRANCISCO) já teve carteirinha de torcedor do San Lorenzo, da Argentina; e KAROL WOJTYLA (JOÃO PAULO II) na juventude jogou como goleiro no futebol amador da Polônia e, após se tornar papa, muitas vezes foi fotografado esquiando.

PASTORAL DO ESPORTE

Desde 2008 na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro existe a Pastoral do Esporte, que se propõe a mostrar a importância da prática esportiva para uma caminhada comunitária, com o objetivo de impactar distintas esferas sociais, com atividades que complementam a ação evangelizadora. 

“Estamos reestruturando a Pastoral do Esporte. Cada paróquia terá um representante ou um coordenador. Periodicamente, ao nos reunirmos, organizamos eventos na dimensão de fazer com que a Arquidiocese e as pastorais unam-se por meio da experiência do esporte”, afirmou, à reportagem, o Padre Marcus Vinícius Antunes da Trindade, Assessor Arquidiocesano da Pastoral do Esporte.

Na avaliação do Sacerdote, o fato de a Igreja agora ter um documento específico sobre o esporte reforça a atenção que historicamente ela sempre deu a essa temática. “No esporte coletivo não se joga sozinho, e na experiência da Igreja também não estamos sozinhos. É importante essa analogia para que possamos olhar o esporte com outros olhos. Não que o esporte esteja acima da Doutrina Social da Igreja, mas sim que devemos aproveitar o que ele tem em sua essência, mas que ao longo dos anos foi se desviando pela especulação econômica, política e uso do esporte para outras finalidades”, concluiu. 

Imagens: Arquivo Pessoal, Luciney Martins/O SÃO PAULO, Arquivo Pessoal, Pastoral Vocacional da Região Ipiranga, Vatican Media e Vatican Media
(Com informações de Canção Nova, Vatican News, ACI Digital, Agência Brasil e programa Camisa 9 da rádio 9 de Julho)
(Colaborou: Jenniffer Silva)
 

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Vai começar a Copa do Mundo na Rússia

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14 de junho de 2018

Nesta quinta-feira, 14, no Estádio Lujniki, em Moscou, terá inicio a Copa do Mundo da Rússia de 2018, com a partida entre Rússia e Arábia Saudita, às 12h (no horário de Brasília).

Entre as favoritas estão Alemanha, Brasil, Espanha e França devido os últimos desempenhos e bom elencos que formaram nos últimos anos.

EM BUSCA DO HEXA

A Seleção Brasileira está reunida desde o dia 21 de maio. Foram sete dias treinando na Granja Comary, em Teresópolis, e mais dez dias de trabalho em Londres, no Centro de Treinamento do Tottenham.

O time disputou dois amistosos nesse período. Venceu a Croácia por 2 a 0, em Liverpool, e bateu a Áustria por 3 a 0, no ultimo domingo, 10.

Neymar, voltou a jogar diante da Croácia após três meses fora de combate por causa de uma lesão, e começou entre os 11 titulares de Tite no último jogo antes da estreia.

Outros jogadores que não chegaram 100% fisicamente na Seleção, como Douglas Costa, que entrou no lugar de Neymar no segundo tempo, e Fagner, estão recuperados.

Renato Augusto, em fase final de recuperação de uma inflamação no joelho esquerdo, e Fred, que sofreu pancada de Casemiro em treino no dia 7, foram poupados.

 O Brasil, estreia na Copa do Mundo, no próximo domingo, 17, às 15h (horário de Brasília) diante da Suíça, em Rostov.

ANÁLISE DA FIFA

A Fifa, entidade máxima do futebol, publicou em seu site oficial na segunda-feira, 11, uma análise sobre a quatro seleções favoritas para conquistar o mundial na Rússia: Brasil, Alemanha, Espanha e França, segundos os especialistas da Federação Internacional de Futebol.

A entidade destacou que o Brasil atravessou uma “transformação sob a astuta liderança” do técnico Tite e considera que a nossa Seleção “exorcizou os fantasmas” do traumático 7 a 1 sofrido na última copa do mundo com performances excepcionais.

“Entre essas exibições está a recente vitória por 1 a 0 sobre os atuais campeões mundiais, em Berlim. Gabriel Jesus, o autor do gol dessa partida, Alisson e Coutinho também elevaram a proeminência da equipe desde a última Copa do Mundo, e se somam a vários outros ótimos jogadores que formam uma forte, bem balanceada e unida seleção”, exaltam os analistas.

A Fifa destacou Neymar como a "peça-chave" da equipe e rasgou elogios ao camisa 10, lembrando que houve um “receio coletivo” quando o “talismã brasileiro” sofreu uma lesão no pé no fim da temporada pelo PSG, em fevereiro.

“Aos 26 anos, Neymar já tem 55 gols por seu país e agora divide com Romário a quarta posição na lista de maiores goleadores do Brasil. Seu retorno com gol diante da Croácia e seu tento contra a Áustria nos amistosos recentes, ambos demonstrando habilidades brilhantes, lembraram a todos a soberba capacidade do jogador para o extraordinário”, escreveram os especialistas.

ATUAL CAMPEÃ

Mesmo considerada uma das favoritas, a Alemanha chega à Rússia num certo clima de desconfiança, devido o desempenho nos últimos amistosos preparatórios para o Mundial.

Contra a Áustria, em jogo que marcou o retorno do goleiro Manuel Neuer, que não atuava desde setembro de 2017, a Alemanha chegou a ser dominada em diversas fases da partida, principalmente na segunda etapa, e perdeu de virada, por 2 a 1.

Desde o fim da impecável Eliminatória Europeia, na qual a seleção alemã venceu todas as dez partidas e sofreu apenas quatro gols, os comandados do treinador Joachim Löw amargaram cinco jogos sem vitórias.

Com exceção da Áustria, os outros quatro adversários foram de grande calibre: Inglaterra (0x0), França (2x2), Espanha (1x1) e o revés por 1 a 0 frente ao Brasil, em Berlim, que interrompeu uma sequência de 22 jogos sem derrotas - a segunda mais longa da história da Alemanha.

No último amistoso, em casa, a vitória magra por 2 a 1 sobre a Arábia Saudita, 67ª no ranking da Fifa, não foi um resultado empolgante, e no fim quase se transformou num amargo empate, levantou preocupações com o desempenho da equipe.

A equipe responsável pelas análises das seleções da Fifa, considera que a Alemanha chega à Rússia com um elenco “indiscutivelmente” mais forte que aquele que se sagrou campeão em 2014, mas pondera que defender o título mundial é uma tarefa “notoriamente” difícil, tendo o Brasil de Pelé e Garrincha sido o último a conseguir tal feito, em 1962.

A Alemanha estreia no Mundial contra o México, também no domingo, 17, às 12h (no horário de Brasília) no estádio Luzhniki - o mesmo em que será disputada a grande final.

FRANÇA

Nos últimos quatro anos, uma safra de jovens talentosos pediu passagem a ponto de colocar a seleção francesa como uma das candidatas ao título em solo russo. Em 2016, na Eurocopa a seleção carregou a responsabilidade se ser anfitriã e apostou em jogadores mais experientes, como os laterais Sagna e Evra e o atacante, Gignac.

Na decisão contra Portugal, depois de uma categórica vitória na semifinal sobre a Alemanha, por 2 a 0, com gols de Antoine Griezmann. O vice-campeonato foi a senha para abrir de vez o caminho para os novatos.

Griezmann é o elo entre as duas gerações. O atacante do Atlético de Madrid já tem 27 anos e vai para sua segunda Copa. Apesar do protagonismo, tem o privilégio de sua seleção não depender de seu brilho solo.

O ataque francês está repleto de opções, como Kylian Mbappé (do Paris Saint-Germain), Lemar (do também francês Monaco) e Dembélé (Barcelona, da Espanha), todos garotos, velozes e habilidosos.

Sobre a França, a Fifa diz que a expectativa sobre os Bleus é natural uma vez que a seleção está “repleta de talentos individuais”, mas pondera que o técnico Didier Deschamps precisará encontrar uma fórmula para extrair o melhor de sua “matriz deslumbrante de estrelas”.

O craque da equipe é o atacante Griezmann, que já provou ser um homem de grandes ocasiões. “Dinâmico e mortal, espera-se novamente que este veloz atacante seja o líder desse talentoso esquadrão.”

A Seleção Francesa, estreia na Copa no próximo sábado, 16, contra a Austrália, em Kazam, às 7h.

ESPANHA

Após bons resultados em jogos amistosos, principalmente a goleada de 6 a 1 sobre a forte Argentina, em março, a Espanha chega à Copa do Mundo da Rússia com o prestígio recuperado, por voltar a praticar o futebol vistoso tão aclamado nas conquistas de duas Eurocopas (2008 e 2012) e do Mundial de 2010.

Tudo ocorria muito bem, com o estilo de jogo do técnico Julen Lopetegui, com a priorização da posse de bola de forma paciente até encaixar um passe decisivo, mas a dois dias do começo do mundial, o treinador foi demitido após informar a Federação Espanhola de Futebol que assinou contrato com Real Madrid para depois do Mundial. Os dirigentes espanhóis não aceitaram, e ele foi substituído por Fernando Hierro.

A IMPORTÂNCIA DA ESTREIA

O primeiro jogo em uma Copa do Mundo sempre é cercado de muita expectativa e ansiedade, e todos sabem o quanto um resultado negativo no primeiro jogo pode ser determinante para um péssimo desempenho, com a França em 2002.

Os franceses, campeões do Mundo em 1998, na inesquecível final contra o Brasil, chegaram como favoritos em 2002, mais logo na estreia perderam para o Senegal por 1 a 0, o que custou muito caro, pois empatou com o Uruguai na segunda rodada e se despediu perdendo para Dinamarca por 2 a 0.

Já a queda da Espanha na Copa do Mundo do Brasil em 2014, foi a derrocada de seus maiores símbolos. De candidata forte ao título, a campeã mundial de 2010 virou sinônimo de fracasso no Brasil ao ser eliminada já na segunda rodada. Logo na estreia foi goleada por 5 a 1 pela Holanda, e foi eliminada já na segunda rodada após ser derrotada pelo Chile por 2 a 0.

(Com informações de CBF, El País, iG, Terra e Veja)

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CPTM: Estação Barra Funda recebe mostra “Recortes da Copa”

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13 de junho de 2018

A partir desta segunda-feira (11), a CPTM entra no clima do Mundial de Futebol com a exposição “Recortes da Copa”, na Estação Palmeiras-Barra Funda, que atende as linhas 7-Rubi e 8-Diamante. Itinerante, a mostra ficará em cartaz no mezanino da Estação até dia 2 de julho.

Depois, segue para o Espaço Cultural da Estação Brás, onde fica até 1º de agosto exibindo 30 fotografias clicadas pelos alunos do curso “Olhares sobre a Cachoeirinha”. As imagens do futebol praticado na periferia revelam outra realidade do esporte ao evidenciar as condições de vida da população local.

As aulas foram ministradas na Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha e Casa de Cultura Vila Brasilândia, com apoio da Fundação Stickel. Em cada período de curso, ocorreram 17 encontros de três horas, em que as imagens foram produzidas.

A iniciativa é realizada com apoio da CPTM, que abre espaços em suas estações para mostras de arte, exposições, apresentações e manifestações culturais de artistas e instituições parceiras, com o objetivo de apoiar e difundir a arte popular.

Fundação Stickel

A Fundação Stickel é uma organização sem fins lucrativos que promove a inclusão social, cultural e econômica por meio da arte, atuando com pessoas e comunidades nos bairros Brasilândia e Vila Nova Cachoeirinha.

Para tanto, promove atividades culturais diversas nos campos da pintura, desenho, cinema, fotografia e literatura, por meio de exposições, cursos, oficinas, ações, edição e distribuição gratuita de livros, dentre outras ações que envolvem a arte educação.

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Primeiro treino da seleção na Rússia é aberto aos torcedores

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12 de junho de 2018

Cerca de 4 mil torcedores estiveram presentes na arquibancada do campo do Centro de Treinamento da Seleção Brasileira, ao lado do Swissotel Resort Camélia, onde está hospedada a delegação do Brasil, em Sochi, para o primeiro treino da equipe canarinha na Rússia.

Assim que os jogadores começaram a chegar, a torcida, formada em sua maioria por russos e turistas estrangeiros, aplaudia e chamava os jogadores pelo nome. Até um viaduto que fica ao lado do campo foi ocupado.

Com uma manhã ensolarada, céu azul e uma temperatura média de 25 graus Celsius, Tite (Adenor Bachi) e seus auxiliares começaram a orientar os atletas. Eles foram divididos em grupos de trabalho. Os que começaram o jogo contra a Áustria trabalharam apenas a parte física. Já os que entraram durante a partida ou não jogaram, fizeram atividades com bola em uma parte do campo.

Ao mesmo tempo, no outro lado do gramado, os goleiros Alisson, Ederson e Cássio treinavam com o preparador Taffarel. O meio campista Fred, que se recupera de uma lesão, não participou do treino aberto ao público. Ele ficou fazendo fisioterapia no campo 1 distante dos torcedores.

No fim do treino, os jogadores prepararam uma brincadeira surpresa para os aniversariantes do dia: Philippe Coutinho e Fágner. Como é costume entre os jogadores, Coutinho e Fágner foram homenageados com um banho de farinha e ovos pelos companheiros, divertindo os torcedores. Os jogadores foram também à beira do gramado e tiraram fotos com a torcida.

O Brasil estreia na Copa do Mundo domingo (17), às 15h (horário de Brasília), contra a Suíça, em Rostov.

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Museu do Futebol relembra primeiro título mundial do Brasil

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04 de junho de 2018

Para esquentar as emoções e entrar de vez no clima da Copa do Mundo da Rússia, o Museu do Futebol lança, a partir desta terça-feira, 5, a exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958”. A instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo vai celebrar o maior evento do planeta relembrando os feitos da primeira conquista do mundial pelo Brasil.

A instalação audiovisual e interativa, montada no piso térreo, em um espaço com 220 metros quadrados, oferece um mergulho no clima da Copa de 1958 e das transformações que ela trouxe ao futebol e ao país.

Registros da concentração da seleção em Poços de Caldas (MG) feitos pelo fotojornalista Antonio Lúcio, cenas das partidas e do cotidiano brasileiro e depoimentos de seis campeões mundiais (Pelé, Nilton Santos, Bellini, Joel, Didi e Vavá), décadas depois do ocorrido, dão o tom da narrativa. As entrevistas foram retiradas do material dos cineastas João Moreira Salles e Arthur Fontes, do fim dos anos 1990, e alguns trechos são inéditos ao público.

“É essencial o resgate e a valorização da história da Copa, promovendo um encontro de gerações tanto na exposição quanto entre os visitantes. O Museu do Futebol é muito importante para oferecer ao público a experiência de vivenciar a trajetória da modalidade no Brasil, com atuação que vai além da expografia: conta também com o centro de referência do futebol brasileiro, essencial para a formação e atualização do acervo do museu”, afirma Romildo Campello, secretário da Cultura do Estado.

Um dos destaques da mostra é a exibição da partida final de 1958, entre Brasil e Suécia, que será exibida em uma instalação audiovisual projetada no antigo túnel de acesso dos jogadores ao gramado do Estádio do Pacaembu. O filme é uma montagem de vários trechos recolhidos por diferentes TVs europeias que transmitiram o torneio, mixados com trechos de locuções de rádio no Brasil – um trabalho de garimpo feito por Carlos Augusto Marconi, apaixonado pela seleção brasileira.

“A Copa de 1958 não foi transmitida pela televisão no Brasil. Então, ‘A Primeira Estrela’ é uma chance de as pessoas verem o que o país só ouviu pelo rádio. É uma chance de conectar passado, presente e futuro, tendo como elos a beleza e a emoção que o futebol proporciona”, afirma Eric Klug, Diretor Executivo do IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, organização social responsável pela gestão do Museu do Futebol.

O visitante verá a Taça Jules Rimet em uma vitrine virtual e poderá interagir com uma cena de 1958, um modo de entrar virtualmente no contexto daquela Copa. Os 22 convocados e membros da comissão técnica da seleção do futebol-arte, dentre os quais Pelé e Garrincha, dupla que começou naquela Copa sem ter perdido uma partida, serão homenageados e estamparão a fachada do Estádio, que recebe o nome do chefe da delegação daquela seleção: Paulo Machado de Carvalho.

“Esse é o papel da tecnologia para as nossas exposições: criar sensações que reverberem na memória afetiva de quem viveu aquele momento e, ao mesmo tempo, encantar quem desconhece nosso passado no futebol” comenta Daniela Alfonsi, Diretora de Conteúdo do Museu e co-curadora da mostra, ao lado do jornalista Roberto Benevides.

Celebrando a Copa e conectando passado e presente, o museu também fará intervenções na sua exposição principal, tais como a inclusão da seleção de 2018 na Sala Anjos Barrocos, a exibição da camisa histórica de 1958 que foi do jogador Moacir, além de chuteiras que pertenceram a ídolos de seleções mais recentes, como Daniel Alves, Kaká, Dida, Thiago Silva e Ronaldinho Gaúcho. Haverá também uma sala especialmente preparada para exibição dos jogos do mundial, com novas interatividades.

A exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958” tem patrocínio do Banco Itaú, por meio da Lei Rouanet, e apoio da Epson. O Museu do Futebol é uma iniciativa do Governo e da Prefeitura de São Paulo, com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho. Pertence à rede de museus da Secretaria de Estado da Cultura e é gerido pelo IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, Organização Social de Cultura. O museu conta com patrocínio máster da Motorola e patrocínio do Grupo Globo, e seu Programa Educativo conta com o patrocínio do Pontofrio/Fundação Via Varejo, todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Sobre o Museu do Futebol

Inaugurado em setembro de 2008, o Museu do Futebol está instalado em uma área de 6,9 mil metros quadrados que fica embaixo das arquibancadas do Estádio Paulo Machado de Carvalho, conhecido como Pacaembu. Trata-se de um espaço interativo, lúdico e multimídia, no qual a história do esporte mais popular do Brasil acaba se confundindo com a própria história do país.

A exposição de longa duração do equipamento está espalhada por 15 salas, com 1.500 imagens e cinco horas de vídeos. O percurso está alicerçado em três eixos (emoção, história e diversão).

 

(Texto por Do Portal do Governo)

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OMS recomenda vacinação contra sarampo e rubéola antes de viajar para Copa do Mundo

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01 de junho de 2018

Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) recomenda que todas as pessoas que viajarão para a Copa do Mundo 2018 estejam com todas as vacinas em dia, incluindo aquela que protege contra sarampo, rubéola e caxumba – conhecida no Brasil como tríplice viral. O torneio mundial de futebol acontecerá entre os dias 14 de junho e 15 de julho, na Rússia.

A intensificação das viagens internacionais e o movimento de pessoas durante eventos de massa, como a Copa do Mundo, aumentam o risco de transmissão de doenças. Também aumenta a probabilidade de os viajantes retornarem a seus países com doenças como sarampo, que é altamente contagioso e pode ter graves consequências para a saúde das populações não vacinadas e mais vulneráveis.

“É recomendável que as pessoas se vacinem ao menos 15 dias antes de viajar”, afirmou Cuauhtémoc Ruiz Matus, chefe da Unidade de Imunização Integral da Família da OPAS. “Quem for viajar para a Rússia deve se certificar de que suas vacinas estão atualizadas, principalmente as que protegem contra o sarampo e a rubéola”.

No ano passado, o número de novos casos de sarampo na Europa quadruplicou. A doença infectou 22,3 mil pessoas e causou 36 mortes. Nos primeiros três meses de 2018, a Europa registrou mais de 18 mil casos de sarampo. França, Grécia, Sérvia e Ucrânia são os países com o maior número de casos. A Rússia, por sua parte, notificou mais de 600 casos.

Estima-se que a Copa do Mundo atrairá cerca de 1 milhão de pessoas de todo o mundo. Dos 32 países que participarão do torneio, 28 relataram casos de sarampo este ano.

Em 2018, segundo o Boletim Semanal sobre Sarampo/Rubéola da OPAS publicado no dia 19 de maio, 11 países das Américas notificaram 1.194 casos confirmados de sarampo: Antígua e Barbuda (1), Argentina (3), Brasil (173), Canadá (11), Colômbia (25), Equador (7), Guatemala (1), México (4), Peru (2), Estados Unidos (63) e Venezuela (904).

Este número é mais alto do que o registrado em todo o ano de 2017, quando quatro países – Argentina (3), Canadá (45), Estados Unidos (120) e Venezuela (727) – notificaram 895 casos.

A região foi declarada livre dos vírus endêmicos da rubéola (2015) e do sarampo (2016) após um esforço de 22 anos, que incluiu a vacinação em massa de 450 milhões de crianças, adolescentes e adultos com até 40 anos em todo o continente entre 2003 e 2009. No entanto, casos importados e surtos em alguns países colocam essas conquistas em risco.

“Manter a eliminação do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita nas Américas requer uma taxa de cobertura de vacinação de ao menos 95%, bem como ações rápidas para detectar casos importados e quebrar a cadeia de transmissão”, disse Ruiz Matus.

Desde maio de 2017, a OPAS/OMS vem emitindo alertas sobre a situação, instando os países a manter altos níveis de cobertura de vacinação, fortalecer a vigilância e implementar urgentemente medidas para responder a qualquer caso suspeito.

Durante a Semana de Vacinação nas Américas, em abril deste ano, a OPAS enfatizou a necessidade de ação para proteger as pessoas contras doenças evitáveis por vacinação no contexto da Copa do Mundo de 2018. Nesse marco, 11 países informaram que reforçarão a imunização contra o sarampo, vacinando 6 milhões de pessoas.

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Seleção treina hoje na Inglaterra, na preparação para a Copa

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29 de mai de 2018

Depois de uma segunda-feira (28) de trabalho intenso na parte da tarde, no Centro de Treinamento do Tottenham, em Londres, onde a seleção está hospedada, os jogadores participam hoje (29) de atividades em dois períodos, manhã e tarde.

Dos 20 jogadores que já estão na capital inglesa, já que Marcelo, Casemiro, Roberto Firmino, só se apresentam amanhã (30), apenas Douglas Costa e Fágner fizeram trabalhos em separado, pois se recuperam de lesões musculares. A expectativa é que Fágner treine nesta terça-feira com os demais jogadores.

Nessa segunda-feira, depois dos exames antidoping feitos pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), Tite conduziu o chamado treino técnico-tático, realizado em campo reduzido. O destaque foi Neymar que, mesmo voltando de uma longa inatividade, por causa de uma lesão, teve intensa movimentação.

O Brasil faz dois amistosos antes de chegar à Rússia para o início da Copa do Mundo. Além da Croácia, no domingo (3), às 11h, em Liverpool, a seleção enfrenta a Áustria, em Viena, no dia 10 de junho. O time brasileiro estreia no mundial contra a Suíça no dia 17, em Rostov On Don.

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Refugiados e famílias brasileiras torcerão juntos pela seleção durante a Copa do Mundo

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29 de mai de 2018

a a moradores da capital paulista e da Grande São Paulo. Além de engrossar a torcida pelo Brasil, o encontro entre brasileiros e refugiados busca fortalecer a integração local e promover diálogos culturais, para que brasileiros entendam a situação das pessoas refugiadas. Para elas, é também uma oportunidade de estabelecer novos vínculos sociais, por meio de ações de acolhimento que reduzem a xenofobia.

Contando os inscritos em suas edições anteriores, o projeto Meu Amigo Refugiado já cadastrou mais de 3 mil famílias brasileiras interessadas em trocar experiências com pessoas refugiadas. Os encontros foram realizados para comemorar o Natal e também a Páscoa.

“Foi muito legal participar nos dois últimos Natais do projeto. Eu acabei ficando amigo das famílias e até me convidaram para aniversários e pular o carnaval nos bloquinhos de rua”, conta o jornalista congolês Alphonse Nyembo, que deixou seu país de origem pela falta de liberdade de expressão.

É brasileiro e quer participar da iniciativa? Acesse www.meuamigorefugiado.com.br.

O Projeto Meu Amigo Refugiado e a ONG Migraflix têm o apoio da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

Mais informações podem ser obtidas pela comunicação do Migraflix:
Vitor Leal
Tel.: (11) 99252.0024
Email: vitor.leal@migraflix.com

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Panamá e Islândia alcançam inédita classificação para a Copa do Mundo

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22 de outubro de 2017

A seleção do Panamá disputa as eliminatórias para Copa do Mundo de Futebol desde a fase classificatória para o Mundial de 1978, mas somente no torneio de 2006 conseguiu chegar ao hexagonal final da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf). Nas eliminatórias do Mundial de 2010, os panamenhos foram eliminados na fase preliminar e nas de 2014 ficaram próximos da classificação, mas perderam a partida decisiva, de virada, para a seleção dos Estados Unidos. 

Dessa vez foi diferente. Jogando em casa, no dia 10, contra a seleção da Costa Rica, o Panamá começou perdendo, mas chegou ao empate com um “gol” de Gabriel Torres. A bola, na verdade, não foi para o fundo das redes, mas o trio de arbitragem validou como gol um lance confuso na grande área. Aos 43 minutos do segundo tempo, o zagueiro Román Torres marcou o gol da vitória e da inédita classificação panamenha para uma Copa do Mundo, um dos maiores feitos do futebol do País após as conquistas, em 2005 e 2013, dos vice-campeonatos da Copa Ouro, principal competição organizada pela Concacaf. 

Mesmo sem contar com astros nas ligas europeias, a seleção do Panamá tem um elenco experiente, comandado, desde 2014, pelo técnico Hernán Darío Gómez, que classificou o Equador para o Mundial no Brasil. 

Muitos dos jogadores sabiam que esta seria a sua última oportunidade de disputar uma Copa: Luis Tejada, 35, está há 16 anos na seleção; Gabriel Gómez, próximo dos 140 jogos pela equipe nacional, também é outro exemplo. 

A classificação ainda foi marcada pela homenagem a Amílcar Henríquez, que estreou na seleção em 2004 e, aos 33 anos, foi assassinado na porta de sua casa em abril deste ano. 

 

O pequeno país se agiganta em campo

Os 330 mil habitantes da Islândia comemoraram a classificação inédita da seleção nacional para a Copa de 2018 na Rússia, no dia 9. 

A seleção já mostrava evolução nesta década, pois chegou à repescagem europeia da Copa de 2014 e alcançou as quartas de final da Eurocopa de 2016, ao eliminar a Inglaterra na fase anterior. 

A histórica classificação para a Copa começou com o País investindo no desenvolvimento do futebol, a partir de um trabalho de formação nas categorias de base, o que resultou na campanha até a fase final do Europeu Sub-21, em 2011. 

Nas eliminatórias, a Islândia participou do equilibrado Grupo I. Apesar de alguns resultados inesperados, o grande triunfo dos islandeses foi a vitória sobre a Turquia, na penúltima rodada, por 3 a 0. Na última rodada, dependendo apenas de si, venceu a seleção do Kosovo, por 2 a 0, com gols de Gylfi Sigurdsson e Johann Gudmundsson.

(Com informações de O Globo, Placar e Uol)

 

As 23 seleções já classificadas para a Copa

Quase sempre participam

Brasil (Irá para sua 21ª Copa – única seleção a participar de todas as edições)
Alemanha (19ª vez)
Argentina (17ª vez)
México (16ª vez)
 

Boa frequência de participação

Inglaterra (15ª vez)
Espanha (15ª vez)
França (15ª vez)
Bélgica (13ª vez)
Uruguai (13ª vez)
Rússia (11ª vez)
Coreia do Sul (10ª vez)

Frequências alternadas
Portugal (7ª vez)
Colômbia (6ª vez)
Japão (6ª vez)
Nigéria (6ª vez)
Costa Rica (5ª vez)
Irã (5ª vez)


De volta a uma Copa do Mundo

Arábia Saudita (5ª vez – volta após 12 anos)
Polônia (8ª vez – volta após 12 anos)
Egito (3ª vez – volta após 28 anos)
Sérvia (12ª vez - incluindo as Copas disputadas como Iugoslávia – volta após 8 anos)
 

Estreantes

Islândia
Panamá

 

 

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