Deus chama todos à santidade

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03 de novembro de 2018

No dia 1º de novembro, a Igreja comemora a Solenidade de Todos os Santos. No Brasil, a celebração é transferida para o domingo seguinte, este ano, no dia 4, para que haja maior participação dos fiéis. Nessa ocasião, a Igreja celebra a memória daqueles que viveram a união com Deus e hoje o contemplam na eternidade. A data também recorda que a santidade é um chamado para todos. 

Desde os primeiros séculos existe o culto aos santos entre os cristãos, a começar pelos mártires, e todos aqueles que testemunham de maneira heroica a fé, esperança e caridade. Em um sermão do século XII, o abade São Bernardo questiona os motivos de se louvar os santos e a finalidade dessa solenidade. Ele ressalta que os santos não precisam de homenagens, no entanto, “não há dúvida alguma: se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles”.

 

UNIÃO COM DEUS

A doutrina católica ensina que a santidade é a estreita união do ser humano com Deus. União da qual resulta a perfeição moral. Deus é santo por natureza, as pessoas são santas na medida em que se aproximam do Santo. Em outras palavras, viveram as bem-aventuranças anunciadas por Jesus nos Evangelhos.

“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade”, afirma o Catecismo da Igreja Católica, recordando o que o próprio Jesus diz nos Evangelhos: “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). 

 

NA VIDA ORDINÁRIA

Os santos não foram pessoas raras e especiais que viveram numa só região do mundo ou apenas em uma época particular da história. A santidade não requer sinais surpreendentes nem consiste em fazer coisas que chamem a atenção. Nada mais é do que “viver de maneira extraordinária a vida ordinária de cada dia”, como observou São João Paulo II, ao beatificar o casal Luigi e Maria Beltrame Quattocchi, em 2001. 

Os santos não são somente aqueles que foram canonizados, isto é, reconhecidos pela Igreja, como também a multidão de cristãos anônimos que deu testemunho da sua fidelidade a Cristo e hoje está na glória celeste. “Gosto de ver a santidade no povo paciente de Deus: nos pais que criam os seus filhos com tanto amor, nos homens e mulheres que trabalham a fim de trazer o pão para casa, nos doentes, nas consagradas idosas que continuam a sorrir. Nesta constância de continuar a caminhar dia após dia, vejo a santidade da Igreja militante”, afirmou o Papa Francisco, na sua recente Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate, sobre o chamado de Deus à santidade no mundo atual.

Essa multidão dos santos é mencionada por São João no livro do Apocalipse, como aqueles “que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão”. (Ap 7,4-14). 

 

INTERCESSORES

Os santos também intercedem a Deus pela humanidade. A Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, lembra que: “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus”.

Foram muitos os santos que deram testemunho dessa verdade de fé. São Domingos de Gusmão, na hora de sua morte, dizia a seus frades: “Não choreis! Serei mais útil a vós após a minha morte e vos ajudarei mais eficazmente do que durante a minha vida”. Santa Teresinha do Menino Jesus confirma esse mistério ao afirmar: “Passarei meu céu fazendo bem na terra”. O Catecismo reforça isso ao dizer que “na oração, a Igreja peregrina é associada à dos santos, cuja intercessão solicita”.

 

HUMANOS

A santidade é graça e iniciativa divinas. Ninguém se faz santo por si mesmo, mas coopera com Deus abrindo-se para a sua ação. Os chamados à santidade são pessoas de carne e osso que, inúmeras vezes, ganham e perdem batalhas para permanecerem unidas a Deus. É nesse sentido que os santos são heróis, pois confessaram sua fraqueza diante daquele de quem recebem a fortaleza, como afirmou São Paulo: “É quando me sinto fraco é que sou forte” (2Cor 12,10).

São muitos os defeitos e vícios decorrentes da condição humana que também acometeram os grandes santos. Alguns, por exemplo, lutaram contra seus impulsos de ira, como São Jerônimo, conhecido como um dos santos mais irritadiços do Cristianismo. Ele próprio admitia suas intolerâncias e era bastante consciente das suas limitações, o que o levou a uma vida de penitência. A esse respeito, conta-se de um bispo que, ao ver uma pintura do santo batendo no peito com uma pedra, declarou: “Fazes bem em golpear-se com essa pedra. Do contrário, a Igreja nunca te teria canonizado”. 

Considerado profeta da mansidão e da ternura, São Francisco de Sales também lutou contra as explosões de fúria por quase 20 anos. Tal experiência contribuiu para a redação de sua obra “Introdução à vida devota”. Foi ele quem chegou a afirmar que se atraem mais moscas com uma gota de mel que com um barril de vinagre. 

Alguns santos também enfrentaram sofrimentos, crises de fé, inquietações e a chamada “noite escura da alma”, como São João da Cruz, Santo Inácio de Loyola, Santa Teresa de Calcutá, Santa Teresa d’Ávila e Santa Edith Stein. 

 

CONVERSÃO

Em uma homilia de 2016, o Papa Francisco afirmou que “não há nenhum Santo sem passado, tampouco um pecador sem futuro”. Um exemplo disso foi o de Santo Agostinho, que após 30 anos mergulhado em uma vida pecaminosa, converteu-se. Segundo seus relatos, ele procurava com intensa sinceridade a verdade e o sentido da existência, mas, em suas andanças desordenadas, os prazeres dos sentidos o deixavam mais longe de Deus e de si mesmo. “Eis que estavas dentro de mim, mas eu estava fora, e fora te buscava”, dizia em suas Confissões.

Na Exortação Gaudete et Exsultate, Francisco recomenda: “Quando sentires a tentação de te enredares na tua fragilidade, levanta os olhos para o Crucificado e diz-lhe: ‘Senhor, sou um miserável! Mas Vós podeis realizar o milagre de me tornar um pouco melhor’”. O Santo Padre recordou, ainda, que na Igreja, “santa e formada por pecadores”, o cristão encontrará tudo de que precisa para crescer rumo à santidade. “O Senhor cumulou-a de dons com a Palavra, os sacramentos, os santuários, a vida das comunidades, o testemunho dos santos e uma beleza multiforme que deriva do amor do Senhor”. 

(Com informações de ACI, Aleteia e Vatican.va)
 


 

 

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Bairro das Mercês comemora sua padroeira

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27 de setembro de 2018

A Paróquia Nossa Senhora das Mercês, no Setor Pastoral Anchieta, celebrou na segunda-feira, 24, a padroeira da matriz paroquial e do bairro que leva seu título.

Durante a novena, foi traçado um caminho de recordação da ação da Ordem Mercedária ao longo de seus 800 anos, sempre inspirada em Nossa Senhora sob o título de Mercês. 

O domingo, 23, foi marcado pela cerimonia de consagração e coroação, procissão pelas ruas do bairro e missa solene de encerramento da novena. Durante a procissão, inúmeras crianças foram apresentadas, pelas mãos do Pároco, Frei José Maria Mohomed Junior, O. de M., a Nossa Senhora das Mercês e à comunidade paroquial ali presente. 

O Pároco também recordou que todos os anos é realizada uma campanha em prol de um projeto de libertação dos cativos em alguma parte do mundo. Neste ano, o projeto envolve a construção de uma casa de acolhida para familiares de homens e mulheres privados de liberdade em Quito, no Equador.
 

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Legião de Maria comemora 60 anos na Vila Alpina

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19 de setembro de 2018

Com celebração eucarística presidida pelo Padre Eduardo Aparecido Araujo, a Legião de Maria comemorou os 60 anos de trabalhos apostólicos dessa associação de fiéis na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na Vila Alpina, no sábado, 15.

A celebração contou com aproximadamente 400 membros ativos e auxiliares, filiados à associação. Também participaram dois antigos coordenadores e dois dos fundadores do primeiro praesidium (grupo) na Paróquia, iniciado em 8 de agosto de 1958, e que recebeu o nome de Consoladora dos Aflitos.

A Legião de Maria é uma associação de leigas e leigos que foi fundada no dia 7 de setembro de 1921, em Dublin, na Irlanda, e se expandiu pelo mundo, realizando todos os trabalhos apostólicos designados pela Igreja.

(Colaborou: Hernane Ferreira)

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Frei Lisaneos Francisco Prates comemora aniversário sacerdotal

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22 de agosto de 2018

No sábado, 18, a Paróquia Nossa Senhora das Mercês, Setor Pastoral Anchieta, celebrou o jubileu de 25 anos da ordenação presbiteral do vigário paroquial Padre Frei Lisaneos Francisco Prates, O. de M., que também integra a coordenação do curso de Teologia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Nascido no dia 17 de setembro de 1962, na cidade de São João do Sobrado (ES), filho de José Pedro Prates e Laurinha Rodrigues, Frei Lisaneos ingressou na Ordem de Nossa Senhora das Mercês no dia 14 de março de 1981. Foi ordenado diácono em 29 de fevereiro de 1992, em San Fernando (Roma), e presbítero em 14 de agosto de 1993, na Paróquia Nossa Senhora das Mercês, no Rio de Janeiro (RJ). Foi pároco na Paróquia Santo Antônio da Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ), formador do estudantado mercedário de São Paulo (SP), superior provincial dos Mercedários no Brasil por dois mandados (2009 - 2014) e pároco na Paróquia Nossa Senhora das Mercês, em São Paulo (SP), onde atualmente exerce a função de vigário paroquial. 

A Celebração Eucarística em comemoração dos 25 anos de sacerdócio contou com a presença do atual superior provincial dos Mercedários no Brasil, Padre Frei John Londerry Batista, O. de M., do Padre Boris Agustin Nef Ulloa, atual diretor na PUC-SP. A homilia foi proferida pelo Padre Frei José Herculano de Negreiros, O. de M., que foi formador do Frei Lisaneos no aspirantado e estudantado. Na homilia, Frei José Herculano recordou o papel do sacerdote na comunidade cristã e do incentivo vocacional nas famílias. Ao final da celebração, o superior provincial, Padre Frei John agradeceu o empenho e dedicação do Frei Lisaneos pela Ordem de Nossa Senhora das Mercês. Terminando a celebração, os fiéis, religiosos e familiares se reuniram para uma confraternização na quadra esportiva da Paróquia Nossa Senhora das Mercês.
 

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Dia do Padre

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04 de agosto de 2018
ORAÇÃO VOCACIONAL DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO
Jesus, mestre divino, que chamastes os apóstolos a vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, pelas nossas escolas, e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas, dai forças para que vos sejam fiéis, como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade. Amém.

Agosto chegou, e, uma vez mais, a Igreja inicia as celebrações deste mês dedicado às vocações, sejam elas laicais, ao ministério ordenado ou à vida religiosa. 

No sábado, 4, é comemorado o Dia do Padre, justamente pelo exemplo de São João Maria Vianney, o padroeiro dos sacerdotes, que viveu em Ars, um pequeno vilarejo do interior da França, onde faleceu em 4 de agosto de 1859. Mesmo diante de todos os obstáculos, como a oposição de seu pai e a alegada falta de instrução, foi perseverante e teve muita fé em Deus até conseguir ser ordenado. Por meio de uma vida simples, de muita oração e dedicação aos pobres e necessitados, a presença do Cura D’Ars, como era conhecido, nos vilarejos em que vivera transformaria para sempre a vida dos habitantes daquela região, e o inscreveria definitivamente como um dos grandes exemplos da Igreja. 

Com espírito de comemoração pelo Dia do Padre, O SÃO PAULO traz a história da vocação de dois sacerdotes da Arquidiocese de São Paulo: Padre Helmo César Faccioli, que tem 42 anos de sacerdócio, Cerimoniário Litúrgico da Catedral da Sé, e Padre João Henrique Novo do Prado, ordenado há dois anos e meio e Pároco da Paróquia Espírito Santo, na Região Episcopal Brasilândia. 

 

PADRE HELMO

Nascido e criado na cidade de Franca, no interior do Estado de São Paulo, desde os 5 ou 6 anos de idade já queria ser padre, e assim o dizia à sua mãe. Quando ia à missa com ela, queria saber onde o padre morava, quem cuidava dele, e outras curiosidades de criança. Muitas vezes, mesmo aos 6 anos de idade, ao retornar das celebrações na igreja, tinha o hábito de brincar de “celebrar” a missa – brincadeira que manteve até os 10 anos, e que foi se tornando cada vez mais séria. Sua casa dispunha de um quartinho do lado de fora, onde ele montou uma “capelinha”, em que “rezava” as missas.   

Aos 15 anos, solicitou aos claretianos o ingresso no seminário, em Rio Claro (SP), e foi aceito. Nos anos seguintes, toda a sua formação, que culminou com sua ordenação em 1976, bem como seu trabalho como ministro ordenado, aconteceram em Rio Claro (SP), Campinas (SP) e Curitiba (PR), até ser transferido para São Paulo, em 1984, ocasião em que tinha 42 anos de idade. 

Padre Helmo recorda dois fatos marcantes em sua vida sacerdotal: certa vez, uma senhora visitava por acaso a Catedral da Sé e ele estava no confessionário. Ela o procurou para se confessar, admitiu que se sentia movida por simples curiosidade –fazia 40 anos que não recebia tal Sacramento. Ele lhe disse: “Vamos então satisfazer a sua curiosidade!”. Ela chorou muito, fez uma confissão sincera, com o desejo de uma retomada de vida. Isso a marcou tanto que ela o procurou por dois dias seguidos para continuar com as confissões e aprofundar seu sentido. 

Outro fato marcante aconteceu nos primeiros meses de seu ministério sacerdotal: fora chamado para atender uma pessoa doente, um senhor que estava desenganado. A família acompanhou com muita fé todas as orações do sacramento da Unção dos Enfermos, e o doente, em coma profundo, não ti
nha condições de receber a Eucaristia; os familiares ali presentes, no entanto, comungaram. Era por volta das 10h. À tarde, outro padre de sua comunidade foi ao hospital atender a outro doente, e aquela família o procurou para relatar o fato de que, pouco antes do meio-dia, este senhor havia recuperado os sentidos, pediu para sentá-lo na cama e estava à espera do lanche das 15h. “É a ação de Deus, pois quem age pelo sacerdote é Deus”, reconhece Padre Helmo.  

 

PADRE JOÃO HENRIQUE

Padre João Henrique é um dos mais jovens sacerdotes em atuação na Arquidiocese de São Paulo: com apenas 29 anos de idade, já possui dois anos e meio de ministério sacerdotal. Sentiu o despertar vocacional ainda criança, aos 9 anos, quando seus pais o inscreveram na Catequese em preparação para a Primeira Eucaristia, na Paróquia São Camilo de Lellis, na Vila Nivi, na Região Episcopal Santana. Foi nessa fase que começou a conhecer Jesus Cristo e sua Igreja, de um jeito inocente e simples, próprio de uma criança dessa idade. Com isso, sua família começou a ter uma vida mais bonita de fé e caminhada eclesial. 

Depois da Primeira Eucaristia, ingressou no grupo de coroinhas da Paróquia, o que o deixou mais próximo do altar do Senhor, como também daquele que traz Jesus sobre o altar em cada Missa, o padre. Era, no caso, o Padre José Benedito Brebal Hespaña (Padre Zezé), atualmente Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Dionísia na Região Episcopal Santana; que o inspirou a ter um grande amor pela figura do sacerdote, que o fazia pensar e dizer, mesmo ainda muito pequeno: “Quero ser como este homem!”. Assim foi crescendo e, igualmente, seu desejo de ser padre. Passou a frequentar outra Paróquia, a Nossa Senhora das Neves, no Tucuruvi, na Região Episcopal Santana, e lá conheceu o então Pároco, o Padre Luís Cesar, que se tornou um grande amigo e incentivador de sua caminhada vocacional. Muito lhe ensinou e inspirou, e foi ele quem o conduziu ao Seminário da Arquidiocese. A decisão de ingressar no seminário se deu após receber o sacramento da Crisma: parece que ali tudo ficou mais claro e certo. Era isso mesmo que queria: ser padre! 

Em dezembro de 2014, foi ordenado diácono e enviado para a Paróquia Santa Paulina, no bairro de Heliópolis, na Região Episcopal Ipiranga. Nesse tempo de diaconato, fez uma experiência missionária no Pará, na cidade de Igarapé-Açu, na Paróquia São Sebastião, por um mês, o que muito o motivou na caminhada sacerdotal. 

E em dezembro de 2015 foi ordenado sacerdote e designado para trabalhar na Região Episcopal Brasilândia. Foi Vigário da Paróquia Santa Cruz e depois foi nomeado Pároco na Paróquia Espírito Santo, onde ficará até o próximo domingo, 5. A pedido do Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, ele seguirá para Roma para fazer o mestrado na área de Teologia Pastoral, em Metodologia e Pedagogia Catequética, na Universidade Salesiana. 

Padre João Henrique se sente feliz e realizado como padre, primeiramente porque percebe que está fazendo a vontade de Deus para sua vida, podendo, assim, ajudar no cuidado das pessoas. Pensa que um dos serviços fundamentais que o padre tem que realizar em seu ministério é o de cuidar, cuidar do povo. Oferecendo-lhe, o pão da Eucaristia, a reconciliação e a misericórdia de Deus por meio da Confissão; oferecendo-lhe, também, o conselho na direção espiritual; o alívio nos sofrimentos, por meio da Unção dos Enfermos, visita aos doentes, estando perto das famílias enlutadas; acolhendo novos membros para a Igreja de Cristo por meio do Batismo; assistindo casais no Matrimônio, acompanhando-os depois, principalmente os que passam por crises. Ou seja, o padre, quando em nome de Cristo, e por causa dele, cuida bem e acolhe o povo com alegria, sente-se realizado. 

CENTRO VOCACIONAL ARQUIDIOCESANO (CVA)

Rua Filipe de Oliveira, 36 - 6º andar - Praça da Sé - São Paulo (SP)

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