INTERNACIONAL

Turcomenistão

Uma igreja que começou do zero

Por Filipe David
25 de março de 2019

O Padre Andrzej chegou ao País em 1997, quando São João Paulo II instituiu a Missão

Reprodução da Internet

“Quando cheguei ao Turcomenistão, há 22 anos, não havia fiel católico algum”, contou o Padre Andrzej Madej, um sacerdote polonês dos Oblatos de Maria Imaculada, superior da missão sui iuris do País. Uma missão “sui iuris” é como uma diocese em um território de missão, onde ainda não existem fiéis o suficiente para que haja uma verdadeira diocese.

O Padre Andrzej chegou ao País em 1997, quando São João Paulo II instituiu a Missão, fazendo renascer a Igreja local. Durante 13 anos, a presença dos Oblatos de Maria Imaculada era admitida apenas como representante da Embaixada do Vaticano: as reuniões ocorriam em moradias privadas e a missa era celebrada em território diplomático da Nunciatura Apostólica de Ashgabat. O governo só reconheceu oficialmente a presença católica em 2010.

Atualmente, a comunidade se reúne na Capela da Transfiguração do Senhor, em Ashgabat, e é constituída por dois sacerdotes e 250 fiéis. Os padres e os fiéis se comunicavam em Russo, o que era suficiente. Mas hoje, a expansão da Igreja vai exigir o conhecimento da Língua Turcomena. Por isso, um terceiro sacerdote irá em breve ao País e se dedicará a aprendê -la durante o seu primeiro ano.

Segundo o Padre Andrzej, “ser testemunha do nascimento da comunidade de fiéis é uma graça de Deus, porque significa ter participado de um parto difícil, mas cheio de esperança”, assegurou.

Fonte: Fides

 

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