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Pelo Brasil

Surto de Aedes aegypti pode afetar mais de 500 cidades neste verão

Por Daniel Gomes
18 de janeiro de 2019

A região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos suspeitos no ano passado: foram 93 mil

Arquivo EBC

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de 500 cidades no Brasil correm o risco de surto de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (foto), como a dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Outras 1.881 cidades estão em sinal de alerta.

Foram examinados 5.538 municípios brasileiros. O método adotado pelo Ministério da Saúde investiga a infestação desse inseto em diferentes regiões.

A região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos suspeitos no ano passado: foram 93 mil. Em seguida, vêm as regiões Sudeste, com 68 mil casos; Nordeste, com 66 mil; Norte, com 16 mil; e Sul, com 2,9 mil casos.

O Ministério da Saúde também identificou os principais criadouros de cada região: no Nordeste, tonéis, barris e tinas são os principais locais para o desenvolvimento das larvas dos mosquitos. Já no Sudeste, predominam os criadouros em vasos, frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. Nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, os vilões em relação ao acúmulo de água são garrafas PET, latas e entulhos, objetos facilmente encontrados no lixo.

Fontes: TV Globo e Ministério da Saúde
 

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