SÃO PAULO

Mês Vocacional

Seminaristas da Arquidiocese recebem ministérios de leitor e acólito

Por Fernando Geronazzo
07 de agosto de 2017

O Cardeal Scherer destacou a importância de se rezar pelas vocações sacerdotais e afirmou: 'os padres não caem do céu, surgem da comunidade'

(Foto: Luciney Martins)


Na manhã deste domingo, 6, Festa da Transfiguração do Senhor, o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, presidiu missa na Catedral da Sé, na qual conferiu os ministérios de leitor e acólito a um grupo de seminaristas da Arquidiocese.

A celebração marcou o início do mês vocacional no Brasil, cujo primeiro domingo recorda a vocação para os ministérios ordenados. No processo formativo dos candidatos ao sacerdócio, o leitorato e o acolitato antecedem a ordenação diaconal. 

Na homilia, Dom Odilo explicou que os ministérios são um primeiro chamado ao serviço. “Os ministros leitores são encarregados de ajudar a Igreja a realizar a parte mais importante da sua missão, o anúncio da Palavra de Deus...”. Quando aos acólitos, o Cardeal ressaltou que esses não apenas servem ao altar, mas servem “aquilo que se celebra no altar, o mistério central da nossa redenção, Jesus que continua e se doar pela humanidade”.

O Arcebispo agradeceu, ainda, as paróquias que realizam um trabalho de promoção vocacional. “Os padres não caem do céu, surgem da comunidade. O Papa São Joao Paulo II dizia que a vocação é uma resposta de Deus providente a uma comunidade orante, que pede. ‘Pedi ao Senhor da messe que envie operários’. Deus ouve e chama”.

“Deus continua a chamar. Talvez nós estamos um pouco distraídos e não ouvimos o chamado ou não o acolhemos devidamente. Fato é que em nossa Arquidiocese precisamos trabalhar muito pelas vocações”, acrescentou Dom Odilo.

Oração pelos cristãos perseguidos

Mais cedo, também na Catedral, Dom Odilo presidiu missa pelo Dia Internacional de Oração pelos Cristãos Perseguidos, iniciativa promovida pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN).  A data surgiu em referência a fuga de milhares de cristãos do norte do Iraque, em 2014, expulsos pelos extremistas do grupo Estado Islâmico. Este ano, as intenções não se concentram apenas aos cristãos do Oriente Médio, mas se estende às perseguições em todo o planeta. A África, por exemplo, é o continente onde atualmente morrem mais pessoas por serem cristãos do que em qualquer outro lugar do mundo.

Leia as reportagens completas sobre as duas celebrações na próxima edição do jornal O SÃO PAULO.

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