NACIONAL

Grito dos Excluídos

‘Por direitos e democracia, a luta é todo dia’

Por Redação
07 de setembro de 2017

“Por direitos e democracia a luta é todo dia” é o lema do 23º Grito dos Excluídos, que acontece esse ano

Em 2017, com o lema “Por direitos e democracia a luta é todo dia” e tema “Vida em primeiro lugar”, o chama a atenção da sociedade para a urgência da organização e luta popular frente à conjuntura atual do País. O Grito quer rediscutir esse sistema, propondo que a vida esteja em primeiro lugar. Como metodologia, o Grito privilegia a participação ampla, aberta e plural. Os mais diferentes atores e sujeitos sociais se unem numa causa comum, sem deixar de lado sua especificidade.

O dia 7 de setembro é a data escolhida, desde o início do Grito, em 1995, por ser o dia da comemoração da independência do Brasil. O evento se propõe a superar um patriotismo passivo com uma cidadania ativa e de participação. O Dia da Pátria, além de um dia de festa e celebração, torna-se um dia de consciência política . 

Em coletiva de imprensa, realizada na quinta-feira, 31 de agosto, na sede do Regional Sul 1 da CNBB, na Capital Paulista, o Bispo Emérito de Blumenau (SC), Dom Angélico Sândalo Bernardino, afirmou que o Grito acontece em um momento em que o País vive uma crise ética na política por parte dos governantes e autoridades. “O povo precisa voltar a ocupar as ruas de forma consciente e organizada para conquistar, defender e garantir seus direitos”, disse. 

Segundo o Bispo de Ipameri (GO), Dom Guilherme Antônio Werlang, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB, “vivemos tempos difíceis. Os direitos e os avanços democráticos conquistados nas últimas décadas, frutos de mobilizações e lutas, estão ameaçados. O próprio sistema democrático está em crise, distante da realidade vivida pela população”.

Fonte: www.gritodosexcluidos.org e CNBB 

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