INTERNACIONAL

França

G7 rejeita pedido de grupo pró-aborto

Por Gustavo Catania Ramos
06 de setembro de 2019

Rejeitaram um pedido para incluir em seu documento final parágrafos a favor do aborto e da censura de conteúdo pró-vida na internet
 

Os líderes mundiais no encontro do G7, grupo que reúne os chefes de Estado das sete maiores economias do mundo, rejeitaram um pedido para incluir em seu documento final parágrafos a favor do aborto e da censura de conteúdo pró-vida na internet. 


O Gender Equality Advisory Council (GEAC – em português: Conselho Consultivo sobre Igualdade de Gênero), instituto a favor do aborto criado pelo governo canadense, pediu, no dia 25 de agosto, que o grupo apoiasse a morte de bebês até o nascimento e tomasse como modelo a lei canadense, que permite o aborto sem nenhuma restrição. 


O GEAC requereu também que os líderes do G7 adotassem uma lei francesa que proíbe a chamada “desinformação” sobre aborto quando ela pretende convencer uma mulher a não abortar. A lei francesa, de 2017, pune pró-vidas com prisão de dois anos e uma multa de 30 mil euros caso tentem convencer alguém a não praticar o aborto.


Criado em 2018 pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, para promover a ideologia de gênero, o GEAC promove o aborto como um “direito fundamental”. 


Fontes dizem que a delegação dos Estados Unidos foi a responsável por impedir que os pedidos do GEAC fossem atendidos pelo G7. No ano que vem, o país assumirá a presidência do grupo. 


Fontes: Center for Family & Human Rights/ The Guardian

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