O testemunho de amor de uma mãe nas arquibancadas

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13 de novembro de 2019

O caminho percorrido por Silvia Grecco e seu filho, Nickollas, rumo à conquista do Fifa Fan Award, premiação dedicada aos torcedores de futebol, começou muito longe do tapete vermelho da cerimônia que reúne anualmente os melhores jogadores do mundo. A longa jornada teve início quando Silvia, também mãe de Márjori, decidiu adotar uma criança.
Foi em um hospital da Grande São Paulo que ela encontrou pela primeira vez um menino prematuro, que, após uma tentativa de aborto, nasceu aos 5 meses de gestação, pesando apenas 500 gramas. A criança ficou quatro meses internada e 12 famílias já haviam desistido da adoção. No entanto, quando Silvia pegou no colo o menino frágil e com sequelas da tentativa de aborto, sentiu os “laços do coração” unirem-na àquele bebê para sempre. 
“Havia chegado minha vez e a juíza pediu que eu fosse conversar com o médico, e, caso eu tivesse interesse, poderia ir à audiência de adoção. Quando cheguei ao hospital e o médico veio conversar com a gente, ele já trouxe o Nickollas e o colocou no meu colo. Naquele instante, tive a certeza de que ele era meu filho”, disse Silvia Grecco, em entrevista ao O SÃO PAULO. 

NO COLO DA MÃE 
Os primeiros desafios logo surgiram, e eles foram enfrentados de joelhos. A gestação interrompida impediu que a retina de Nickollas se formasse, o que fez com que ele nascesse cego dos dois olhos. Muitas outras dificuldades foram encaradas durante o período de internação, sendo que, ainda nos primeiros dias do processo de adoção, o médico alertou Silvia de que existia a possibilidade de o menino não resistir. 
A devota de Nossa Senhora Aparecida não se conformou com a possibilidade de perder um filho com tão pouco tempo de vida e, chegando a sua casa, triste após a conversa com o médico, colocou-se em oração e decidiu peregrinar até o Santuário Nacional, em Aparecida (SP).
“O Nickollas era bebezinho e ainda estava no carrinho. Atravessei de joelhos de uma basílica a outra [da nova para a velha]. Tenho as marcas nos joelhos, mas, na verdade, tenho as marcas no meu coração, pois foi um momento de grande emoção na minha vida. Naquele dia, entreguei o Nickollas para a Mãe e disse: ‘É o nosso filho e eu tenho certeza de que nada de ruim vai acontecer com ele’. Naquele momento, tive a certeza de que minha fé era muito grande. Eu só tenho a agradecer a Deus”, contou emocionada. 

APRENDIZADO E DEFESA DA VIDA
“Eu não quero julgar, pois o ato daquela mãe me trouxe a maior felicidade da minha vida e o maior presente que Deus me deu, mas acho que as pessoas precisam pensar muito antes de provocar um aborto, pois o Nickollas é o símbolo disso. Hoje, ele está aqui. Embora tenha essa sequela, ele sobreviveu e está conosco, mas eu vou levar essa bandeira sempre em defesa da vida”, destacou.
Silvia precisou adaptar-se a algumas situações às quais não estava acostumada. Aos poucos, porém, foi aprendendo a ser mãe de uma criança com deficiência. Nickollas era muito reservado com seus brinquedos e falava pouco. Quando começou a frequentar a escola, a equipe de professores percebeu uma certa dificuldade de socialização e verbalização. Aos 5 anos, o menino recebeu o diagnóstico de autismo em proporções leves.
“Tenho a certeza de que eu aprendo muito mais com ele do que ele comigo. Conviver com uma pessoa com deficiência é um aprendizado diário, é uma mudança de valor muito grande, pois passamos a enxergar o mundo de uma forma muito diferente. Eu gostaria que a humanidade enxergasse como o deficiente visual: eu posso olhar para o seu exterior e lhe dar todas as suas características, mas o Nickollas vai enxergá-lo com o coração para aquilo que você é mesmo como pessoa”, completou.

PAIXÃO PELO FUTEBOL 
Aos domingos, já era um programa assistir ao futebol na televisão naquela família de mãe palmeirense, pai corintiano e irmã são-paulina. Nickollas ainda não tinha um time do coração, mas era fã do jogador Neymar. Após conhecê-lo pessoalmente, quando o atleta ainda jogava no Santos Futebol Clube, descobriu que o craque tinha sido palmeirense na infância. 
Foi a abertura que Silvia precisava para levar o garoto aos jogos do Palmeiras e, logo na primeira partida, ele se apaixonou pelo Verdão. Nos primeiros jogos, Nickollas ouvia a partida pelo rádio, mas logo ele tirava o fone por causa do som envolvente da torcida.
“Percebi que ele estava pulando por causa da torcida, mas não estava entendendo o jogo. Sempre tive o costume de descrever as coisas para ele, desde pequeno isso é normal. Quando ainda não narrava, eu falava como era o estádio, a roupa do jogador, o cabelo, e eu sempre descrevia os detalhes. Comecei a narrar sutilmente, dizendo quem estava com a bola, se tinha chance de fazer o gol etc. Aos poucos, fui aprimorando a narração e ele adorou”, disse a mãe.

NAS LENTES DA Tv
E foi com esse simples gesto de narrar os jogos para o filho que a vida dos dois mudou completamente. Durante um clássico entre Palmeiras e Corinthians, no Allianz Parque, no dia 9 de setembro de 2018, eles foram filmados pela equipe da TV Globo, e, posteriormente, uma reportagem a respeito deles teve muitas visualizações nas redes sociais. 
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) tomou conhecimento da história, e Silvia tornou-se finalista do prêmio dedicado a fãs do esporte na cerimônia dos melhores do mundo. 
A palmeirense diz ter ficado muito emocionada quando recebeu o comunicado que seria finalista do prêmio, pois não imaginava que um gesto genuíno e corriqueiro se tornaria algo tão gigantesco. Foi, então, que entendeu o quanto as pessoas com deficiência são invisíveis. 
“Já me perguntaram porque levo o Nickollas no estádio, se ele não enxerga nada. Eu sempre respondo que é para ele ‘ver tudo’, pois ele enxerga melhor que nós, está atento a cada detalhe, vibra, ama e é muito feliz. Já que houve toda essa visibilidade, percebi o quanto somos invisíveis e decidi abraçar isso como uma missão. Gostaria que não apenas meu filho, mas outros tivessem a oportunidade de serem respeitados e vistos”, reforçou. 

O GRANDE LEGADO
Segundo Silvia, o grande legado de toda essa história é que as pessoas com deficiência existem e precisam ser “amadas, respeitadas, incluídas e ter oportunidade”. Por isso, para o próximo ano, está sendo desenvolvido um projeto de inclusão junto com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“A nossa atitude já está transformando a de outras pessoas. Eu tive a oportunidade de falar com o presidente da CBF [Rogério Caboclo], e tivemos uma conversa muito importante. Se Deus quiser, no próximo Brasileirão, vamos levar pessoas com deficiência aos jogos importantes de todos os times e estádios do Brasil, e vamos levar essas crianças de todos os times juntas, até mesmo para construir essa cultura de paz”, concluiu Silvia. 
 

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Programa ‘Rua da Gente’ dissemina prática esportiva pela cidade

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08 de novembro de 2019

Estimular a ocupação adequada do espaço público e a integração das famílias com atividades esportivas e culturais, brincadeiras, oficinas e práticas de cuidados com o corpo e a mente. Com esses objetivos, a Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias municipais de Esportes e Lazer, Cultura e Relações Sociais, realiza o Programa “Rua da Gente” aos fins de semana, com diversas atividades nas ruas, praças e centros esportivos da capital paulista.
“Estamos fazendo uma evolução no programa ‘Ruas Abertas’, por meio do qual a Prefeitura garantia o fechamento dos espaços da cidade e a população era quem se responsabilizava pela execução das atividades. Aqui não: nós teremos 320 edições, sendo cem em 2019 e 220 no ano que vem. Serão ao menos quatro edições por fim de semana em todos os cantos da cidade, em especial nas 
regiões mais periféricas”, destacou o prefeito Bruno Covas (PSDB), no lançamento do programa em setembro. 

TODOS OS PÚBLICOS 
O secretário municipal de Esportes e Lazer, Carlos Bezerra Junior, disse em entrevista coletiva que o objetivo da iniciativa é promover o encontro das famílias e da comunidade local, além de trazer de volta à vida das pessoas o valor da rua, da praça e dos próprios clubes. “O programa foi desenhado de forma a abranger o maior número de espaços, como também a faixa etária mais elástica possível”, enfatizou.
As atividades são divididas em quatro polos, com opções para pessoas de todas as idades: Práticas Esportivas (atletismo, basquete, futebol, futsal e lutas), Práticas Corporais (alongamentos, exercícios funcionais, crossfit e street dance), Práticas de Lazer (brincadeiras tradicionais e contemporâneas, gincanas e oficinas de artesanato) e Práticas Integrativas e Complementares (práticas terapêuticas, danças e meditação).

VARIADOS ESPAÇOS
O primeiro espaço a receber o projeto foi a Praça do Samba, em Perus, zona Noroeste de São Paulo. Houve pintura facial, recreação, piscina de bolinhas, cama elástica, além das oficinas de cata-vento e mini pipa. Diversos outros bairros já receberam a iniciativa.
“Diferente de outros programas, o ‘Rua da Gente’ poderá realizar suas atividades nos mais variados espaços abertos da cidade, como ruas, praças e clubes municipais que tenham uma infraestrutura básica para atender às especificidades das modalidades apresentadas”, completou o secretário.
O programa é realizado aos sábados e domingos e irá contemplar todas as re-
giões da cidade de São Paulo, priorizando as áreas de maior vulnerabilidade social. As atividades ocorrem das 9h às 18h. 
A programação completa, com os locais e bairros que acolherão o programa, pode ser conferida no site prefeitura.sp.gov.br


(Com informações de Prefeitura de São Paulo)


 

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O futebol em campo na luta contra o câncer de mama

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01 de novembro de 2019


O futebol entrou em campo para mobilizar suas torcedoras sobre a prevenção ao câncer de mama no contexto do Outubro Rosa. Diversas iniciativas para exames gratuitos, consultas, acompanhamento e até doação de cabelos foram promovidas pelos clubes paulistas.
A Federação Paulista de Futebol (FPF), em parceria com a ONG Meninas de Peito, realizou a campanha “Marque Esse Gol”, que disponibilizou, durante o mês de outubro, nos arredores dos estádios do São Paulo, Santos, Guarani, Ponte Preta e Botafogo de Ribeirão Preto (SP), unidades móveis de atendimento à mulher, equipadas para realizar mamografias e exames complementares gratuitos e conscientizá-las sobre a importância do diagnóstico precoce, para uma maior eficácia do tratamento.

AMAR O CLUBE E A VIDA 
O Corinthians também participou do Outubro Rosa, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e o Hospital Santa Marcelina. Uma carreta ficou estacionada em frente à Arena Corinthians para que as mulheres pudessem realizar a mamografia gratuita. Caso fosse detectado alguma anormalidade, as pacientes eram encaminhadas para o Hospital Santa Marcelina, para uma avaliação minuciosa e outros exames. 
“A importância dessa campanha é que ela é a favor da vida, do diagnóstico precoce e da orientação para essas mulheres. Nós conseguimos conversar com elas enquanto aguardam para fazer os exames e orientamos sobre a importância de fazer o autoexame. Elas saem daqui e nos dizem o quanto aprenderam coisas sobre o câncer de mama que elas não sabiam”, disse ao O SÃO PAULO Eliane Pegoraro, coordenadora do voluntariado do Hospital Santa Marcelina.
Para realização da mamografia, as mulheres precisavam fazer um cadastro pela internet. Em apenas três dias, 34 mil se inscreveram. Foram realizados 65 exames diariamente. No sábado, 26, para encerrar a campanha, o Corinthians promoveu uma caminhada que saiu do Hospital Santa Marcelina e foi até a Arena Corinthians, onde aconteceram diversas atividades.

MULHERES AMPARADAS 
Segundo Eliane, existem muitos casos de pacientes que descobriram a doença por meio dessa parceria realizada desde 2015. O grande diferencial da campanha é o apoio oferecido pelos médicos e pelo voluntariado que fornecem o suporte e acompanhamento desde a primeira consulta até o tratamento e cirurgia, caso necessário. Um grupo de apoio também oferece palestras e oficinas após o tratamento. 
“Não adianta apenas oferecer a mamografia e, caso haja alguma alteração nos exames, deixar a mulher desamparada. Nessa campanha, em parceria com o Hospital Santa Marcelina, a mulher tem um respaldo para o tratamento. Caso ela tenha alguma alteração, é acolhida pela médica, que faz exames e realiza todo o acompanhamento o que for preciso”, concluiu Eliane. 

DOAÇÃO DE CABELOS
O Palmeiras também promoveu iniciativas para prevenção do câncer de mama durante o mês de outubro. No dia 16, na partida contra a Chapecoense, no Allianz Parque, os jogadores entraram em campo com 11 mulheres que estão em tratamento contra a doença. Do lado de fora do estádio, uma tenda foi montada para as pessoas doarem cabelos para confecção de perucas a pacientes em tratamento do câncer, que foram direcionadas para a ONG Cabelegria.
A equipe de futebol feminino também participou da campanha nas redes sociais por meio de várias iniciativas. Desde 2015, o Palmeiras promove ações para mostrar a importância do Outubro Rosa, além de ofertar exames gratuitos que já ajudaram diversas pessoas a descobrir a existência do tumor. 
 

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Brasil acredita em recorde na reta final dos Jogos Parapan-Americanos

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30 de agosto de 2019

Toronto, 2015: 109 ouros, 74 pratas, 74 bronzes. Totalizando 257 medalhas. Essa foi a campanha brasileira no Parapan-Americano naquela ocasião e um recorde até agora dos Jogos. Ainda restam dois dias e meio para o encerramento das disputas em Lima. E no fechamento do quadro de medalhas da quinta-feira(29) a equipe verde e amarela totalizava 222 conquistas (88 ouros, 73 pratas, 61 bronzes ).

Apesar das dificuldades, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, acredita que é possível um novo recorde: “Esses jogos são muito desafiadores. Os países estão crescendo. Os Estados Unidos, por exemplo, já estão com mais ouros agora do que em toda campanha de Toronto. Argentina fechou com 18 em 2015 e, agora, já tem 21. Considerando tudo isso, esse é sem dúvida o Parapan mais difícil que o Brasil já enfrentou. A nossa ideia inicial era passar dos 100 ouros. Mas, mesmo assim, eu estou com uma expectativa muito grande de que a gente vai ultrapassar aquelas 109 de Toronto.”

Na manhã de hoje, a nadadora Cecília Araújo já deu mais uma contribuição. Ela foi a mais rápida na prova dos 50 metros livre da classe S8. “É muito legal poder ajudar o nosso país. Estou tentando fazer o meu melhor. Já ganhei cinco medalhas nesses Jogos. E amanhã tem mais.”

Luciano Dantas, o “Montanha” do halterofilismo, levou a prata na categoria até 59 kg. “Fiz o meu melhor. Acredito que a equipe pode chegar lá. Vamos, Brasil!”

Reta final de competições

A natação ainda tem dois dias de finais com diversos brasileiros favoritos em suas provas. Um deles é Phelipe Rodrigues, da Classe SM10. “Eu vim aqui para Lima nadar oito provas e com a intenção de medalhar em todas. Até agora está dando certo, tem cinco ouros e um bronze.”

Daniel Dias faz nesta sexta(30) a sua última apresentação em provas individuais. Ele nada os 200m livre na junção das classes funcionais S4/S5/S6, às 19h10. O nadador tem 100% de aproveitamento de praxe após quatro aparições: 50m livre, 100m livre, 50m costas e revezamento 4x100m medley 34 pontos (soma da classificação funcional dos competidores).

Hoje(30), às 19h, a equipe de futebol de cinco do Brasil entra em campo tentando o tetracampeonato Parapan-Americano em mais uma final contra a Argentina.

A equipe feminina do Brasil faz a semifinal do torneio de goalball contra o Canadá às 18h15. Os homens decidem o ouro amanhã(31), às 19h45, contra os americanos.

No basquete em cadeira de rodas, a seleção feminina decide a medalha de bronze contra a Argentina, a partir das 18h30 nesta sexta(30).

O parabadminton começa a definir os seus medalhistas somente no sábado(31). E a delegação brasileira de 14 atletas é a principal favorita para liderar o quadro de medalhas. “Nós somos uma potência na América na modalidade. A gente manda no continente. O negócio é colocar tudo isso em quadra,” diz Leonardo Zuffo, da classe SL3, para deficientes de membros inferiores. O paranaense conquistou três medalhas no Pan da modalidade no ano passado.

Outra modalidade que só vai começar a definir os medalhistas neste sábado é a bocha. Em Toronto, o Brasil foi soberano com seis ouros. Em agora em Lima, o Brasil tem um incentivo para buscar ainda mais conquistas. “Nós estamos em um ano prévio de classificação para Tóquio. Os Jogos Parapan-Americanos serão uma prévia para podermos observar como estão os nossos adversários da Copa América, que garante vaga em Tóquio. Poder ganhar deles e ajudar o Brasil vai ser muito bom”, diz Moisés Fabrício, coordenador da modalidade.

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Pacaembu completa 79 anos com passeio no estádio

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26 de abril de 2019

Para comemorar seus 79 anos neste sábado (27), o Pacaembu promoverá um passeio por suas dependências ao lado do ex - volante da Seleção Brasileira, do Santos  e do Palmeiras, César Sampaio.  O evento, batizado como Pacaemtour,  é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Durante o passeio, os visitantes poderão conhecer  os vestiários, a tribuna de honra, o campo de treino e até passar pelo túnel  de acesso ao estádio. Para participar da atividade, os interessados devem fazer sua inscrição via Facebook -  https://www.facebook.com/sampaativa - ou Instagram -   https://www.instagram.com/sampaativa - , contando um momento marcante que viveram no Pacaembu.  O candidato poderá levar um acompanhante no passeio.  Os selecionados serão notificados na sexta-feira (26), até 12h, pela mesma rede social  na qual se inscreveram.

Sobre o Pacaembu

O estádio foi inaugurado em 27 de abril de 1940  e sediou o  primeiro jogo no dia seguinte, entre o Palestra Itália (atual Palmeiras)  e o Coritiba. A partida terminou 6 a 2 para a equipe paulista.

Serviço:

Pacaemtour:  Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller)

Sábado ( 27), das 10h às 11h30

Inscrições e informações

 

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Taça das Favelas mobiliza periferias em São Paulo

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10 de abril de 2019

Depois de passar por 12 estados brasileiros, a maior competição de futebol entre favelas do mundo chega a São Paulo e pretende mobilizar 20 mil crianças e adolescentes de 96 comunidades. A Taça das Favelas é organizada pela Central Única das Favelas (Cufa), produzida pela InFavela e tem o apoio da Prefeitura de São Paulo.

O principal objetivo do torneio é promover a integração entre as comunidades por meio do esporte e, obviamente, descobrir talentos para o futebol. Afinal, grandes “gênios da bola” vieram da periferia das grandes cidades.

 

INSERÇÃO SOCIAL

O projeto para a realização do torneio surgiu em 2012. A Taça vem conquistando espaço não apenas no cenário do desenvolvimento do futebol de base, mas, também, como lugar para se exercitar a cidadania. Entre outros fatores, o sucesso se deve à proposta de utilizar o esporte como instrumento de transformação social e preservação da identidade local.

A Taça das Favelas também é uma oportunidade de integração entre os moradores de diferentes comunidades que enfrentam diariamente os mesmos desafios. As ações também promovem experiências socioculturais. Além das partidas de futebol, as comunidades participam de encontros, workshops e palestras, com o objetivo de ampliar a integração.

 

MAIOR DO MUNDO

Cerca de 40 mil jovens se mobilizaram para participar da maior “peneira” do mundo, realizada entre 16 e 17 de março em toda a cidade. Foram aproximadamente 400 candidatos por comunidade, a disputar as vagas nas seleções que irão competir na primeira edição do campeonato, em São Paulo.

Ao todo, foram 96 favelas participantes (64 delas no masculino e 32, no feminino), e cada uma precisou montar uma equipe para participar do torneio com 30 atletas. A faixa etária para os meninos é de 14 a 17 anos, sendo permitido cinco jogadores com idade de 18 anos. Na categoria feminina, não há restrição de idade.

Saulo Medeiros Duarte, vice-presidente do Projeto Pereirinha e um dos organizadores da “peneira” no bairro Parque Bristol, na zona Sul destacou em entrevista ao O SÃO PAULO a união das favelas, bairros e comunidades participantes “Foi muito gratificante. A Taça das Favelas já conseguiu fazer essa união. O empenho e a dedicação de todos foi uma coisa que nunca tinha acontecido no nosso bairro”, disse.

 

PALAVRAS E AÇÕES

Na “peneira” promovida pelo Projeto Pereirinha no Clube da Comunidade (CDC) Parque Bristol, cerca de 220 crianças participaram da seleção no primeiro dia. A escolha foi feita por uma comissão de representantes das comunidades, composta por jogadores, ex-jogadores e boleiros. No segundo dia, foram escolhidos os 30 jogadores que formaram a seleção do Complexo Bristol/Maristela/ Pereirinha, que representará a comunidade na Taça das Favelas.

Além da peneira, os organizadores do evento promoveram uma roda de samba solidária, em que foram arrecadados mais de 200kg de alimentos e roupas, destinados posteriormente às famílias carentes assistidas pela Paróquia Santa Cristina, no Setor Pastoral Cursino, da Região Episcopal Ipiranga.

“A nossa expectativa é a melhor possível, por meio do que a gente já fez, vem fazendo e vai fazer em prol dessas crianças de todos os projetos sociais que acontecem nas nossas favelas, bairros e comunidades. A Taça das Favelas veio para somar e já é uma realidade junto com toda a união do pessoal e do Projeto Pereirinha”, concluiu Saulo.

 

BOLA ROLANDO

O início da primeira edição da Taça das Favelas de São Paulo será no sábado, 6. O sorteio que definiu os duelos aconteceu em 23 de março, no Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu.

As partidas da fase inicial serão realizadas nos campos do CE Vila Manchester (zona Leste), CE Edson Arantes do Nascimento (zona Oeste), CE Jardim São Paulo (zona Norte), Estádio Municipal Jack Marin (Centro) e CE Vila Guarani (zona Sul).

Os campeões, tanto do feminino quanto do masculino, serão conhecidos em 1º de junho, em finais que serão disputadas no Estádio do Pacaembu.

A tabela completa com os jogos está disponível no site.

 

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Projeto Touché abre inscrições para aulas gratuitas de esgrima no Centro Esportivo Edson Arantes do Nascimento

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21 de março de 2019

O Centro Esportivo Edson Arantes do Nascimento está com inscrições abertas para crianças e adolescentes com idade entre 9 e 14 anos interessados em participar das aulas de esgrima promovidas por meio do Projeto Touché.

O programa é um convênio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEME), coordenado pelo Sindi Clube, representado pelo Club Athletico Paulistano, o Esporte Clube Pinheiros e a Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo. As agremiações são referências no esporte e fornecem os instrutores e todos os equipamentos utilizados durante as aulas.

O projeto acontece desde 2017 e atualmente conta com 35 alunos, que já participaram de competições nacionais e paulistas, mas o projeto tem capacidade para atender por volta de 70 crianças.

“A esgrima é um esporte novo, totalmente gostoso e que traz muita diversão. Vale a experiência”, destaca o professor de educação física Bernardo Schwuchow.

Os interessados em participar das aulas podem se inscrever na secretaria do Centro Esportivo, na Rua Belmont, 957 – Lapa, com RG, uma foto 3x4 e o comprovante de endereço.

Projeto Touché 
Aulas: terças e quintas.
Horários: das 10h30 às 11h30 e das 14h30 às 15h30 
Local: Centro Esportivo Lapa – Edson Arantes do Nascimento (Pelezão)
Endereço: Rua Belmont, nº 957 - Lapa

 

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Lei de Incentivo ao Esporte pode passar por aprimoramentos

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16 de março de 2019

Com a participação do secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marco Aurélio Vieira, aconteceu em 25 de fevereiro, em Brasília (DF), a primeira reunião do ano da comissão técnica da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), pela qual qualquer cidadão pode destinar parte do que pagaria em Imposto de Renda (IR) para financiar projetos esportivos.

Com 66 processos em pauta na comissão técnica, o secretário falou sobre o período de transição do novo governo e o papel do mecanismo legal para ampliar o acesso ao esporte. “Entendemos que é crucial não só manter a Lei de Incentivo ao Esporte, mas aperfeiçoá- -la para melhor utilizar o dinheiro público, fazendo com que o esporte seja mais um elo na cidadania plena dos brasileiros”, disse o secretário.

Segundo Vieira, é saudável que haja um aprimoramento no mecanismo por causa de novos olhares e formas de se entender os problemas: “Temos como meta principal o aperfeiçoamento, não só da execução da Lei propriamente dita, mas da desburocratização dos processos, para que se tornem mais ágeis e, principalmente, mais transparentes”

 

O QUE É A LEI?

A Lei de Incentivo ao Esporte foi sancionada em dezembro de 2006. Os proponentes têm aproximadamente sete meses para elaborar seus projetos e Lei de Incentivo ao Esporte pode passar por aprimoramentos Flavio Rogério Lopes osaopaulo@uol.com.br enviá-los para avaliação de uma equipe técnica da Secretaria Especial do Esporte.

Os aprovados são publicados no Diário Oficial da União e no site da Secretaria, para que os interessados em destinar alguma verba possam selecioná -los. Pessoas físicas podem destinar até 6% do Imposto de Renda, e empresas até 1%. Um recibo do repasse é encaminhado à Receita Federal, que abate o valor repassado do IR do contribuinte.

De 2007 a 2018, mais de R$ 2,1 bilhões foram destinados a projetos esportivos via Lei de Incentivo ao Esporte. Em 2017, R$ 241 milhões foram captados via LIE e 1,2 milhão de pessoas beneficiadas diretamente.

 

IMPACTO POSITIVO

Anualmente, é promovido o Prêmio Empresário Amigo do Esporte, que ressalta a importância das empresas e das pessoas físicas que contribuem para o sucesso da Lei de Incentivo ao Esporte.

Em 2018, um dos premiados foi o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, uma associação sem fins econômicos e que desenvolve projetos artísticos e esportivos, aprovados em leis de incentivo fiscal, para atender, prioritariamente, crianças,jovens e adultos com deficiência intelectual.

Wolf Kos, presidente do Instituto, foi um dos premiados na categoria “Maiores Amigos do Esporte – Pessoa Física”. Ele destacou a importância de o apoio à Lei de Incentivo ao Esporte não ficar limitado a empresas.

“A doação da pessoa física é muito importante. A gente doa 6% do Imposto de Renda a pagar, e essa contribuição vai direto para a ponta. Enquanto que a contribuição no Imposto de Renda vai para o orçamento da União; aqui a gente escolhe o que quer fazer, o projeto que quer apoiar e vê o resultado direto. Essa é a importância de a pessoa física doar: ela tem condição de verificar onde o seu investimento está dando resultado”, explicou Wolf Kos durante a cerimônia.

 

BENEFÍCIOS

As leis de incentivo permitem que as empresas fomentem projetos que reflitam sua responsabilidade social e seus valores. Essa é uma maneira de elas se engajarem em atividades sociais que, além de promover ações de impacto positivo na sociedade, são vantajosas para a imagem da instituição.

De um lado, estão instituições com recursos para ser investidos e capacidade para organizar a sua distribuição. Do outro lado, projetos que privam de responsabilidade social e recebem os investimentos que contribuem para o desenvolvimento do esporte e da economia.

(Com informações de Ministério do Esporte, Folha de Pernambuco, Folha de S.Paulo, G1 e Estadão)
 

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Centro de Formação abre espaço para a prática esportiva de jovens com deficiência

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23 de fevereiro de 2019

Com o objetivo de contribuir para a disseminação do esporte entre pessoas com deficiência no Brasil, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) criou, em 2018, o Centro de Formação em Esportes Paralímpicos para Crianças e Adolescentes com Deficiência, que realiza suas atividades no Centro de Treinamento Paralímpico, localizado no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

 

FORMAÇÃO E OPORTUNIDADE

O Centro de Formação do CPB promove a iniciação esportiva de crianças com deficiência física, visual e intelectual na faixa etária de 10 a 17 anos em oito modalidades paralímpicas: atletismo, bocha, futebol de 5, goalball, judô, natação, tênis de mesa e vôlei sentado.

Segundo Ramon Pereira, coordenador de esporte escolar no Comitê Paralímpico Brasileiro, o Centro de Formação surgiu da necessidade de incentivar todos os estados e municípios brasileiros a investir na iniciação esportiva para as pessoas com deficiência.

“O Centro de Formação visa dar às pessoas com deficiência a oportunidade de praticar esporte, pois o esporte é uma ferramenta muito importante para a inclusão social. Então, incentivar essas crianças a praticar atividades físicas muda não só a vida delas, mas a da família, da escola e da comunidade”, disse Pereira em entrevista ao O SÃO PAULO.

 

INICIAÇÃO ESPORTIVA

O projeto que atende crianças residentes na cidade de São Paulo e municípios vizinhos, que estejam matriculadas na rede de ensino pública ou privada, espera atender 350 crianças neste semestre, com a possibilidade de chegar a até 500. O CPB fornece gratuitamente aos frequentadores do Centro de Formação transporte, alimentação e uniforme.

Após as atividades, os estudantes recebem um kit com lanche, fruta e suco, que é preparado sob supervisão de nutricionistas. Ao todo, 20 educadores, entre estagiários e professores especializados em esporte para pessoa com deficiência, trabalham diretamente com as crianças.

“Fui professor durante 30 anos e sempre incentivei o esporte e a iniciação esportiva. Claro que, dessas crianças que a gente cuida hoje, nem todas vão sair atletas de alto rendimento, mas certamente a vida delas vai mudar, e muito: elas vão ter voz e vão brigar pelo seu espaço”, ressaltou o Coordenador de Esporte Escolar do CPB.

 

ENVOLVIMENTO DE TODOS

O programa é financiado com recursos do Comitê Paralímpico Brasileiro, mas conta com a parceria das prefeituras municipais e com o Instituto Padre Chico, instituição católica especializada em ensino para deficientes visuais.

Os alunos são atendidos dois dias por semana, divididos em turmas às segundas e quartas-feiras e às terças e quintas-feiras em dois horários: das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Todo mês é realizado um festival e cada aluno pode levar um amigo da mesma faixa etária, com ou sem deficiência, para participar das atividades.

“Nós criamos o festival para que a família se envolva mais, pois sabemos da importância da família e amigos que não possuem deficiência. Assim, também podemos proporcionar a essas pessoas como lidar com o deficiente visual, físico ou intelectual”, concluiu Pereira.

(Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro)
 

As inscrições e informações sobre o projeto podem ser feitas pessoalmente no CT Paralímpico (Rodovia dos Imigrantes, km 11,5, São Paulo), com o Departamento de Coordenação de Esporte Escolar, ou pelo e-mail formacaoesportivaparalimpica@cpb.org.br, contendo idade, tipo de deficiência e a cidade de residência.

 

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Parabéns a São Paulo com muito esporte

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24 de janeiro de 2019

Na semana em que a cidade de São Paulo completa 465 anos, competições de diferentes modalidades são opções de entretenimento para quem vai passar o feriado prolongado na Capital Paulista, como um torneio internacional de polo aquático, uma experiência interativa com dois esportes de inverno no Museu do Futebol, corridas de rua e de automóvel, além da final da Copa São Paulo de Futebol Júnior. 

 

Polo aquático definirá vagas para o Mundial na Coreia do Sul

Segue até o próximo sábado, 26, a Copa Uana de Polo Aquático, na unidade do Sesi da Vila Leopoldina (Rua Carlos Weber, 835), na zona Oeste.

O torneio masculino está sendo disputado por Brasil, Estados Unidos, Canadá e Argentina; o feminino por Brasil, Cuba e Canadá. Os campeões e os vices garantirão lugar no Mundial de Esportes Aquáticos, que acontecerá em Gwangju, na Coreia do Sul, em julho

Após a estreia na terça-feira com derrota para o Canadá por 18 a 8, a seleção feminina enfrentará Cuba, na quinta-feira, 24, às 15h30. Já a seleção masculina (foto), após ter enfrentado Canadá e Estados Unidos, terá pela frente a Argentina, na quinta-feira, 24, às 18h30.

As semifinais serão na sexta-feira, 25: a feminina envolverá, às 15h30, a 2ª e 3ª colocadas na fase inicial, já que a seleção de melhor campanha estará automaticamente classificada para a decisão; já as duas semifinais do torneio masculino serão às 17h e às 18h30. No sábado, 26, a final feminina começará às 11h; a disputa do 3º lugar masculino às 12h30; e a decisão masculina às 14h.

PREPARATIVOS

A seleção masculina está em intenso trabalho de preparação para a Copa Uana desde 3 de janeiro, mantendo a base do time que conquistou o título do Sul-Americano de Polo Aquático, em novembro. Na avaliação do técnico do Brasil, André Avallone, jogar próximo à torcida pode ser decisivo.

"A motivação dos atletas, o conhecimento das piscinas, do local de disputa, a temperatura da água e do ambiente, pois especialmente os canadenses e norte-americanos não estão acostumados ao nosso calor nem à nossa comida bem típica, tudo isso pode fazer a diferença em favor do Brasil”, afirmou Avallone ao O SÃO PAULO.

O treinador acredita que a seleção masculina tem boas chances de alcançar uma das vagas no Mundial, mas espera bém como fazer um bom jogo contra os Estados Unidos, pois eles não conhecem bem o nosso jovem time, mas se puder escolher, melhor será enfrentar canadenses e argentinos”, concluiu. que o confronto na semifinal não seja contra os Estados Unidos. “Contra Canadá e Argentina, nós temos boas condições, mas não será fácil e contamos com a torcida a favor da gente. Temos também como fazer um bom jogo contra os Estados Unidos, pois eles não conhecem bem o nosso jovem time, mas se puder escolher, melhor será enfrentar canadenses e argentinos”, concluiu.

 

Esportes de inverno no Museu do Futebol

A experiência promete ser, no mínimo, curiosa: conhecer os esportes de inverno sem ter gelo por perto. Isso poderá ser vivenciado por quem for ao Museu do Futebol (Praça Charles Müller, no Estádio do Pacaembu), no domingo, 27, das 9h às 18h.

Uma das modalidades será o curling, o jogo em que uma série de pedras são jogadas com o objetivo de ficar mais próxima do alvo, marcado do outro lado da pista. Só que em vez de gelo, a pista no Museu do Futebol será feita com plástico resistente e as pedras terão uma espécie de rodinha para que sejam deslocadas mais facilmente. Nesse formato adaptado, o esporte é mais conhecido como street curling (foto) e tem o objetivo principal de oferecer uma vivência para o entendimento da dinâmica do esporte.

Essa experiência com o street curling já foi levada a outras partes do País pela Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

A outra modalidade que será mostrada de maneira recreativa é bobsled, aquele em que um trenó desliza sobre um tobogã de gelo. Quem for ao Museu do Futebol terá uma experiência mediada com essa modalidade, por meio da tecnologia de óculos de realidade virtual.

Final da 50ª Copa São Paulo de Futebol Júnior

Mais tradicional competição do futebol de base do Brasil, a Copa São Paulo de Futebol Júnior será decidida na sexta-feira, 25, às 15h30, no Estádio do Pacaembu, entre São Paulo e Vasco da Gama.

Este ano, a “Copinha”, como é mais conhecida, é disputada pela 50ª vez, desde 2 de janeiro, na Capital e em outras cidades do Estado. O campeão será conhecido após sete fases de disputa, totalizando 255 jogos, com 128 equipes, e mais de 3 mil atletas em ação.

Na história, os maiores campeões da Copinha são Corinthians (10 títulos), Fluminense (5), Flamengo e Internacional (4 títulos para cada um).

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