Celular para fins pedagógicos está liberado nas escolas de SP

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08 de novembro de 2017

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sancionou, no dia 2, uma nova lei para a educação de São Paulo que alterou a legislação de 2007 que proibia o uso de celulares em escolas estaduais.

Com a sanção da lei, estudantes dos ensinos fundamental e médio poderão utilizar os aparelhos em sala de aula em atividades pedagógicas, desde que orientadas por educadores. A ideia é atualizar as linguagens de ensino e acompanhar as inovações tecnológicas para despertar a curiosidade de crianças e adolescentes no ambiente escolar.

Para complementar o aspecto tecnológico da nova medida, até outubro de 2018, todas as 5 mil escolas estaduais serão equipadas com sistema wi-fi e banda larga.

A novidade faz parte do novo plano tecnológico anunciado pelo Governo de São Paulo e que irá modernizar a rede. A instalação da iternet sem fio terá início nas salas dos professores e de informática.

 

(Com informações de Folha de S.Paulo e Tecmundo)

 

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Escolas recebem até dia 31 pré-matrículas de novos alunos para 2018

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26 de outubro de 2017

A Secretaria da Educação de São Paulo recebe até a próxima terça-feira, 31, a pré-matrícula de novos estudantes para 2018. Há vagas em classes do Ensino Fundamental e Ensino Médio do regular, integral e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O cadastro é indispensável a alunos que hoje estão fora da rede pública ou querem retornar aos estudos no próximo ano letivo. Os interessados devem se dirigir a unidade mais perto de casa ou trabalho e informar nome completo, data de nascimento, endereço residencial e telefone para contato.

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A Secretaria da Educação também recomenda a apresentação dos documentos de certidão de nascimento e comprovante de residência. No caso de menores de 18 anos, a matrícula é feita por pais ou responsáveis.

(Com informações de Secretaria da Educação)

 

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Decisão do STF reforça que ensino religioso confessional não fere o estado laico

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Começa o período de inscrições de alunos para 2018

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04 de outubro de 2017

Desde a terça-feira, 3, as 5,4 mil escolas estaduais de São Paulo recebem inscrições de novos alunos para 2018.

 Há vagas em todas as regiões para classes do Ensino Fundamental e Ensino Médio do regular, integral e EJA. Para menores de 18 anos, a matrícula é realizada por pais ou responsáveis.

Os interessados precisam informar nome completo do estudante, data de nascimento, endereço residencial e telefone para contato. A Secretaria da Educação também recomenda a apresentação dos documentos de certidão de nascimento e comprovante de residência.

A confirmação será divulgada em dezembro na mesma unidade onde foi feito o cadastramento. Atualmente, estudam na rede estadual paulista cerca de 3,7 milhões de alunos. Para eles a inscrição para o próximo ano é automática.

 

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Dom Leonardo diz que CNBB poderá oferecer sugestões para o ensino confessional

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29 de setembro de 2017

Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, afirmou nesta quinta-feira, 28 de setembro, que “A CNBB poderá oferecer sugestões para organizar o ensino confessional nas escolas públicas” e está também à disposição para o diálogo com o Conselho Nacional de Educação”.

Seu posicionamento veio em seguida ao recente debate sobre o ensino religioso confessional nas escolas públicas no Supremo Tribunal Federal (STF) surgiu por causa de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na qual questionava o modelo de ensino religioso nas escolas da rede pública de ensino do país. A maioria dos ministros do STF julgou improcedente a Ação durante a sessão do dia 27 de setembro.

Segundo informações fornecidas pelo próprio STF, na Ação, a PGR pedia que fosse dada uma resposta, à luz da Constituição, se tinha sentido o que diz o acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé. A PGR pedia ao Supremo que definisse que o ensino religioso nas escolas públicas não poderia ser vinculado a religião específica e que fosse proibida a admissão de professores na qualidade de representantes das confissões religiosas.

Defesa

Dr. Hugo Sarubbi Cysneros, um dos advogados constituídos nos autos e tendo feito, inclusive, sustentação oral no processo do STF recomendou em uma rede social que “antes de se levar pelas manchetes cada vez mais rasas e apressadas dos portais de notícias, procurem ir à fonte”. E esclarece que “a alegação de que o parágrafo 11 do decreto 7.107/2010 [Acordo Brasil Santa Sé] representa uma afronta à liberdade religiosa e contraria a Constituição Federal é, data vênia, sem sentido, como ininteligível também é o argumento que a formação religiosa desperta o ódio religioso (ora, é justo o contrário. Nenhuma doutrina religiosa autêntica prega a violência ou a intolerância) ”.

O advogado prossegue: “o que prevaleceu na histórica decisão do STF foi a liberdade e não a proibição”. E conclui: “ensino religioso não é sinônimo de história das religiões, nem de sociologia das religiões e nem de antropologia das religiões, como queria dizer a peça inicial. Se o fosse, não seria disciplina facultativa. O Acórdão do Supremo protege o direito de quem crê e de quem não crê”.

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Parcerias com a Escola Pública

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06 de junho de 2017

Na última terça-feira, 30 de maio, Dom Carlos Lema Garcia esteve na Escola Estadual Moacyr Campos, na Avenida Rio das Pedras. Na ocasião, também estavam presentes o Professor Claudemir Cruz e a Diretora, Professora Maria Lúcia, e demais diretores e coordenadores da escola, o dirigente da Diretoria de Ensino do Leste 5, João Edison Tamelini Martins, o Pe. Silas, pároco da Nossa Senhora Aparecida da Vila Carrão, e antigo professor dessa escola, e o Secretário Estadual da Educação, Dr. José Renato Nalini. Durante a visita, trataram do projeto “Adoção Afetiva” das escolas públicas.

Surgiram várias ideias de parceria, como palestras para os pais dos alunos sobre orientação familiar, para os jovens sobre a prevenção contra o uso de álcool e drogas, dentre outras. Percorreram as instalações da escola e também estiveram conversando no auditório com uma turma de alunos do terceiro ano do Ensino Médio

(Com Vicariato da Educação)

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‘A escola é da família e da comunidade’

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25 de abril de 2017

Dom João Justino de Medeiros Silva, arcebispo coadjutor eleito de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB, falou, em entrevista ao O SÃO PAULO, sobre o 4º volume da série “Pensando o Brasil”, que trata do tema da educação. O texto será apresentado na 55ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que acontece, de 26 de abril a 5 de maio, em Aparecida (SP). Não se trata de um documento da CNBB, mas de um subsídio que tem como principal finalidade suscitar nas famílias, comunidades, escolas e universidades o diálogo sobre a realidade da educação no país.

O SÃO PAULO – Porque a CNBB decidiu elaborar um subsídio sobre o tema da Educação? Qual a perspectiva com a qual a Igreja se volta para esse tema?

Dom João Justino de Medeiros Silva – A CNBB trata, durante a Assembleia Geral, de temas específicos da realidade brasileira, com o objetivo de oferecer contribuições para a sociedade. Em 2014, refletimos sobre as “Eleições”. No ano seguinte, em 2015, tratamos da “Desigualdade Social no Brasil”. Já em 2016, nos debruçamos sobre o tema “Crises e Superações”. Todas essas reflexões estão disponíveis nas Edições CNBB na coleção “Pensando o Brasil”. No ano passado, decidimos que o tema da educação mereceria ser tratado com particular atenção. Para isso, começamos a trabalhar na produção do texto que foi partilhado com os bispos e, posteriormente, discutido e reformulado durante a Assembleia. Todos sabem da histórica atuação da Igreja no campo da educação, da qualificada contribuição oferecida à sociedade brasileira, por meio das escolas e universidades católicas. Essa experiência nos permite propor uma reflexão sobre a educação no Brasil.

O que mais preocupa a Igreja no Brasil no cenário da Educação brasileira?

São muitos os pontos que merecem nossa atenção. Talvez o mais urgente seja a fragilidade do sistema educacional brasileiro, que carece de um projeto consistente. Precisa tornar-se verdadeira política de Estado e não de governos. Temos assistido a uma sequência de mudanças e reformas que, embora produzam seus efeitos, ainda estão muito aquém do necessário para tornar o Brasil um país de referência na educação. O Brasil tem, ainda, altos índices de analfabetismo e de evasão escolar. Acrescentaria, também, o descaso com o magistério. Infelizmente, o país maltrata os professores e pouco investe na qualificação dos profissionais da educação. Oportuno é lembrar, por exemplo, que os professores dedicados à educação básica, na rede pública, recebem baixos salários. Nada pode ser pior para a educação que a desvalorização dos educadores. Outra situação preocupante: cada vez menos jovens escolhem os cursos de licenciatura ou de pedagogia.

Considerando os desafios do momento atual, qual o papel a que a família é chamada para melhorar a educação escolar em nosso país?

A família precisa compreender que a educação escolar é uma parceria com a sociedade que promove a educação dos filhos. Os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos. Por isso, devem acompanhar a vida dos seus filhos na escola. Quanto maior for a interação entre família e escola, melhores serão os resultados. O estudante, sobretudo quando criança ou adolescente, é muito beneficiado ao perceber que seus pais e seus professores querem o seu bem. É urgente recuperar essa aliança ou pacto entre a família e a escola. Isso não vem pela força da lei, mas pela força do desejo e atuação dos pais, movidos a partir do propósito de promoverem o desenvolvimento de seus filhos.

Existe no subsídio uma análise dos problemas que as comunidades escolares (alunos, professores e gestores) estão enfrentando em seu cotidiano? Quais os problemas e as soluções indicadas pelo texto?

São sublinhados alguns princípios e também graves lacunas que não podem ser desconsiderados. Se o texto produzir diálogos, debates, estudos e despertar para maior cuidado com a educação, terá alcançado seu objetivo. Com certeza, muitos educadores terão como enriquecer a discussão a partir de suas práticas e estudos. Não se melhora a educação fora do caminho do diálogo, da troca de ideias, da partilha de experiências, do compromisso em participar da vida escolar ou universitária.

As pessoas, muitas vezes, querem ajudar a melhorar a educação escolar no Brasil, mas não sabem o que fazer. O texto trará pistas nesse sentido? Quais são, a seu ver, as principais?

Sim, algumas pistas são apontadas. E poderão despertar as famílias, os educadores e as comunidades para outras ações. Na quarta parte do texto apresentamos as pistas organizadas em quatro âmbitos: o compromisso de todos na sociedade; o compromisso de todos na gestão escolar e nas famílias; a avaliação do esforço educacional na realidade local; pistas para ação da comunidade católica. Importante observar que o documento se destina a toda sociedade brasileira. Ao apresentar algumas indicações para a ação da comunidade católica, tivemos a intenção de destacar a importância do agir das famílias e comunidades católicas como um incentivo a que atuem mais no acompanhamento da educação. Reconhecemos que nos últimos tempos houve um distanciamento das famílias e comunidades do ambiente escolar.

Qual a contribuição específica que as comunidades católicas podem dar para a solução desses problemas?

Apontaria três contribuições. Em primeiro lugar, pautar o tema da educação nos grupos, especialmente os grupos de famílias e comunidades. Sem reflexões e diálogos relacionados ao campo da educação, é difícil promover avanços. Também é muito importante a participação dos familiares nos diferentes colegiados - na escola onde estão os filhos, nos municípios e outras instâncias. Com certa frequência, chega-se muito tarde para participar de discussões e processos. Não raramente, as contribuições são oferecidas apenas quando interesses específicos estão em debate. Agir assim é insuficiente. É o acompanhamento que permite compreender processos, dificuldades, buscar soluções. Assim, torna-se urgente reconhecer a necessidade de atitudes cidadãs, principalmente dos cristãos, que são chamados a “ser sal da terra e luz do mundo”. Em terceiro lugar, indicaria aos pais e líderes das comunidades que fizessem tudo para reatar o pacto educativo. Isto significa reconhecer que a escola é da família e da comunidade. Nesse sentido, deve ser garantida a presença dos pais e da comunidade como corresponsáveis nos processos relacionados à educação. E a Pastoral da Educação tem muito a contribuir nesse sentido.

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