ProUni oferece 174 mil vagas; inscrições começam dia 26

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19 de junho de 2018

Estudantes que quiserem concorrer a bolsas de estudo no ensino superior poderão se inscrever no Programa Universidade para Todos (ProUni) entre os dias 26 e 29. As bolsas são para o segundo semestre.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o programa vai ofertar 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições de ensino superior privadas. As inscrições devem ser feitas na página do ProUni, na internet.

Para se candidatar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, ter alcançado no mínimo 450 pontos e ter tido nota superior a zero na redação.

Além disso, só podem participar alunos brasileiros sem curso superior e que tenham cursado o ensino médio completo na rede pública ou como bolsista integral na rede privada. Alunos que fizeram parte do ensino médio na rede pública e a outra parte na rede privada na condição de bolsista ou que sejam deficientes físicos ou professores da rede pública também podem solicitar uma bolsa.

O candidato que quiser uma bolsa integral deve ter uma renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm uma renda familiar per capita de até três salários mínimos. Quem conseguir uma bolsa parcial, e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade, pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados com a lista dos candidatos pré-selecionados estarão disponíveis na página do ProUni na internet, a partir do dia 2 de julho para a primeira chamada, e 16 de julho para a segunda.

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MedioTec abre inscrições para estudantes do Ensino Médio da rede estadual

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18 de junho de 2018

O interessado em participar do MedioTec, programa de ensino técnico profissionalizante voltado a alunos da rede estadual, tem até 6 de julho para realizar a inscrição no programa. De acordo com a iniciativa, jovens matriculados no 2º ano do Ensino Médio de escolas da Secretaria da Educação do Estado poderão, a partir do 2º semestre, fazer curso técnico do Centro Paula Souza (CPS) ao mesmo tempo em que terminam os estudos regulares.

O cadastro já pode ser feito pela internet. Vale destacar que, no último dia, a inscrição terminará às 15h. A primeira lista de convocados para o programa será divulgada em 10 de julho. Os aprovados receberão bolsa-auxílio.

Ao todo, são 1.465 vagas nos cursos de Açúcar e Álcool, Administração, Cozinha, Desenvolvimento de Sistemas, Florestas, Logística, Nutrição e Dietética, Programação de Jogos Digitais e Secretariado, distribuídas entre 26 cidades paulistas.

Objetivo

O MedioTec tem foco em jovens de baixa renda e é financiado pelo Ministério da Educação (MEC). Com duração de três semestres, o curso promove aulas ministradas no período da tarde em Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e unidades da Secretaria da Educação que funcionam como classes descentralizadas das Etecs. O regulamento também pode ser consultado pela internet.

Os estudantes serão escolhidos segundo três critérios de classificação: candidatos beneficiários de programas sociais, rendimento em Língua Portuguesa e Matemática no 1º ano do Ensino Médio e frequência. Jovens que cursaram o Ensino Fundamental integralmente em rede pública também terão preferência no preenchimento das vagas. Os conteúdos começarão a ser ministrados no dia 23 de julho.

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MEC divulga hoje resultado do Sisu

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18 de junho de 2018

O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (18) o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o programa oferece 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior em todo o país. O resultado será divulgado na página do programa na internet.

Os estudantes selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 22 e 28 de junho. Aqueles que não foram selecionados poderão participar da lista de espera. O prazo para que isso seja feito é de 22 a 27 de junho. A convocação dos candidatos em lista de espera será de 3 de julho a 21 de agosto.

Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obtiveram nota acima de zero na redação.

As vagas serão oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de Educação Tecnológica, 27 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia e 30 universidades.

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Programa Bolsa Universidade: último dia para inscrições (14)

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14 de junho de 2018

Os interessados em participar do Programa Bolsa Universidade, iniciativa da Secretaria de Educação do Estado, podem se inscrever até esta quinta-feira (14). A ação envolve um convênio com instituições de Ensino Superior que oferece bolsa para estudantes universitários que se disponham a atuar como educadores, nos fins de semana, em unidades estaduais integrantes do Programa Escola da Família.

A bolsa equivale a 50% do valor da mensalidade do curso, até o limite de R$ 500. Os candidatos devem preencher o formulário de inscrição no site do Programa Escola da Família. Vale destacar que os interessados precisam optar por uma Diretoria de Ensino e fazer a escolha entre as escolas da mesma Diretoria.

Após o preenchimento, o cidadão tem até 18 de junho para levar a documentação comprobatória da condição socioeconômica e acadêmica à Diretoria de Ensino da região onde pretende atuar, conforme o cronograma de inscrições.

Os aprovados participarão do processo classificatório, que prioriza alunos com maior dificuldade em custear os estudos no Ensino Superior privado. Assim, é definida uma pontuação que servirá como ordem de chamada, sendo os candidatos convocados para atuar em unidades conforme a quantidade de vagas.

Os estudantes que não forem convocados entrarão em uma fila de espera que terá validade de doze meses, ao fim dos quais o candidato não contemplado poderá realizar nova inscrição. A lista dos documentos necessários e das universidades conveniadas pode ser conferida no site do Programa Escola da Família.

Critérios

Podem se candidatar a uma vaga no programa os universitários que estejam regularmente matriculados em cursos de graduação presenciais em instituições de Ensino Superior privadas que possuam convênio com a Secretaria da Educação, por meio do Programa Escola da Família. Contudo, os estudantes não podem ser beneficiários de bolsa de estudos, financiamento universitário ou similares provenientes recursos públicos.

Também não podem concorrer os candidatos que já tiverem sido beneficiados pelo Bolsa Universidade (exceto quem estiver na lista de espera). Como educador no Programa Escola da Família, o universitário deverá cumprir uma carga horária de 8h (considerando o horário de abertura das escolas aos sábados e domingos, das 9 às 17 horas).

Os profissionais devem desenvolver projetos para o atendimento à comunidade escolar que levem em consideração a proposta da unidade e as diretrizes do Escola da Família, centradas nos eixos trabalho, saúde, cultura e esporte. Os educadores deverão, ainda, elaborar relatórios mensais das atividades, que serão entregues ao responsável pelo acompanhamento do programa.

Estímulo

Por meio de ações voltadas ao esporte, saúde e cultura, o programa estimula cada escola a abrir seus espaços para a comunidade nos fins de semana, transformando-se em uma grande ferramenta de transformação social. A iniciativa oferece bolsas para universitários, que atuam junto com os voluntários.

Para participar, o aluno deve estar regularmente matriculado em um curso de graduação em uma das 150 instituições de Ensino Superior conveniadas à secretaria. Os voluntários são responsáveis por organizar ou participar de reformas e mutirões de limpeza na escola, gincanas, eventos e campanhas, além de atividades educativas, como contar histórias para crianças, entre outras.

Atualmente, o Programa Escola da Família está presente em 594 municípios, nas 91 Diretorias de Ensino. São 2,2 mil escolas estaduais e 77 unidades de ensino municipais que contam com a participação de 2,2 mil educadores, 81 mil universitários bolsistas e cerca de 8,8 mil voluntários.

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Veja os cursos com maior índice de candidato/vaga do Vestibulinho 2018

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14 de junho de 2018

As Escolas Técnicas Estaduais de São Paulo divulgaram os cursos mais concorridos para o Vestibulinho de 2018. Pelo nono semestre consecutivo, o curso técnico de enfermagem é o curso com maior índice candidato/vaga. Na Etec Carlos de Campos os 1.089 inscritos vão disputar as 40 vagas no período da manhã, representando 27,23 c/v.

O índice de candidatos por vaga para esse mesmo curso é de 17,67 na Etec Parque da Juventude; 15,20, na Etec Rubens de Faria e Souza, de Sorocaba; 13,18 à noite, e 10,65, de manhã, na Etec Zona Sul; 11,00 na Etec Profª Anna de Oliveira Ferraz, de Araraquara; e 10,65 c/v na Etec Barueri.

Outro curso técnico, o de Processos Fotográficos, oferecido na Etec de Artes, também se destaca entre os mais disputados, com 16,20 candidatos por vaga. Já o curso de Administração, que integra o eixo Gestão e Negócios, aparece entre as habilitações mais procuradas nas Etecs Presidente Vargas, de Mogi das Cruzes, e Dona Escolástica Rosa, de Santos, com 11,33 e 10,83 candidatos por vaga, respectivamente.

Mais de 150 mil inscritos farão o exame do processo seletivo das Etecs para o próximo semestre no domingo 24 de junho.

Confira os cursos técnicos com maior índice candidato/vaga no processo seletivo para o segundo semestre de 2018:

 

Curso Técnico

Unidade

Município

Período

Vagas

Inscritos

Relação Candidato/ Vaga

Enfermagem

Etec Carlos de Campos

Capital

Manhã

40

1.089

27,23

Etec Parque da Juventude

30

530

17,67

Processos Fotográficos

Etec de Artes

Noite

30

486

16,20

Enfermagem

Etec Rubens de Faria e Souza

Sorocaba

Tarde

30

456

15,20

Etec Zona Sul

Capital

Noite

40

527

13,18

Administração

Etec Presidente Vargas

Mogi das Cruzes

40

453

11,33

Enfermagem

Etec Profª Anna de Oliveira Ferraz

Araraquara

40

440

11,00

Administração

Etec Dona Escolástica Rosa

Santos

40

433

10,83

Enfermagem

Etec de Barueri

Barueri

Tarde

40

426

10,65

Etec Zona Sul

Capital

Manhã

40

426

10,65

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Lista de vagas do Sisu está disponível; inscrições começam amanhã

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11 de junho de 2018

Os estudantes que querem concorrer a um lugar no ensino superior em instituições públicas podem consultar as vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). É possível fazer consultas por curso, por instituição de ensino e por município. As inscrições para o segundo semestre começam amanhã (12) e vão até o dia 15.

Neste processo seletivo, o Sisu vai oferecer 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior, segundo o Ministério da Educação.

Pode concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação. Todo o processo de inscrição é feito exclusivamente pela internet, na página do Sisu.

Ao ingressar no sistema, o candidato deverá escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso entre as vagas ofertadas. É possível alterar essas opções durante todo o período de inscrição. A última modificação confirmada é a considerada válida.

As vagas serão oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.

O resultado da chamada regular está previsto para o dia 18 de junho. O período de matrícula vai de 22 até 28 de junho e o prazo para participar da lista de espera é de 22 a 27 de junho.

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Professores ganham 25% menos que profissionais de outras áreas

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08 de junho de 2018

Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o relatório do 2º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Divulgado hoje (7) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o relatório mostra que essa porcentagem subiu desde 2012 quando era 65,2%.

Equiparar o rendimento médio bruto mensal dos professores de nível superior com o dos demais profissionais de formação equivalente até 2020 é uma das metas do PNE, sancionado por lei em 2014. O plano estabelece metas e estratégias para melhorar a educação desde o ensino infantil até a pós-graduação e deve ser integralmente cumprido até 2024. Até lá, entretanto, estão previstos dispositivos intermediários que viabilizarão a execução da lei.

Apesar de ter havido um crescimento na equiparação salarial, o relatório faz uma ressalva: o salário dos demais profissionais teve perda real de 11,1% entre 2012 e 2017. Nesse período, os professores tiveram um acréscimo real na renda de 2%, experimentando “modesto avanço”, segundo o texto.

Os salários brutos mais altos constatados em 2017 eram os do Distrito Federal, R$ 6.661,07 e de Roraima, R$ 4.743,04. Os menores eram os do Ceará, R$ 2.555,37 e Alagoas, R$ 2.754,91. No ano passado, o piso dos professores era R$ 2.135,64.

Atualmente, o piso é R$ 2.298,80. Trata-se do mínimo a ser pago para profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

O relatório mostra ainda que muitos professores não são formados na área que lecionam. Em 2016, na educação infantil, 53,4% não tinham formação superior adequada à área que atuam. No ensino fundamental, o percentual chegava a 49,1% nos anos finais, do 6º ao 9º ano e 41% nos anos iniciais, do 1º ao 5º ano. No ensino médio, 39,6% não tinham formação adequada.

Pelo PNE, até 2024, todos os professores têm que ter a formação adequada a área que lecionam.

Queda no investimento

O investimento público em educação caiu do equivalente a 6% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas pelo país, em 2014 para 5,5% do PIB em 2015 - últimos dados disponíveis. Considerando apenas os gastos públicos com educação pública, esse investimento foi equivalente a 5% do PIB. Os dados estão também no relatório divulgado hoje.

A meta estipulada pelo PNE é o investimento anual equivalente a pelo menos 10% do PIB em educação pública a partir de 2024. O plano estabelece ainda a meta intermediária de investimento de 7% do PIB em 2019. De acordo com o relatório, para a meta de 2019 ser atingida, será necessário o incremento de aproximadamente R$ 120 bilhões nos recursos para educação pública.

Em 2015, a União foi responsável por 28,6% do total das despesas educacionais do país, enquanto os estados e o DF participaram com 31,7% e os municípios, com 37,2% dos gastos. Os demais 2,5% são provenientes de receitas parafiscais, que não constam no orçamento dos entes.

A maior parte dos gastos é no ensino fundamental (48,9%), seguido pelo ensino médio, com 13,8%, educação infantil, com 12,5% e educação profissional, com 4,9%. O investimento no ensino superior equivale a 19,8% do total, incluindo as despesas com ensino, pesquisa e extensão em graduação, pós-graduação, além de despesa com hospitais universitários.

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MEC libera R$ 734 milhões para instituições federais de ensino

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07 de junho de 2018

O Ministério da Educação (MEC) autorizou a liberação de R$ 734,18 milhões para as instituições federais de ensino. Os recursos devem ser utilizados para manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil. Só este ano, o MEC autorizou o repasse de R$ 3,21 bilhões para as instituições federais.

A assessoria de imprensa do MEC informou que ministro da Educação, Rossieli Soares, disse que a verba faz parte de um compromisso anterior e que vai auxiliar no “equilíbrio do orçamento de cada uma dessas instituições”.

Dos R$ 734,18 milhões autorizados, R$ 536,59 milhões vão ser repassados para as universidades federais, incluindo os hospitais universitários.

Para a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica, serão destinados R$ 195,49 milhões. O restante, R$ 2,10 milhões, foi autorizado em favor do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), do Instituto Benjamin Constant (IBC) e da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Bolsas

O MEC anunciou ainda a liberação de um aporte financeiro de R$ 19,3 milhões para o pagamento de alguns programas da educação superior mantidos pela pasta. Os recursos foram enviados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia federal vinculada ao MEC, que realiza os reembolsos aos beneficiários dos programas.

Pelo menos R$ 10 milhões serão destinados ao Programa Bolsa Permanência. Com o repasse, serão atendidos 17 mil bolsistas. A bolsa é um auxílio financeiro de cunho social e um de seus objetivos é viabilizar a permanência, nas instituições federais, dos universitários em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Além desse valor, foram garantidos, ainda, aproximadamente R$ 5 milhões para o pagamento de 9.341 bolsas do Programa de Educação Tutorial, incluindo estudantes e tutores. Por meio deste programa, são desenvolvidas atividades acadêmicas mediante grupos de aprendizagem tutorial, de forma coletiva e interdisciplinar.

Segundo a assessoria, também serão repassados recursos para o Universidade para Todos (ProUni), no valor de R$ 3,2 milhões, para o pagamento de 8.211 bolsistas. Têm direito ao benefício  com bolsa integral os estudantes matriculados em cursos presenciais com, no mínimo, seis semestres de duração, e cuja carga horária média seja igual ou superior a seis horas diárias de aula.

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PNE completa 4 anos sem cumprir metas intermediárias

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06 de junho de 2018

Apenas um dos dispositivos previstos no Plano Nacional de Educação (PNE) foi cumprido integralmente, de acordo com balanço divulgado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Cerca de um terço, 30%, de acordo com a organização, foi parcialmente cumprido. O PNE completa este mês quatro anos de vigência e, na avaliação da Campanha, foi escanteado pelas diversas instâncias responsáveis pelo cumprimento.

O PNE, sancionado por lei em 2014, estabelece metas e estratégias para serem cumpridas desde o ensino infantil até a pós-graduação. Está prevista ainda a valorização de professores e aumento do investimento no setor até o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país). O plano deve ser integralmente cumprido até 2024, mas até lá estão previstos dispositivos intermediários que viabilizarão a execução da lei.

No quarto ano de vigência do plano, o Brasil teria que, por exemplo, ter incluído todas as crianças e jovens dos 4 aos 17 anos de idade na escola. Deveria também ter definido o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), ou seja, o quanto custa uma educação básica pública de qualidade. O cumprimento do plano envolve tanto os governos federal, estaduais e municipais e o Distrito Federal, além de outras instâncias como o Legislativo.

“A crise econômica tem impacto na efetivação do PNE, mas o que tem mais impactado é o escanteio do plano do ponto de vista de não priorização como a diretriz central para a educação no país”, avaliou a coordenadora de Políticas Educacionais da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda.

De acordo com o balanço, feito em parceria com o Laboratório de Dados Educacionais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), apenas a publicação de estudos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para aferir a evolução das metas, com informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional foi cumprida, com atraso.

“O que é urgente agora, e já deveria ter sido implementado, é o cumprimento de seus dispositivos estruturantes, que são a regulamentação do Sistema Nacional de Educação (SNE) para um regime de colaboração entre os entes federados, e a implantação do CAQi”, ressalta Pellanda. O SNE está em discussão no Congresso Nacional. O sistema vai definir como a União, os estados e os municípios vão colaborar entre si para promover uma educação de qualidade.

Um dos principais entraves para o cumprimento do plano, apontado pela Campanha, é a Emenda à Constituição 95, que instituiu o teto dos gastos públicos, limitando o crescimento das despesas do governo por 20 anos, e que impacta também nas áreas sociais. Para o governo, a medida é fundamental para o equilíbrio das contas públicas, que registram déficit desde 2014.

Crise econômica

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a crise econômica que se instalou a partir de 2014, atingindo a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios “vem gerando dificuldades para o cumprimento de diversas metas, especialmente para os entes da federação que experimentam uma situação de maior fragilidade econômica e financeira”.

Em nota, a pasta disse que é fundamental que se aprofunde o regime de colaboração entre os entes federados, “na perspectiva de fortalecer as políticas públicas voltadas para a educação no território nacional, combatendo possíveis 'isolamentos' federativos e investindo em possibilidades de trabalho conjunto como alternativas para contornar a crise”.

Em relação ao CAQi, o MEC disse que está trabalhando pela definição de outros dispositivos que permitirão a implementação desse dispositivo como a definição do SNE. A pasta está elaborando estudo para contribuir com a discussão no Congresso Nacional do projeto que prevê a instituição do sistema.

O Inep divulgará nesta quinta-feira (7) o relatório de monitoramento das metas do PNE, quando apresentará, então, uma análise detalhada do comprimento do plano.

A íntegra do balanço está disponível na internet no endereço http://semanadeacaomundial.org/2018/2018/06/04/balanco-pne/ .

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Sisu oferece 57 mil vagas; inscrições começam dia 12 de junho

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05 de junho de 2018

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai ofertar 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior, segundo o Ministério da Educação (MEC). As inscrições poderão ser feitas do dia 12 ao dia 15 de junho.  O edital com todo o cronograma do programa foi publicado hoje (5), no Diário Oficial da União.

Pode concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação. Todo o processo de inscrição é feito exclusivamente pela internet, na página do Sisu.

Ao ingressar no sistema, o candidato deverá escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso entre as vagas ofertadas. É possível alterar essas opções durante todo o período de inscrição. A última modificação confirmada é a considerada válida.

As vagas serão ofertadas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.

O resultado da chamada regular está previsto para o dia 18 de junho. O período de matrícula vai de 22 até 28 de junho e o prazo para participar da lista de espera é de 22 a 27 de junho. 

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