Bispos eméritos realizam momento de partilha em Aparecida

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04 de mai de 2019

A Comissão Episcopal para os Bispos Eméritos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) teve um momento de partilha na manhã da sexta-feira, 3, durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, que ocorre até o dia 10, em Aparecida (SP).

Atualmente, a Igreja no Brasil conta com 171 bispos eméritos, dos quais 43 participam da assembleia deste ano, correspondendo, assim, a 35% de todo o episcopado brasileiro.

De acordo com o Código de Direito Canônico (CDC), recebe o nome de “emérito” aquele bispo que “perder o ofício por limite de idade ou por renúncia aceite”. A Igreja estabelece a idade de 75 anos para a apresentação do pedido de renúncia ao papa.

Eméritos têm comissão episcopal

Atendendo ao que é estabelecido no CDC, de que a conferência episcopal “deve procurar que se proveja à conveniente e digna sustentação do Bispo que renuncia, tendo em consideração a obrigação primária a que está sujeita a própria diocese que serviu”, é que está estruturada a Comissão Episcopal para os Bispos Eméritos da CNBB, um grupo que tem um caráter especial, diferente das Comissões Episcopais Pastorais da entidade.

Assim, os bispos eméritos, mesmo afastados de suas funções de governo nas dioceses, continuam a participar de atividades pastorais e colaborando com a missão evangelizadora da Igreja.

Para o presidente da Comissão, Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus (AM) e ex-vice-presidente da CNBB, este contexto sugere maior atenção no acompanhamento de como os bispos estão vivendo, tanto com apoio econômico, quanto espiritual.

Desde 2016 a Comissão tem fortalecido o acompanhamento dos bispos, realizado encontros e implantado ferramentas de comunicação entre os pastores que já deixaram o governo diocesano. O boletim Marcas do Caminho é um instrumento de comunicação e divulgação de testemunhos que é oferecido aos bispos eméritos.

Experiência em favor da Igreja

Na coletiva de imprensa da sexta-feira, Dom Geraldo Lyrio, Arcebispo Emérito de Mariana (MG), destacou como tem sido a atuação dos eméritos.

“Não estando à frente de uma Igreja Particular, não convém que um bispo emérito intervenha nas decisões que outros vão cumprir. Essa é a primeira assembleia que participo como emérito. Me sinto muito bem aqui. Terminou minha função como bispo de Mariana, mas continua minha missão como bispo. Não tenho direito ao voto, mas tenho direito à palavra. A palavra dos bispos eméritos é importante no processo da AG. É bonito ver a unidade da Igreja. Há um pluralismo saudável. Triste seria um pensamento único que caracteriza as ditaduras. Na diversidade construímos comunhão”, refletiu.

Jesus acalma a tempestade

Quando questionado sobre os constantes ataques que a Igreja vem sofrendo, Dom Geraldo Lyrio usou de sua experiência e espiritualidade, utilizando a passagem de São Mateus (8,23-27), quando Jesus acalma a tempestade.

“Primeiro, não há tempestade que dure para sempre. Tempestade passa. Depois, o que nos conduz é uma atitude de fé. Jesus, nesta passagem, disse uma palavra que foi uma chamada; por que ficaram com medo, homens de fé tão curta? Não sabiam que eu estava aqui?’. Se Ele está aqui, não tem perigo, o barco não afunda. A Igreja vive essa situação na sua história. Os ventos são contrários, fortes, as ondas são gigantes, muita água entra no barco, mas não precisa ter medo, porque nesse barquinho frágil da Igreja, Jesus está presente”, finalizou.

TODOS OS DETALHES DA ASSEMBLEIA

Diariamente, acompanhe os detalhes sobre a 57ª Assembleia Geral da CNBB no site do jornal O SÃO PAULO e nos noticiários da rádio 9 de Julho.

(Com informações da CNBB)

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CNBB divulga mensagem por ocasião do Dia do trabalhador e da trabalhadora do Brasil

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30 de abril de 2019

Por ocasião do 1º de maio – data em que se celebra o Dia do Trabalhador (a), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga mensagem aos trabalhadores e às trabalhadoras brasileiros e se une eles manifestando-lhes estima, solidariedade e gratidão.

A mensagem afirma a urgência de assegurar o direito ao trabalho e reafirma “a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras, de modo a garantir seu justo sustento e de suas famílias, combatendo o desemprego, o trabalho escravo, a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos trabalhistas, dentre outros problemas que têm causado tanto sofrimento ao povo brasileiro”.

Ainda segundo o documento, a presidência da CNBB manifesta, de modo especial, a preocupação com o grave problema do desemprego. “A flexibilização de direitos dos trabalhadores, institucionalizada pela lei 13.467 de 2017, como solução para superar  a crise, mostrou-se ineficiente. Além de suscitar questionamentos éticos, o desemprego aumentou e já são mais de treze milhões de desempregados. O Estado não pode abrir mão do seu papel de mediador das relações trabalhistas, numa sociedade democrática”.

Leia a íntegra da Mensagem:

Mensagem por ocasião do 1º de maio: Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

“Do trabalho de tuas mãos comerás, serás feliz, tudo irá bem” (Sl 128,2)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, através de sua Presidência, iluminada pela Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, se une aos trabalhadores e às trabalhadoras, da cidade e do campo, por ocasião do dia 1º de maio, manifestando-lhes estima, solidariedade e gratidão.

O trabalho digno, para além de cumprir a necessária tarefa de prover as necessidades materiais, “constitui uma dimensão fundamental da existência do ser humano sobre a terra” (Laborem Exercens, 4) e de sua participação na obra do Criador. Urge assegurar o direito ao trabalho e reafirmar a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras, de modo a garantir seu justo sustento e de suas famílias, combatendo o desemprego, o trabalho escravo, a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos trabalhistas, dentre outros problemas que têm causado tanto sofrimento ao povo brasileiro. Para tanto, é indispensável a atuação dos Poderes Públicos, bem como a participação da sociedade civil: empresários, sindicatos, igrejas, trabalhadores e trabalhadoras. Neste esforço, como ensina o Papa Francisco, “é preciso reconhecer um grande mérito àqueles empresários que, apesar de tudo, não deixaram de se comprometer, de investir e arriscar para garantir o emprego” (Papa Francisco, 22 de setembro de 2013). Ao mesmo tempo, devemos reconhecer o valor dos sindicatos, expressão do perfil profético da sociedade (Papa Francisco, 28 de junho de 2017).

Reafirmamos o princípio orientador da Doutrina Social da Igreja sobre a primazia do trabalho e do bem comum sobre o lucro e o capital. Nos nossos dias, difunde-se o paradigma da utilidade econômica como princípio das relações sociais e, por isso, de trabalho, almejando a maior quantidade possível de lucro, imediatamente e a todo o custo, em detrimento da dignidade e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Manifestamos, de modo especial, a nossa preocupação com o grave problema do desemprego. A flexibilização de direitos dos trabalhadores, institucionalizada pela lei 13.467 de 2017, como solução para superar  a crise, mostrou-se ineficiente. Além de suscitar questionamentos éticos, o desemprego aumentou e já são mais de treze milhões de desempregados. O Estado não pode abrir mão do seu papel de mediador das relações trabalhistas, numa sociedade democrática.

A participação dos trabalhadores e dos sindicatos, na discussão da Previdência social, é fundamental para a preservação da dignidade dos trabalhadores e de sua justa e digna aposentadoria, especialmente dos que se encontram mais fragilizados na sociedade. Reconhecer a necessidade de avaliar o sistema não permite desistir da lógica da solidariedade e da proteção social através da capitalização, como propõe a PEC 06/2019. Também não é ético desconstitucionalizar regras da Previdência, inseridas na Constituição de 1988.

Nosso olhar volta-se também para os jovens. Segundo o Papa Francisco, o desemprego juvenil é a “primeira e mais grave” forma de exclusão e de marginalização dos jovens (Christus Vivit, 270). A impossibilidade de trabalho gera a perda do sentido da vida e, consequentemente, leva à pobreza e à marginalização.

Incentivamos os trabalhadores e trabalhadoras e as suas organizações a colaborarem ativamente na construção de uma economia justa e de uma sociedade democrática.

Trabalhadores e trabalhadoras, sobre cada um de vocês e de suas famílias, suplicamos as bênçãos de Deus, pela intercessão de São José Operário e Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

 

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S.R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo U. Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Brasília-DF, 1º de maio de 2019

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Meeting Points e coletivas aprofundam assuntos referentes à ação da Igreja no Brasil

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30 de abril de 2019

O credenciamento dos profissionais de imprensa que farão a cobertura da 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) terminou na sexta-feira, dia 19. Ao todo, 138 profissionais se inscreveram para acompanhar de perto o episcopado brasileiro.

Uma modalidade a mais de relação dos bispos com os jornalistas e mídias que cobrem a Assembleia Geral foi proposta pela assessoria de imprensa da entidade com o objetivo de aprofundar assuntos referentes à ação da Igreja no Brasil. É o famoso “Meeting Point”.

A ideia é que eles aconteçam em seis dias da 57ª Assembleia Geral da CNBB, que este ano ocorrerá de 01º a 10 de maio, em Aparecida (SP). O primeiro deles já acontece na quinta-feira, dia 02 de maio, às 9h, com o tema Exortação Sinodal “Christus vivit” e desafios da recepção no Brasil do sínodo sobre a Juventude. O convidado é o bispo coadjutor de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, que atenderá à imprensa na sala de coletiva da 57ª Assembleia Geral.

Além dos “meeting points”, todos os dias haverá entrevistas coletivas que acontecerão às 15h, na Sala de Imprensa do Centro de Even­tos, com a presença de três bispos designados pela Presidência da Assembleia. Os assuntos serão brevemente divulgados.

Confira, abaixo, a programação completa dos meeting points:

“MEETING POINTS”
Local: Sala de Coletiva da 57ª Assembleia Geral, às 09h.

Data: 02 de maio –  Transmissão ao vivo pelo portal A12

Tema: Exortação Sinodal “Christus vivit” e desafios da recepção no Brasil do sínodo sobre a Juventude

Bispo: Dom Gilson Andrade da Silva, bispo coadjutor de Nova Iguaçu (RJ)

Data: 03 de maio –  Live pela página da CNBB no Face

Tema: Novos ministérios na realidade Amazônica rumo ao Sínodo 2019

Bispo: Dom Wilmar Santin, bispo de Itaituba (PA)

Data: 06 de maio –  Live pela página da CNBB no Face

Tema: Mineração no Brasil – Os desafios da atuação da Igreja

Bispo: Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Caxias (MA), presidente do GT da Mineração da CNBB

Data: 07 de maio – Transmissão ao vivo pelo portal A12

Tema: Mês Missionário Extraordinário – como dinamiza-lo nas Igrejas locais?

Bispo: Dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC) e coordenador do GT do Mês Missionário Extraordinário da CNBB

Data: 08 de maio – Transmissão ao vivo pelo portal A12

Tema: Migrantes e refugiados: realidades, desafios e ações  da Igreja no Brasil

Bispo: Dom José Luiz Salles, bispo de Pesqueira (PE), bispo referencial do Setor de Combate ao Tráfico Humano da CNBB

Data: 09 de maio – Live pela página da CNBB no Face

Tema: Salvaguarda e restauração dos bens culturais da Igreja no Brasil

Bispo: Dom Antônio Muniz, arcebispo de Maceió (AL)

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Regionais Sul 1 e Norte 1 da CNBB celebram ação de graças pelos 25 anos do Projeto Missionário

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25 de março de 2019

Na manhã de ontem (24/3), na Catedral Arquidiocesana de Manaus, o Arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Sergio Castriani celebrou a Missa Jubilar em Ação de Graças aos 25 anos do Projeto Missionário, entre os Regionais Sul 1 e Norte 1 da CNBB.

A celebração foi concelebrada por Dom Mario Antônio, Bispo de Roraima, Presidente do Regional Norte 1; Dom José Luiz Bertanha, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial do Regional Sul 1 da CNBB; padre João Carlos Deschamps, secretário executivo do Regional Sul juntamente com padres, inclusive os missionários que atual na Missão pelo Projeto. Diáconos, religiosos e leigos também estiveram presentes na celebração. Fiéis da arquidiocese de Manaus lotaram a catedral.

Ao final da sua homilia, Dom Mario Antônio faz um agradecimento em nome de todo o Regional Norte 1, pela presença da equipe nesta comemoração e gratidão aos missionários.

Em entrevista ao Regional Sul 1 o bispo salientou que este Projeto de comunhão e solidariedade na Missão do Regional Sul 1 com o Regional Norte 1 tem marcado muito a Missão e a caminhada das comunidades, tanto na Amazônia quanto em Roraima. “Estamos agradecidos aos 25 anos deste Projeto aqui nas nossas arquidioceses, dioceses e prelazias. É de fato um momento bonito de poder dizer que é uma página viva da Missão do Ide, Anunciai ! É de fato momento de agradecer a Deus e agradecer a todos os missionários que com sua dedicação e empenho tem nos ajudado e acompanhado na Formação e animação de nossas comunidades”, concluiu.

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Bispos das Pastorais Sociais aprofundam os 50 anos dos compromissos da Conferência de Medellín

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02 de agosto de 2018

16 bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que acompanham as pastorais sociais nacionalmente e nos regionais se reuniram no Centro Cultural de Brasília (CCB) em Brasília (DF), de 30 a 31 de julho, para um momento de formação, partilha e espiritualidade. O objetivo do encontro, segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, frei Olavo Dotto foi  “proporcionar momentos de partilha entre os bispos sobre sua missão, enquanto animadores das Pastorais Sociais e Organismos vinculados à CNBB e, à luz do documento de Medellín, aprofundar a temática do compromisso social dos leigos e leigas”.

Os bispos estudaram o tema: “Compromisso social dos leigos a partir de Medellín”, segunda conferência geral do episcopado latino-americano, realizada em 1968, na Colômbia. O padre José Oscar Beozzo, historiador e membro do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP) ajudou a retomar as contribuições desta conferência por meio de um panorama histórico. Segundo ele, esta conferência provocou na América Latina e, de modo muito particular no Brasil, a “criação de uma nova identidade da Igreja, levando a falar com propriedade de uma pastoral, teologia e de um rosto eclesial latino-americano e caribenho”.

O bispo de Lages (SC), dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão para Ação Social Transformadora, defende que é muito importante para os novos bispos aprofundar as contribuições de Medellín sobretudo porque a Pastoral Social da CNBB nasceu a partir das opções feitas pelos bispos latino-americanos nesta conferência. “A nossa e a nova geração de bispos devemos apropriar tanto das colocações e opções do Vaticano II quando a aplicação dele na América Latina por meio da Conferência de Medellín”, ressaltou.

O bispo-auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, presente ao encontro, reafirmou a importância de Medellín para ajudar a encontrar caminhos pastorais que auxiliem diante dos desafios sociais do presente. Na ocasião Dom Leonardo comunicou que a CNBB publicará, pela primeira vez no Brasil, o documento completo de Medellín.

Encontros como este, defende o bispo auxiliar de São Paulo (SP), dom Eduardo Vieira dos Santos, referencial da Pastoral da Mulher Marginalizada, contribuem muito para refletir sobre as diversas realidades enfrentadas pelos bispos em suas dioceses e frentes de atuação. “Este encontro e as reflexões a partir dos 50 anos de Medellín nos animam a caminhar construindo uma sociedade que visa sempre o bem comum, a fraternidade e a comunhão”, disse.

Bispos presentes:
Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, diocese de Itapeva (SP) e referencial da Caritas no Regional Sul 1.
Dom André de Witte, diocese de Rui Barbosa (BA), referencial do regional Norte 3, presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Dom Canísio Klaus, diocese de Sinope (MT)
Dom Eduardo Vieira, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo (SP) e referencial para a Pastoral da Mulher Marginalizada e Campanha da Fraternidade, CEBs e Pastorais Sociais no Regional Sul 1.
Dom Edson Oliveira, diocese de Eunápolis (BA), referencial da Pastoral dos Nomades.
Dom Enemésio Lazzaris, diocese de Balsas (MA), presidente da Comissão Episcopal para o Enfrentamento ao Tráfico Humanio e referencial do regional Sul 5.
Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba (PR), referencial para a Pastoral Carcerária regional Sul 2.
Dom José Luiz Azcona, diocese de Marajó (PA), referencial do regional Norte 2 e da Comissão para Justiça e Paz.
Dom José Valdeci, diocese de Brejo (MA) referencial para o Conselho Pastoral dos Pescadores e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.
Dom Guilherme Werlang, diocese de Lages (SC), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora.
Dom Luiz Gonzaga Fecchio, diocese de Amparo (SP), referencial da da Pastoral do Menor Nacional.
Dom Mario Marquez, diocese de Joaçaba (SC), referencial das Pastorais Sociais no regional Sul 4.
Dom Moacir Aparecido de Freitas, diocese de Votuporanga (SP).
Dom José Reginaldo Andrietta, diocese de Jales (SP), referencial da Pastoral Operária e Comissão Especial para o Ano do Laicato.
Dom Roberto Ferreria Paz, da diocese de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Súdade Nacional.
Dom Rodolfo Weber, arquidiocese de Passo Fundo (RS), membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.

Com colaboração de Jardel Lopes, coordenação da Pastoral Operária Nacional

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Morre, aos 86 anos, a mãe do Presidente da CNBB

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30 de mai de 2018

A Arquidiocese de São Paulo expressa solidariedade ao Cardeal Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília (DF) e Presidente da CNBB, pelo falecimento de sua mãe, a senhora Aparecida Veronezi da Rocha, na noite da quarta-feira, 23, na cidade de Matão (SP).

O cardeal já estava em São Carlos (SP) acompanhando a família. Dona Aparecida tinha 86 anos e era mãe de três filhos e estava internada desde o último sábado, 19. A nota de falecimento publicada pela Arquidiocese de Brasilia traz uma oração e pede-se que seja acrescentada nas intenções das Missas de hoje celebradas:

Ó Pai de misericórdia, em Vossas mãos entregamos a vida de nossa irmã, Aparecida Veronezi da Rocha, na firme esperança que ela ressuscitará no último dia com todos os que no Cristo adormeceram. Abri para ela as portas do paraíso; e aos que ficam, consolai com a certeza de que um dia nos encontraremos todos em vossa casa. Amém

A diocese de São Carlos emitiu nota convidando a todos a elevarem preces de gratidão à Deus e em sufrágio por Aparecida. O corpo está sendo velado nesta quinta-feira, 24, na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus, em Matão (SP). A missa de corpo presente será às 14h e em seguida ocorrerá o sepultamento.

O Bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner enviou nota de condolência ao cardeal em nome da conferência.

Nota de condolências da CNBB pelo falecimento da Sra. Aparecida Veronizi da Rocha

Brasília, 24 de maio de 2018

Senhor Presidente.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu com muito pesar a notícia do falecimento de sua mãe, a Srª Aparecida Veronizi da Rocha, ocorrido na noite desta quarta-feira, 23 de maio.

Enviamos nosso abraço fraterno ao senhor, a seus familiares e amigos como também as nossas preces pela vida eterna da Sra. Aparecida e pela renovação, no coração de cada um, da firme esperança na ressurreição.

Recorremos às palavras de São João Paulo II, para manifestarmos nossa solidariedade fraterna e preces ao cardeal Sergio da Rocha e aos familiares. Na Encíclica Evangelium vitae, ele afirma: “Até a morte, aliás, não é de forma alguma aventura sem esperança: é a porta da existência que se abre de par em par à eternidade e, para aqueles que a vivem em Cristo, é experiência de participação no mistério da sua morte e ressurreição”.

Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília (DF)

Secretário-Geral da CNBB

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Regional Sul 1 da CNBB realiza Encontro Estadual para Assessores e Coordenadores Diocesanos

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02 de mai de 2018

No sábado, 28 de abril, os assessores e coordenadores diocesanos da PASCOM, do Regional Sul 1 da CNBB, se reuniram para o 3º Encontro Estadual no Centro Diocesano de Limeira, para refletir sobre a 52ª Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais.

A Arquidiocese de São Paulo esteve representada pelo Padre Luiz Claudio Braga, Assessor Eclesiástico da Pastoral da Comunicação e pelos representantes das Regiões Episcopais Brasilândia, Lapa, Santana e Sé.

A abertura do encontro foi feira por Dom Vilson Dias de Oliveira, Bispo da Diocese de Limeira e referencial para a Pastoral da Comunicação no Regional Sul 1 da CNBB. A assessoria foi dada pelo Padre Adilson Ulprist, da Diocese de Campo Limpo, que falou sobre a mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, tendo em vista o tema principal: “Fake News”.

Na segunda parte do encontro, houve formação de grupos, para troca de experiências da pastoral nas Dioceses do Regional. O encontro encerrou com o envio, conduzido por Dom Vilson.

(com informações do Centro de Pastoral da Região Sé)

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Cardeal Scherer destaca os assuntos na reta final dos trabalhos

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18 de abril de 2018

Os trabalhos do oitavo dia da 56ª Assembleia Geral da CNBB foram abertos nesta quarta-feira, 18, com a celebração eucarística no Santuário Nacional de Aparecida (SP), presidida por Dom Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife (PE) e Presidente do Regional Nordeste 2, com a participação de arcebispos, bispos e sacerdotes dos 18 regionais da CNBB.

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, participou do Programa “Encontro com o Pastor”, que vai ao ar de segunda-feira à sábado, às 12h05, na rádio 9 de Julho e destacou os momentos finais da Assembleia, que termina na próxima sexta-feira, 20.

OUÇA O ENCONTRO COM O PASTOR

Dom Odilo disse que a comunhão da Igreja se faz em torno de Jesus Cristo e da Eucaristia. Nas dioceses, é papel do bispo manter essa união, pela luz da Eucaristia e da Palavra de Deus. Os bispos de todo Brasil reunidos em Aparecida estão promovendo uma grande partilha de realidades e construindo um caminho de comunhão.

O Cardeal destacou os sinais de comunhão presentes na Igreja, a começar pela conferência dos bispos, e falou ainda sobre as campanhas de evangelização e coletas que são feitas durante o ano para ajudar as dioceses mais necessitada de todo brasil.

Todo bispo não pensa só em sua diocese, mas na Igreja no Brasil como um todo. Também os fiéis são chamados a fazer sua parte e contribuir com a promoção da evangelização e da missão da Igreja.

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Dom Mário Antônio: ‘O migrante não é um invasor’

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17 de abril de 2018

A 56a Assembleia Geral da CNBB chega ao seu sétimo dia de trabalhos no Santuário Nacional de Aparecida (SP). Na manhã desta terça-feira, 17, Dom Mário Antônio, Bispo de Boa Vista (RR), participou do Meenting Point e falou sobre situação dos imigrantes venezuelanos que tem chegado ao estado de Roraima por conta da crise política, econômica e social no País vizinho.

O Bispo comentou a decisão da governadora de Roraima, Suely Campos, que na sexta-feira, 13, ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a União seja obrigada a fechar, temporariamente, a fronteira com a Venezuela.

“É claro que o clamor da governadora é também chamar a atenção para que o Governo Federal esteja mais atento às necessidades no Estado na questão da saúde, na questão da segurança e da educação. Creio que é uma postura também de política, para exigir que o Governo Federal esteja mais atento a tudo isso. O próprio Presidente da República já se manifestou não favorável ao fechamento da fronteira mesmo que temporário”, disse Dom Mário em entrevista ao O SÃO PAULO.

Dados divulgados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), no dia 11, revelam que os venezuelanos são maioria entre os estrangeiros que pedem refúgio ao Brasil. Dos mais de 86 mil pedidos de reconhecimento de refúgio em análise, cerca de 28 mil solicitações, ou seja, um terço, são de venezuelanos.

“Nós imaginamos que existem outros caminhos para viabilizar a saúde, educação e a segurança no Estado de Roraima, com o comprometimento dos nossos governantes e das instituições. Com ações coordenadas e integradas, ao mesmo tempo nos manifestamos como Igreja, e também como sociedade civil, e vemos a necessidade de um empenho e articulação governamental em todas as esferas para que os abrigos sejam feitos o mais rápido possível, tendo em vista a chegada da chuva e a necessidade básica dos venezuelanos de abrigamento, conforto, segurança e dignidade no dia a dia”.

Dom Mario concluiu, afirmando que “migrar é um direito. O migrante não é um invasor. O imigrante é um novo habitante em nossas cidades, em nossos estados, e em nossa nação. O migrante é aquele que vem buscar uma vida melhor, tendo em vista a realidade social, política e econômica da Venezuela. 

(Com informações de CNBB, Agência Brasil e do repórter Fernando Geronazzo/O SÃO PAULO)

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Dom Odilo fala sobre assuntos em destaque no terceiro dia de atividades

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13 de abril de 2018

Os trabalhos do terceiro dia da 56ª Assembleia Geral da CNBB, nesta sexta-feira, 13, foram abertos com uma celebração eucarística no Santuário Nacional de Aparecida (SP), presidida por Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus (AM).

“Nós rezamos com os bispos eméritos e também nos solidarizemos agradecendo a Deus pelo trabalho que eles desenvolveram ao longo de muitos anos em suas dioceses, trabalhando pelo Reino de Deus e ajudando a Igreja, através da oração de muitas outras maneiras”, afirmou o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, no programa “Encontro com o Pastor”, que vai ao ar na na rádio 9 de julho, de segunda-feira a sábado, às 12h05. 

Os bispos eméritos são os que já atingiram os 75 anos, ou por razões de saúde, até mesmo antes dos 75 anos deixaram a Diocese. Hoje no Brasil são 173 bispos eméritos e muitos deles participam da 56ª Assembleia Geral da CNBB.

Na manhã deste terceiro dia, os bispos trataram de várias questões, relativas a vida da Igreja no Brasil, além do foco principal da assembleia: a formação dos Presbíteros, antes e depois de sua ordenação sacerdotal. Um documento está sendo elaborado para adequar alguns aspectos do processo de formação dos sacerdotes.

Dom Odilo afirmou que a missão do católico não é apenas rezar, mas estar atendo a realidade ao seu redor, para inserir o fermento do Evangelho nas diversas situações, e os bispos, como pastores do povo, precisam estar atentos a tais realidades.

“Nós temos sim que estar presentes na sociedade, na cultura, no meio dos acontecimentos, para ali colocar o fermento, o sal, a luz do Evangelho. Se não, é igual o fermento que fica lá no depósito e não serve para nada, ou seja, o fermento, o sal e a luz têm que ser colocados no meio da realidade, e isso vale para os cristãos, os leigos e leigas e vale também para os bispos, para os padres, que não podem ignorar aquilo que se passa ao seu redor. Por isso, ninguém ache que fazer a caridade, lutar pela justiça, pela dignidade humana, pelos direitos humanos é comunismo. Isso é coisa do Evangelho”, afirmou.

O Cardeal concluiu convidando a todos os fiéis a lerem a nova exortação apostólica do Papa Francisco, Gaudete et Exsultate (Alegrai-vos e exultai), sobre o chamado à santidade no mundo contemporâneo, publicada na segunda-feira, 9.

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