Bispos elegem os membros das 12 comissões episcopais pastorais da CNBB

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04 de julho de 2019

Entre 25 e 27 de junho, aconteceu, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), a 99ª reunião do Conselho Permanente da entidade. 


Na ocasião, a presidência da CNBB, bispos que presidem as comissões episcopais pastorais e os 18 regionais da CNBB, além de representantes de organismos eclesiais da Igreja no Brasil, escolheram os membros que irão compor as 12 comissões episcopais pastorais no quadriênio que vai até 2023.


Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte (MG) e Presidente da CNBB, reiterou a grande comunhão entre os bispos em continuar exercendo a missão da Igreja de anunciar o Evangelho e contribuir para que o mundo descubra o amor de Deus.


O estatuto e o regimento da CNBB definem que o Conselho Permanente é responsável pela orientação e acompanhamento da entidade e dos organismos a ela vinculados. O órgão é constituído pela presidência, presidentes das comissões episcopais e membros eleitos dos 18 regionais, tendo caráter eletivo e deliberativo. 


Durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), em maio, foram definidos os novos presidentes das comissões episcopais. A lista completa dos membros das comissões pode ser vista em cnbb.org.br. (JS)
 

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Presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira, faz balanço da 99ª reunião do Conselho Permanente da CNBB

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02 de julho de 2019

Terminada a 99ª reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que aconteceu em Brasília (DF), de 25 a 27/06, o Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte (MG) e presidente da entidade, Dom Walmor Oliveira de Azevedo fez um balanço dos debates e encaminhamentos do encontro. Trata-se da primeira reunião do Conselho Permanente sob o mandato da nova presidência eleita na 57ª Assembleia Geral da CNBB realizada em Aparecida (SP), em maio deste ano.

A reunião, da qual participam a presidência da CNBB, bispos que presidem as comissões episcopais pastorais, os bispos que presidem os 18 regionais da CNBB e representantes de organismos eclesiais da Igreja no Brasil, contou com um quadro renovado de participantes após o processo de assembleias e eleições nacional e em quase todos os regionais.

Dom Walmor ressaltou o caminho bonito vivenciado na reunião que, segundo ele, contou com a fecundidade da comunhão entre os bispos e com o trabalho de muitos assessores e colaboradores tendo em vista a realização da grande missão da Igreja: “anunciar o Evangelho de Jesus Cristo e ajudar o mundo a abrir-se ao amor de Deus”.

O Conselho Permanente, segundo o Estatuto e Regimento da CNBB, é responsável pela orientação e acompanhamento da entidade e dos organismos a ela vinculados. O órgão, constituído pela presidência, presidentes das comissões episcopais e membros eleitos dos 18 conselhos episcopais regionais, também tem caráter eletivo e deliberativo. Sua próxima reunião está marcada para 26 a 28 de novembro deste ano.

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Eleitos os membros das Comissões Episcopais Pastorais da CNBB

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27 de junho de 2019

Os membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiram, na reunião realizada entre os dias 25 e 27 de junho, na sede da entidade, em Brasília (DF), os bispos que irão compor as doze Comissões Episcopais Pastorais no quadriênio que segue até 2023.

Na última Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), de 1º a 10 de maio, foram eleitos os presidentes das comissões episcopais. Agora, durante o Conselho Permanente foram definidos os nomes sugeridos pelos presidentes e aprovados pelo conjunto do conselho.

Veja a nova composição de cada comissão

MINISTÉRIOS ORDENADOS E A VIDA CONSAGRADA
Presidente: Dom João Francisco Salm, bispo de Tubarão (SC)
1. Dom José Albuquerque de Araújo, bispo auxiliar de Manaus (AM)
2. Dom André Vital Félix da Silva, bispo de Limoeiro do Norte (CE)
3. Dom João Inácio Müller, arcebispo de Campinas (SP)

LAICATO
Presidente: Dom Giovane Pereira de Melo
1. Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, bispo de Campos (RJ)
2. Dom Gabriele Marchesi, bispo de Floresta (PE)
3. Dom José Mário Scalon Angonese, bispo de Uruguaiana (RS)

AÇÃO MISSIONÁRIA E COOPERAÇÃO INTERECLESIAL
Presidente: Dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC)
1. Dom José Altevir da Silva, bispo de Cametá (PA)
2. Dom Adilson Pedro Busin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
3. Dom Giovanni Crippa, bispo de Estância (BA)

ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA
Presidente: Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PR)
1. Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA)
2. Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo de Luziânia (GO)

DOUTRINA DA FÉ
Presidente: Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP)
1. Dom Leomar Antônio Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
2. Dom Pedro Cunha Cruz, bispo de Campanha (MG)
3. Dom Luiz Antônio Ricci, bispo auxiliar de Niterói (RJ)
4. Dom Carlos Alberto Breis Pereira, bispo de Juazeiro (BA)

LITURGIA
Presidente: Dom Edmar Peron, bispo de Paranaguá (PR)
1. Dom Carlos Verzeletti, bispo de Castanhal (PA)
2. Dom José Luiz Magela Delgado, arcebispo de Pouso Alegre (MG)

ECUMENISMO E DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
Presidente: Dom Manoel João Francisco
1. Dom Teodoro Mendes Tavares, bispo de Ponta de Pedras (PA)
2. Dom Zanoni Demettino Castro, arcebispo de Feira de Santana (BA)

AÇÃO SÓCIO-TRANSFORMADORA 
Presidente: Dom José Valdecir Santos Mendes, bispo de Brejo (MA)
1. Dom José Luiz Ferreira Salles, bispo de Pesqueira (PE)
2. Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, bispo prelado de Itacoatiara (AM)
3. Dom José Reginaldo Andrietta, bispo de Jales (SP)
4. Dom Henrique Aparecido de Lima, bispo de Dourados (MS)
5. Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

CULTURA E EDUCAÇÃO
Presidente: Dom João Justino de Medeiros Silva
1. Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS)
2. Dom Paulo Cezar Costa, bispo de São Carlos (SP)
3. Dom Vicente de Paula Ferreira, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
4. Dom Gregório Ben Lamed Paixão, bispo de Petrópolis (RJ)

VIDA E FAMÍLIA
Presidente: Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande (RS)
1. Dom Armando Martín Gutierrez, bispo de Bacabal (MA)
2. Dom Bruno Elizeu Versari, bispo de Campo Mourão (PR)

JUVENTUDE
Presidente: Dom Nelson Francelino Ferreira, bispo de Valença (RJ)
1. Dom Antônio de Assis Ribeiro, bispo auxiliar de Belém (PA)
2. Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

COMUNICAÇÃO
Presidente: Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
1. Dom Edilson Soares Nobre, bispo de Oeiras (PI)
2. Dom Neri José Tondello, bispo de Juína (MT)

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Presidente da CNBB se reúne com Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã

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25 de junho de 2019

O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo e o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portela receberam na tarde desta segunda-feira, 24 de junho, representantes da direção do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã (Inbrac), o órgão responsável pela gestão da RedeVida de televisão.

O presidente da CNBB definiu o encontro com a direção da Rede Vida como um momento de alegria, amizade e esperança. “Nós damos grande importância às ações de qualificação, cooperação e fortalecimento da comunicação católica, fundamental para a sociedade brasileira. Nossa Igreja é depositária de uma grande tarefa missionária que é o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Por isto, este encontro tem grande importância para nós porque abre caminhos”, disse.

Dom Walmor reforçou que a nova presidência tem entre seus compromissos dar novas respostas, encontrar forças e modos de prestar este serviço à Igreja no Brasil. Segundo ele, entre as grandes tarefas da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB está a de articular as tvs católicas para que “juntos – CNBB e tvs – possam cumprir a missão de anúncio do Evangelho pela força da comunicação”.

A irmã paulina Celeste Ghislandi, diretora executiva do Inbrac, reforçou que a RedeVida tem por missão evangelizar por meio da comunicação. “A acolhida de dom Walmor e dom Joel com carinho, abertura e muito senso eclesial é uma certeza para nós que estamos a serviço da evangelização, seguindo as orientações e diretrizes da Igreja no Brasil na sua ação evangelizadora”, disse.

Quem também saiu com esperanças da reunião foi o secretário-geral da CNBB, dom Joel Portela. Ele reforçou que é preciso responder de modo novo a desafios novos. “O mundo está se transformando. E não dá prá se fazer presente no mundo se não for pelos instrumentos de comunicação dos quais as televisões e a RedeVida o são”, disse.

O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani Tempesta, membro do conselho diretor do Ibrac, comunicou que em nome da RedeVida o grupo cumprimentou a nova presidência da CNBB pela eleição e propôs que se tracem estratégias de comunicação junto com as emissoras para ver como pode comunicar mais e melhor para a Igreja. “A RedeVida tem uma presença no Brasil todo e traz o país todo para ser conhecido, trabalho reconhecido pela nova presidência da CNBB”, disse.

O arcebispo de Uberaba (MG), dom Paulo Mendes Peixoto, também membro do Conselho diretor do Inbrac, ressaltou que vê uma grande oportunidade nesta parceria. “O Ibrac tem discutido a necessidade de fortalecer esta ligação com a CNBB já que esta representa grande força da Igreja no Brasil. Nós temos agora as novas Diretrizes da CNBB. É hora de somar forças para que a orientação da CNBB chegue as comunidades”, reforçou.

Também participaram da reunião o jornalista João Monteiro de Barros Filho, o criador da TV RedeVida, seu filho Monteiro Neto e Antônia Mucciolo, membro do Conselho Diretor do Inbrac.

 Sobre a Rede Vida  – Com cobertura em canal aberto VHF e UHF, a RedeVida está presente em todas as capitais brasileiras e as 500 maiores cidades do Brasil, alcançando mais de 1.500 municípios. A RedeVida já está presente em mais de 300 destas localidades com canal digital. Possui distribuição de TV por assinatura do país e está disponível também através das antenas parabólicas, em sinal digital e analógico.

São 24 horas diárias de programação produzida em HD, tanto na sede e geradora em São José do Rio Preto no interior de São Paulo, como nos estúdios auxiliares na capital de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília, além de produções independentes e matérias jornalísticas enviadas de diversas outras localidades do país e do mundo.

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Morre dom Moacyr Grechi, arcebispo emérito de Porto Velho (RO), aos 83 anos

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18 de junho de 2019

O arcebispo emérito de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grechi faleceu na tarde desta segunda-feira (17), na capital do Estado de Rondônia. Dom Moacir foi arcebispo de Rio Branco de 1972 a 1998.

Seu lema episcopal era: “O último de todos e o servo de todos”!

Sempre sensível à causa dos que sofrem, assumiu a defesa dos indígenas, dos seringueiros e dos trabalhadores rurais. Foi um dos criadores do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), entidade que presidiu por oito anos.

Além disso, participou da criação da Faculdade Católica de Rondônia, bem como da Comissão Justiça e Paz.

Atuou ainda como delegado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na Conferência de Aparecida que aconteceu em maio de 2007. Dom Moacir também era membro da Comissão da Amazônia, embora nos últimos tempos estivesse afastado por razões de saúde.

O velório será na Catedral Metropolitana de Porto Velho, a partir das 6 horas do dia 18, terça-feira. Durante o dia celebrar-se-á três Missas nos seguintes horários: 8 horas, meio dia e 18h15. O sepultamento será seguido da Santa Missa Exequial, marcada para às 9h desta quarta-feira (19).

Nota de Condolências da CNBB pelo falecimento de Moacyr Grechi

Brasília-DF, 18 de junho de 2019

Prezado irmão, dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto velho (RO)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o olhar fixo em Cristo Ressuscitado e na certeza de que a vida é mais forte que a morte, se solidariza com o arcebispo de Porto velho (RO) dom Roque Paloschi, com os familiares de dom Moacyr e com a comunidade de Porto Velho, que o teve como zeloso pastor por longos e fecundos anos.

Que o seu testemunho de amor aos mais vulneráveis permaneça gravado, de modo indelével, em cada coração. Que o legado missionário deste nosso irmão no episcopado nos anime na construção do Reino de Deus.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

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Regional Sul 1 da CNBB detalha principais atividades dos últimos 4 anos

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13 de junho de 2019

Ao término do quadriênio 2015-2019, durante a realização da 82ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 CNBB, em Itaici, no município de Indaiatuba (SP), a Presidência que era composta por Dom Luiz Stringhini, como Presidente, Dom Edmilson Amador Caetano, como Vice-presidente e Dom Julio Endi Akamine, como secretário, apresentou um relatório que mostras as atividades realizadas no período.

O mandato da antiga presidência teve início em 2015, com Dom Airton José dos Santos, como presidente durante 3 anos, até que, em junho de 2018, o Bispo tomou posse como Arcebispo de Mariana (MG), e foi quando Dom Luiz Stringhini assumiu o posto.

AS PRIORIDADES

Um dos trechos do relatório apresentado destaca a juventude: “O Regional vem priorizando a evangelização da juventude, à luz do Documento 85, aprovado em 2007, sob orientação da Comissão Episcopal Pastoral para juventude, criada em 2011. A Pastoral Juvenil, em nível nacional, e o Setor Juventude, nas dioceses e regionais, comtemplam a multiplicidade de carismas e expressões da presença dos jovens na igreja”.

No encerramento da Assembleia de 2018, as principais metas destacadas foram a Acolhida das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o período 2019-2023, Evangelização da juventude, conforme citado acima, a defesa da vida desde a sua concepção até a morte, o reforço às pastorais sociais, às questões de fé e política e a urgência de ações em defesa da casa comum, ou seja, a ecologia humana e ambiental.

AÇÃO MISSIONÁRIA

“O Regional Sul 1 consolidou o projeto de missão na África, na Diocese de Pemba, Moçambique, respondendo ao pedido do bispo diocesano, o brasileiro Dom Luiz Fernando Lisboa. O Regional passou a auxiliar os três missionários que já estavam na missão e enviou, em abril de 2018, totalizando 12 missionários”, diz o relatório sobre a missão na África.

O documento também destacou a cooperação missionária no Regional Norte 1, que está completando 25 anos. Uma equipe do Regional Sul 1, liderada por Dom José Luiz Bertanha, junto com repórteres, visitou durante 14 dias as dioceses da Amazônia e Roraima onde estão missionários dos regionais.

VISITAS E AUDÊNCIAS

Durante o quadriênio, o Presidente do Regional Sul 1 recebeu diversas visitas e participou de audiências com assessores da Pastoral Carcerária, Pastoral Operaria, recebeu membros da Renovação Carismática Católica (RCC) do Estado de São Paulo e visitou a Comunidade Canção Nova.

Dom Luiz também participou de diversas audiências como uma realizada no Palácio do Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, que tratou sobre políticas públicas, à luz ao tema da Campanha da Fraternidade.

Ao fim do documento, a Presidência agradeceu a todos os bispos pelo esforço, dedicação, colaboração e testemunho de comunhão.

PRESIDÊNCIA PARA 2019-2023

A Presidência eleita para o próximo quadriênio será composta por Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Mogi das Cruzes, como Presidente; Dom Edmilson Amador Caetano, Bispo de Guarulhos, como Vice-Presidente; e Dom Luiz Carlos Dias, Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, como Secretário do Regional.

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Regional Sul 1 da CNBB realiza Assembleia eletiva

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26 de junho de 2019

Acontece até quinta-feira, 13, no Centro de Espiritualidade Inaciana (CEI), em Itaici, no município de Indaiatuba (SP), a 82ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 


Este ano, o encontro do episcopado tem como tema central as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para 2019-2023, aprovadas pela Assembleia Geral da CNBB, e suas implicações para o Regional Sul 1, que compreende as dioceses do Estado de São Paulo.  


Na quarta-feira, 12, acontece a eleição da nova presidência do Regional. Participam da Assembleia bispos e convidados das seis arquidioceses, 35 dioceses e das seis regiões episcopais da Arquidiocese de São Paulo. 


Na celebração de abertura, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de mogi das Cruzes (SP) e Presidente do Regional Sul 1 da CNBB, cumprimentou os bispos, padres, religiosos e leigos presentes e afirmou que este momento é para a Igreja uma verdadeira manifestação da ação do Espírito Santo: “É quem conduz a Igreja e, por isso, Ele vai nos conduzindo por meio de seus dons. É gerador de comunhão, de unidade. Nós estamos sinalizando a sua presença”.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Regional Sul 1 da CNBB

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Dom Luiz Carlos Dias é eleito Secretário do Regional Sul 1 da CNBB

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12 de junho de 2019

Na tarde desta quarta-feira, 12, em Itaici, Indaiatuba (SP), os bispos do Estado de São Paulo elegeram a nova Presidência para o quadriênio 2019-2023. Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo diocesano de Mogi das Cruzes (SP), foi reeleito Presidente do Regional Sul 1 e, como Vice-Presidente, o Bispo Diocesano de Guarulhos (SP), Dom Edmilson Amador Caetano. Para a função de Secretário, o episcopado paulista elegeu Dom Luiz Carlos Dias, Bispo Auxiliar de São Paulo, na Região Episcopal Belém.

BIOGRAFIA

Padre Luiz Carlos Dias tem 52 anos e é natural de Caconde (SP). Foi ordenado diácono em 1989 e sacerdote, em 5 de abril de 1991. Pertence ao clero da Diocese de São João da Boa Vista (SP) e atualmente integra o Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Sua ordenação episcopal foi realizada em 7 de maio de 2016, na cidade Caconde.

Cursou Filosofia e Teologia no Centro de Estudos da arquidiocese de Ribeirão Preto (CEARP). É mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, com formação em Ética Social na Adveniat, Alemanha. 

Na trajetória sacerdotal, padre Luiz atuou como reitor do Propedêutico, Casa “São Paulo” (1992 a 2002); vigário paroquial na paróquia Imaculada Conceição, em Caconde (1991 a 2002); pároco da paróquia Nossa Senhora de Fátima, em São João da Boa Vista, em 2005; diretor do Instituto de Filosofia da Diocese de São João da Boa Vista; reitor do Seminário Diocesano de Teologia “São João Maria Vianney” (2005 a 2010); vigário da paróquia São Judas Tadeu em Mogi Guaçu (2005 e 2010).

Também exerceu a docência em Teologia Moral, no Instituto de Teologia de São João da Boa Vista (1992 a 2001); Antropologia Cultural e História da Filosofia, no Instituto de Filosofia da diocese de Guaxupé; História da Filosofia, Metafísica e Seminários, no Instituto de Filosofia de São João da Boa Vista; História da Ética, no Instituto de Filosofia da arquidiocese de Brasília.

Na Diocese de São João da Boa Vista, coordenou a Pastoral missionária diocesana e foi membro do Conselho de Presbíteros. No período de 2010 a 2015, exerceu o cargo de secretário executivo das Campanhas da Fraternidade e da Evangelização, na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília.

Foi nomeado em 16 de março de 2016 como bispo titular de “Tunes” e Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. 

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Nota da CNBB sobre julgamento no STF a respeito da criminalização da homofobia

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12 de junho de 2019

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nesta quarta-feira, 12 de junho, nota sobre o julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal a respeito da criminalização da homofobia. “Em diálogo com os setores da sociedade que buscam fortalecer a punição para os casos de homofobia, a Igreja pede clareza nos processos em curso no Judiciário e Legislativo”, afirma a CNBB.

E acrescenta: “a liberdade religiosa, que pressupõe o respeito aos códigos morais com raízes na fé, deve ser compatibilizada com as decisões judiciais relacionadas à criminalização da homofobia. A doutrina religiosa não semeia violência, mas, ao contrário, partilha um código de condutas que promove a defesa da vida. Informar e orientar os fiéis sobre o matrimônio, aconselhá-los em questões relacionadas à família e à conduta pessoal não pode ser considerado ofensa contra pessoa ou grupo”.

Leia a nota na íntegra:

Nota da CNBB

  1. A Igreja Católica, especialmente por sua Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, historicamente, é defensora incondicional da vida, desde a sua concepção até a morte natural. Nesse sentido, é contrária a qualquer ato de violência. Atentados contra a vida merecem a mais severa condenação por parte de toda a sociedade civil e, principalmente, das autoridades devidamente constituídas.
  2. Dedicamos a nossa atenção ao julgamento, em curso, no Supremo Tribunal Federal, da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO 26) e do trâmite no Senado Federal do Projeto de Lei 672/2019 para alterar a Lei 7.716/1989. Nosso posicionamento é alicerçado em princípios ético morais que defendem o respeito a todos, sem distinções.
  3. O Magistério da Igreja indica o acolhimento solidário e respeitoso, evitando-se todo sinal de discriminação. Isto não significa se omitir ou negar o que ensina a sua doutrina: o matrimônio é a união entre o homem e a mulher, com a possibilidade de gerar vida. Nesse sentido, em diálogo com os setores da sociedade que buscam fortalecer a punição para os casos de homofobia, a Igreja pede clareza nos processos em curso no Judiciário e Legislativo: a liberdade religiosa, que pressupõe o respeito aos códigos morais com raízes na fé, deve ser compatibilizada com as decisões judiciais relacionadas à criminalização da homofobia. A doutrina religiosa não semeia violência, mas, ao contrário, partilha um código de condutas que promove a defesa da vida. Informar e orientar os fiéis sobre o matrimônio, aconselhá-los em questões relacionadas à família e à conduta pessoal não pode ser considerado ofensa contra pessoa ou grupo.
  4. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) confia e espera que as autoridades do Judiciário e do Legislativo, cônscios de suas responsabilidades, trabalhem, de modo adequado, dedicando-se, com profundidade, a essa questão que exige também ouvir diferentes perspectivas. Um tema tão delicado e complexo exige ser tratado pelo amplo diálogo e pela reflexão de toda a sociedade. Assim, é possível contribuir para promover a harmonia social em uma sociedade que precisa superar as polarizações. Assegurar cada vez mais a integridade do cidadão, a partir do respeito fraterno que todo ser humano deve cultivar em relação a seu semelhante. Esse compromisso requer irrestrito respeito a princípios morais e religiosos intocáveis.
  5. Em espírito de comunhão e serviço, a CNBB quer colaborar para que se encontre o caminho necessário para vencer injustiças e perseguições – a violência contra o ser humano, que inclui também o desrespeito à liberdade religiosa e aos valores do Evangelho de Jesus Cristo, “ caminho, verdade e vida”.

Brasília, 12 de junho de 2019.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

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Tem início a 82ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB

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11 de junho de 2019

Começou nesta terça-feira, 11, a 82ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que compreende as dioceses do Estado de São Paulo, e acontecerá entre os dias 11 a 13, em Itaici, no município de Indaiatuba (SP).

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, está participando da Assembleia e realizou na tarde desta terça-feira, uma transmissão ao vivo, em sua página oficial no Facebook, e falou sobre os principais assuntos que serão tratados durante a Assembleia.  

“Nós temos alguns assuntos centrais que serão tratados como as Diretrizes Gerais da CNBB, elaboradas na última assembleia geral e queremos de alguma forma trazer as orientações para as nossas dioceses do Estado de São Paulo. Por outro lado, é uma assembleia quadrienal de fim de mandato, portanto também teremos as eleições da nova presidência”, explicou o Cardeal. 

Periodicamente, o Cardeal Scherer tem feito transmissões ao vivo em sua página no Facebook para comentar assuntos sobre a Arquidiocese e a Igreja no Brasil e no mundo. Os internautas poderão interagir e enviar perguntas no espaço destinado para comentários.

 

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