CNBB e POM realizam eventos que marcam o mês e a campanha missionária 2019

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13 de setembro de 2019

No próximo dia 17, às 16h30, no contexto de realização da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), serão lançados o Mês Missionário Extraordinário, a ser celebrado pela Igreja em outubro, a Campanha Missionária 2019 e a exposição “Rostos da Missão”, organizados pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) e a CNBB. Na sequência, às 17h30, será realizada uma coletiva com jornalistas na Sala de Imprensa da CNBB para apresentar essas iniciativas.

“Enquanto o mundo constrói muros, a Igreja no Brasil e no mundo se esforça para construir pontes que interligam realidades diferentes em ações solidárias”, reforça o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella.

O Mês Missionário Extraordinário, convocado pelo papa Francisco, em outubro de 2017, tem o tema “Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em missão no mundo”. O mês missionário quer despertar a consciência da missão ad gentes, além fronteiras.

Realizada no Brasil desde 1972, no mês de outubro, a Campanha Missionária ganhou este ano um maior impulso eclesial com a feliz coincidência do Mês Missionário Extraordinário e do Sínodo para a Amazônia.

A Exposição “Rostos da Missão: Batizados e enviados” deseja dar maior visibilidade aos projetos missionários ad gentes e ao projeto Igrejas Irmãs da Igreja no Brasil. A exposição será organizada em três espaços da CNBB, apresentando imagens de diferentes contextos da missão, audiovisuais com testemunhos e fotografias com rostos de missionários e missionárias brasileiros que atuam nos cinco continentes.

A exposição ficará aberta à visitação de 17 de setembro a 31 de outubro de 2019, das 9h às 16h, na sede da CNBB em Brasília (Setor de Embaixadas Sul 801 – Asa Sul – Brasília/DF). A visitação será feita por meio de agendamento pelo e-mail imprensa@pom.org.br.

História e contexto – Em 22 de outubro de 2017, Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco durante o ângelus anunciava publicamente para toda Igreja sua intenção de proclamar um Mês Missionário Extraordinário (MME) em outubro de 2019, para celebrar o centenário da carta Apostólica Maximum Illud, de seu predecessor o Papa Bento XV. “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo” é o tema do MME. Despertar em medida maior a consciência da missão ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral é o objetivo deste mês.

A ação está em sintonia com a exortação apostólica Evangelii Gaudium: “A ação missionária é o paradigma de toda obra da Igreja” (EG, 15). Deste modo, a Campanha Missionária 2019 foi enriquecida com a convocação do Papa Francisco.

A Campanha Missionária no Brasil, realizada desde 1972, produz materiais de animação missionária para todas Igrejas Particulares do Brasil, tais como: novena missionária, cartazes, santinhos com oração missionária, envelopes e vídeos com testemunhos missionários.

Informações:
Lançamento do Mês Missionário Extraordinário, Campanha Missionária 2019 e exposição “Rostos da Missão: Batizados e enviados”
Abertura: 17 de setembro, às 16h30
Período de exposição: 17 de setembro à 31 de outubro de 2019
Horário: 9h às 16h
Local: Sede da CNBB em Brasília (Setor de Embaixadas Sul 801 – Asa Sul – Brasília/DF)
Visitação feita através de agendamento pelo e-mail imprensa@pom.org.br

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Catequistas do Regional Sul 1 da CNBB realizam assembleia em Jundiaí (SP)

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10 de setembro de 2019

Nos dias 7 e 8, o Centro de Convivência Mãe do Bom Conselho, em Jundiaí, no interior da capital paulista, recebeu a Assembleia de Catequistas do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Formado por 42 dioceses e seis regiões episcopais, o Regional Sul 1 da CNBB recordou nos dois dias de encontro, os 40 anos Catechesi Tradendae, uma Exortação Apostólica pós-sinodal, do Papa João Paulo II, de 16 de outubro de 1979, “sobre a catequese do nosso tempo”

O Padre Paulo Cesar Gil, que é Coordenador da Animação Bíblica Catequética do Regional Sul I e Coordenador da Pastoral Catequética da Arquidiocese de São Paulo, assessorou a assembleia que teve como tema: “A atividade catequética como tarefa primordial da missão da Igreja: celebrando os 40 anos da Catechesi Tradendae”.

A Região Episcopal Santana representou a Arquidiocese de São Paulo e enviou catequistas de diversos setores pastorais.

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Igrejas cristãs celebram os 20 anos da declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação

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06 de setembro de 2019

Antecipando-se aos 20 anos da declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação, que se comemora no próximo dia 31 de outubro, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do qual a CNBB faz parte, realizou uma celebração ecumênica na quarta-feira, 4, na sede da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Brasília.

O Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro e Secretário-Geral da CNBB, Dom Joel Portella e o bispo de Cornélio Procópio (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo, Dom Manoel João Francisco, entre outros representantes católicos, participaram da celebração.

O pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e presidente do CONIC, Inácio Llemke, disse na acolhida que a celebração marca uma data importante que representa avanços para a proximidade entre Igrejas cristãs. Segundo o primeiro vice-presidente da IECLB, pastor Odair Airton Braun, convidado a fazer uma reflexão sobre a leitura do texto bíblico que inspirou a doutrina (Rm 3.21-31), a declaração conjunta é apenas um sinal de que quando se senta à mesa e dialoga é possível caminhar juntos e construir a unidade. A declaração conjunta, para ele, é um sinal de esperança. “Justificados em Cristo, é necessário que atuemos para defender a liberdade religiosa”, disse.

Em sua homilia, Dom Joel Portella, disse que o apóstolo Paulo fez oposição entre a lei e a graça. “Se a lei separa, divide e segrega, a graça, traduzida para os dias de hoje como gratuidade, fraterniza, nos junta e nos torna irmãos”, disse. Dom Joel reforçou que a declaração é um ponto de chegada mas também um ponto de partida a partir do qual é necessário avançar em torno de iniciativas comuns que promovem a unidade entre as igrejas.

No momento de ação de graças várias iniciativas como as Campanhas da Fraternidade ecumênicas, realizadas desde 2002, a Semana de Oração pela Unidade Cristã, o reconhecimento mútuo do Batismo, o Conselho Nacional de Igrejas Cristas, entre outras, foram lembradas.

O presidente do CONIC comunicou ao grupo, ao final da celebração, sobre a próxima campanha da fraternidade ecumênica a ser realizada em 2021 com tema ainda a ser definido. Os bispos brasileiros reunidos em sua 57ª Assenbleia Geral, em maio em Aparecida (SP) aprovaram a realização conjunta desta campanha.

Participaram da celebração líderes e representantes das igrejas Presbiteriana Unida, Episcopal Anglicana do Brasil, Catedral da Ressurreição, Evangélica de Confissão Luterana, Sírian Ortodoxa de Antioquia e Católica Apostólica Romana. Saiba mais sobre a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação no artigo escrito pelo presidente da Comissão para o Ecumenismo da CNBB. Clique aqui.

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Desafios e alegrias marcam o compromisso de novos bispos com o novo ministério

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08 de agosto de 2019

Presentes ao 30º Encontro para Novos Bispos promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de 05 a 09 de agosto, na sede da entidade, em Brasília (DF) os novos bispos falam dos desafios e alegrias que experimentam ao assumir o ministério de bispo confiado pelo papa Francisco.

Dom José Benedito Cardoso – o primeiro na foto da esquerda para a direita – foi nomeado como bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo em 23 de janeiro deste ano. Sua ordenação se deu em 15 de março e a posse no dia 31 do mesmo mês. Assumir a nova missão confiada pela Igreja no caso dele significou grandes mudanças. Ele precisou mudar de Itapetininga, no interior, para a capital do Estado de São Paulo. “Eu não estava muito antenado com toda a realidade complexa que é a cidade grande”, disse.

Os primeiros meses como bispo ele está dedicando a conhecer a realidade, as pessoas, estabelecer contato com os padres e com os bispos auxiliares por meio de visitas pastorais. “Estou conhecendo e a partir disto já dá para a gente ter uma noção e começar a se introduzir neste trabalho que a Igreja confiou para mim lá na região episcopal da Lapa na Arquidiocese de São Paulo”, disse.

Com formação em Direito Canônico, além da formação em Filosofia e Teologia, ele acredita que esta especialidade pode ajudar a ter uma compreensão da realidade pastoral também. “O Direito também é essencialmente pastoral. Ele pode ajudar bastante, sobretudo nos organismos de uma diocese, nas dificuldades que surgem com algum problema com o presbitério que necessita de algum encaminhamento. Ajuda também na aplicação pastoral”, disse.

Do encontro dos novos bispos, ele destaca o conhecimento de como funciona a infraestrutura na CNBB, algo até então desconhecido em sua avaliação. Ele reforça que a comunhão episcopal é fundamental para superar as dificuldades dos bispos. “Agora ao termos dificuldades, sabemos com quem contar”, disse.

O trecho do Salmo 23, “O Senhor é meu pastor e nada me faltará”, escolhido como seu lema episcopal traduz bem a sua noção de que é ser um bispo. “Compreendo que ser bispo é ser pastor, procurar ouvir as pessoas, dar um direcionamento correto e ter uma presença muito positiva junto ao clero”, afirmou. Duas questões essenciais para ele, neste momento, traduzem a missão de ser bispo: procurar conduzir bem os presbíteros e o ordenamento pastoral da região episcopal.

Do circo à Igreja e ao trabalho pastoral com nômades

Quem também assumirá como bispo auxiliar na arquidiocese de São Paulo mas com atuação focada na região episcopal Santana a partir da ordenação marcada para dia 29 de setembro, às 9h, é dom Jorge Pierosan, o mais recente bispo nomeado pelo papa Francisco para o Brasil no dia 24 de julho.

Ele destaca que não possui muitos títulos acadêmicos, mas que tem muita vontade de trabalhar. “A expectativas é que Deus me dê sabedoria para continuar exercendo o meu trabalho em favor do povo de Deus. É a única coisa que consigo imaginar para mim: suar a camisa em favor dos fieis cristãos e das pessoas não católicas. Oferecerei a garantia de não ter preguiça de trabalhar para ajudar as pessoas a chegarem até Deus”, enfatizou.

Um capítulo bonito de sua história é a sua relação com o circo. Ele exerceu, no circo Panamericano, antes de entrar para o seminário, a função de “barreira”, hoje conhecida como “partner”, a pessoa que escova a juba do leão, que trata o elefante, ajuda a montar a jaula dos tigres – quando ainda era permitido animais no circo. Ajudou a montar e a desmontar o picadeiro e a auxiliar os malabaristas em suas performances. Certa vez, por saber de cor o número, ele assumiu o lugar de um palhaço que ficou doente. “Eu entrei substituindo o palhaço numa determinada circunstância e acabei ficando no lugar dele”, disse.

Sendo de origem católica, quando viveu no circo, sentia falta de ir à missa porque coincidiam os horários. “Me lembro muito bem de ouvir o sino tocando e saber que era hora da missa e ficar triste por não poder ir lá”, disse. A falta da presença da Igreja no ambiente circense despertou nele o desejo de entrar para a vida religiosa e voltar ao circo mais tarde como padre num trabalho pastoral. Hoje, dom Jorge é vice-presidente da Pastoral dos Nômades no Brasil que atende os circos, ciganos e os parques de diversões. “Sempre e na medida do possível eu vou pro circo e para o meio dos ciganos”, afirma.

Como novo bispo, a partir do encontro promovido pela CNBB, o sentimento é que não será jogado na “cova dos leões” sem uma base e uma estrutura por trás, sem parcerias e colegas bispos que comungam dos mesmos ideais. “A gente deve fortalecer essa amizade, uma família de 13 bispos novos”. “O que me anima é estar bebendo numa fonte boa de gente que tem uma bagagem e que nos anima no novo ministério”.

Realidade de fronteira

Tendo sido ordenado em 1º de dezembro de 2018 e tomado posse no dia 16 do mesmo mês como bispo da diocese de Bagé (RS), dom Cleonir Paulo Dalbosco enfrenta dois grandes desafios: atuar numa diocese de maior extensão territorial do regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e que faz fronteira com o Uruguai. “Este trabalho na região de fronteira tem as suas próprias exigências de entender as diversas culturas presentes na região”, disse.

A falta de trabalho para a juventude, o despertar de vocações numa diocese que não conta com nenhum seminarista no momento, o número grande de separações e divórcios e a formação continuada de lideranças são desafios nesta nova realidade apontadas pelo bispo. Mas em sua avaliação, a experiência de coordenação missionária de província dos Frei Capuchinhos no estados de RS, MT, RO e no Haiti favoreceu seu início de missão como bispo na diocese, bem como a experiência da vida religiosa e de seus 19 anos de sacerdote.

Segundo ele, o bispo tem como missão criar a comunhão com todo o clero na diocese e estar próximo das lideranças que fazem acontecer o trabalho e a ação missionária. “O que é mais importante que eu sinto hoje como bispo é estar presente nas diversas realidades e situações, nos lugares onde ninguém gostaria de estar, lugares de fronteiras e de misérias”, disse. Em sua visão, o bispo representa o sinal de esperança e confiança para a população.

A sua formação específica em administração e gestão de pessoas o ajuda a vislumbrar a sustentabilidade da missão. “Administrar bem e com cuidado as coisas de Deus também é uma exigência da Igreja”, disse. Ser especialista em gestão de pessoas, o ajuda como bispo na mediação dos conflitos entre os grupos humanos. “ A gestão de pessoas me capacita também para essa presença junto à comunidade e os diversos organismos que convivemos juntos nessa região”, disse.

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Sínodo para a Amazônia é discutido em seminário interdiocesano no Maranhão

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06 de agosto de 2019

Dioceses do Sul do Maranhão (Regional Nordeste 5: Carolina, Imperatriz, Viana, Grajaú e Balsas) e a Diocese de Tocantinópolis, do Norte do Tocantins, se reuniram para discutir o documento de trabalho do Sínodo para a Amazônia. Acolhidos pelo bispo de Carolina, Dom Francisco Lima Soares, o seminário de estudos, realizado em Estreito/MA nos dias 03 e 04, contou com a presença de leigos, bispos, padres, religiosos, membros de movimentos e conselhos sociais e representantes do governo.

Na ocasião, foram discutidas ações para antes, durante e depois da Assembleia Sinodal, a ser realizada em Roma no mês de outubro. Padre Dário Bossi, assessor da Rede Eclesial Pan-Amazônica/REPAM-Brasil, destaca o sentimento de esperança pela defesa da vida transmitida pelos participantes.

“Saímos desse encontro com muito ânimo, com a certeza de que o que foi decidido aqui vai ser multiplicado pelas mãos, corações e pensamentos das pessoas que participaram”, comemorou o assessor.  “Nós mesmos somos o Sínodo que caminha com nossas pernas, e isso, a partir de outubro, poderemos mostrá-lo em nossas comunidades cristãs”, completou.

Unidade

A Diocese de Tocantinópolis é membro do Regional Norte 3, mas  faz divisa com o Sul do Maranhão. O bispo diocesano Dom Giovane Pereira de Melo, explica que devido à proximidade, muitas problemáticas são comuns, e por isso é importante somar forças. “Dentro da metodologia da Repam a gente tem sempre buscado trabalhar como ‘bacia’, então nós estamos situados aqui na bacia do Rio Tocantins”, explicou.

Para o bispo, o seminário foi um momento propício para avançar na propagação do processo sinodal. “Queremos ser essas antenas, aqueles que vão divulgar o sínodo, sensibilizar os atores, os grupos, os movimentos sociais, as nossas pastorais, as nossas dioceses, no sentido de abraçar a problemática que o sínodo está discutindo”. Dom Giovane destaca ainda que a problemática do Sínodo não é só dos bispos da Amazônia, “é uma problemática que interessa a toda a Igreja, que interessa o mundo inteiro”.

Vozes ouvidas

Além de discutir o documento de trabalho do Sínodo, o seminário ouviu as vozes dos povos amazônicos que participaram ativamente do encontro. Heraldo Guajaja, é indígena da aldeia Sabonete do Leão, no município de Grajaú/MA. Ele conta que foi a primeira vez que participou de uma atividade promovida pela Igreja Católica e ficou admirado com a abertura dada a ele e aos demais indígenas presentes.

“Foi muito bom a gente ter tido a oportunidade de expressar o que a gente sente, o que a gente passa nas nossas aldeias. A gente teve essa oportunidade de expressar nossas ideias, nossa visão, nossa gente, nossa forma de ser, e a Igreja respeitou isso. A Igreja quer que gente venha a opinar, venha a expor as nossas ideias com a nossa própria visão, com a nossa própria forma de ser”, declarou.

Carta Aberta

Ao final do seminário foi elaborada uma carta aberta para ser lida nas paróquias e comunidades, a fim de anunciar o compromisso com o Sínodo para a Amazônia. Confira a carta na íntegra:

Nós, Membros do Comitê Interdiocesano da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), no Sul do Maranhão, Regional NE 5, das Dioceses de Balsas, Carolina, Grajaú, Imperatriz, Viana, e a Diocese convidada de Tocantinópolis (TO), participantes do SEMINÁRIO DE ESTUDOS DA REPAM, celebrado nos dias 3 e 4 de agosto, no município de Estreito, da Diocese de Carolina, juntamente com a Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular – SEDIHPOP do Maranhão, do Movimento Indígena e demais entidades sociais, temos a alegria de anunciar nosso compromisso com o SÍNODO PARA A PAN- AMAZÔNIA, convocado pelo Papa Francisco.

O Sínodo é um convite a CAMINHAR JUNTOS e ouvir o clamor dos Povos da Amazônia – nossas vozes – no cuidado da Casa Comum, no compromisso profético para o BEM VIVER.

Com renovada esperança, CONVIDAMOS VOCÊ a conhecer e fazer parte deste processo na defesa e promoção da vida e dignidade do Povo de Deus, especialmente os Povos Indígenas, Quilombolas, Extrativistas, Pescadores, Ribeirinhos, Camponeses e demais povos do campo e da cidade, frequentemente esquecidos, agredidos e sem perspectiva de um futuro seguro.

Será uma grande bênção chegarmos a uma CONVERSÃO ECOLÓGICA, de uma Igreja servidora e missionária, dispondo-nos a uma evangelização inclusiva, de respeito e valorização das diversas culturas e formas de vida.

Tudo está interligado como se fôssemos um, tudo está interligado nesta Casa Comum.

Estreito/MA, 4 de agosto de 2019.

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Encontro reúne Editores de Folhetos e Subsídios Litúrgicos em São Paulo (SP)

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01 de agosto de 2019

Termina nesta quinta-feira (01/8), o encontro dos Editores de Folhetos e Subsídios Litúrgicos que está acontecendo em São Paulo desde o dia 30 de julho. O evento é uma iniciativa da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e recebe editores de todo o Brasil.

“É um encontro para continuar os trabalhos e tem em vista gerar maior comunhão entre os produtores de subsídios litúrgicos, destaca o bispo de Paranaguá e presidente da comissão para a Liturgia, dom Edmar Peron.

A proposta central do encontro gira em torno do Documento 108 da CNBB, intitulado “Ministério e Celebração da Palavra”, à luz das novas Diretrizes para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, aprovadas durante a última Assembleia Geral da entidade.

O documento traz informações básicas, diretrizes gerais para a elaboração de um plano de formação e acompanhamento dos ministros da Palavra de Deus. Além de roteiros exclusivos para as celebrações sejam com ou sem Eucaristia.

“Nós vimos também algumas orientações a partir da instrução geral do Missal Romano e do Lecionário alguns números que eu indiquei para leitura, meditação, especialmente, quanto ao silêncio, texto litúrgicos e comentários”, disse. 

De acordo com o assessor da comissão, padre Leonardo Pinheiro, atualmente, cerca de 70% das comunidades no Brasil não têm acesso à celebração Eucarística aos domingos presidida por sacerdote. Muitas dessas comunidades estão em regiões distantes que não permitem aos fiéis irem a uma igreja para participar da Santa Missa.

A música litúrgica nas celebrações também foi objeto de reflexão pelos participantes. O irmão Fernando Vieira, assessor do setor, dialogou com o grupo sobre possíveis novas execuções do ato penitencial e hino de louvor.

Além disso, o grupo também estudou dois dos pilares da DGAE, o da palavra e a do pão, disse Dom Edmar.

“Com esses elementos a gente acredita que deu algumas pistas para que eles possam refletir e assim apoiar a implantação da DGAE nas dioceses por meio dos subsídios litúrgicos, seja nos comentários, nas preces ou em alguma coluna”.

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CNBB emite nota sobre situação dos povos indígenas Wajãpi, no Amapá

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01 de agosto de 2019

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota na segunda-feira, 29, manifestando preocupação com a situação dos povos indígenas na Amazônia e pedindo a elucidação com a morte do líder da etnia Wajãpi, Emyra Wajãpi,  62, ocorrida no dia 24, no Estado do Amapá. 


“Há de se encontrar caminhos para superar os processos que ameaçam a vida, pela destruição e exploração que depredam a Casa Comum e violam direitos humanos elementares da população. É preciso, assim, enfrentar a exploração desenfreada e construir um novo tempo, tempo de Deus, humanizado, na Amazônia”, consta em um dos trechos da nota.


Segundo informou a Polícia Militar, o corpo de Emyra estava com marcas de perfurações e cortes na região pélvica.


Fontes: CNBB e Agência Brasil

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Bispos elegem os membros das 12 comissões episcopais pastorais da CNBB

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04 de julho de 2019

Entre 25 e 27 de junho, aconteceu, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), a 99ª reunião do Conselho Permanente da entidade. 


Na ocasião, a presidência da CNBB, bispos que presidem as comissões episcopais pastorais e os 18 regionais da CNBB, além de representantes de organismos eclesiais da Igreja no Brasil, escolheram os membros que irão compor as 12 comissões episcopais pastorais no quadriênio que vai até 2023.


Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte (MG) e Presidente da CNBB, reiterou a grande comunhão entre os bispos em continuar exercendo a missão da Igreja de anunciar o Evangelho e contribuir para que o mundo descubra o amor de Deus.


O estatuto e o regimento da CNBB definem que o Conselho Permanente é responsável pela orientação e acompanhamento da entidade e dos organismos a ela vinculados. O órgão é constituído pela presidência, presidentes das comissões episcopais e membros eleitos dos 18 regionais, tendo caráter eletivo e deliberativo. 


Durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), em maio, foram definidos os novos presidentes das comissões episcopais. A lista completa dos membros das comissões pode ser vista em cnbb.org.br. (JS)
 

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Presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira, faz balanço da 99ª reunião do Conselho Permanente da CNBB

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02 de julho de 2019

Terminada a 99ª reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que aconteceu em Brasília (DF), de 25 a 27/06, o Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte (MG) e presidente da entidade, Dom Walmor Oliveira de Azevedo fez um balanço dos debates e encaminhamentos do encontro. Trata-se da primeira reunião do Conselho Permanente sob o mandato da nova presidência eleita na 57ª Assembleia Geral da CNBB realizada em Aparecida (SP), em maio deste ano.

A reunião, da qual participam a presidência da CNBB, bispos que presidem as comissões episcopais pastorais, os bispos que presidem os 18 regionais da CNBB e representantes de organismos eclesiais da Igreja no Brasil, contou com um quadro renovado de participantes após o processo de assembleias e eleições nacional e em quase todos os regionais.

Dom Walmor ressaltou o caminho bonito vivenciado na reunião que, segundo ele, contou com a fecundidade da comunhão entre os bispos e com o trabalho de muitos assessores e colaboradores tendo em vista a realização da grande missão da Igreja: “anunciar o Evangelho de Jesus Cristo e ajudar o mundo a abrir-se ao amor de Deus”.

O Conselho Permanente, segundo o Estatuto e Regimento da CNBB, é responsável pela orientação e acompanhamento da entidade e dos organismos a ela vinculados. O órgão, constituído pela presidência, presidentes das comissões episcopais e membros eleitos dos 18 conselhos episcopais regionais, também tem caráter eletivo e deliberativo. Sua próxima reunião está marcada para 26 a 28 de novembro deste ano.

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Eleitos os membros das Comissões Episcopais Pastorais da CNBB

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27 de junho de 2019

Os membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiram, na reunião realizada entre os dias 25 e 27 de junho, na sede da entidade, em Brasília (DF), os bispos que irão compor as doze Comissões Episcopais Pastorais no quadriênio que segue até 2023.

Na última Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), de 1º a 10 de maio, foram eleitos os presidentes das comissões episcopais. Agora, durante o Conselho Permanente foram definidos os nomes sugeridos pelos presidentes e aprovados pelo conjunto do conselho.

Veja a nova composição de cada comissão

MINISTÉRIOS ORDENADOS E A VIDA CONSAGRADA
Presidente: Dom João Francisco Salm, bispo de Tubarão (SC)
1. Dom José Albuquerque de Araújo, bispo auxiliar de Manaus (AM)
2. Dom André Vital Félix da Silva, bispo de Limoeiro do Norte (CE)
3. Dom João Inácio Müller, arcebispo de Campinas (SP)

LAICATO
Presidente: Dom Giovane Pereira de Melo
1. Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, bispo de Campos (RJ)
2. Dom Gabriele Marchesi, bispo de Floresta (PE)
3. Dom José Mário Scalon Angonese, bispo de Uruguaiana (RS)

AÇÃO MISSIONÁRIA E COOPERAÇÃO INTERECLESIAL
Presidente: Dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC)
1. Dom José Altevir da Silva, bispo de Cametá (PA)
2. Dom Adilson Pedro Busin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
3. Dom Giovanni Crippa, bispo de Estância (BA)

ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA
Presidente: Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PR)
1. Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA)
2. Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo de Luziânia (GO)

DOUTRINA DA FÉ
Presidente: Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP)
1. Dom Leomar Antônio Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
2. Dom Pedro Cunha Cruz, bispo de Campanha (MG)
3. Dom Luiz Antônio Ricci, bispo auxiliar de Niterói (RJ)
4. Dom Carlos Alberto Breis Pereira, bispo de Juazeiro (BA)

LITURGIA
Presidente: Dom Edmar Peron, bispo de Paranaguá (PR)
1. Dom Carlos Verzeletti, bispo de Castanhal (PA)
2. Dom José Luiz Magela Delgado, arcebispo de Pouso Alegre (MG)

ECUMENISMO E DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
Presidente: Dom Manoel João Francisco
1. Dom Teodoro Mendes Tavares, bispo de Ponta de Pedras (PA)
2. Dom Zanoni Demettino Castro, arcebispo de Feira de Santana (BA)

AÇÃO SÓCIO-TRANSFORMADORA 
Presidente: Dom José Valdecir Santos Mendes, bispo de Brejo (MA)
1. Dom José Luiz Ferreira Salles, bispo de Pesqueira (PE)
2. Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, bispo prelado de Itacoatiara (AM)
3. Dom José Reginaldo Andrietta, bispo de Jales (SP)
4. Dom Henrique Aparecido de Lima, bispo de Dourados (MS)
5. Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

CULTURA E EDUCAÇÃO
Presidente: Dom João Justino de Medeiros Silva
1. Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS)
2. Dom Paulo Cezar Costa, bispo de São Carlos (SP)
3. Dom Vicente de Paula Ferreira, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
4. Dom Gregório Ben Lamed Paixão, bispo de Petrópolis (RJ)

VIDA E FAMÍLIA
Presidente: Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande (RS)
1. Dom Armando Martín Gutierrez, bispo de Bacabal (MA)
2. Dom Bruno Elizeu Versari, bispo de Campo Mourão (PR)

JUVENTUDE
Presidente: Dom Nelson Francelino Ferreira, bispo de Valença (RJ)
1. Dom Antônio de Assis Ribeiro, bispo auxiliar de Belém (PA)
2. Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

COMUNICAÇÃO
Presidente: Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
1. Dom Edilson Soares Nobre, bispo de Oeiras (PI)
2. Dom Neri José Tondello, bispo de Juína (MT)

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