Lançada Campanha Missionária 2019

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18 de setembro de 2019

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM) lançaram na tarde desta terça-feira, 17, o Mês Missionário Extraordinário e a Campanha Missionária 2019. A cerimônia aconteceu na sede da entidade em Brasília, no contexto de realização da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep).

O Mês Missionário Extraordinário, foi Convocado pelo Papa Francisco em outubro de 2017, e tem como “Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em missão no mundo”. Seu objetivo quer despertar a consciência da missão ad gentes, além-fronteiras. Realizada no Brasil desde 1972, no mês de outubro, a Campanha Missionária ganhou este ano um maior impulso eclesial com a coincidência do Mês Missionário Extraordinário e do Sínodo para a Amazônia.

MISSIONARIEDADE

Durante o lançamento, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte (MG) e Presidente da CNBB, disse que a ocasião é o mais importante momento que faz com que a Igreja cumpra a sua razão de ser: evangelizar.  Ele lembrou, ainda, que sem a missionariedade a Igreja morre. “Ela pode até permanecer, mas será uma burocracia ou será possivelmente uma organização, mas sem vida”, alegou.

Em sua fala, dom Walmor chamou atenção ainda para o fato de que a missionariedade na Igreja interpela no coração de cada um de nós o que somos, o que temos, o que repartirmos, sobretudo na coragem bonita de ir ao encontro sem pressa.

Padre Maurício da Silva Jardim, Diretor das POM, afirmou que os missionários são os primeiros destinatários do encontro que Jesus fez. “Ele olhou para nós com misericórdia, olhou para nós com amor e por isso que nós estamos aqui”, disse. Ele reiterou ainda que a missão nasce de um coração apaixonado, de um coração que arde, que se motiva na espiritualidade e na escuta da Palavra. “A missão é o lugar para a gente encontrar Jesus, que fala para nós através do seu povo e, sobretudo, dos pobres e temos muito a aprender”, finalizou.

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

Na Mensagem para o Dia Mundial das Missões de 2019, o Papa Francisco explicou que a finalidade da celebração do Mês Missionário Extraordinário é ajudar, em primeiro lugar, “a reencontrar o sentido missionário e a nossa adesão”.

O Santo Padre destacou, ainda, a “coincidência providencial” do mês missionário extraordinário com a celebração do Sínodo Especial sobre as Igrejas na Amazônia. “Um renovado Pentecostes abra de par em par as portas da Igreja, a fim de que nenhuma cultura permaneça fechada em si mesma e nenhum povo fique isolado, mas se abra à comunhão universal da fé. Que ninguém fique fechado em si mesmo, na autorreferencialidade da sua própria pertença étnica e religiosa”.

EM SÍNODO ARQUIDIOCESANO

Na Carta Pastoral à Arquidiocese publicada em janeiro, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, convocou todas as paróquias e comunidades, com suas organizações eclesiais e pastorais a celebrarem o Mês Missionário Extraordinário, como parte das ações do sínodo Arquidiocesano de São Paulo.

Dom Odilo recordou que o mês temático convocado pelo Papa Francisco comemora o centenário da Carta Apostólica do Papa Bento XV Maximum Illud (1918), sobre a “grande e sublime missão da Igreja”. Ele destacou que essa Carta Apostólica lança um forte apelo à renovação missionária da Igreja, sobretudo em vista da evangelização “de toda a criatura”, conforme o mandato de Cristo aos apóstolos.

SUGESTÕES DE AÇÕES

A Congregação para a Evangelização dos Povos e as POM indicaram algumas propostas para a vivência do Mês Missionário Extraordinário em todo o mundo.

  1. Organizar uma celebração diocesana ou nacional para a abertura do Extraordinário Mês Missionário de outubro de 2019;
  2. Celebrar a Vigília Missionária com o tema proposto pelo Santo Padre;
  3. Propor uma celebração eucarística a nível diocesano para o domingo do Dia Missionário Mundial;
  4. Propor que pequenos grupos de pessoas ou famílias se reúnam pelas casas para rezar o Santo Rosário com intenções missionárias, inspirados na intuição original da Venerável Pauline Jaricot, fundadora da Pontifícia Obra Missionária da Propagação da Fé;
  5. Promover uma peregrinação mariana ou a um santuário, memória de santos ou mártires da missão;
  6. Promover coleções de ofertas e doações econômicas para apoiar o trabalho apostólico Missio ad gentes e a formação missionária;
  7. Propor aos jovens uma atividade pública de anúncio do Evangelho;
  8. Organizar uma celebração diocesana ou nacional para o Encerramento do Mês Extraordinário Missionário de outubro de 2019.

(Com informações de CNBB)

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Conselho Permanente da CNBB realiza reunião em Brasília

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30 de junho de 2019

Começou na terça-feira, 25, e segue até quinta-feira, 27, a reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Entre os principais assuntos estão: observações sobre a conjuntura, avaliação da 57ª Assembleia Geral, escolha do tema central da Assembleia Geral de 2020, Sínodo da Amazônia e Comissão para a Ecologia Integral e Mineração. 
Os presidentes dos 18 regionais da CNBB terão a palavra durante o encontro. Os bispos também irão discutir sobre a “Visita Ad Limina” à Santa Sé, que ocorre de cinco em cinco anos. 
No primeiro dia de atividades, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo e Vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), informou que o Conselho nos próximos dois anos fará uma revisão e avaliação do papel do organismo. 
Além da Presidência da CNBB, participam do Conselho Permanente representantes dos 18 regionais. Eles deverão oferecer ao conjunto do Conselho as perspectivas pastorais diante das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023), aprovadas na última Assembleia da CNBB, realizada em maio. 
 

Fonte: CNBB

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Diretrizes Gerais indicam caminho para uma Igreja mais discípula e missionária

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03 de mai de 2019

Dom Leomar Antônio Brustolin, Bispo auxiliar de Porto Alegre (RS) e membro da Comissão de Redação do Tema Central da 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), afirmou, na coletiva desta sexta-feira, 3, sobre as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil (DGAE) para os anos de 2019 a 2023. O texto está sendo trabalhado pelo episcopado brasileiro reunido entre os dias 1º e 10, em Aparecida (SP)  

Dom Leomar explicou que assim como em toda instituição existem caminhos a serem seguidos, a Igreja também necessita. “Não é possível fazer um único planejamento para a Igreja em todo o Brasil, somos um continente. Mas é preciso dar indicações”, disse.

Já na Assembleia do ano passado, os bispos deram indicações e sinais para serem trabalhados pela comissão responsável pelo texto das DGAE. Uma primeira versão do texto é entregue a todos os bispos, que enviam emendas e sugestões. Em seguida, uma nova versão é encaminhada ainda antes da Assembleia para novas apreciações.

No plenário, há novas contribuições dos prelados, que apontam emendas e fazem intervenções na tribuna, para depois haver a votação individual de cada parágrafo do texto para a aprovação final do documento.

MUNDO URBANO

As novas Diretrizes dedicam uma maior atenção para a realidade do mundo urbano, que não se limita apenas às cidades, mas também aos lugares que possuem acesso à internet e energia elétrica.

“Essa realidade é marcada por tanto sinais positivos, avanços tecnológicos, mas também com preocupações, contradições e ambiguidades”, destacou dom Leomar, indicando desafios próprios desse contexto, como o individualismo, a solidão, do anonimato. “Nossas comunidades têm um desafio enorme em relação à crise do sentido da vida”.

Nesse sentido, o documento também salienta todas as questões relativas à falta de ética nos vários âmbitos da sociedade. “Nós nos baseamos muito na Doutrina Social da Igreja, que prevê um humanismo integral e solidário, ou seja, para toda a pessoa, do nascituro até aquele que está para morrer”.

COMUNIDADE COMO CASA

O Bispo informou, ainda, que todo o texto das Diretrizes é permeado de referências ao magistério do Papa Francisco, do Documento de Aparecida e dos próprios documentos recentes da CNBB.

Em um dos capítulos, as DGAE enfatizam a importância de a comunidade eclesial ser entendida a partir da imagem da casa. Essa, por sua vez, entendida como lar, espaço de vida.

A partir dessa analogia, o texto apresenta quatro pilares que devem sustentar a comunidade, seguidos de encaminhamentos e sugestões para que cada diocese, paróquia e comunidade podem implementá-los.

PALAVRA, PÃO, CARIDADE E MISSÃO

A primeiro desses pilares é a Palavra, que engloba desde a iniciação à vida cristã à animação bíblica da pastoral, conduzindo as pessoas ao encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, formando, assim, verdadeiros discípulos. O segundo pilar é o “pão”, que diz respeito à liturgia e espiritualidade, uma novidade em relação às diretrizes anteriores. “Para que nós celebremos o mistério pascal como uma espiritualidade profunda que conduz à santidade”, explicou Dom Leomar.

A caridade, serviço à vida plena, é o terceiro pilar proposto pelo documento. “Sabemos quantas organizações caritativas, de promoção da vida humana e transformação da realidade pelas quais a Igreja tem se empenhado”, acrescentou o Bispo.

“O quarto pilar é a ação missionária, para que essa casa tenha as portas abertas para que outras pessoas possam entrar e possamos sair ao encontro do outro”, ressaltou Dom Leomar.

TESTEMUNHAS DE CRISTO

Ainda de acordo com Dom Leomar, as DGAE insistem na formação de comunidades eclesiais missionárias, “em que as pessoas vivam em torno da palavra, se convertam e testemunhem em uma sociedade cada vez mais plural o que realmente o Cristo Pede para a sua Igreja”.

“Esperamos encontrar caminhos que tornem o Brasil mais discípulo e missionário. A maior preocupação não é com o número de cristãos, mas com a qualidade do testemunho desses cristãos onde estão”, completou o Bispo.

Diariamente, acompanhe os detalhes sobre a 57ª Assembleia Geral da CNBB no site do jornal O SÃO PAULO e nos noticiários da rádio 9 de Julho.  

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Dom Armando Bucciol: ‘A liturgia é a fonte da fé da Igreja’

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02 de mai de 2019

Durante a 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que acontece entre os dias 1º e 10, em Aparecida (SP), foi apresentada ao episcopado a última parte da revisão da tradução do Missal Romano, livro litúrgico que contém as orações e ritos da celebração missa.

O trabalho da revisão é de responsabilidade da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, presidida por Dom Armando Bucciol, Bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA). Ele abordou o assunto na entrevista coletiva do 2º dia de Assembleia, nesta quinta-feira, 2.

O MISSAL

O Missal Romano foi promulgado por São Paulo VI em 1969, após a reforma litúrgica proposta pelo Concílio Vaticano II. Em 2002 foi publicada pela Santa Sé a terceira edição do Missal em Latim, língua oficial da Igreja. A partir dessa edição, as conferências episcopais de todo o mundo devem revisar suas traduções locais.

Para isso, foi constituída uma equipe com a participação de especialistas. Esse grupo tem trabalhado na revisão nos últimos 12 anos.  “É um trabalho, ao mesmo tempo, delicado, complexo, precioso e importante. Como se sabe, a liturgia é a fonte da fé da Igreja”, afirmou Dom Armando.   

“A Teologia da Liturgia fundamenta, ilumina, sustenta, proclama e canta a santidade de Deus e o amor de Deus para com a humanidade. E suscita o amor fiel e o testemunho coerente dos cristãos”, acrescentou o Bispo.

REVISÃO

Em cada Assembleia Geral, era submetida à aprovação do episcopado uma parte da revisão dos textos litúrgicos. A última parte apresentada neste ano são os textos referentes às missas para diversas necessidades, votivas e dos defuntos.

Depois de aprovado pelos bispos, o livro passará, ainda por últimas revisões e averiguações e correções antes de ser encaminhado para a Congregação para o Culto Divino, no Vaticano, para a aprovação.

FIDELIDADE AO LATIM

O Bispo esclareceu que, ao contrário de boatos propagados pelas redes sociais recentemente, nunca houve por parte da CNBB “desvios de doutrina” ou alterações dos textos litúrgicos que não condizem com a versão original. Mas, sim, uma revisão pedida pela Santa Sé. 

Dom Armando explicou que a Comissão buscou manter um equilíbrio entre a fidelidade ao original latino e uma linguagem próxima à compreensão do povo. "O texto foi traduzido por uma equipe que tinha sólido conhecimento da língua latina e de liturgia", reiterou. 

“A proposta é que se faça agora uma ulterior revisão, pedindo a análise de teólogos, liturgistas e biblistas e especialistas em linguagem, para ver se há alguma expressão que pode ser melhorada, sempre dentro da fidelidade ao texto aprovado pela Assembleia Geral”, explicou o Bispo, informando que acredita que em até um ano e meio será publicado a nova edição do Missal Romano no Brasil.

Diariamente, acompanhe os detalhes sobre a 57ª Assembleia Geral da CNBB no site do jornal O SÃO PAULO e nos noticiários da rádio 9 de Julho.   

(Com informações da CNBB)

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Trabalhos no 2º dia serão centrados na missão das 12 comissões episcopais

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02 de mai de 2019

Nesta quinta-feira, 2, segundo dia da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), as atividades começaram com a celebração de missa na Basílica do Santuário Nacional de Aparecida (SP), presidida por Dom Giovanni D´Aniello, Núncio Apostólico no Brasil.

A celebração foi na intenção dos novos bispos, aqueles que foram nomeados e ordenados pelo Papa Francisco desde a última assembleia, período de abril de 2018 a abril de 2019.

O Núncio, na homilia,  meditou sobre o Evangelho de João 3,31-36, que diz que “Aquele que vem do alto está acima de todos”.

Dom Giovanni citou ainda que o Espírito Santo constituiu Pedro autêntica e corajosa testemunha da ressurreição de Cristo e do seu Evangelho: “O mundo presente, mais do que mestres, tem necessidade de verdadeiras testemunhas de Cristo e sua ressurreição que saiba anunciar o Evangelho no testemunho coerente de uma vida conforme o seu chamado ao segmento de Cristo. Embora, nadando contra a corrente quando for necessário”.

O Núncio ainda pediu a intercessão da Virgem Maria pela a 57ª Assembleia Geral da CNBB e confiou a Mãe Aparecida que cuide de cada um dos fiéis e permita que cada um possa ir com Ela ao encontro de Jesus que veio para salvar e para que cada um seja testemunhas Dele no mundo de hoje. “Sejamos estreitos colaboradores da Igreja para que seja afastado de nós rodo o perigo que ameace a nossa fé em Cristo”.

Momento de comunhão episcopal

Um dos novos bispos da Igreja é Dom José Benedito Cardoso, Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e Vigário Episcopal na Região Lapa, ordenado em março deste ano. “Estou conhecendo os bispos e o ambiente de Assembleia. Estou muito feliz com o que estou vendo. O primeiro dia foi muito proveitoso, percebendo aquilo que os bispos apresentaram, dentro do contexto do Brasil, do contexto eclesiológico. Hoje, a missa com o Núncio, a acolhida que foi feita aos bispos novos e que já estão atuando. É muito importante para mim viver este momento de comunhão episcopal, e isso marca bastante a minha vida”, disse em entrevista à Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de São Paulo.

Pauta do dia

Uma das tarefas centrais deste segundo dia de Assembleia, será atualizar a missão e os objetivos das 12 Comissões Episcopais Pastorais da CNBB: Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada; Laicato; Ação Missionária e Cooperação Intereclesial; Animação Bíblico-Catequética; Doutrina da Fé; Liturgia; Ecumenismo e Diálogo Interreligioso; Ação Social Transformadora; Cultura e Educação; Vida e a Família; Juventude; e Comunicação Social.

Uma proposta que atualiza a missão e objetivos das 12 Comissões, elaborada pelas Comissões e apresentada na última reunião do Conselho Permanente da entidade, no final de março, será apresentada para os bispos brasileiros.

A Comissão Para Textos Litúrgicos (CETEL) da CNBB fará uma apresentação do seus trabalhos. Entre eles, a finalização da tradução da terceira edição do missal romano após um trabalho integrado de 12 anos, atendendo uma ordem vinda da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos através da quinta instrução Liturgiam Authenticam, de 2001, que serve de comentário sobre as traduções em língua vernáculo dos textos da liturgia romana.

Na pauta do dia ainda estão previstas, discussão sobre um documento em preparação pela CNBB que trata das “Novas Comunidades”, o processo de aprovação do Regimento Interno da CNBB e o calendário litúrgico. Os bispos ainda continuam também ao longo do dia, em grupos, analisando as diretrizes propostas pela texto das Novas Diretrizes para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023.

Coletiva de imprensa

A segunda coletiva de imprensa da 57ª Assembleia Geral da CNBB acontecerá, às 15h, na sala de coletivas do Centro de Convenções Padre Vitor e terá como temas o trabalho das Comissões Episcopais Pastorais da entidade e o documento “Orientações para a Mídia de Inspiração Católica”, que está em discussão pelos bispos.

Participarão desta coletiva o Bispo de Santo André (SP) e Presidente da Comissão para a Doutrina da Fé, Dom Pedro Carlos Cipollini; o Bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, Dom Armando Bucciol; e o Arcebispo de Diamantina (MG) e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, Dom Darci José Nicioli.

Quer saber mais sobre a Assembleia dos Bispos?

Diariamente, acompanhe os detalhes sobre a 57a Assembleia Geral da CNBB no site do jornal O SÃO PAULO e nos noticiários da rádio 9 de Julho.

(Com informações da CNBB e da Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de São Paulo)

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Romaria Nacional da Juventude acontece neste final de semana em Aparecida

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26 de abril de 2019

Neste sábado, 27 de abril, o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida recebe mais uma edição da Romaria da Juventude. O evento é realizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com os Jovens de Maria, iniciativa pastoral do santuário mariano voltada para os jovens. “Maria: Paixão pela vida e pelo Senhor da vida” é o tema que animará centenas de jovens em momentos de espiritualidade, formação e confraternização.

O evento deste ano estará concentrado em um único conjunto de atividades, diferentemente de anos anteriores que foram oferecidas catequeses aos jovens em tendas. O momento de aprofundamento escolhido para esta edição recebeu o nome de “Ecos do Sínodo”, quando será possível refletir sobre o processo sinodal, bem como sobre a exortação apostólica do papa Francisco “Christus vivit” (Cristo vive).

Na programação, adoração ao Santíssimo Sacramento, consagração a Nossa Senhora, missa, procissão e um luau com o cantor Danilo Casemiro.

Será um “momento de oração, de reflexão, e queremos encontrar jovens de todo o Brasil”, afirmou em vídeo divulgado pelas mídias sociais dos Jovens Conectados o bispo auxiliar de Curitiba (PR), dom Amilton Manoel da Silva.

“Que cada jovem, cada expressão juvenil se mobilize para esta festa do encontro, da partilha, da união e da relação entre a pluralidade juvenil. A gente convida para que nenhuma expressão fique ausente, mas ali a gente possa beber da mesma fonte, a graça de Deus”, afirmou o bispo de Valença (RJ), dom Nelson Francelino.

O assessor da Comissão para a Juventude, padre Antônio Ramos do Prado, explica que a romaria é um importante momento de unidade para a juventude. “A cada ano temos uma temática ligada à Maria ou a um tema em destaque para a Igreja no momento. A romaria tem também uma identidade de formação de lideranças, catequese, testemunhos, missa, conferência, caminhada e um evento à noite com música”, conta.

Durante a Romaria Nacional, acontecerá também o #Conecta – Encontro Nacional dos Grupos de Jovens Paroquiais. Uma das atividades do Conecta 2019 será a finalização do Regimento para os Grupos de Jovens Paroquiais do Brasil, que apresentará normas e procedimentos para estas expressões juvenis seguirem nos seus projetos de evangelização. Também neste encontro, serão indicados pelos participantes dois jovens para representar os Grupos de Jovens Paroquiais na Coordenação Nacional da Pastoral Juvenil.

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CNBB lança texto sobre cuidado pastoral com as vítimas de abuso sexual

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07 de abril de 2019

Em sintonia com a crescente preocupação da Igreja com a prevenção, justiça e assistência aos menores vítimas de abusos sexuais cometidos por clérigos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou em março o texto “O Cuidado Pastoral das Vítimas de Abuso Sexual”, editado em forma de cartilha pelas Edições CNBB.

O material apresenta orientações às autoridades eclesiásticas, em especial aos bispos diocesanos, sobre procedimentos diante de denúncias ou fatos comprovados de abusos sexuais cometidos por clérigos contra menores. Também busca, “pastoralmente, promover a devida assistência às vítimas de tais abusos, ajudar o clérigo acusado para que se corrija, e formar a comunidade eclesial, a fim de que proteja os menores contra qualquer tipo de exploração sexual”.

O texto está estruturado em cinco capítulos e foi aprovado pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), que tem entre suas atribuições investigar crimes sexuais praticados por membros da Igreja.

 

REPÚDIO AOS ABUSOS

Na apresentação da cartilha, é destacado que “a Igreja rejeita energicamente quaisquer tipos de abusos, especialmente o abuso sexual contra menores”

Ainda nas páginas iniciais do texto, é recordado que a condenação de tais transgressões à sexualidade humana está alicerçada especialmente no sexto mandamento do Decálogo (Não cometer atos impuros).

Destaca-se, ainda, que os bispos do Brasil zelam para que as Igrejas, pastorais e instituições católicas sejam sempre lugares mais seguros para as crianças e as pessoas vulneráveis.

 

ASPECTOS PSICOLÓGICOS

No primeiro capítulo, há um detalhamento sobre os abusos sexuais que o menor está suscetível a sofrer em seu ambiente mais imediato, tais como incesto, violência carnal, conduta libidinosa e atos indecentes; e os abusos com propósito lucrativo, como a prostituição e a produção de material pornográfico infantil.

Também se abordam as razões que levam alguém a cometer tal prática, bem como os efeitos danosos provocados nas vítimas, entre os quais a redução da autoestima e a maior dificuldade de convivência social.

 

A PARTIR DA DENÚNCIA

A segunda parte do texto, a mais extensa, apresenta orientações sobre os procedimentos canônicos e civis diante dos abusos sexuais cometidos por clérigos contra menores. A referência principal sobre os procedimentos canônicos é o motu proprio Sacramentorum sanctitatis tutela, escrito por São João Paulo II, em 2001. A CDF fez acréscimos ao documento em 2010 e 2011.

Inicialmente, cabe ao bispo diocesano a responsabilidade de averiguar a veracidade da denúncia, ouvindo os denunciantes, as supostas vítimas (que desde o primeiro momento devem receber suporte pastoral), o clérigo acusado e as eventuais testemunhas.

Ao longo da investigação, devem ser protegidas a privacidade e a reputação de todos os envolvidos. No entanto, o Bispo pode, com prudência e cautela, limitar o exercício das funções sacerdotais do clérigo, proibi-lo de residir em determinado lugar e até mesmo proibir a sua participação pública na Eucaristia.

Uma vez que o bispo diocesano tenha convicção de que a denúncia é verdadeira, “enviará à Congregação para a Doutrina da Fé toda a documentação, com um relatório sobre a investigação prévia e com seu próprio parecer, sugerindo a conveniência de se escolher tratar a causa por via judicial ou, se as circunstâncias assim o aconselharem (por exemplo, em presença da intenção do réu de pedir dispensa de todas as obrigações sacerdotais, inclusive do celibato, ou quando houver exigência de maior celeridade), por via administrativa”, detalha o parágrafo 41 do texto.

Depois disso, o bispo aguardará as instruções da CDF, que poderá chamar para si a causa ou ordenar que este instaure o processo penal no seu próprio tribunal de primeira instância. Concluído o julgamento na primeira instância, o processo é enviado para a CDF a fim de que se julgue a questão em segunda instância.

“Quando consta manifestadamente a prática do delito e dada ao réu a faculdade de se defender, pode também a Congregação para a Doutrina da Fé enviar diretamente à decisão do Sumo Pontífice os casos mais graves, tendo em vista a demissão do estado clerical ou a deposição, com dispensa da lei do celibato”, informa o texto no item 46.

 

E NA JUSTIÇA COMUM?

No texto, aponta-se que “a comunicação de suposto crime à autoridade pública não é uma obrigação legal do Ordinário [bispo local]”, conforme parágrafo 59. De todo modo, nesse mesmo parágrafo, aconselha-se que o bispo consulte uma assessoria jurídica “para que eventualmente não se configure, da parte do Ordinário, a situação de favorecimento com o clérigo acusado”.

 

E SE O CLÉRICO FOR INOCENTE?

Se comprovada a falsidade da denúncia contra o clérigo, este “deverá ser publicamente reabilitado, principalmente se tiverem sido tomadas as medidas cautelares de que se falou acima [limitação das funções sacerdotais, proibição de residir em um determinado local, proibição de participar publicamente da Eucaristia etc.]. Pode ser de justiça promover um processo canônico e até civil, se for o caso, por calúnia e difamação contra o falso denunciante”, como consta no parágrafo 53 do texto.

 

COMUNICAÇÃO DOS CASOS

Na terceira parte do texto, recomenda-se que, assim que o bispo local se certificar da denúncia de um caso de abuso sexual cometido por um clérigo, que informe, também por meio da imprensa, sobre as medidas preventivas que estão sendo tomadas para evitar que aconteçam novas ocorrências e comunique como a diocese acompanha a formação dos futuros sacerdotes e está disposta a agir com firmeza diante de tais casos de abuso sexual.

 

CUIDADO PASTORAL

A quarta parte do documento apresenta orientações quanto à postura pastoral da Igreja com os envolvidos nos casos. Ao clérigo acusado, recomenda-se que tenha, com urgência, ajuda psicológica, espiritual e pastoral, e que, desde o início, o bispo tenha com ele um diálogo honesto e sincero, mostrando-lhe a gravidade do ato praticado.

Às vítimas e seus familiares, deve-se assegurar, o mais rápido possível, que recebam apoio psicológico e espiritual. Também com estes, o bispo buscará ter um diálogo honesto, corresponsável, para que retomem o caminho da vida e da esperança. “O perdão pode produzir uma cura verdadeira. Por meio do amor de Deus e do sacramento da Reconciliação, o perdão tem o poder de sarar as feridas profundas e reconstruir a dignidade do ser humano”, indica o parágrafo 77 do texto, no qual se pontua, também, que “perdoar não significa justificar a violência ou dispensar quem a cometeu de responder pelo seu crime”.

Também ao longo de todo o processo, deve-se manifestar à comunidade de fiéis que a Igreja, de modo algum, é conivente com tal crime, solidariza-se com as vítimas e seus familiares, trata do caso de forma sigilosa e transparente, e que possui um plano sério e seletivo de formação dos futuros sacerdotes, incluindo o acompanhamento psicológico.

 

RECOMENDAÇÕES FINAIS

Na quinta parte do texto, são feitas algumas recomendações quanto à seleção e formação presbiteral, para evitar a admissão ao sacerdócio de candidatos com anomalias graves e irreversíveis, sejam de ordem psíquica, sejam de ordem sexual. Também se recomenda que as dioceses estabeleçam programas para garantir que na Igreja os ambientes sejam protegidos e seguros para as crianças.

Aponta-se, ainda, que os bispos do Brasil trabalharão com maior empenho para implantar as “Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil” e para efetivar a Pastoral Presbiteral nas dioceses.

 

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Conselho Permanente da CNBB lança mensagem sobre a reforma da Previdência

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28 de março de 2019

O Conselho Permanente da CNBB, órgão colegiado de de orientação e acompanhamento da atuação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, lançou mensagem ao Povo Brasileiro sobre a reforma da Previdência Social, realçando, sobretudo a necessidade do cuidado aos mais pobres e vulneráveis.

Confira abaixo a íntegra da mensagem:

 

MENSAGEM DO CONSELHO PERMANENTE DA CNBB

Serás libertado pelo direito e pela justiça” (cf. Is 1,27).

Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília - DF nos dias 26 a 28 de março de 2019, assistidos pela graça de Deus, acompanhados pela oração da Igreja e fortalecidos pelo apoio das comunidades eclesiais, esforçamo-nos por cumprir nossa missão profética de pastores no anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo e na denúncia de acontecimentos e situações que se opõem ao Reino de Deus.

A missão da Igreja, que nasce do Evangelho e se alimenta da Eucaristia, orienta-se também pela Doutrina Social da Igreja. Esta missão é perene e visa ao bem dos filhos e filhas de Deus, especialmente, dos mais pobres e vulneráveis, como nos exorta o próprio Cristo: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes pequeninos que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25,40). Por isso, nosso olhar se volta constantemente para a realidade do país, preocupados com propostas e encaminhamentos políticos que ameacem a vida e a dignidade dos pequenos e pobres.

Dentre nossas atuais preocupações, destaca-se a reforma da Previdência – PEC 06/2019 – apresentada pelo Governo para debate e aprovação no Congresso Nacional. Reafirmamos que “o sistema da Previdência Social possui uma intrínseca matriz ética. Ele é criado para a proteção social de pessoas que, por vários motivos, ficam expostas à vulnerabilidade social (idade, enfermidades, acidentes, maternidade…), particularmente as mais pobres. Nenhuma solução para equilibrar um possível déficit pode prescindir de valores ético-sociais e solidários” (Nota da CNBB, março/2017).

Reconhecemos que o sistema da Previdência precisa ser avaliado e, se necessário, adequado à Seguridade Social. Alertamos, no entanto, que as mudanças contidas na PEC 06/2019 sacrificam os mais pobres, penalizam as mulheres e os trabalhadores rurais, punem as pessoas com deficiência e geram desânimo quanto à seguridade social, sobretudo, nos desempregados e nas gerações mais jovens. O discurso de que a reforma corta privilégios precisa deixar claro quais são esses privilégios, quem os possui e qual é a quota de sacrifício dos privilegiados, bem como a forma de combater a sonegação e de cobrar os devedores da Previdência Social. A conta da transição do atual regime para o regime de capitalização, proposto pela reforma, não pode ser paga pelos pobres. Consideramos grave o fato de a PEC 06/2019 transferir da Constituição para leis complementares regras previdenciárias como idades de concessão, carências, formas de cálculo de valores e reajustes, promovendo desconstruções da Constituição Cidadã (1988).

Fazemos um apelo ao Congresso Nacional que favoreça o debate público sobre esta proposta de reforma da Previdência que incide na vida de todos os brasileiros. Conclamamos as comunidades eclesiais e as organizações da sociedade civil a participarem ativamente desse debate para que, no diálogo, defendam os direitos constitucionais que garantem a cidadania para todos.

Ao se manifestar sobre estas e outras questões que dizem respeito à realidade político-social do Brasil, a Igreja o faz na defesa dos pobres e excluídos. Trata-se de um apelo da espiritualidade cristã, da ética social e do compromisso de toda a sociedade com a construção do bem comum e com a defesa do Estado Democrático de Direito.

O tempo quaresmal, vivido na prática da oração, do jejum e da caridade, nos leva para a Páscoa que garante a vitória, em Jesus, sobre os sofrimentos e aflições. Anima-nos a esperança que vem de Cristo e de sua cruz, como ensina o papa Francisco: “O triunfo cristão é sempre uma cruz, mas cruz que é, simultaneamente, estandarte de vitória, que se empunha com ternura batalhadora contra as investidas do mal” (Evangelii Gaudium, 85).

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, interceda por todos os brasileiros e brasileiras!

Brasília - DF, 28 de março de 2019.

Dom Cardeal Sergio da Rocha  
          Arcebispo de Brasília 
          Presidente da CNBB    
                                                                 
Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de Salvador
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

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CNBB e Cáritas Brasileira lançam a campanha ‘SOS África: Moçambique, Zimbábue e Malawi’

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28 de março de 2019

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Nacional lançaram a campanha “SOS África: Moçambique, Zimbábue e Malawi”, em solidariedade aos atingidos pelo ciclone Idai, que, no dia 14, devastou territórios inteiros nesses três países do continente africano.

Todo o valor arrecadado será destinado para a compra de água potável, alimentos, roupas, cobertores, kits de higiene, remédios, itens de primeiros socorros e tendas, em ação a ser coordenada pela Caritas Internacional, na qual se prevê, também, a reconstrução de moradias e das condições de vida das pessoas afetadas nesses países.

A passagem do ciclone deixou ao menos 750 mortos, mas esse número ainda pode aumentar. A ajuda humanitária pretende atender cerca de 1,5 milhão de pessoas desalojadas.

A Cáritas Brasileira disponibilizou três contas bancárias para doações:

BANCO DO BRASIL

Ag: 0452-9 CC: 49.667-7 CNPJ: 33.654.419/0001-16

 

CAIXA ECÔNOMICA FEDERAL

Ag: 1041 – Op: 003 CC: 4322-3 CNPJ: 33.654.419/0001-16

 

SANTANDER

Ag: 3100 CC: 13.061645-0 CNPJ: 33.654.419/0001-16

Fonte: Cáritas Brasileira
 

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Encontro do Celam promove reflexão sobre a iniciação à vida cristã na América Latina

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18 de março de 2019

A cidade de Puebla de los Ángeles, no México, recebe de 18 a 22 de março a I Semana Latino-Americana sobre a Iniciação à Vida Cristã. O evento é promovido pelo Departamento de Missão e Espiritualidade do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e tem a presença do arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Antônio Peruzzo, e do assessor da Comissão, padre Antônio Marcos Depizzoli.

Várias temáticas no contexto da iniciação à vida cristã estão na pauta do encontro para serem discutidas, refletidas e aprofundadas, a partir da metodologia contemplar – discernir – propor. Na primeira parte, os aspectos de mudança de época e crise na transmissão da fé. Na segunda, perspectivas da iniciação à vida cristã: bíblica, com reflexão conduzida por dom Peruzzo; Patrística e Pastoral a do Magistério Latino-americano, considerando o processo evangelizador da Igreja, o processo de formação dos discípulos missionários e o Rito de Iniciação Cristã de Adultos (RICA).

A terceira parte da metodologia, que compreende o “propor”, os participantes terão um painel para discutir os elementos de um itinerário de iniciação cristã, considerando o processo, a pessoa, a introdução a Jesus e à vida da Igreja, a mediação da Palavra e dos Sacramentos, a mudança de atitude e testemunho de comunidade.

A semana de iniciação à vida cristã também contará em sua dinâmica com momentos de trabalho em grupos, celebrações, como a dos 40 anos da III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, missa na basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, momentos culturais e a conclusão com a Eucaristia com renovação das promessas batismais e envio missionário.

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