Nova presidência do Celam realiza primeira reunião

Por
07 de junho de 2019

Eleita na XXXVII Assembleia Ordinária do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), em maio, a nova presidência do organismo reuniu-se pela primeira vez entre os dias 4 e 5 junho, em Bogotá, na Colômbia.

A partir da reunião teve início oficial a agenda de trabalhos do novo quadriênio. Entre os participantes estiveram o Presidente do Celam, Monsenhor Héctor Miguel Cabrejos Vidarte; o Primeiro Vice-Presidente, Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo; o Segundo Vice-Presidente, Cardeal Leopoldo José Brenes; além do presidente do Conselho do Conselho de Assuntos Econômicos, Monsenhor Rogelio Cabrera López; e o Secretário Geral, Monsenhor Juan Carlos Cárdenas Toro.

No primeiro dia de trabalhos, a nova presidência saudou os secretários executivos e os funcionários do Celam. Também ouviram os informes do ex-secretário-geral, Monsenhor Juan Espinoza Jiménez, que apresentou uma avaliação do último quadriênio e tratou de maneira específica da projeção do que será a nova sede do Celam, atualmente em construção. Também foram feitos informes sobre a situação econômica do Conselho Episcopal Latino-Americano.

No segundo dia da reunião, os participantes dialogaram sobre as conclusões da Assembleia realizada em maio, o que permitirá estabelecer um conjunto de propostas para aplicar as disposições da Assembleia e definir a data de reunião com o grupo de oito bispos eleitos para assessor a presidência do processo de reestruturação do Celam.

Os participantes também refletiram sobre os encargos pastorais dos secretários executivos e do secretário geral adjunto, assim como as instâncias de investigações e bem como órgãos de pesquisa e de colaboração acadêmica, como o Observatório Sócio - Pastoral e a Assessoria de Imprensa.

O encontro foi concluído com um visita aos participantes do Núncio Apostólico da Colômbia, o Monsenhor Luis Mariano Montemayor.

Comente

Sul 1 da CNBB realiza encontro preparatório para Assembleia Regional

Por
24 de mai de 2019

A Comissão Episcopal Representativa, composta pelos membros das oito sub-regiões pastorais do Regional Sul 1 da CNBB - Aparecida, Botucatu, Campinas,  Sorocaba, Ribeirão Preto I (RPI), Ribeirão Preto II (RPII), São Paulo I (SPI) e São Paulo II (SPII) esteve reunida na quinta-feira, 23, na sede do Regional, na Capital Paulista.

Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Mogi das Cruzes e Presidente do Regional Sul 1; Dom Edmilson Amador Caetano, Bispo de Guarulhos e Vice-Presidente; e Dom Julio Endi Akamine, Arcebispo de Sorocaba e Secretário-Geral, acolheram os bispos que compõem a Comissão Episcopal Representativa: o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Dom João Inácio Müller, Dom Moacir Silva, Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Dom Sérgio Aparecido Colombo e Dom José Luiz Bertanha elaboraram a pauta da Assembleia Regional dos Bispos, que acontecerá de 11 a 13 de junho, em Itaici, no município de Indaiatuba (SP).

DGAE e revisão de regulamento

A 82ª Assembleia Regional dos Bispos refletirá sobre as Novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023), e abordará outros assuntos como a Missão Amazônia e África. Haverá, ainda, a eleição da nova Presidência do Regional, dos presidente das oito sub-regiões pastorais; e dos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais.

Dom Pedro Luiz Stringhini avaliou a reunião positivamente e destacou que durante a Assembleia será feita a revisão do Regulamento do Conselho Episcopal Regional.

O que faz a Comissão Episcopal Representativa?

Entre as competências da Comissão Episcopal Representativa estão atender a solicitações de estudo da Assembleia Geral e de outros órgãos da CNBB; preparar a proposta de pauta da Assembleia do Conselho Episcopal Regional; propor e desenvolver atividades no âmbito das finalidades do Conselho Episcopal Regional, segundo as diretrizes da Assembleia Geral do Conselho Episcopal Regional; decidir sobre qualquer assunto, por delegação da Assembleia do Conselho Episcopal Regional; Organizar a Assembleia das Igrejas Particulares do Regional dando-lhe normas peculiares; constituir Comissões Episcopais e Grupos de Trabalhos para funções pastorais em favor dos fiéis, para dinamizar a própria missão evangelizadora; escolher, dentre os seus membros, os Presidentes de cada uma das Comissões Episcopais de Pastoral.

Tem a ainda as atribuições de dar parecer e decidir com as Comissões Episcopais Pastorais sobre seu planejamento pastoral e financeiro; dar parecer sobre os candidatos às funções de Secretário Executivo e Secretário administrativo que forem apresentados pela Presidência; orientar e avaliar o trabalho das Comissões Episcopais de Pastoral, promovendo a ação pastoral orgânica em todo o Regional.

(Com informações de Renato Papis, do Regional Sul 1 da CNBB)

Comente

Cardeal Scherer: ‘A Assembleia é uma grande manifestação de comunhão e fraternidade para o bem da Igreja'

Por
07 de mai de 2019

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, falou nesta terça-feira, 7, sobre os trabalhos realizados no sexto dia da 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional do Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), aos ouvintes da rádio 9 de Julho, durante o programa “Encontro com o Pastor”, que vai ao ar de segunda-feira a sábado, às 12h.

COMUNHÃO E FRATERNIDADE

Dom Odilo recordou as eleições que elegeram o Arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Presidente e os dois Vice-Presidentes: Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre (RS) e Dom Mário Antonio Silva, Bispo de Roraima; além do Secretário-Geral, Dom Joel Portella Amado, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro. Até a próxima sexta-feira, também serão eleitos os 12 presidentes das Comissões Episcopais.

“Vamos continuar acompanhando os trabalhos com nossas orações para que o Espírito Santo ilumine. Existe a ansiedade para ver quem será escolhido, mas também existe uma grande tranquilidade. Os bispos manifestam a sua opinião, mas todos aceitam o que é definido, pois a Assembleia é uma grande manifestação de comunhão e fraternidade para o bem da Igreja”, disse Dom Odilo

TRADUÇÃO DO MISSAL

O Cardeal Scherer destacou as votações que estão sendo realizadas durante a Assembleia Geral, como a aprovação da tradução do Missal Romano, que foi realizada no últimos dez anos, e agora necessita da aprovação dos bispos, que estão fazendo isso por etapas, no decorrer de cada Assembleia Geral.  

“A CNBB está cumprindo seu dever. Existe uma comissão de peritos que está fazendo esse trabalho para que os bispos aprovem. Não é um trabalho superficial. Os bispos são em suas dioceses mestres da Liturgia e juntos com a Conferência Episcopal também são responsáveis pela Liturgia no Brasil. Ninguém está mudando o Missal Romano indevidamente, estão apenas revendo a tradução para ver se está de acordo com a latina”, lembrou o Cardeal.

SÍNODO PARA A PAN-AMAZÔNIA

Dom Odilo também recordou o Sínodo para a Pan-Amazônia, que acontecerá no Vaticano, entre os dias 6 a 27 de outubro, com o tema “Amazônia: novos caminho para a Igreja e por uma ecologia integral”, tendo como relator geral, nomeado pelo Papa Francisco, o Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) e Arcebispo Emérito de São Paulo.

Os bispos da região Pan-Amazônica vão refletir sobre a condição de vida na região, a preservação do meio ambiente para as futuras gerações e como está a missão da Igreja na Amazônia. “Embora muito presente, há uma grande carência de iniciativas da Igreja na Amazônia, então essas questões serão tratadas no Sínodo”, concluiu Dom Odilo.

TODOS OS DETALHES DA ASSEMBLEIA

Diariamente, acompanhe os detalhes sobre a 57ª Assembleia Geral da CNBB no site do jornal O SÃO PAULO e nos noticiários da rádio 9 de Julho.

LEIA TAMBÉM

6º dia de coletiva discute o Sínodo Pan-Amazônico e Mês Missionário Extraordinário

Comente

‘Com Maria, rezemos pelo sínodo arquidiocesano’

Por
10 de mai de 2019

No primeiro domingo do mês dedicado a Maria, uma tradição renovada há 118 anos testemunha um verdadeiro encontro com Deus por intermédio de Nossa Senhora: a Romaria da Arquidiocese de São Paulo ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

Aproximadamente 240 ônibus, além das vans e carros particulares, levaram mais de 12 mil peregrinos das diversas paróquias de São Paulo para viver, em comunhão com fiéis de todo o Brasil, esse momento de fé e devoção junto a Mãe Aparecida. A celebração, que teve início às 10h do dia 5, foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos sete bispos auxiliares e inúmeros padres.

 

ROMEIROS DE NOSSA SENHORA

A Romaria tem um sentido muito especial para os devotos. É o momento de visitar a “Casa da Mãe” para rezar, agradecer alguma graça alcançada ou fazer um pedido especial. Maria Regina da Conceição, 63, da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, na Região Brasilândia, confia seus pedidos a Nossa Senhora e considera a ida ao Santuário Nacional um presente antecipado pelo Dia das Mães.

Um sentimento similar de gratidão é compartilhado por Ivone Mucci, 59, da Paróquia Santa Luzia, da Região Santana, uma, entre tantas fiéis, que aproveita o momento da bênção dos objetos para pedir proteção a Nossa Senhora Aparecida, levando Terços, documentos, chaves, fotografias, entre outros objetos.

Para Olivia de Souza, que acompanhou o grupo de 42 pessoas saído da Pastoral do Menor da Região Brasilândia, peregrinar a Aparecida é sempre uma ocasião oportuna para a evangelização, sobretudo dos atendidos pela Pastoral. E estes, em muitos casos, no ambiente familiar, não encontram os valores da fé e da acolhida materna, podendo recorrer ao coração da Mãe, Padroeira e Rainha do Brasil.

 

MARIA: INSPIRAÇÃO PARA EVANGELIZAÇÃO

Além das representações das seis regiões episcopais e de movimentos, associações e pastorais vinculados à Arquidiocese de São Paulo, o Vicariato Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua participou dessa Romaria ainda mais motivado pelo início do sínodo no âmbito do Vicariato – um dos focos do sínodo em 2019 são os vicariatos ambientais, entre eles o do Povo da Rua. “É um momento que eles esperam muito. Eles se sentem parte integrante da cidade, da Igreja, e a devoção a Nossa Senhora é muito grande. Eles falam: ‘Eu não tenho mãe e a única mãe que eu tenho é Nossa Senhora’”, conta Frei Agostinho Teotokos, da Comunidade Voz dos Pobres.

Entre as comunidades com representação na Romaria deste ano, esteve a do Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora Aparecida, no bairro do Ipiranga. O Reitor do Santuário, Padre Zacarias José de Carvalho Paiva, considera a Romaria um grande sinal de fé que recorda o caráter missionário da Igreja. “Nossa Senhora é aquela que no Congresso Eucarístico de 1942 visitou toda a Arquidiocese de São Paulo, deu todo esse impulso eucarístico em todo o Brasil, especialmente em São Paulo, sinal da efervescência católica na década de 40 e que precisava de fato acontecer. Hoje, o sínodo é essa grande motivação. A vinda do Santuário, junto com a Arquidiocese, quer ser um grande sinal eucarístico para a Igreja em São Paulo.”

Segundo Padre Zacarias, o caminho sinodal é um momento favorável para que o Santuário Arquidiocesano se torne cada vez mais referência de devoção mariana e peregrinação na Capital Paulista. “O tempo do sínodo para nós no Santuário vai ser um tempo de refazer nossas práticas pastorais, caminhar junto com a Arquidiocese de São Paulo, buscar um maior impulso missionário dentro da nossa cidade, levando, sobretudo, a devoção a Nossa Senhora Aparecida”, destaca.

 

'ENCHER SÃO PAULO COM O TESTEMUNHO DE JESUS'

No início da homilia, Dom Odilo falou brevemente sobre os laços históricos que unem as Arquidioceses de Aparecida e de São Paulo, e fez votos para que esses laços se aprofundem cada vez mais. Neste ano, a Romaria da Arquidiocese de São Paulo teve como principal motivação a oração pelo sínodo arquidiocesano – “caminho de comunhão, conversão e renovação missionária” –, que, em 2019, segue em sua segunda etapa.

A exemplo dos apóstolos que, ao anunciar a Palavra, sofreram perseguições e até mesmo o martírio (At 5,27-32.40-41), mas encheram a cidade de Jerusalém com a pregação da Palavra, o Cardeal exortou os fiéis a encher São Paulo com essa pregação, como testemunhas de Jesus. “Esta é a nossa missão: encher São Paulo com o testemunho de Jesus, com o Evangelho, com o anúncio do Reino de Deus”, ressaltou Dom Odilo, ao recordar que este é um dos propósitos do sínodo arquidiocesano.

Ao refletir sobre o relato da última manifestação do Ressuscitado aos seus discípulos, com ênfase para a “pesca milagrosa” e o diálogo de Jesus com Pedro (cf. Jo 21,1-19), o Cardeal disse que todos são chamados a olhar a realidade da Arquidiocese como os discípulos, para que o trabalho pastoral dê fruto. “O trabalho da Igreja não é uma movimentação simplesmente por nossa conta, mas se for por Ele, pelo Espírito Santo, nosso trabalho evangelizador tem frutos. Por isso, nosso sínodo vai confiado à ação do Espírito Santo, para renovar nossa missão, a vida eclesial e o testemunho de Jesus na cidade.” 

 

ASSEMBLEIA DA CNBB

Também na homilia, Dom Odilo recordou que a Romaria Arquidiocesana aconteceu no contexto da 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que teve como trabalho principal atualizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Lembrou, ainda, que, em muitos aspectos, o Documento, com foco na evangelização das cidades, dialoga com o caminho sinodal, pelo qual passa a Arquidiocese. Outro aspecto ressaltado do novo Documento é a valorização das comunidades, em suas muitas expressões, e da Igreja doméstica – as famílias – “como lugar que Deus habita e quer habitar”.

Ainda o Cardeal afirmou que o testemunho de milhares de romeiros da Arquidiocese reafirma a “convicção de que nossa Igreja está reunida em torno de Jesus, mas também em torno de Maria, a Mãe de Jesus, nossa Mãe e Mãe da Igreja”, finalizou.


 

VOCÊ SABIA?

O hino “Viva a Mãe de Deus e Nossa” também está diretamente ligado à peregrinação paulistana. A música foi composta em 1905 para a Romaria Arquidiocesana. A canção se popularizou e, desde 1951, passou a ser utilizada pelo Santuário Nacional nas celebrações marianas.

 

LEIA TAMBÉM: Deus sempre é o centro da Liturgia

 

Comente

Cardeal Gerhard Müller realiza conferência na Faculdade de Teologia

Por
26 de abril de 2019

Na manhã desta sexta-feira, 26, o Cardeal Gerhard Ludwig Müller, Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé, palestrou à comunidade acadêmica na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção da PUC-SP, no bairro do Ipiranga, sendo recepcionado pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano e Grão-Chanceler da PUC-SP.

Na ocasião, o Cardeal Müller realizou o lançamento do 11º volume das Opera Omnia (Obras Completas), o primeiro em Língua Portuguesa, do teólogo alemão Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Emérito Bento XVI.

O Cardeal Müller é o editor responsável pela tradução e organização da coleção dos escritos teológicos de Ratzinger. Ao todo, serão 16 volumes que reúnem escritos, artigos, conferências, prefácios, resenhas e livros do teólogo que hoje tem 92 anos.

Referindo-se ao pensamento de Bento XVI sobre o tema, o Cardeal Müller ressaltou na Faculdade de Teologia da PUC-SP que na liturgia cristã toda a história da salvação está presente. “É uma liturgia cósmica, abraça toda a criação, que ‘espera com impaciência a manifestação dos filhos de Deus’”.

O Purpurado acrescentou que a Liturgia não deve se transformar em “campo de experimentos e hipóteses teológicas”, mas é a revelação acolhida na fé e na oração e que, portanto, “é a fé da Igreja que é o recipiente da revelação”.

ASSISTA A ÍNTEGRA DA PALESTRA DO CARDEAL MÜLLER

No sábado, 27, às 15h, o Cardeal Müller participará do evento de lançamento do 11º volume das Opera Omnia (Obras Completas) na Faculdade São Bento (Largo São Bento, s/nº, ao lado do Mosteiro de São Bento). No domingo, 28, concelebrará a missa das 11h na Catedral da Sé.

Os detalhes completos da visita do Cardeal Müller poderão ser lidos na próxima edição do O SÃO PAULO.

Comente

Cardeal Scherer preside ordenação presbiteral de religioso beneditino

Por
28 de março de 2019

Pela imposição das mãos do Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, o Diácono Ronildo Vasconcelos de Oliveira (Dom Rafael), dos Monges Beneditinos Valombrosanos, foi ordenado sacerdote, no dia 19, em solene missa na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, no Jardim Felicidade, na Região Episcopal Lapa.

Entre os concelebrantes esteve o Superior do Mosteiro São João Gualberto, Padre Robson Medeiros Alves, OSB (Dom Robson). A missa também teve a participação de familiares e amigos do Monge.

Após a proclamação do Evangelho, seguiu-se o rito de ordenação presbiteral, com o chamado e a apresentação do candidato ao sacerdócio; o propósito do eleito; a oração da ladainha, entoada com a comunidade, momento em que o então Diácono rezou prostrado no chão, como sinal de humildade e inteira entrega à ação de Deus; a imposição das mãos do Arcebispo e dos padres sobre o Diácono, seguida da prece de ordenação; a entrega das vestes presbiterais – casula e estola – levadas por familiares; a unção das mãos do ordenando, e a entrega do pão e do vinho.

Ao término do rito de ordenação, o novo Padre foi saudado com uma salva de palmas pelos fiéis que lotaram a igreja.

 

SÂO JOSÉ: HOMEM DE VIRTUDES

Na homilia, o Cardeal Scherer refletiu sobre o Evangelho do dia (Mt 1,16.18- 21,24a), dizendo que São José era justo, um homem de virtudes e de caráter, que praticou as virtudes teologais da fé, esperança e caridade.

Dom Odilo ressaltou, ainda, que São José é verdadeiramente o pai da Sagrada Família, como é o Pai da Santa Igreja, assumindo com coragem a missão que Deus lhe confiou.

 

GRATIDÃO

Antes da bênção final, o novo Padre agradeceu ao Cardeal Scherer, a Dom Robson, aos demais padres e diáconos, aos amigos, familiares e a toda a comunidade a presença, e pediu que todos rezassem por ele.

Dom Rafael atua como orientador espiritual e coordenador pastoral do Colégio São João Gualberto, que pertence ao Mosteiro São João Gualberto. O Sacerdote possui graduação em Filosofia e Pedagogia pelo Centro Universitário Claretiano, e bacharelado em Teologia pela Pontificia Studiorum Universitas Salesiana de Roma (Pio XI).

O Mosteiro São João Gualberto foi erigido canonicamente em 1967, muito embora a presença dos Monges Beneditinos Valombrosanos data desde, aproximadamente, 1959.

Foi fundado por monges italianos vindos da milenar abadia toscana de Valombrosa, localizada nos bosques apeninos, a mil metros de altura. Essa abadia foi fundada pelo próprio São João Gualberto, por volta do ano 1000, mantendo-se até hoje como um foco de luz a irradiar a vitalidade monástica na Itália, Brasil e Índia.

(Com informações do Mosteiro São João Gualberto)
 

LEIA TAMBÉM: Arquidiocese realizará abertura do segundo ano do sínodo nas regiões episcopais

Comente

Cardeal Scherer preside ordenação presbiteral de monge

Por
22 de março de 2019

Pela imposição das mãos do Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, o Diácono Ronildo Vasconcelos de Oliveira, Dom Rafael, dos Monges Beneditinos Valombrosanos, foi ordenado sacerdote na noite da terça-feira, 19, em solene missa na  Paróquia Nossa Senhora da Assunção, no Jardim Felicidade, Setor Pastoral Pirituba.

Entre os concelebrantes esteve o Superior do Mosteiro São João Gualberto, Padre Robson Medeiros Alves, OSB. A missa também teve a participação de familiares e amigos do monge.

Após a proclamação do Evangelho, seguiu-se o rito de ordenação presbiteral, com o  chamado e a apresentação do candidato ao sacerdócio; o propósito do eleito; a oração da Ladainha, entoada juntamente com a comunidade, momento em que o então diácono rezou prostrado no chão, como sinal de humildade e inteira entrega à ação de Deus; a imposição das mãos do Arcebispo, dos padres sobre o diácono, seguida da prece de ordenação; a entrega das vestes presbiterais - casula e estola - levadas por familiares; a unção das mãos do ordenando e a entrega do pão e do vinho.

Ao término do ritmo de ordenação, o novo padre foi saudado com uma salva de palmas pelos fiéis que lotaram a igreja.

São José: homem de virtudes

Na homilia o Cardeal Scherer refletiu sobre o Evangelho do dia (Mt 1,16.18-21,24a), dizendo que São José era justo, um homem de virtudes e de caráter, que praticou as virtudes teologais da fé, da esperança, e da caridade.

Dom Odilo ressaltou, ainda, que São José é verdadeiramente o pai da Sagrada Família, como é o Pai da Santa Igreja, assumindo com coragem a missão que Deus lhe confiou.

Gratidão

Antes da bênção final, o novo padre agradeceu ao Cardeal Scherer, ao Dom Robson, aos demais padres e diáconos, aos amigos, familiares e a toda comunidade pela presença, e pediu que todos rezem por ele.

Dom Rafael atua como orientador espiritual e coordenador pastoral do Colégio São João Gualberto, que pertence ao Mosteiro São João Gualberto. O sacerdote possui graduação em Filosofia e Pedagogia pelo Centro Universitário Claretiano, e bacharelado em Teologia pela Pontificia Studiorum Universitas Salesiana de Roma (Pio XI).

O Mosteiro São João Gualberto foi erigido canonicamente em 1967, muito embora a presença dos monges beneditinos valombrosanos data desde, aproximadamente, 1959.

Foi fundado por monges italianos vindos da milenar abadia toscana de Valombrosa, localizada nos bosques apeninos há mil metros de altura. Esta Abadia foi fundada pelo próprio São João Gualberto, por volta do ano 1000, mantendo-se até hoje como um foco de luz a irradiar vitalidade monástica na Itália, Brasil e Índia.

(Com informações do Mosteiro São João Gualberto)

Comente

Cardeal Scherer recebe título de doutor honoris causa no Líbano

Por
11 de fevereiro de 2019

O Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, recebeu nesta sexta-feira, 8, o título de doutor honoris causa da Universidade Católica Saint-Esprit de Kaslik (Usek), no Líbano. A cerimônia de concessão do título acadêmico aconteceu no Auditório da Faculdade de Música da Usek, no campus de Jounieh.

O título foi entregue pelo reitor a instituição, o Padre e doutor Georges Hobeika. Também participaram do evento o Patriarca da Igreja Católica Maronita, Cardeal Béchara Pierre Raï, o Núncio Apóstólico no Líbano, Dom Joseph Spiteri, e o Eparca Maronita no Brasil, Dom Edgar Madi. 

FRATERNIDADE ENTRE BRASIL E LÍBANO

“Alguém poderia perguntar, e eu também me pergunto: que méritos possui o Cardeal de São Paulo, no Brasil, para receber um prestigioso título acadêmico em uma Universidade do Líbano? A resposta não poderia ser outra, a não ser a imensa simpatia e generosidade das autoridades acadêmicas que assim decidiram”, afirmou Dom Odilo, em seu pronunciamento de agradecimento.

O Cardeal recordou que, na cidade de São Paulo existe uma grande comunidade de imigrantes libaneses e seus descendentes, sendo considerada a maior fora do Líbano. “A concessão, pela vossa Universidade, do título ao Arcebispo de São Paulo expressa mais ainda a relação fraterna entre São Paulo e Beirute, entre a Igreja do Líbano e a Igreja de São Paulo. Esta concessão também nos proporciona a ocasião para compartilharmos ainda mais as nossas riquezas humanas e religiosas, para o recíproco enriquecimento e ajuda”, destacou o Arcebispo. 

A UNIVERDIDADE 

A Usek é uma universidade católica fundada pela Ordem Maronita Libanesa e atende cerca de 8 mil alunos em quatro diferentes campi. O título de doutor honoris causa é concedido por universidades a pessoas que se destacam em suas áreas de atuação e que são respeitadas por seu trabalho, independentemente de seus diplomas acadêmicos. Em latim, o termo “honoris causa” significa “por causa da honra”.

VIAGEM AO LÍBANO 

Dom Odilo está no Líbano desde a terça-feira, 5, para uma viagem que segue até o sábado, 9. A programação da visita inclui encontros com lideranças religiosas do País e celebrações, como a participação na festa de São Marun, patrono dos maronitas. 

Nesta quinta-feira, 7, o Cardeal visitou a sede da Caritas Nacional do Líbano, que possui um centro de acolhida que abriga temporariamente pessoas em situação de refúgio e perseguição.

O Arcebispo de São Paulo encontrou acolhidos que fugiram de seus países por causa da guerra, além de mulheres que fugiram com seus filhos da violência doméstica. Há, ainda, mulheres vítimas de tráfico para exploração sexual.

“Percebemos que esse drama das migrações forçadas, do tráfico humano, sobretudo para a exploração sexual, é um drama mundial. Existem redes muito fortes que atuam nesse setor... O Papa está sempre denunciando esses fatos, inclusive a exploração do transporte das pessoas que fogem das situações de violência e que são exploradas economicamente para a travessia do Mar Mediterrâneo para chegar a algum país da Europa e, muitas vezes, são abandonadas no mar ou na fronteira sem que nenhum país queira recebê-las...”, relatou Dom Odilo à rádio 9 de Julho.

(Com informações de Canção Nova e AMBA)
 

LEIA A REPORTAGME COMPLETA NA PRÓXIMA EDIÇÃO DE O SÃO PAULO, EM 13/02/19.

Comente

‘Nosso Batismo é a maior graça que recebemos em nossa vida’

Por
17 de janeiro de 2019

No domingo, 13, na Festa do Batismo do Senhor, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, presidiu missa na Catedral da Sé.

Na homilia, o Arcebispo disse que Jesus, mesmo sem precisar de penitência, vai para o meio dos pecadores para receber o Batismo e toma para si o pecado de toda a humanidade para purificar a todos, “Ele se faz o cordeiro imolado, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, além de dar exemplo de humildade e serviço extremo à humanidade.

Dom Odilo também afirmou que, no Batismo do Senhor, a voz de Deus Pai confirma que Jesus é o Filho Amado de Deus e que Cristo, repleto do Espírito Santo, traz a Boa Nova aos homens.

O Arcebispo lembrou, ainda, que naquele dia também se recordava o Batismo de cada pessoa: “O Batismo cristão significa a nossa inserção a Jesus Cristo, a nossa purificação mediante o sangue redentor, a nossa adoção, como filhos e filhas de Deus, mediante o dom do Espírito de Cristo que nós recebemos, mediante o Batismo. Nosso Batismo é a maior graça que recebemos em nossa vida”, afirmou.

Comente

‘Espero ajudar para que outras pessoas possam conhecer Jesus Cristo’

Por
04 de janeiro de 2019

Como muitos jovens católicos, Carlos André Romualdo participava ativamente das atividades na igreja que frequentava, a Paróquia Espírito Santo, na Região Episcopal Brasilândia, especialmente nas pastorais dos cerimoniários e da Catequese.

Em 2008, incentivado pelo Padre Jaime Estevão Gomes, então pároco, Carlos André participou de encontros de discernimento vocacional e no ano seguinte, após a aprovação da Pastoral Vocacional, ingressou no Seminário Propedêutico Nossa Senhora da Assunção.

Carlos André foi ordenado diácono pela imposição das mãos do Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, em 15 de dezembro, na Catedral, após uma longa e frutuosa etapa de preparação.

TRAJETÓRIA FORMATIVA

Seguindo o itinerário dos seminaristas da Arquidiocese, entre 2010 e 2012, Carlos André morou no Seminário de Filosofia Santo Cura D´Ars, e entre 2013 e 2016, no Seminário de Teologia Bom Pastor.

Entre março de 2017 e março de 2018, morou na Fazenda da Esperança, em Guaratinguetá (SP), e no retorno a São Paulo foi reintegrado ao Seminário de Teologia, onde teve continuidade o seu processo formativo.

O novo diácono tem como lema “Somos salvos na esperança” (Rm 8,24), inspirado em uma meditação sobre a virtude teologal da Esperança. “Na Fazenda, pude fazer um grande ‘mergulho’ no carisma da Esperança. Pude ‘beber’ do testemunho do Frei Hans e Nelson, fundadores da Fazendas da Esperança”, afirma.

A caminho da ordenação sacerdotal, que deve ocorrer em 2019, o Diácono Carlo André já sabe sobre como vivenciará o ministério diaconal: “Com a tônica do serviço, sobretudo no que concerne à ajuda para que outras pessoas possam conhecer Jesus Cristo”.

 

LEIA MAIS:

Padre José David: 'É o Espírito Santo que atualiza o amor de Deus na história'

Comente

Páginas

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.