INTERNACIONAL

Sudão do Sul

Ataques, destruição e persistência jesuíta

Por Filipe David
03 de setembro de 2018

Além da destruição de equipamentos, como cadeiras e computadores, e do vandalismo de salas de aula, o ataque obrigou a evacuação de 300 pessoas

Pixabay

Nas últimas semanas, milícias locais atacaram o campo de refugiados de Maban, no estado do Alto Nilo, destruindo instalações de oito agências humanitárias, incluindo as do Serviço Jesuíta aos Refugiados. Apesar do acordo entre o governo e os grupos rebeldes, assinado no dia 6 de agosto, a violência continua em um nível elevado. O conflito já obrigou 4,5 milhões de pessoas a deixar suas casas em direção de outras regiões do País ou do exterior.

Além da destruição de equipamentos, como cadeiras e computadores, e do vandalismo de salas de aula, o ataque obrigou a evacuação de 300 pessoas, voluntários e funcionários das organizações humanitárias. Como resultado, 80 mil pessoas não poderão mais beneficiar de seu ensino e trabalho. 

No entanto, os jesuítas continuarão a atuar na região: “Apesar do ataque perpetrado contra nossa estrutura, os jesuítas continuarão a apoiar o esforço sobre o território a fim de oferecer um apoio psicossocial e programas educativos”, afirmou o Padre John Guiney, diretor da missão irlandesa dos jesuítas, que pediu a intervenção da comunidade internacional para garantir a paz, a ordem e a segurança na região.

Fonte: Fides
 
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