NACIONAL

Ajuda à Igreja que Sofre

A santidade não se apagou

Por Frei Rogério Lima, O. Carm.
05 de junho de 2019

A ajuda constante dos benfeitores da ACN que, com muito amor, é destinada aos que mais precisam, confirma o quanto a santidade não se apagou neste mundo, tantas vezes denominado como mundo “injusto”

Chegamos ao sexto mês deste ano. Tudo corre muito acelerado. Quase nem temos tido tempo para digerir bem um acontecimento e já somos sacudidos por outro de uma proporção maior e, às vezes, mais impactante. Em todas essas coisas, o que não nos deve faltar é a esperança, que nasce de uma fé cultivada por meio de uma profunda espiritualidade. 


Nós, que formamos a família ACN, queremos sublinhar, na grandeza dos muitos acontecimentos litúrgicos que celebramos como Igreja Católica, o imenso amor de Jesus pelo Pai e por nós, que nos encoraja a ser bem mais solidários, ou seja, ajudar aqueles que sofrem, que são perseguidos e maltratados. 


A ajuda constante dos benfeitores da ACN que, com muito amor, é destinada aos que mais precisam, confirma o quanto a santidade não se apagou neste mundo, tantas vezes denominado como mundo “injusto”. Queremos afirmar que, juntos aqui, acendemos “pequenos sinais” que são como velas, que iluminam e aquecem a vida de tantas pessoas que sofrem e precisam do nosso amor. A doação de cada um é o que não deixa que se apague a esperança na vida de tantos.


Você, que está conhecendo cada vez mais a ACN, tenha sempre uma certeza: a doação de cada um nasce de algo mais profundo: o amor que Jesus tem por nós e que também nos pede que tenhamos uns pelos outros. Esse é o rosto da ACN: ao ajudar os mais necessitados, enxugamos as lágrimas de Deus no mundo. 


Por outro lado, é verdade que, infelizmente, não conseguimos atender todos os pedidos que nos chegam. Lamentamos quando vemos alguma necessidade que não somos capazes de suprir naquele momento. No entanto, mantemos sempre a esperança de encontrar pessoas que queiram ajudar. Nas páginas seguintes, você verá o testemunho dos cristãos no Paquistão. Como definiu o Cardeal Joseph Coutts – Arcebispo de Karachi, no Paquistão – que nos visitou há poucos dias, “somos uma Igreja pequena e rezamos por vocês. E, vocês, que são uma Igreja grande, rezem por nós!” Esse pedido aumenta ainda mais a nossa esperança de que não estamos sozinhos e de que sempre encontraremos pessoas para ajudar os que mais sofrem.


Quero destacar ainda dois grandes acontecimentos que viveremos neste mês tão rico de espiritualidade: a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo e a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Nesses acontecimentos, assim como os santos juninos, também nós encontraremos o alimento saudável para “ajudar os que mais sofrem”. 


Lembre-se sempre: estamos unidos, pois fazemos parte da Igreja, mergulhados nesta imensa fonte de amor e graça, reservada a todos nós neste mês pleno de bênçãos. Dirijo a você e a toda sua família minha bênção, fortalecida na profundidade das orações que elevamos a Deus na festa dos santos e demais acontecimentos litúrgicos de nossa Igreja.

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