Saúde

Vai viajar? Proteja-se da febre amarela

Verão e férias, uma mistura perfeita para viagens. Chácaras, sítios, praias são alguns dos destinos escolhidos. Só que é justamente neste período que uma “velha conhecida” exige atenção redobrada, principalmente nas áreas de mata: a febre amarela. 

Doença infecciosa causada por vírus, a febre amarela está presente na forma silvestre, quando o vetor é o Haemagogus ou o Sabethes, e também na forma urbana, quando transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e o Albopictus.

Uma pessoa pode adquirir a febre amarela por meio da picada do mosquito. Nesse processo, o vetor passa por um ciclo: primeiro, adquire o vírus ao picar alguém contaminado e, depois, passa a transmiti-lo, também via picadas, a pessoas e animais. 

E, nesse ponto, vale lembrar que os macacos não transmitem a doença: eles se contaminam, adoecem e morrem, assim como qualquer ser humano infectado. Quando um macaco morre por febre amarela, o que está dado é o alerta da presença do vírus em determinado local. 

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

O mais recomendado para o combate é a vacina, que é ofertada pelo Sistema Único de Saúde. Qualquer pessoa que resida em áreas com recomendação da vacina contra a febre amarela ou que vá viajar para essas áreas deve se imunizar. Também é recomendada a proteção individual com o uso de roupas de mangas compridas, repelentes e mosquiteiros.

(Com informações de Secretaria da Saúde do Paraná, Revista Saúde e Ministério da Saúde) (Apuração: Rafael Costa)
 
 

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